Brindes Personalizados e Corporativos — Compare Fornecedores Verificados e Peça Cotação Grátis

Com mercado em expansão, plataforma para vendas de brindes promocionais completa 31 anos como principal vitrine de produtos personalizados do Brasil Bríndice chega ao trigésimo primeiro aniversário entregando facilidade e velocidade para todo o setor promocional

O mercado promocional e de brindes no Brasil, já tão tradicional, segue seu crescimento. Estudo recente feito pela Ampro (Associação de Marketing Promocional) aponta que os investimentos no setor de live marketing movimenta R$ 43,9 bilhões por ano. A pesquisa “O Mercado de Live Marketing em números”, feita pela Ampro, mostra que a utilização e ofertas de brindes corporativos são prioridades em campanhas promocionais. 88% dos entrevistados investem em promoções, 77% em ativações, 83% em incentivo, 92% em eventos e 77% em trade marketing.

Os números levantados pela Ampo ratificam a existência do Grupo Bríndice que, neste mês de setembro, completa 31 anos de atuação no mercado de brindes personalizados, oferecendo ferramentas que auxiliam no dia a dia de empresas e fornecedores de brindes promocionais.

A empresa desenvolve o Portal Bríndice, vitrine referência para o mercado promocional. Em três décadas de atuação, o Grupo, por meio dos serviços que oferece, se tornou o principal canal de comunicação e relacionamento do setor, oferecendo aos anunciantes um mailing exclusivo, que compõe uma das maiores redes de contato entre públicos segmentados do país.

“São mais de 30 anos atuando neste mercado fantástico e nossos produtos têm ajudado muitas pessoas. O Portal Bríndice, por exemplo, recebe 6500 visitas por dia e são mais de dois milhões de visitas por mês, com tempo de permanência médio de cinco minutos por usuário. Além disso, 66% das visitas mensais são feitas por novas empresas, o que mostra a força da ferramenta que desenvolvemos e que é um grande chamariz para todo o setor promocional e de brindes personalizados”, explica Marcelo Bigarelli, Diretor de SEO do Grupo Bríndice.

Para quem procura comprar brindes personalizados, o portal traz imensa facilidade e rapidez, com ferramenta de busca de produtos, orçamentos otimizados, calendários de datas promocionais, notícias e um design moderno e de fácil navegação.

Em apenas um clique, os interessados em adquirir brindes personalizados podem cotá-los em diferentes fornecedores, distribuidores e atacadistas de todo o país, de uma só vez, sem precisarem se utilizar de ferramentas de buscas da internet, ganhando tempo e podendo escolher o melhor preço ou o fornecedor com o melhor produto.

Essa facilidade faz do Portal Bríndice a maior vitrine virtual de brindes do Brasil e um importante instrumento na busca de brindes promocionais e personalizados de todo o mercado, tornando-se um canal que agrega credibilidade dos fornecedores e traz confiança aos compradores. São mais de 30 mil brindes de 250 anunciantes expostos.

Sobre o Grupo Bríndice

No mercado há mais de 30 anos, o Grupo Bríndice é referência no mercado de brindes personalizados e produtos promocionais. O Portal Bríndice, é a maior vitrine do setor, agregando milhares de brindes personalizados, oferecidos por centenas de fornecedores.

O Grupo Bríndice conta um mailing exclusivo, que, por meio dessa rede, trabalha como mediador entre fornecedores e compradores de todo o país.

Website: http://www.brindice.com.br

Quantos Vendedores tem a sua Empresa?

Uma das principais orientações do marketing é a de tratar cada mercado da forma mais próxima das suas características individuais. Desta forma, desenvolvemos produtos adequados a cada mercado, investimos em mídia e procuramos falar a linguagem típica do segmento onde atuamos. Esta é a principal razão do sucesso de um grande número de empresas. Contudo, esta regra simples e amplamente absorvida pelas empresas não se aplica à estrutura comercial.

Continuamos a verificar a existência de organizações comerciais que primam pela uniformidade. Quando verificamos o funcionamento comercial de inúmeras empresas, constatamos que dois pontos ficam explícitos: a empresa delega à sua força de vendas o contato com o mercado e os principais executivos estão afastados do processo de negociação direta com os clientes. Estes dois aspectos são fundamentais para identificar se uma empresa é voltada para o mercado ou não.

Quando a empresa tem a expectativa de que os vendedores resolvam todos os problemas de comercialização está abrindo mão da sua atividade fim que é "conhecer as peculiaridades do mercado em que atua para mover-se rapidamente frente as contínuas modificações propostas pelos clientes, concorrentes e novas tecnologias". Se os principais executivos não participam direta e ativamente da negociação com os clientes estão, não só "deixando de formar o vínculo necessário entre cliente e fornecedor" mas, principalmente, "perdendo a oportunidade única de identificar quais as dificuldades que a equipe de vendas enfrenta no mercado". Esta situação se agrava sobremaneira quando são utilizados representantes comerciais. Este profissionais têm como seu maior patrimônio o relacionamento com os clientes e são também empresários que procuram minimizar custos operacionais e maximizar os resultados. Portanto, há um conflito de interesses entre a empresa, que sabe da necessidade de ampliar o atendimento ao cliente, e o representante, que não tem interesse em aumentar seus custos (visitas) para o mesmo retorno. Mesmo assim, temos inúmeras empresas organizadas de forma rígida e linear perante o mercado.

