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O Orgulho de ser um Consultor de Vendas

Uma das mais fáceis formas para se atingir o sucesso é sentir prazer fazendo o que você faz.

Já foi o tempo em que ser vendedor era sinônimo de uma atividade secundária, para a qual afluíam muitas pessoas desempregadas. Hoje, o vendedor assumiu um status diferenciado, com formação e especialização específicas, fomentado por técnicas e recursos apropriados, além de atitudes e comportamentos condizentes com esse novo perfil que reveste essa profissão.

Até o título do cargo tem-se modificado, de Vendedor para Consultor de Vendas. Obviamente, como em todas as outras atividades, o Consultor de Vendas também tem os seus pontos positivos e negativos:

Algumas características positivas:

– Autonomia – Uma maior liberdade de ação em relação a atividades fechadas.
– Altos ganhos – O maior ponto de atratividade da profissão, pois normalmente é atividade comissionada, assim o profissional é quem faz o seu salário, ou seja, quanto mais vende, mais ganha.
– Desafios constantes – Para quem é acomodado, não é a atividade ideal. É própria para quem tem um espírito desafiador, dinâmico e gosta de superar obstáculos.
– Network – A própria atividade propicia a oportunidade de uma extensa rede de relacionamentos, úteis em todos os sentidos.
– Atividade externa – Para quem gosta de fazer visitas, estar “fora”. Se sua vocação é ficar em um escritório, sentado atrás de uma mesa, também não é essa sua profissão.
– Aprendizado constante – A cada dia, a cada contato, a cada visita, a cada venda efetuada ou um não recebido, há um aprendizado. Afora isso, as conversas, os assuntos do dia-a-dia, as histórias que passa a conhecer através dos seus relacionamentos.

Alguns pontos negativos:

– Lidar com os “nãos” e gente mal educada. Isso existe em todo lugar.
– É um trabalho externo, sujeito às intempéries, como: trânsito, filas e alguns chás de cadeira.
– Nem sempre é fácil decolar, fazer uma carteira de clientes. Isso exige talento, persistência e muitos desistem antes disso.

Para os que nasceram para exercerem a função de Representante Comercial ou Consultor de Vendas o sol brilha, pois cada vez mais assumem um papel relevante na estrutura das Organizações. Diria, até, uma peça vital para a permanência e crescimento das empresas.

Por isso, alguns recursos psicológicos e valores são pertinentes a esse profissional.
São, em essência, os seguintes:

– Crença em si mesmo
– Orgulho pela profissão
– Autocontrole
– Autodeterminação
– Autoconfiança
– Entusiasmo
– Comprometimento
– Persistência
– Independência
– Iniciativa
– Pontualidade
– Flexibilidade
– Vigor
– Educação
– Bom humor
– Conhecimento de técnicas de vendas
– Boa apresentação
– Boa comunicação
– Conhecimento do (s) produto (s)
– Conhecimento da concorrência
– Conhecimento da empresa representada
– Conhecimento do cliente

Se você nunca pensou sobre isso, quando lhe perguntarem “O que você faz”? Encha-se de orgulho, permita que seus olhos brilhem de entusiasmo, e diga: “Sou um Profissional de Vendas”.

Fonte: Reinaldo Passadori – Professor e Diretor do Instituto Reinaldo Passadori de Comunicação Verbal, Administrador de Empresas com especialização em Recursos Humanos.

Empresas Criativas Superam as Demais em Produtividade, Sucesso e Longevidade.

A questão fundamental é: COMO SE TORNAR UMA EMPRESA CRIATIVA?

As respostas (pessoas criativas sempre buscam mais de uma resposta “certa”) para este questionamento encontram-se dentro de cada empresa, e são percebidas quando se criam caminhos que incentivem e facilitem a comunicação interna e o fluxo de idéias e ações inovadoras. Estes caminhos não são fáceis de serem identificados e menos ainda de serem trilhados, pois ainda nos deparamos com paradigmas dentro das empresas que inibem a expressão do pensamento criativo.

