Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

Os cinco estágios da trajetória de crescimento de uma empresa

Podemos fazer uma analogia das etapas que uma empresa necessita para crescer e se firmar no mercado ao processo de lançamento de um foguete espacial. O foguete é projetado e construído de forma a passar por vários estágios, dependendo da distância que pretende atingir. Na empresa não é diferente.

Concepção – O foguete nasce para cumprir um objetivo. Do mesmo modo, existe uma razão para uma empresa nascer, um objetivo a cumprir. Uma empresa geralmente não nasce de um planejamento estratégico, mas do sonho de seu fundador. O plano de vôo de uma empresa inicial está na mente do empreendedor, na sua idéia e na sua vontade de fazer atingir o objetivo: levantar, cair, levantar, cair, levantar, continuar, continuar… Esse é o DNA do empreendedor.

Lançamento – Para tirar o foguete do chão, muito pesado devido ao combustível que carrega, é necessário fugir da força da gravidade que o puxa para baixo, o que exige muita potência nos motores. O empreendedor é o executor das tarefas operacionais nessa fase. É o motor principal para impulsionar a empresa para o alto. Necessita fazer muita força para fazer a empresa sair do chão.

Especialização – Uma fase muito difícil e crítica antes de atingir a maioridade empresarial. Da mesma forma que o foguete que abandona os motores e os tanques de combustíveis porque não são mais necessários, o empreendedor precisa abandonar as tarefas operacionais e delegar tarefas. Isso exige uma mudança de postura interior. Trabalhar com mais pessoas, direcionar as pessoas para o mesmo objetivo. Novos departamentos, novas funções, o que leva a ter que compartilhar tarefas, delegar poderes. É a transformação de empreendedor para administrador.

Maioridade – Já não é necessário empregar sua força fisica, mas buscar sabedoria. Ser mais estrategista do que empreendedor, aprender a lidar com os novos termos como planejamento estratégico, plano de negócios, etc. O obstáculo a superar neste estágio é muitas vezes mais difícil de transpor do que as dificuldades enfrentadas nos estágios anteriores. Para o foguete é aquela fase onde fica estacionado, em órbita por vários anos e chega o momento de decidir se continua sua missão ou não. Se quiser continuar necessita acionar novos motores.

Continuidade ou queda – Pode ser o último estágio, ou não. Muito provavelmente a empresa já não depende das decisões do empreendedor inicial. Pode ser o fim da linha com queda ou pode ficar vagando perdido pelo espaço por algum tempo pela força inercial ou continuar avançando… Parar ou seguir em frente depende unica e exclusivamente dos objetivos que se pretende atingir.

Precisamos entender que o empresário, assim como o foguete, precisa de um plano de vôo. O foguete é construído para agir de forma adequada a cada estágio: no lançamento com muita força e da especialização em diante com forças direcionais específicas. Um dos erros que vejo é que as pessoas em geral não percebem as novas habilidades que são exigidas de acordo com cada estágio de crescimento. Isto vale para os proprietários e para os funcionários.

As pessoas são os componentes principais de uma empresa e elas precisam crescer individualmente para poder continuar sendo parte do negócio. Vejo com tristeza que as pessoas que iniciaram a empresa comigo, e que hoje deveriam estar juntos colhendo os frutos do crescimento, não estão mais aqui porque não se prepararam para exercer novas funções que surgiram com o decorrer do tempo.

O crescimento individual das pessoas é o que faz a empresa crescer. Os empreendedores e os seus funcionários precisam caminhar um passo a frente do estágio atual da empresa para poder eleva-lá sempre um degrau acima. O aumento do capital intelectual e do conhecimento são os investimentos fundamentais para o crescimento empresarial. Só assim é possível cumprir sua missão, assim como um foguete.

Fonte: Administradores

Como conjugar os verbos “agorar” e “livemarketiar”?

Se tem dois verbos difíceis de conjugar estes são os “agorar” e “livemarketiar”. Verbos transitivos, que muita gente intransitiva por birra, eles, diferentes de todos os outros de sua conjugação, não têm pretérito, só presente e futuro.

Pois foi na semana passada que vi o quanto é difícil conjugá-los no nosso mercado. Acostumados a ter no passado a nossa referência de futuro, transitamos na linha burra e nos dividimos, como se isso nos favorecesse a ação. Besteira, os dois verbos precisam ser conjugados em conjunto.

