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Óculos gigantes da Chilli Beans decoram o Pátio Paulista

O Pátio Paulista, principal shopping da região da Av. Paulista, vai marcar presença no São Paulo Design Weekend, festival criado para promover o design e suas conexões com a arte, arquitetura, urbanismo, decoração, inclusão social, agregação de valor, negócios e inovação tecnológica.

O evento chega a 2ª edição em 2013 e será realizado em vários pontos da cidade de São Paulo, entre os dias 15 e 18/08.
Em parceria com a Chilli Beans, o Pátio Paulista vai expor no mall o “Óculos Gigante”, uma peça cenográfica onde será colocada o nome de cada um dos seguidores na fan page da Chilli Beans, que alcançou recentemente a marca de um milhão de fãs na maior rede social on-line.

A peça tem dois metros de altura e cinco metros de comprimento. Os visitantes da exposição poderão interagir e tirar fotos ao lado da arte, que ficará em exposição do dia 15 até 25/08.

Fonte: Promoview

Festival divulgará cinema brasileiro no exterior

O cinema divulga a cultura de uma nação, as belezas de um país e gera no público a vontade de visitar os lugares apresentados na telona. Por essa razão, os principais destinos turísticos internacionais também são os maiores produtores de conteúdo audiovisual.

Tendo como cenário suas paisagens e como pano de fundo a cultura local, estimulam pessoas do mundo inteiro a visitá-los. “O cinema é uma poderosa ferramenta de promoção de um país. Basta olhar a reversão do sucesso dos filmes norte-americanos, franceses e até indianos na construção de imagem de um país e, portanto, no desejo de visitá-lo”, avalia o presidente da Embratur, Flávio Dino.

Com base nessa experiência, a Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) decidiu investir no mercado audiovisual como uma das formas de atrair turistas para o Brasil e vai apoiar a realização do Braff (Brazilian Film Festival), em três países: Estados Unidos, Reino Unido e Uruguai.

Entre 17 e 24/08, acontece o 17º Festival de Miami, uma das principais ações de marketing promocional da cultura brasileira nos Estados Unidos. O Braff Miami se consolidou como uma importante vitrine e oportunidade de negócios com o mercado norte-americano.

Nesta edição, o Braff Miami vai acontecer no Colony Theatre e contará com uma programação voltada para o tema futebol. Durante três dias, o público poderá conhecer as histórias de vida de alguns ídolos do futebol brasileiro como Helenos de Freitas, Garrincha e Zico, imortalizados nas telas e na memória de milhões de torcedores.

Além da mostra sobre futebol, filmes com outras temáticas também serão exibidos em Miami.

Os curadores do festival serão o diretor de fotografia Walter Carvalho, o cineasta e atual presidente da Associação Brasileira de Produtores Independentes de TV (AbpiTV), Marco Altberg, a produtora executiva, Elisa Tolomelli, o gerente de marketing e de desenvolvimento de projetos do Canal Brasil, André Saddy e o cineasta, produtor e fundador da locadora Cavídeo, Cavi Borges.

No próximo mês, será a vez do público londrino apreciar as produções audiovisuais brasileiras, durante a quinta edição do Braff London, que acontecerá entre os dias 27/09 e 01/10. A cerimônia de abertura da edição inglesa acontecerá na Academia Britânica de Filme, Televisão e Artes, onde acontece o “Oscar britânico”.

Em seguida, entre 04 e 10/10 os uruguaios poderão conhecer a produção cinematográfica brasileira, durante a quarta edição do Cine Fest Brasil Montevidéu. A inserção de Montevidéu no Circuito Inffinito, que promove o Braff, foi estratégica para a consolidação do intercambio do Brasil no mercado latino-americano.

Paralelo às edições do Brazilian Film Festival, acontecerá também a promoção da gastronomia brasileira. Em cada cidade onde se realiza o Braff, serão escolhidos dez restaurantes, próximos aos cinemas, para elaboração de um prato especial da nossa cozinha. “A gastronomia é um dos aspectos mais importantes da cultura de um país, agrega valor ao destino turístico, além de ajudar a divulgar os aspectos regionais de cada destino”, afirma o presidente da Embratur, Flávio Dino.

Fonte: Promoview

Eu preciso mudar…

Quantas vezes você já disse essa frase? E por que você não consegue fazer o que quer? Uma das coisas que influenciam nossas atitudes diárias é o nosso sistema de crença. A crença é um sistema de pensamentos que forma a base do que vemos e experimentamos na vida. Assim, nossos pensamentos determinam como percebemos nosso mundo. Formam, então, as nossas fronteiras.

Li certa vez um exemplo bastante interessante para entendermos nossas crenças…

Em fotografia, você deve saber que se pode colocar filtros sobre as lentes da câmera para modificar aquilo que ela registra. Existem filtros para tornar o céu mais escuro, para esmaecer o foco, dar um efeito cintilante às luzes e muito outros. Quando as lentes das câmeras estão com filtro, ela vê uma nova “realidade”. E você pode mudar a “realidade” que a câmera vê trocando o filtro.

Nossas crenças trabalham da mesma maneira. São invisíveis e existem abaixo do nosso nível de consciência. Desta forma, raramente são reconhecidos, examinados ou mesmo entendidos. São as forças visíveis que formam as fronteiras de nossas vidas, como o vidro de um aquário forma as fronteiras invisíveis do universo dos peixes. A maioria das pessoas poucas vezes examina as crenças que influenciam suas vidas e, por conseguinte, vivem no ambiente restrito do “aquário”.

