Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

Boa liderança impulsiona resultados positivos

O Brasil é um dos maiores empreendedores do mundo. Hoje, existem cerca de 5,7 milhões de empresas em todo o país. Em um estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no qual tratou apenas de empresas propriamente ditas (excluindo entidades sem fins lucrativos e órgãos públicos), o número de ativas apresentou um crescimento contínuo entre 2000 e 2006, passando de 3,7 milhões para 5,14 milhões. Com relação à quantidades existentes em cada ano, a taxa média de abertura no país, nesse período, foi de 16,9%, e 27%, em relação as que abrem e fecham em menos de cinco anos.

Segundo Wilson Mileris, especializado em motivação, educação corporativa e comportamento humano, as empresas fracassam por falta de competência dos lideres. "Toda empresa quer que os colaboradores se orgulhem de nela trabalhar e que se sintam compartilhando uma missão significativa. O problema surge quando esse orgulho se baseia em uma busca desesperada por glória, em vez da verdadeira realização. Fazer acontecer, essa atitude deve ser o ponto de partida para se discutir sobre as posturas e hábitos de um líder, porque ele busca atingir sempre os melhores resultados", alega.
De acordo com o especialista, um líder precisa de uma equipe comprometida, afinada e principalmente motivada, pois sozinho não será capaz de resolver todos os problemas e realizar as inúmeras tarefas do dia-a-dia. "Liderar é diferente de oprimir e coagir os liderados. É fazer com que o grupo seja homogêneo e participativo e busque, junto, alcançar os objetivos comuns", enfatiza. Para Mileris, um coordenador de grupo tem que ter conhecimento de si mesmo e do ambiente de trabalho. "É preciso maturidade para reunir as habilidades gerenciais e compartilhá-las, sem egoísmo, com a equipe. Ampliar a capacidade é orientar, educar, treinar enfim participar", explica.

Na rotina do trabalho muitas vezes o encarregado esquece detalhes importantes que podem influenciar no comportamento dos subordinados, como a valorização do trabalho, envolvimento profissional e principalmente a humanização. "O condutor deve analisar e avaliar suas atitudes, buscando uma postura que ajude seus seguidores a se desenvolverem, alinhando suas necessidades pessoais e valores aos da empresa, fazendo com que a produtividade cresça e o objetivo final seja atingido com êxito", avalia o palestrante.

Wilson afirma que a forma mais eficiente de ensinar é observando a ação do outro e dar um resultado específico. "O feedback deve destacar exemplos de comportamento e desempenho que são ideais ou que precisam ser mudados. O líder deve ser parte da equipe, isto é, não se colocar no papel de superior e sim de parceiro, dividindo as tarefas e sendo cúmplice de seu time e vice-versa. Além disso, um bom guia precisa conhecer as metas pessoais dos seus liderados e alinhá-las com as metas corporativas, de forma interligada para um alvo comum", conclui.

Fonte: ClienteSA

Quanto mais fãs melhor?

Por: Acácia Lima

Além da típica concorrência por market share, ultimamente as empresas tem entrado numa outra disputa: a do número de fãs nas páginas de redes sociais. Mas, afinal, ter um número alto de fãs e seguidores é reflexo do sucesso da sua empresa? E, se sim, isso garante um bom resultado de marketing? A resposta para estas perguntas é não. E, por um motivo muito simples: hoje é possível comprar seguidores.

A compra de fãs, amplamente divulgada com diversos "pacotes", além de expressar um número vazio, trata de uma questão mais grave, ilegal: o roubo de senhas. Quem nunca viu posts como "veja quem visitou seu perfil"? Pois é, ao clicar nesse tipo de link, o usuário está caindo em uma das artimanhas para capturar fãs sem sua permissão. Se não bastasse o fato de ser ilegal, os pacotes oferecidos para aumentar os "likes" trazem outra desvantagem: de uma hora para outra, quando o "contrato" termina, o número despenca, obrigando o dono da fan page a renovar o pacote ou comprar outro.

Para distinguir uma página bem trabalhada de outra cujo sucesso é apenas aparente, além de posts frequentes e bem construídos visualmente, é preciso analisar a interatividade, objetivo único quando o assunto é mídia social. Não é bem sucedida a página cujo número de "curtidas" ou "comentários" é inexistente ou beira o zero, típico de quem tem uma fan page com fãs comprados. Portanto, daqui surge uma nova dúvida: como estimular a interatividade e o interesse pela página da sua empresa?