Afirmar que a CRIATIVIDADE hoje representa um fator de longevidade e sucesso para a maior parte das empresas não é mais novidade. Contudo, por incrível que pareça, podemos comparar a criatividade à água, ao ar, e à eletricidade, elementos que tendemos a valorizar quando sentimos sua falta. Enquanto estão aí disponíveis, se tornam tão integrados ao nosso dia-a-dia que nem nos damos conta de sua preciosidade. Mas, basta faltar energia elétrica por algumas horas e temos o caos na cidade. Basta ficarmos alguns instantes sem ar e entramos em pânico, pois dele depende nossa sobrevivência.

A criatividade também está disponível para pessoas e empresas, mas ainda há muito que se fazer a respeito, para que ela receba o valor e o espaço que merece. Apesar de todos os livros, cursos e matérias sobre este assunto, temos inúmeros mitos para derrubar, bloqueios para superar e espaços para conquistar. O lado positivo desta história é que empresas e profissionais estão cada vez mais interessados em compreender e aprofundar este tema, pois perceberam que realmente temos um “universo de possibilidades” a ser descoberto e explorado.

“Se tivesse que definir a sociedade pós-industrial de outra maneira, eu a definiria como sociedade criativa. Nenhuma outra época teve um número tão grande de pessoas com cargos criativos: em laboratórios científicos e artísticos, nas redações dos jornais, equipes televisivas e cinematográficas, etc. São milhares e milhares de pessoas.” Domenico De Masi

“Para levantar novas questões, novas possibilidades, para tratar problemas antigos de uma nova maneira, é necessário imaginação criativa e isto representa o verdadeiro avanço científico.” Albert Einstein

“A criatividade não é atributo apenas de artistas e cientistas. Em maior ou menor grau, ela é inerente ao ser humano. Se algumas pessoas desenvolvem o seu potencial criativo e outras não, isso se deve a um fator primordial: o prazer de pensar. Para alguém criativo, ter uma boa idéia é, antes de tudo, agradável e gratificante.” – trecho da matéria: “A idéia que mudou minha vida” de autoria de João Gabriel de Lima, publicada na revista Veja (edição 1800 de 30/04/2003).

“Quem quiser inovar precisa ser, ao mesmo tempo, teimoso e flexível. O difícil é saber quando ser um ou outro.” Jeff Bezos (fundador da Amazon).

“É impossível definir criatividade, assim como não se define genialidade. O estudo dos grandes criadores revela dois fatos. O primeiro é que ninguém cria do vácuo. Todas as civilizações evoluem de sociedades anteriores. Também ninguém vira um grande criador por sorte. Todo ato criativo, mesmo quando ele surge num lampejo, é fruto de muito trabalho, estudo e conhecimento.” – Paul Johnson em entrevista intitulada “O motor do mundo” – revista Veja (edição 1962 de 28/06/2006)

“Inovar tornou-se vital para empresas de qualquer porte ou setor. De acordo com 90% de mais de 900 altos executivos entrevistados pela consultoria internacional de estratégia BCG, o crescimento orgânico dos negócios só é possível hoje com transformação de novas idéias em boas mercadorias. Companhias que não inovam selam uma sentença de morte.” – revista Exame (23/11/2005 – edição 856)

"O Brasil é um país criativo e seu amor por atividades descentralizadas deve ser transformado em sua maior riqueza", disse Nicholas Negroponte, um dos fundadores do MIT Media Lab em entrevista originalmente publicada no site Magnet (em 09/10/03)

É comum ouvirmos que o “Brasil é um país com um povo criativo”, mas infelizmente, grande parte deste potencial tem sido mais direcionado para o “jeitinho brasileiro” do que para o crescimento, desenvolvimento, progresso e sucesso de nossas empresas. Não que não tenhamos empresas criativas, longe disso. Elas existem e estão aí para comprovar a importância da CRIATIVIDADE e da INOVAÇÃO no mundo empresarial. Mas temos ainda um número imenso de empresas que podem ampliar ou até começar a fazer uso deste potencial latente.

Ao trabalhar com workshops de CRIATIVIDADE percebe-se que muitas pessoas precisam de espaço para expressar seus potenciais latentes, o que nos faz ter a certeza de que: O SER HUMANO NASCE CRIATIVO e quando esta criatividade encontra espaço, ela se manifesta prontamente. O que nos falta é mais fácil conseguir, pois precisamos:

1) Permitir que as pessoas voltem a se conectar com suas vertentes criativas (nascemos criativos, mas tendemos a bloquear o acesso à nossa criatividade).