Nossas crenças definem, limitam e influenciam nosso comportamento. Elas formam o que pensamos e o que não dizemos. Nossas crenças influenciam nossa vida como o trilho influencia o comportamento do trem. A maioria das pessoas acredita que controlam suas vidas, mas este controle é tão limitado quanto o controle que o maquinista tem sobre o trem. Na realidade, a única influência que o maquinista tem é sobre a velocidade. Ele pode diminuir ou aumentar a velocidade do trem. Da mesma forma que os trilhos determinam a direção do trem, nossas crenças configuram a direção de nossas vidas.

Além disso, caso suas crenças permaneçam as mesmas, seu futuro é perfeitamente previsível. Como o trem nos trilhos sempre seguindo a mesma rota para o mesmo destino, sem uma modificação de suas crenças, seu futuro será simplesmente uma extensão de seu passado.

Fonte: Administradores

Novo cenário?

Autor: Daniel Ávila

O termo "alinhamento de interesses" tem ganhado cada vez mais relevância no ambiente corporativo e provavelmente deve ser o novo vetor para se fazer negócios no mercado financeiro.

O nível geral de informação tem melhorado com a difusão pela internet e as pessoas hoje podem compreender melhor suas relações com fornecedores de produtos e serviços, bem como os interesses envolvidos. No mercado financeiro não é diferente.

Embora a maioria das operações sejam muito abstratas, a distância entre os bancos e o consumidor tem diminuído, seja pelo maior interesse dos investidores ou mesmo pelas iniciativas de educação financeira – muitas vezes promovidas pela própria imprensa através de cadernos especializados em finanças com linguagem simples e acessível.

Paralelamente, observamos um fenômeno contemporâneo e de massa: cada vez mais o patrimônio financeiro tem se tornado relevante às famílias. E isto possui relação direta com o padrão de vida e a segurança patrimonial que todos buscam com o trabalho e os esforços de poupança. E em geral, o nível de renda e patrimônio, reflete o nível educacional, de forma diretamente proporcional.

Sendo o mercado financeiro um veículo que canaliza parte da poupança popular para empreendimentos da economia real, é certo que entre tomadores, financiadores e intermediários, haja um alinhamento de interesses para gerar o maior valor possível e reparti-lo de forma mais equilibrada.

Este deveria ser o ideal de funcionamento. Mas a realidade é um pouco diferente. Hoje grande parte dos clientes tem dividido o lucro e arcado com os custos e riscos envolvidos nas operações. Esta dinâmica tem aberto espaço para que novos concorrentes aproveitem esta oportunidade. Quem se posicionar ao lado dos clientes pode conquistar parte de um mercado crescente e ainda participar de um negócio construído com a identidade de uma geração que busca mais do que um emprego: busca propósitos.

O relato de Greg Smith, ex-diretor do banco americano Goldman Sachs, é bastante ilustrativo sobre o limite de deterioração das relações entre clientes e instituições financeiras. Antes uma empresa admirada, que atraía jovens motivados a seguir carreira em um setor aspiracional; hoje um ambiente descrito como de relações degradas e muito distante dos pilares que o fez prosperar por mais de um século de operação.

Em um artigo publicado em 2012 no NY Times, Smith retrata o depoimento de um antigo entusiasta do Goldman, que se desmotivou pelo ambiente de negócios criado para simplesmente gerar lucros e bônus em detrimento do patrimônio do cliente. Este é um problema moral da diretoria que se alastra para a instituição e requer permanente vigilância, pois é resultado de incentivos mal direcionados, focado apenas nos resultados de curto prazo, preterindo o cliente e deteriorando a relação que sustenta o negócio.

Esse desalinhamento de interesses pode ter sido um dos motivos que desencadeou a crise de 2008, e que o principal interesse da área comercial era distribuir ativos financeiros, preocupada com as comissões imediatas e sem o necessário comprometimento com a maturação ou risco do investimento para o cliente.

Felizmente o investidor tem percebido esses acontecimentos e está cada vez mais crítico e cético em relação ao mercado financeiro. Como o patrimônio de muitos já passou a ser mais importante que a própria renda, o nível de preocupação e exigência mudou de patamar. Ele passou a ser a garantia da manutenção de um padrão de vida e precisa ser mantido durante os anos em que a força de trabalho tende a ser reduzida.

Um dos atributos da internet é inverter a lógica de poder, possibilitando mudar a forma de fazer negócio. Com o mercado financeiro não será diferente. Não há como projetar um negócio para os próximos 50 anos, ancorar-se nos modelos do passado e desejar ser bem sucedido.

Com o poder da informação nas mãos dos consumidores, teremos famílias cada vez mais interessadas em buscar empresas que consigam trabalhar de forma transparente e alinhada, proporcionando a geração de valores recíprocos e melhorando a forma de se fazer negócios. Ainda bem.

Daniel Ávila é diretor da Vérios Investimentos e do site Comparação de Fundos

Fonte: ClienteSA

ONG Teto usa Instagram de famosos para mostrar a pobreza

O ONG Teto, que atua em 19 países da América Latina há mais de 15 anos construindo moradias de emergência para famílias que vivem em situação precária, realiza uma ação na rede social Instagram para dar visibilidade aos problemas de comunidades carentes brasileiras que ninguém vê.

A iniciativa, criada pela Young & Rubicam e intitulada Invisigram, começou nos perfis do ator Edson Celulari e de seu filho Enzo e vai continuar nas próximas semanas com celebridades como Sabrina Sato, Deborah Secoo, Bruno Gagliasso e o cantor Thiaginho, entre outros (confira a lista completa aqui).
As contas nas redes sociais serão emprestadas por 24h a moradores de uma comunidade carente. O objetivo é que os milhares de seguidores desses famosos entrem em contato com a extrema pobreza e os problemas enfrentados em diversas regiões.

Fonte: Promoview