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Como usar o próprio salário para financiar um negócio empreendedor?

Empreendedores que buscam lançar suas startups frequentemente enfrentam uma miríade de decisões difíceis, sendo que a maior delas é a questão do financiamento inicial. Se você sempre se perguntou "como eu posso financiar isto?", ou "eu posso financiar meu negócio por conta própria, enquanto mantenho meu trabalho atual?", a resposta é sim — você pode, absolutamente.

O indiano Vasu Akula e dois sócios lançaram a Voziq no final de 2011 com um objetivos simples em mente: ajudar as companhias que adquiriram serviços de análises avançadas e soluções em inteligência de negócios a utilizar melhor as informações às quais têm acesso.

O que faz a startup baseada em Washington D.C rara é que Vasu e seus parceiros não utilizaram investidores externos para dar vida à Voziq. Eles criaram a empresa por conta própria, enquanto trabalhavam regularmente durante o dia.

Vasu e seus cofundadores originalmente brincaram com várias ideias diferentes (como oferecer tanto consultoria quanto produtos). Entretanto, Vasu ouviu meu conselho sobre oferecer apenas serviços enquanto sustenta o negócio apenas com o salário do mês. Foi uma ótima maneira de trazer valor imediato aos clientes, aprendendo sobre suas necessidades, tudo enquanto construíam um produto com uma visão de longo prazo. Sim, o produto ficou em banho-maria, mas uma relação inestimável com o cliente já havia sido estabelecida, a entrada de clientes-chave estava garantida e, é claro, o dinheiro continuou a entrar.

A ideia por trás da Voziq começou com Vasu e dois colegas profissionais da área de TI, todos com mais de quinze anos de experiência em companhias listadas entre as 100 maiores da Fortune 500. Vasu descobriu que a maior parte das companhias utilizava alguma forma de análise de dados, mas permaneciam estagnadas nesse ponto. Pelas suas estimativas, 95% das empresas que adquiriam soluções avançadas de análise e business intelligence não estavam utilizando todo o potencial da ferramenta e dos dados coletados. A tecnologia estava sentada na estante, sem gerar nenhum valor.

Existia uma oportunidade intocada ali, e a Voziq é uma plataforma que Vasu e seus associados construíram do zero. Ela foca nas análises de mídias sociais e ajuda a revelar a mensagem por trás de um volume massivo de dados. Utilizando categorias, benchmarks e relatórios customizados, a Voziq transformou a voz do cliente, a voz dos competidores e a voz dos influenciadores da indústria em informações inteligíveis baseadas em um panorama real, para vários departamentos dentro da organização do seu cliente.

Como uma startup auto-financiada, as finanças da Voziq sempre foram apertadas, e por isso os seus fundadores decidiram manter os empregos diurnos até que atingissem razoável validação junto a clientes reais. Vasu afirma que a Voziq estava apta a atingir esse objetivo utilizando o Desk e outros contratantes de fora da América do Norte, onde eles poderiam obter um trabalho de qualidade por um custo relativamente baixo.

A situação da Voziq ilustra o cenário de uma startup com dois ou mais cofundadores. Vasu observa que nem todos os que financiam a startup precisam deixar os seus empregos; um ou dois podem continuar trabalhando enquanto os demais desenvolvem o plano de negócios e realizam prospecções. Dessa maneira, ele diz, você pode financiar sua companhia através do seu próprio salário enquanto os demais executam as ideias centrais da startup.

Ele também enfatiza a importância de estar pronto para se sacrificar logo após a primeira validação da ideia de negócio. Desde que cada cofundador da Voziq decidiram manter seus empregos regulares, assumiram um bom pedaço de trabalho no desenvolvimento de produtos e negócios, que executavam durante as noites e fins de semana. Uma vez que eles começaram a sentir alguma tração, passaram a atuar como consultores independentes em áreas relacionadas para continuar recebendo salários enquanto concentravam esforços na Voziq.

Atualmente, as prioridades da empresa são outras. Os três cofundadores contribuíram pesadamente em serviços de consultoria e alavancaram consultorias externas para continuar o desenvolvimento do produto. Vasu afirma de forma encorajadora que ele e seus associados planejam passar a se dedicar completamente à Voziq, trazendo mais clientes e receita.