2) Demonstrar que é possível direcionar os talentos criativos para as mais variadas áreas dentro da empresa, indo muito além das áreas de Marketing, Publicidade e Criação de Produtos, passando por todos os setores onde haja demanda de inovação, solução de problemas e melhoria contínua.

3) Criar o clima favorável para que as pessoas percebam quando é o momento de perpetuar o que já está padronizado e funcionando e quando é o momento de buscar e oferecer novas saídas, idéias e soluções. Algumas empresas incluíram em sua rotina de trabalho momentos inteiramente dedicados à expressão criativa (ex. 15 a 30 minutos, uma vez por semana), para que este potencial esteja constantemente estimulado e fortalecido.

4) Aprender a lidar com os erros de forma mais efetiva e funcional, como foi muito bem colocado por Richard C. Whiteley no livro Ame seu Trabalho: “O importante é lidar com os erros de forma que você tanto minimize o impacto deles, quanto MAXIMIZE o que aprende com eles”, Só uma postura mais madura diante dos erros permitirá que as pessoas ousem mais, se expressem com mais confiança e, assim, alcancem resultados inovadores, sem medo de reprimendas.

5) Abrir espaço para expressão com canais de comunicação menos burocráticos e que ofereçam constante feedback sobre as sugestões oferecidas pelos colaboradores, explicando inclusive o motivo de determinadas idéias terem sido adiadas ou rejeitadas. Parece bobagem, mas existe um certo ressentimento por parte dos funcionários causado pela displicência em relação às sugestões que fazem, a falta de reconhecimento e, o que é pior, a apropriação indébita de suas idéias por terceiros que ganham o mérito e os deixam sem nada. Estes são pontos que merecem atenção especial, pois podem fazer com que programas para fortalecimento da Criatividade percam sua credibilidade.

Estes são apenas alguns dos pontos a serem trabalhados pelas empresas interessadas em fortalecerem seu “Capital Criativo”. Na verdade, este é um processo de contínua evolução, que torna-se cada vez mais estimulante, pois quanto mais a Criatividade é posta a prova, mais ela flui e mais amplia nosso “Universo de Possibilidades”.

Fonte: Mônica Landim

Desenvolvendo a Coragem

Desenvolver a coragem não quer dizer pular de pára-quedas ou praticar bungee-jump. Apesar de estas atividades exigirem uma enorme dose de bravura, é necessário pensar muito mais alto e dizer um enfático sim à vida! É importante que sejam dados os passos necessários para se chegar mais perto da pessoa que se deseja ser.

E como o medo pode ser útil?

Ele pode deixá-lo de sobreaviso em relação a um perigo em potencial, ajudá-lo a manter um foco claro e diferenciar o certo do errado. Também pode desafiá-lo, motivá-lo e lhe dar energia para agir.

Você, por acaso, já teve que se submeter a um teste ou fazer uma apresentação no trabalho e depois sentiu tanta energia que achou que estaria pronto para qualquer coisa?

Quando se sai da zona de conforto e se enfrenta os medos, tudo o que costumava assustar ou que parecia impossível torna-se mais fácil e a zona de conforto se expande.

Enfrentar os medos desenvolve a confiança e a força emocional. Quanto mais se trabalha o medo, mais a confiança cresce.

Muitas vezes evitamos tomar atitudes que melhorariam nossa qualidade de vida esperando que o medo desapareça. Por exemplo: você decide não mudar de carreira temendo não ganhar tanto dinheiro ou não ter tanto sucesso quanto tem atualmente. Em vez de tentar se dedicar a algo de que goste de verdade, você continua em seu emprego na esperança de algum dia acordar com coragem suficiente para tomar uma atitude. Se ficar aguardando o medo se dissipar, acredite, sua espera será bem longa.

Tudo o que vale a pena na vida envolve o medo, seja falar com um estranho, dar uma palestra ou terminar um relacionamento fracassado.
Fugir das experiências por medo significa perder a oportunidade de tornar a vida mais rica e interessante.