O primeiro passo é ter a interatividade como foco. Muitos empresários, ainda impregnados com as mídias ditas tradicionais (impressa, TV e rádio), decidem apenas por fazer a marca "aparecer", sem realmente desejar criar um vínculo duradouro e confiável com seu consumidor, abrindo, assim, o canal de comunicação para ele. Ouvir o consumidor agradecendo aos elogios não é, verdadeiramente, atender o cliente.

A verdadeira interatividade inclui respeitar e responder as queixas de forma transparente, esclarecendo as dúvidas especialmente nas mídias sociais, pois são o único lugar para criar relacionamento com seu público alvo e conhecê-lo verdadeiramente. Além disso, o bom trabalho durante o atendimento a uma queixa será certamente viralizado, tornando a preocupação e eficácia de sua empresa um dos motivos para que futuros consumidores criem simpatia pelo seu produto.

Um funcionário ou uma agência especializada, dedicado a essa tarefa e comprometido com o objetivo de sua empresa é o segundo passo na construção de sua imagem nas mídias sociais. A partir daí, acompanhar e garantir que as divulgações de banner no Facebook (anúncio ou post patrocinado), por exemplo, seja feito de maneira a estimular a "curtida" e não para "comprar" um fã, desta forma fidelizando o possível consumidor. Um fã "comprado" certamente irá "descurtir" a página assim que perceber que foi vítima de compra, ao contrário do fã que espontaneamente decidiu acompanhar as postagens de uma marca.

Apesar de trabalhosa, a presença criativa e positiva de sua empresa nas mídias sociais é bastante simples: bom senso e interesse genuíno acabarão por refletirem o sucesso da sua marca. Tendo isso, o resto depende apenas de um bom planejamento estratégico de comunicação nessas redes. Vale a pena o esforço.

Acácia Lima é jornalista e fundadora da YellowA, agência especializada em mídias sociais.

Fonte: ClienteSA

Caixa apresenta nova campanha ´Cartão Minha Casa Melhor´

A Caixa apresenta a partir desta terça-feira(23), o novo filme da campanha Cartão Minha Casa Melhor. A atriz e apresentadora Regina Casé está de volta com o comercial que mostra os benefícios do cartão. Quem assina é a nova/sb, agência comandada por Bob Vieira da Costa e Silvana Tinelli. No filme, Regina Casé aparece com algumas pessoas num condomínio do Minha Casa Minha Vida no Rio de Janeiro. Ela compara a compra de uma máquina de lavar roupa de R$ 850,00 em 48 meses. Com os juros cobrados pelo mercado, sai por cerca de R$ 41,00 ao mês e com o crédito do Cartão Minha Casa Melhor, a prestação é de R$ 20,00.

Fonte: Cidade marketing

Heineken levará centenas de fãs ao Rock in Rio 2013

Heineken, a cerveja Premium mais internacional do mundo, acaba de lançar, em parceria com a INFLAMA Rio, a promoção "Heineken e você no Rock in Rio", que dará mais de 300 pares de ingressos para o maior festival de música do Brasil. Ao abrir a lata premiada, uma tampa falsa será removida e o consumidor encontrará um vale-brinde que dá direito a um par de ingressos para o Rock in Rio. São quatro latas temáticas, com edição limitada, que estarão disponíveis nos pontos de venda durante a promoção e que poderão conter o prêmio. Os sortudos que encontrarem o vale-brinde ainda poderão concorrer a um pacote completo para o festival. Basta eles se cadastrarem no site www.heineken.com.br/rockinrio e enviarem uma foto com o tema "Rock, Festival e Diversão". As cinco melhores imagens terão direito, com o acompanhante, a passagens de ida e volta, hospedagem e transfer, além de ganhar uma câmara GO Pro para registrar os melhores momentos. Não ganha um par de ingressos a mais.