O verbo “livemarketiar” talvez seja o mais difícil de declinar, porque faz línguas dobrarem. Novo, em essência, nem no breviário o deixaram entrar. As academias ainda o rejeitam. Nós não.
Verbo safado, acham alguns, e até entenderam que ele substituía o verbo “promocitarizar”, que nunca acabou por sinal, e somente fechou com ele uma nova conjugação. Isso porque, o cliente, em especial, estava conjugando esse verbo da maneira que melhor lhe convinha, desrespeitando as regras, errando tanto nas suas pessoas quanto nos modos. E, isso, há muito tempo.

Ao “livemarketiar” no mercado, a Ampro e o Kito Mansano, quem primeiro conjugaram entre nós esse verbo difícil, conjugaram-no muito alto com outros parceiros que, de início, tiveram muita dificuldade em assimilá-lo. Verbo novo é sempre assim. E foram torturados, porque não é fácil mesmo dizer eu livemarketiei, tu livemarketiou eles livemarketiarão, por exemplo, sem provocar atritos nos dentes.

Mas o verbo veio, chegou e pronto. Não agradou a todos, é verdade, mas agradou a maioria que, ao vê-lo e senti-lo, percebeu, nas suas desinências que, agora, tinham dois verbos para falar sobre as mesmas ações, enriquecendo a linguagem.

Há livros que não o aceitam, é verdade, porque só aceitam o verbo “publicitarizar” ou o propagandear, e, aí, fingem que vão conjugar o nosso para ver se, escrevendo-o errado, deturpando-lhe o sentido, ou usando-o ao bel prazer, as pessoas o esquecem ou “garram ódio deles”.

Hoje, só o Promoview consegue divulgá-lo sem medo, porque já o vem treinando há mais de seis anos. Talvez outros até possam conjugá-lo, mas o farão com certa dúvida e até mudarão de verbo na primeira dificuldade que surgir. Nós não.

“Livemarketiar” é verbo nosso. Só quem pode conjugá-lo bem somos nós. É verbo que precisa estar “ao vivo” para ser bem enunciado. Foi escolhido por nós, mas só pode ter sucesso nas composições se, unidos, entendermos que nossos caminhos são comuns. Não cabe dissensões de nossos próprios linguistas e gramáticos. E não será expondo nossas divergências quanto à forma correta de conjugá-lo que conseguiremos colocá-lo nas bocas de clientes e do próprio mercado.

Quem não estiver a fim de conjugar com a gente. Assuma outro verbo!

Os méritos de um ou outro quanto a origem do verbo e à forma de conjugá-lo já estão definidos e sabidos e não adianta, nem ajuda, questionar isso, porque é fácil falar do verbo sem nunca ter pensado nele, nem em como conjugá-lo.

Eu acredito que só a Ampro pode amproparar qualquer coisa que diga respeito ao marketing promocional e ao live marketing, que só o Kito tem, hoje, autoridade pra dizer que acreditou na mudança e foi em frente – não me importa o motivo, porque o verbo tá aí e ponto, mas acredito mais, acredito que o fez para que todos viessem juntos, cada um com sua capacidade de conjugação.
O passado faz o presente e o presente constrói o futuro. Sempre foi assim. Ninguém vai matar a Ampro, porque ela não morre. Imortalizou-se pelo trabalho de grandes profissionais e continuará viva enquanto ela, a Ampro, quiser – e eu não a ouvi dizer: Acabei!

Vamos conjugar juntos o nosso verbo, porque somos fortes com ele. Eu agorei um futuro de brilho e tenho orgulho de estar na Ampro e escrever no Promoview, “livemarketiando” nas suas linhas.

Eu ampropararei com segurança, dando respostas claras com o Kito, a Mônica, a Alexa, o Marcelo, a Djanira, o Godoy, o Dhill, o Soderi, o Renato, o Rafael, o Bruno, o Beato, a Débora e tantos outros. E quando “livemarquetiar” quero fazê-lo com todo mundo que torceu por nós, esteve no Congresso e com todos os que quiseram saber o que aconteceu lá, sem estrelismos ou fanfarronices.

Eu também Promoviewverei um futuro onde não haverá divisões de verbos nem de ações.

Mesmo porque nomes, substantivos que são, podem ilustrar e mostrar força, coisas e pessoas, mas só as ações, conjugadas como força conjunta de gente, é que mostram o quão forte é um verbo, que, no princípio, é sempre ele mesmo, mas, no futuro, é força da qual não se consegue fugir.