Sair do chão e se tornar uma empresa rentável é o principal objetivo de qualquer negócio, e estes são marcos especialmente significativos para uma startup auto-financiada. Com esses objetivos dentro do alcance, Vasu diz que a Voziq planeja continuar seguindo a metodologia 1M/1M, focando mais nos clientes do que em investidores como uma forma de financiar e validar o trabalho. Atualmente, eles têm 250 empresas utilizando seus serviços, mudaram com sucesso para um cenário de fluxo de caixa positivo e estão prontos para levar a Voziq para o próximo nível de sucesso e lucratividade.

O que eu acho gratificante sobre a história da Voziq é que ela pode ser um template para vários outros empreendedores dos quais ouvimos falar constantemente. Centenas e milhares de profissionais ao redor do mundo ancoram no sonho empreendedor. A maioria sem capital. Para esses empreendedores — pródigos em expertise, mas sem dinheiro — financiar o negócio com o próprio salário é um bom caminho para começar.

Fonte: Administradores

Grêmio realiza viagem para aproximar torcedores

O Departamento Consular do Grêmio realizará uma viagem pelo Brasil para aproximar o clube dos torcedores que residem fora de Porto Alegre. O roteiro prevê visitas a cidades das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste.

Ao todo, a comitiva passará por 16 cidades de nove Estados brasileiros, entre elas Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Goiânia(GO) e Palmas(TO). A viagem durará 20 dias.
Para promover o clube, além de viajar em um ônibus envelopado com as cores gremistas, serão levados produtos da GrêmioMania, loja oficial do clube gaúcho, para que os torcedores possam comprar. Além disso, os ídolos da equipe Jardel e Mazzaropi estarão presentes em alguns momentos da viagem.

“O objetivo nosso é fazer a aproximação com o torcedor que vive fora do Rio Grande do Sul. Para isso é importante a nossa presença. Realizamos outra viagem nos mesmos moldes no primeiro semestre e os resultados foram muito positivos”, comentou o diretor consular adjunto, Roger Foresta.

Fonte: Promoview

Até onde vai a minha competência?

No mundo corporativo alguns exemplos já são comuns, como daquele ótimo vendedor que depois de ser promovido a supervisor acabou sendo demitido por incompetência. Quem já não ouviu história semelhante? Os casos chegam a ser corriqueiros. Vivemos na era da competência onde temos que provar ao mundo e a nós mesmos que somos capazes de resolver tudo. Nessa busca incessante pelos resultados “cutucamos” o limite de nossa competência e deixamos à mostra o fato de que podemos errar.

A incompetência pode ser demonstrada na dificuldade de adaptação a novas situações. Mudanças de cargo, de setor, ou mesmo de empresa são alguns exemplos. Por falta de percepção, tentamos manter antigos hábitos e posturas que podem não ser condizentes com o novo momento e, às vezes, demoramos tanto para perceber isso, que a oportunidade, que o momento para reverter a situação, já se foi.

Quando desenvolvemos determinadas competências nos habilitamos a atuar sobre determinadas dificuldades, mas, é preciso estar atento. Não podemos cometer o equívoco de utilizar a mesma fórmula para tudo. É como o ditado popular do carpinteiro que, “para resolver o problema, basta colocar mais pregos”. Simplificar os problemas a ponto de utilizar as mesmas práticas para solucioná-los pode demonstrar uma grande incompetência, a de análise. Um experiente executivo da área comercial que é contratado por uma empresa concorrente pode estar diante de dificuldades parecidas, mas dificilmente iguais. O ambiente é outro, a cultura é outra, são outras pessoas, outros produtos, outros serviços, outros clientes, outras necessidades.

Competência é a capacidade de começar e terminar algo. Podemos ter várias competências, ou apenas uma específica. Competência também não é um dom. É um misto de experiência, conhecimento, percepção, habilidade, estudo e análise dentro de um processo contínuo de autodesenvolvimento. Tudo isso contribui para a formação de pessoas competentes.

Ninguém é capaz de solucionar tudo sozinho e nem tão pouco posar de salvador irá mudar este quadro. Compreender o que está acontecendo e a conjuntura dos fatos é uma boa forma de se posicionar diante da situação para preparar o terreno. Pode parecer estranho, mas é nesse momento que conseguimos avaliar adequadamente o tamanho do problema a ser enfrentado e, às vezes, podem ser necessários outros elementos para obter a solução. Quando isso ocorre não demonstramos apenas competência, mas também maturidade.