Não importa o motivo do medo. O que parece terrível para alguns é café pequeno para outros. Mas a única maneira de aprender a enfrentá-lo é praticar, praticar e praticar.

Boa Sorte e mãos à obra!

Fonte: Cláudio Boriola – consultor financeiro

Perfil do novo profissional de vendas

Primeiro de outubro foi o dia do vendedor, profissional cujo papel é fundamental em qualquer setor da economia. São eles que estipulam prazos e condições de pagamento, concedem descontos, preparam e transportam produtos, visitam fornecedores, fazem levantamento de preços e negociam condições. Tantas funções combinadas com a dinâmica acelerada do mundo contemporâneo pedem que o vendedor esteja sempre atualizado e, cada vez mais, desenvolva suas habilidades técnicas e pessoais para atingir as metas de cada empresa.
Em outros tempos, a função exigia menos esforço por causa da escassez de recursos, a inexistência de monopólios e a ausência de formas eficientes de distribuição dos produtos. Hoje, o desenvolvimento pessoal e profissional depende das habilidades de motivação, informação e reciclagem de conhecimento do vendedor.
Uma pesquisa realizada pelo Sindicato do Comércio Varejista de Ribeirão Preto (Sincovarp) revela os principais motivos que fazem um cliente desistir da compra. Confira:
• 1% – falecimento do cliente;
• 5% – mudança de endereço;
• 5% – amizade com o concorrente;
• 10% – vantagens oferecidas pelo concorrente;
• 14% – reclamações não atendidas, ou desapontamentos com a qualidade do produto ou serviço;
• 65% – indiferença do pessoal que faz o atendimento.

Hoje, vendedores recebem também a denominação de Construtores de Relacionamentos Comerciais. Não à toa, grandes empresas, hoje, investem quantias significativas em marketing de relacionamento e em treinamento de equipes de atendimento. Para evitar os motivos citados anteriormente, é necessário treinar a equipe de vendas, formar consultores especializados em construir relacionamentos comerciais e conquistar clientes.
Paulo Ferreira e Antonio Carlos Cavalcanti são especialistas, instrutores de vendas e membros do Instituto Supra Tecnologia em Vendas. Eles observaram e conversaram com diversos vendedores e participantes de treinamentos de venda e descobriram nove características que o profissional moderno necessita para ter sucesso no mercado atual. São elas:
1. Voltar-se para o negócio como um todo. Estabelecer relacionamento com o cliente garante a venda e a abertura de novos negócios – com amigos de seus clientes – e a continuidade dos já existentes.
2. Trabalhar com a visão no potencial total do mercado fará com que você amplie possibilidades. Trata-se de saber planejar sua atuação diante dessas possibilidades existentes. De que maneira poupar seu tempo em situações que não trazem resultados.
3. Se apresentar como um solucionador de problemas que busca conhecer o cliente e verificar como pode ajudá-lo. Verificar a satisfação do cliente e buscar novas oportunidades de negócios após ter realizado a venda.
4. Ter compromisso com sua empresa. O profissional de vendas deve desenvolver habilidades necessárias que demonstrem o quanto o cliente ganha ao fazer negócios com ele e sua empresa.
5. Ter visão de novos negócios. Você poderá ajudar seu cliente com ideias que usem seus produtos e serviços para ampliar as vendas. Assim, ele comprará mais.
6. O relacionamento pessoal é importante, porém, o destaque está em ser reconhecido pelo mercado e pelo cliente por sua competência. Relacionamento competente que precisa ser conhecido por todos.
7. Capacitação técnica. Se o vendedor não tiver conhecimentos técnicos precisos, ele não terá condições de atender, adequadamente, seus clientes. Grande capacidade de comunicação é importante, mas não é suficiente.
8. O novo vendedor trabalha com objetivos bem definidos e deve cumpri-los.
9. Trabalhar orientado por processos bem delineados e entender que venda é consequência de um conjunto de atividades essenciais. Seu dia inclui fazer prospecção, identificação, apresentação de produtos, compromissos, assistência a seus clientes e, assim, realizar as vendas necessárias para cumprir seus objetivos.
Aproveite o mês em que se comemora o dia do vendedor e reflita a respeito de suas habilidades e características profissionais. Essa avaliação corresponde ao perfil de um profissional de vendas moderno e atualizado? Sucesso e Boas Vendas!