"A ideia dessa promoção é criar uma experiência marcante com Heineken, proporcionando aos consumidores a chance ganhar um ingresso de maneira simples e ainda aproveitar o festival", comentou Cristina Cadore, diretora geral da Inflama RIO. "A promoção traz um diferencial exclusivo, pois as latas premiadas são idênticas às originais, mas surpreendem os participantes com um vale-brinde para o Rock in Rio dentro da própria embalagem", reforça Cadore.

"Esse é o segundo ano consecutivo que a Heineken patrocina o Rock in Rio e, para comemorar essa parceria de sucesso, estamos trazendo uma promoção nacional de peso, que irá proporcionar a centenas de consumidores um momento único: estar no maior evento de música internacional do ano", afirma Bernardo Spielmann, gerente da marca Heineken. "As centenas de latas premiadas de Heineken já podem ser encontradas em todo o Brasil, nas principais redes de supermercados", completa Spielmann.

A promoção "Heineken e você no Rock in Rio" é válida em todo território nacional e vai até o dia 30 de agosto de 2013. Para saber mais sobre a promoção, acesse: www.heineken.com.br/rockinrio

Fonte: Cidade MArketing

Como manter seus clientes fiéis

Quando os clientes trocam de fornecedores, é sempre culpa sua. Portanto, é melhor entender por que eles desertam e o que você deve fazer para mantê-los leais. Aqui estão quatro razões porque os clientes abandonam as empresas e o que você pode fazer para evitá-lo.

1. A competição minar o seu preço.

Isso só acontece se você permitir que seu produto ou serviço possa ser facilmente substituído. Por exemplo, se você está vendendo o papel de impressora a uma enorme empresa que faz em casa a impressão, que finalmente encontra alguém que possa fornecer o papel por menos.

Para evitar esse problema, ofereça produtos e serviços que são personalizados ao invés de padronizado. Constantemente "no âmbito" de personalização para que os competidores não possam facilmente copiar e substituí-lo.

Por exemplo, ao invés de papel da impressora, você pode oferecer um serviço que escreve, edita, corrige, imprime, embala e entrega os documentos mais importantes do seu cliente.

2. O cliente recebe um serviço ruim

Não há nada que mata a lealdade do cliente rapidamente do que tratá-lo como lixo quando ele realmente precisa de seu apoio. É por isso que é uma loucura quando as empresas tratam o serviço ao cliente como um custo a ser minimizado.

Quando você trata mal seu cliente, deixa um gosto amargo na boca. Isso é um gosto que nunca vai embora, então o minuto em que o cliente tiver uma alternativa, ele mudará de fornecedor.

A única maneira que você pode fornecer um serviço ruim e ainda ter clientes é se todo mundo em seu setor ou indústria for igualmente horrível (como as companhias aéreas). E, mesmo assim, é apenas uma questão de tempo antes que um concorrente fique esperto e descubra como tornar seus clientes felizes.

3. A qualidade do seu produto caiu.

Se eu já vi isso uma vez, eu já vi isso um milhão de vezes: Uma empresa com um grande produto decide que pode ter um pouco mais de lucro por meio da terceirização de processos críticos com fornecedores de baixa qualidade.

O resultado é inevitável: Produtos que se parecem com os grandes produtos antigos que costumavam ser, mas que rapidamente quebrar (ou não funcionam direito) porque o fabricante economizou R$ 0,00000001 por unidade pelo uso de materiais de baixa qualidade.

Sim, é possível evitar esse tipo de redução do nível de qualidade, mas só se alguém na sua empresa está disposta a "montar rebanho" em toda a cadeia de suprimentos, e verificar absolutamente todos os itens e cada parte. (Apple, por exemplo, é muito bom nisso).

4. As necessidades do cliente mudaram

Isso acontece o tempo todo porque o mundo dos negócios muda constantemente. Seu desafio como um vendedor é ampliar constantemente o que você está oferecendo antes que as necessidades do cliente mudem debaixo de seus olhos.

Para fazer isso, não é o suficiente estar em constante comunicação com seus clientes. Você deve antecipar onde seus clientes estarão em um ano ou dois e responder a essa realidade muito antes que os clientes chegam lá.

A deserção de um cliente nunca deve ser uma surpresa. Se for, então você não está prestando atenção ao que é importante para seus clientes. Nesse caso, você precisa seriamente redefinir suas prioridades, porque você tem que mudar a estratégia do negócio.

Fonte: ClienteSA