Fonte: Administradores

Empreendedores apostam em marketing retrô para conquistar consumidor

A onda retrô definitivamente chegou ao Brasil. A cada dia mais empresas apostam na nostalgia para conquistar clientes, seja com produtos novos que mantenham características antigas, seja com produtos antigos em perfeito estado de conservação. O estrategista em marketing Gabriel Rossi aprova a iniciativa e ressalta que ela sempre surge com força em momentos difíceis – políticos, econômicos ou culturais.

“Nessas circunstâncias as pessoas tornam-se nostálgicas. São produtos que representam integridade, estabilidade e felicidade. Nesses casos, as marcas tentam ajudar os consumidores a se sentir bem em relação ao mundo. Consumidores tendem a acreditar que dias do passado são dias melhores. As pessoas sentem carinho por lugares e produtos que evocam e remetem tempos mais felizes e saudosos. Geralmente o propósito dessas marcas é apoiar a ideia da lenda, nostalgia, permanência e longevidade”, afirma Rossi.

Além da marcas Havaianas, que vem apresentando propaganda em televisão rememorando estrelas de campanhas publicitárias, a Brastemp, por exemplo, tem uma linha de produtos vintage. São geladeiras, fogões e frigobares com design antiquado.

“Já tivemos, e ainda temos, mas em menor escala, uma onda de valorização dos anos 1980. A cidade de São Paulo ganhou festas e danceterias temáticas. Cabeleireiros e barbeiros com elementos dos anos 1950 surgiram com força. Até aparelhos ukebox voltaram a vender. O poder dos ‘bons velhos tempos’ para vender é bastante evidente quando as marcas evocam noções de herança, tradição e originalidade, tudo isso ligado à identidade central da marca”, ressalta Rossi.

Os exemplos são muitos. A fábrica de brinquedos Estrela relançou produtos que fizeram sucesso nos anos 1980, como o Genius, primeiro jogo eletrônico vendido no Brasil. “Consumidores tornam-se nostálgicos para as coisas simples e genuínas, coisas que eles percebem como clássicos. Coisas autênticas que causam uma sensação de déjà vu. Nada evasivo. Nostalgia sempre foi um mecanismo de encantamento para os consumidores. Quando os mercados, governos e outras instituições importantes deixam de entregar de alguma forma bem-estar, o consumidor recorre a outras fontes para não perder a esperança. Eles vão se dirigir para marcas que buscam os bons e velhos tempos, com a promessa de experiências seguras e familiares”, finaliza o especialista em marketing.

Fonte: Administradores

Brechó EcoSolidário incentiva reciclar a moda

Em 2010, Jill Fehrenbacher, a fundadora de um dos sites mais famosos de inovação e ecodesign, o Inhabitat, defendeu os brechós como uma das cinco áreas tendência no mercado sustentável.

Esta visão ecológica e empreendedora faz parte da vida de alguns baianos desde 2006, quando estudantes elaboraram o Brechó EcoSolidário, encontro que em 2010 se tornou a expressão brasileira da iniciativa Dialogues en Humanité, realizada em Lyon na França, a partir de 2002.
A ideia dos organizadores franceses é buscar parcerias com eventos afins em outras cidades do mundo. Além de Salvador, Berlim (Alemanha), Bangalore (India) e Riad (Marrocos) também são parceiros da ação europeia.

Depois de sete anos de realização, o evento cresceu tanto que ganhou mais de 200 voluntários e, para ser uma realidade em 2013, pede a colaboração de internautas para a organização do brechó pelo endereço Catarse.me.

Segundos os organizadores, a quantia arrecadada será destinada para a compra de lonas para cobrir as barracas e contratação de pessoas qualificadas para garantir a segurança dos participantes na ação sustentável.

Ainda de acordo com os responsáveis, os principais objetivos do brechó são: a conscientização sobre os efeitos do consumo para as mudanças climáticas atuais, e o incentivo para que os participantes repensem e transformem seu consumo, buscando evitar desperdícios, priorizando produtos mais saudáveis e cuja produção seja sustentável, social e ambientalmente correta.

O evento, que está previsto para os dias 26 e 27/10, no Parque da Cidade, em Salvador (BA), é anual e possui um mercado de produtos oriundos de cooperativas, atividades de caráter cultural (apresentações de música e dança), ações formativas (oficinas de educação ambiental e permacultura) e de saúde integral (aulas de ioga, biodança, massagens, reiki).

Fonte: Promoview