Talita Quirino – Jornalista

Campus Party: Expositores oferecem games e brindes.

Para atrair o público do evento, patrocinadores oferecem internet gratuita, jogos e brindes em seus estandes .

Por André Lucena. – Meio & Mensagem

Os expositores da Feira de Lazer da Campus Party Brasil 2009 apostam nos games, acesso gratuito a internet e brindes para chamar a atenção dos "campuseiros" e visitantes do evento. Alguns estandes também proporcionam cursos e oficinas de tecnologia aos presentes. Realizado no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, o Campus Party teve início na última segunda-feira, 19, e será encerrada no próximo domingo, 25.

Principal patrocinador do evento, a Telefonica disponibiliza diversos estandes pelo Espaço Imigrantes. Entre eles está o Eartwalk, interface aplicada sobre o Google Earth que permite ao visitante caminhar sobre uma projeção do planeta Terra como se estivesse voando.

Na Robótica do Brasil, a Telefonica permite que o público jogue pebolim com robôs que estampam as cores dos quatro grandes clubes do Estado: Palmeiras, Corinthians, São Paulo e Santos. Além da diversão, os Robôs Show e Aranha mostram suas virtudes. A patrocinadora máster também se preocupou com a inclusão digital 1.0 e 2.0 no espaço Educarede, programa da Fundação Telefonica.

O Yahoo! Brasil aproveita o Campus Party para apresentar algumas de suas principais novidades para este ano, entre elas, as novas aplicações do Yahoo! Mail. O e-mail ganha uma plataforma que permite aos desenvolvedores externos criarem aplicativos que rodem dentro do Yahoo! Mail, o Open Mail, e uma nova forma de organização de e-mails que visa facilitar a leitura das mensagens dos contatos, o Inbox Inteligente (ou Smarter Inbox).

"O Open Mail é uma parte muito importante da estratégia mundial de abertura do Yahoo! (Yahoo! Open Strategy), justamente por abrir a maior propriedade da empresa para desenvolvedores externos. As possibilidades são muitas e em diversas áreas, como e-commerce, fotografia, para companhias aéreas etc. Vai depender muito da criatividade dos desenvolvedores", comenta Fabio Boucinhas, diretor de produtos do Yahoo! Brasil.

Já o espaço do Flickr (site de hospedagem de imagens fotográficas) permite que o visitante "mergulhe" no mundo da rede social entrando em uma sala repleta de fotos. Intitulado Flickr Day Experience, o local possui um mecanismo que permite ao "campuseiro" tirar fotos de maneiras inusitadas. Diversos adereços como óculos, chapéus, plumas e colares também podem ser utilizados para enfeitar os fotografados.

A Editora Europa e a Linux Magazine aproveitam o Campus Party para distribuir revistas voltadas ao mundo da tecnologia. O Senac, por sua vez, disponibiliza oficinas de conhecimento aos visitantes do evento. A principal atração do Senac, no entanto, é o Robô-Lego, que se apresenta apenas em três ocasiões.

A Secretaria de Participação e Parceria da Prefeitura da cidade de São Paulo disponibiliza o Telecentro no Campus Party, espaço que conserta computadores, promove cursos e proporciona a utilização da internet e games.

No portal Terra o público acessa a internet, assiste a filmes e pode relaxar ao receber massagem. Já no IG e no Globo.com, internet, música e concursos entretêm os visitantes. Expositores como Abril, Locaweb, Levelupgames, Caixa, F-Secure, entre outros, apostam em games futurísticos e no acesso gratuito a internet aos visitantes.

A CBN conta com estúdio ao vivo, oficina de rádio e blog sobre o Campus Party Brasil 2009 no site da rádio. Outra emissora presente é a Multishow FM. Empresas como GTE (Gestão de Tecnologias aplicadas à Educação), Agência Click, Sesc São Paulo, TV Cultura e Fundação Padre Anchieta também marcam presença no evento.

Fonte: Meio & Mensagem