A estrutura convencional encontrada é: diretor comercial, gerente de vendas, supervisor e vendedores. Este formato uniforme não atende mais as particularidades de cada mercado, não permite um atendimento diferenciado aos melhores clientes e é obstáculo sério à nova dinâmica comercial que está acontecendo no mercado.
O grau de concentração de compradores em andamento principalmente no varejo, as fusões entre empresas industriais, de serviço e bancos, reduzem substancialmente o número de jogadores no mercado. Manter uma estrutura de vendas tradicional atuando neste cenário é caminho direto para o fracasso. Além disso, um número crescente de clientes não aceita mais negociações com vendedores ou representantes.
Os contratos são discutidos pelo período de um ano e diretamente com a diretoria do fornecedor. Tornou-se urgente reorganizar as formas de acessar o mercado. A utilização das estruturas convencionais já não atende as demandas dos clientes e das próprias empresas. É preciso tratar cada segmento de mercado pelas suas características próprias, conhecer os critérios de compra de cada organização e fazer a abordagem comercial levando em conta estes critérios. Necessitamos remodelar as formas como os clientes são abordados. Todos na empresa devem ter clientes próprios, trabalhar como vendedores. As empresas que já utilizam esta modelagem têm obtido resultados compensadores.
O diretor comercial deve ter um grupo de clientes diretos, trabalhar como vendedor junto a estes clientes, "sentir" o processo da venda.
Da mesma forma, gerentes e supervisores devem atuar como vendedores junto a um grupo selecionado de clientes. Aliando a experiência com a prática no mercado, os executivos podem contribuir de forma decisiva para melhorar os resultados da empresa.

Se você é um executivo da área comercial, financeira ou industrial, procure lembrar qual foi a última vez em que trabalhou como "vendedor" da empresa, em que do seu desempenho dependeu o fechamento de um negócio.

As Regras de Ouro do E-Mail

Há muito tempo que o e-mail deixou de ser um meio alternativo de comunicação e transformou-se em uma ferramenta indispensável para o trabalho e o relacionamento pessoal. Mas para que essa ferramenta seja utilizada em todo o seu potencial, é preciso que os usuários sejam treinados para tirar melhor proveito de seus recursos.
Assim como na telefonia, a comunicação on-line possui regras que norteiam a interação entre remetentes e destinatários de mensagens eletrônicas. Pequenas gafes são cometidas por novatos e veteranos do mundo on-line. Por isso, a atenção à etiqueta se faz redobrada dependendo do objetivo da correspondência. Um pedido de favor, por exemplo, pode cair diretamente na cesta de lixo do computador, caso algumas regras não sejam observadas.
A primeira regra é a Identificação do Remetente. Para ter certeza de que o procedimento está correto, basta preencher seu nome e e-mail de retorno nas configurações do software e enviar uma mensagem para si mesmo como forma de teste. Muitos e-mails voltam ou geram confusão por estarem indevidamente preenchidos ou, ainda, identificados por nome de terceiros.
A segunda regra é o Assunto. É preciso anunciar de maneira clara e objetiva o assunto em pauta. Parece óbvio, mas muitos remetentes deixam esta lacuna em branco ou repetem o nome do destinatário. Um campo "Assunto" preenchido corretamente, além de atrair a atenção, ajuda o destinatário a catalogar melhor as mensagens para futuras consultas.
A terceira regra é a Objetividade, que deve ser uma preocupação constante. Hoje, os profissionais têm pouco tempo a perder. Textos longos, que necessitam de uma leitura muito atenta, normalmente são ignorados. Evite floreios, sem perder a cordialidade. Explique apenas o que for necessário para o entendimento do assunto em pauta. Dependendo do destinatário, não mande arquivos anexados, pois muitas empresas proíbem a visualização de arquivos anexados como medida preventiva contra vírus. Mas, se o destinatário já o conhece e confia no material que recebe de você, envie em arquivos anexos informações que não são prioritárias, mas podem acrescentar algo, caso haja maior interesse pelo assunto. Sempre que possível, referencie um web site para obtenção de maiores detalhes sobre o tema. Deixe claro, desde o início, do que se trata a mensagem, para que o destinatário priorize seu interesse.
A quarta regra é o Bom Senso. Não engane o destinatário! Evite utilizar sinais de prioridade para chamar a atenção indevida, pois este artifício deve ser utilizado somente quando a mensagem realmente é importante. E o importante muitas vezes depende do ponto de vista do destinatário. Um pedido de emprego é importante para quem o envia, mas certamente não é tão importante para quem o recebe, por melhor que seja o profissional em questão.
Como quinta regra, é prudente observar a Redação. Num e-mail, onde não há contato verbal ou visual, é muito comum ocorrerem erros de interpretação por uma das partes. Uma brincadeira pode ser interpretada como uma ofensa, uma crítica como brincadeira e assim por diante. Portanto, cuidado com o que escreve. Se o tom é de brincadeira, é prática comum na Internet adotar o uso de "smiles" ao longo do texto, representados pelos símbolos ":-)" ou por palavras entre parêntestes (risos) e (hehe), entre outros. Também muito importante é evitar o uso de LETRAS MAIÚSCULAS ou muitos pontos de interrogação (!!!!!), pois causam a impressão de se estar gritando.