Eu “agorarei” e “livemarketiarei” enquanto vocês estiverem comigo, conjugando forças. O futuro é do presente. Quem quiser ficar com o do pretérito vá conjugar outros verbos, como disse o Oliva.

Fonte: Promoview

Mondelez quer renovar as estratégias de marketing

A multinacional Mondelez que detém diversas marcas de guloseimas no Brasil, como os chocolates Lacta e a goma de mascar Trident e que nasceu da cisão da marca Kraft Food em duas, ficou responsável pela divisão de snacks.

Com a reestruturação, veio o desejo de renovar a cultura da empresa e dotá-la com características comuns a startups. Em paralelo, percebeu-se a crescente tendência de aplicações mobile como parte da estratégia de marketing, especialmente para bens de consumo.
Para integrar essas duas perspectivas, a Mondelez criou o Futures Mobile, um projeto que busca criar ferramentas para as ações de marketing promocional das marcas e inserir na corporação o espírito empreendedor e ousado das startups.

O projeto nasceu na matriz da Mondelez, nos Estados Unidos, e já selecionou nove participantes, que desenvolverão aplicativos para as marcas da empresa, como Halls.

O Brasil foi o segundo país a receber a iniciativa. A filial brasileira já abriu um concurso e recebeu inscrições de cerca de 100 startups nacionais. Após um processo de seleção, 15 apresentarão um pitch para os executivos. Dessas, as cinco melhores desenvolverão produtos para as marcas Bis, Trident, Halls, Club Social e Tang.

Essas startups terão 90 dias para lançar seus pilotos. As ações serão realizadas pelos empreendedores em parceria com equipes da Mondelez.

A multinacional segue uma tendência verificada em outras corporações, que é a aproximação com startups devido ao conhecimento que essas empresas têm das novidades tecnológicas, a rapidez com que desenvolvem seus produtos e ao seu formato enxuto.

Outra vantagem para as grandes empresas que fazem esse tipo de parceria é que elas não precisam alocar muitos recursos e pessoas para a criação de novos produtos.

“Porém, mais que uma oportunidade comercial, é uma oportunidade comportamental”, afirma Natacha Volpini, gerente de mídias sociais da Mondelez Brasil e responsável pelo Mobile Futures no Brasil. “Assim, podemos mudar o espírito da corporação com aspectos como colaboração, rapidez na tomada de decisão e fazer testes em beta.”

Fonte: Thiago Cid/revistapegn.globo.

Heineken e Schweppes com ações no Curitibano Blues Festival

Nomes do blues nacional e internacional subiram ao palco do Clube Curitibano para o 1º Curitibano Blues Festival, que aconteceu entre os dias 15 a 17/08.

O festival trouxe atrações como Kenny Brown, de Nova Orleans (EUA), Deitra Farr, de Chicago, Acústico Blues Trio, de Londrina, Derico, do Sexteto Onze e Meia e importantes atrações locais.
As apresentações aconteceram no Salão Azul do clube. Heineken e Schweppes, apoiadoras do evento, tiveram diversas ações no festival, como bares exclusivos das marcas, sorteio de brindes e muito mais.

Fonte: Promoview

Trabalho: quebrando um paradigma

A palavra “TRABALHO” é proveniente do Latim “TRIPALIUM”, um instrumento de tortura com três pedaços de madeira (TRI + PALIUM), usado pelos Romanos para arrancar informações dos prisioneiros.

Esta palavra passou ao Francês como TRAVAILLER, significando “sofrer, sentir dor”, evoluindo depois para “trabalhar duro”.

Passando para a Inglaterra, acabou surgindo a palavra TRAVEL, “viajar”, certamente da noção que, nessa época, com poucas hospedarias e muitos ladrões na estrada, uma viagem era algo muito sofrido.

O que torna as coisas especiais na vida é a maneira como as fazemos.

Não encare suas atividades como um sofrimento, comparando-se aos prisioneiros de guerra que tornavam-se escravos.

Ame o que faz e faça com excelência, porque se todo mundo fosse fazer o que gosta o mundo não teria nada.

Sam Waltom (CEO – Fundador do Wal-Mart) dizia:

“Se você ama o que faz, estará lá todos os dias, dando o melhor de si, e em breve, todos contrairão isso de você, como uma febre”.

Então, contagie seus colegas de trabalho com alegria, felicidade e palavras de motivação, e em breve, todos estarão contaminados com bem-estar.

Fonte: Administradores