Leia na próxima matéria:
“O que fazer quando o e-mail possui arquivos e será enviado para vários remetentes

Qualificar ou não Nossos Clientes

Muito se tem discutido se vale a pena despendermos tempo para descobrir se o novo contato estaria interessado em nosso produto ou serviço, mesmo ele não conhecendo nossa empresa e nem nós a sua.

Talvez num primeiro contato achamos que o cliente prospectivo Y não tem uso óbvio para o nosso produto, mas não temos certeza e não sabemos o que ele sabe. Talvez ele tenha uma amigo desesperado por um produto como o nosso e não consegue encontrá-lo em lugar algum. Isto é algo que nunca saberemos.

O que temos obrigação de saber e fazer é falarmos com quem nos conhece, com todos que sabem quem somos. Devemos visitar aqueles que nos foram indicados ou que responderam nossos materiais de marketing. Aliás, todos os materiais de marketing utilizados pela empresa (cartas, mala direta, fax, propaganda, site, newsletter, etc) precisam incluir uma oferta que force o indivíduo a responder e solicitar mais informações. Pode ser uma frase na home page do site oferecendo um “brinde” para quem se inscrever, uma carta apresentando a empresa, com algum questionário simples e a oferta de um “brinde” para quem respondê-lo, enfim, deve ser usada toda a imaginação possível.

Obter clientes prospectivos é a arte de atrair interesse por meio de conexões. Há sempre alguém que conhece alguém. Procure nomes em relatórios anuais, publicações de comércio, listas de empresas do setor, artigos de jornais especializados e envie-lhes questionários.
Vá a luta, faça visitas aos seus contatos e conhecidos, pois com certeza muitas das pessoas que conhece também conhece muita gente. Pergunte-lhes quem eles acham que se interessaria pelo seu produto, serviço ou oportunidade. Fale com ex-usuários, clientes, amigos, e peça indicações a todos. Aliás, quantas vezes você já fez Isto ? E quantos na sua empresa utilizaram-se de tal prática ?
Que tal iniciar agora mesmo?

É um processo simples: consiga uma fonte de clientes potenciais, ou várias, envie-lhes uma oferta e veja quem ergue a mão pedindo mais informações. Ali estão seus clientes prospectivos. O resto deve vir por recomendação.

Bons contatos e boas vendas!

Você Entende o Mercado ?

Para vender é preciso, antes de tudo, entender o que é e como funciona o mercado.

Qual o mercado mais próximo de sua empresa ? Não o supermercado ou o mercadinho da esquina. O mercado é qualquer lugar onde você esteja e, desde que exista uma ou mais pessoas, você tenha a chance de conversar e, conseqüentemente, descobrir se algum deles precisa de algo que você sabe fazer ou se faz aquilo que você precisa.

Diante de tal situação, é fundamental estar preparado para ver e aproveitar as oportunidades a qualquer momento e em qualquer lugar. Quando você está ao lado de pessoas, está no mercado. Isso não significa que deva ser inconveniente, ser aquela pessoa que está sempre falando em negócios, oferecendo uma proposta de trabalho, roubando os seus momentos de prazer e os dos outros. O trabalho faz parte da vida das pessoas e não há problema nenhum em abordá-las em qualquer situação, desde que seja de forma adequada.

Mercado é o lugar físico ou virtual que viabiliza a comunicação entre as pessoas, quando elas têm uma necessidade. As pessoas só vão ao mercado quando precisam buscar ou oferecer alguma coisa que tenha utilidade. Portanto, mercado é gente se encontrando com gente, comunicando-se para buscar ou oferecer uma solução para o problema do outro.

A comunicação mercadológica, então, é sempre intencional e interesseira, porque as pessoas estão sempre buscando ou oferecendo um produto ou serviço. A troca só acontece quando a oferta e a procura se encontram e as duas partes percebem que há uma vantagem, um benefício mútuo decorrente dela.

Estamos sempre no mercado, atuando a todo momento, em diferentes situações, como vendedores ou compradores. No mercado ocorrem transações, que são ações de pessoas buscando ou oferecendo alguma coisa através do contato direto ou indireto.
Estamos para fazer negócios. Não há jeito de vender sem trabalhar, sem mostrar, argumentar e fechar contrato. Não existe mágica. Para comprar e, principalmente para vender, ou você vai até o mercado e se expõe ou você não vende.