Brindes Personalizados e Corporativos — Compare Fornecedores Verificados e Peça Cotação Grátis

Ferramenta de marketing eficaz, o brinde fortalece a lembrança da marca, a longo prazo, nos clientes.

Toda comunicação feita adequadamente por uma empresa aumenta sua competitividade e a dos seus produtos no mercado. Quando o departamento responsável sabe combinar de forma harmônica mensagem, veículo e público-alvo, a comunicação desejada acontece e fortalece a lembrança do produto e/ou da marca nos clientes.

Em entrevista concedida ao jornal Monitor da Propaganda & Marketing, o consultor Roberto de Castro Neves afirmou que uma das maneiras de estabelecer essa relação com os consumidores é o brinde. Se for bem escolhido, consegue liberar a mensagem ao longo do tempo, obtendo efeito mais duradouro do que outras ferramentas de marketing. Afinal, sempre que o cliente vê ou utiliza um brinde oferecido por determinada empresa, ele tem uma lembrança positiva da marca.

Além disso, segundo Neves, o brinde está diretamente ligado ao emotivo, ou seja, ele transmite afeto, atenção, constituindo-se em um carinho da empresa com o consumidor, que se sente especial e valorizado ao ganhar um brinde. Mas, para que o brinde execute sua função, é preciso que tenha utilidade para o cliente, pois só assim ele será motivado a lembrar-se de quem lhe deu aquele objeto.

A qualidade do brinde também deve ser considerada condição essencial para que ele seja uma estratégia de marketing eficaz. Portanto, além de contar com uma equipe de comunicadores que saiba escolher o tipo de brinde adequado para seu público-alvo, a empresa precisa optar por um fornecedor sério, com credibilidade no mercado de brindes.

Para que o sucesso da divulgação da empresa seja ainda maior, é importante que ela fique atenta às novidades do segmento de brindes e às necessidades e exigências dos consumidores, que demonstram muito interesse por produtos ecológicos, por exemplo, e não se contentam mais com um objeto qualquer, exigindo que o brinde tenha utilidade.

O vendedor do futuro – Não vende, leva soluções!

Em um mundo globalizado com a democratização dos recursos e meios de produção, da tecnologia da informação (consequentemente da informação) ocorre o aumento da concorrência em níveis preocupantes, fazendo com que as empresas adotem mecanismos de proteção de seus mercados. Um dos principais focos de ação é a melhoria da informação e o desenvolvimento de competências da equipe de comercialização, representada pelos profissionais que têm contato direto com o Cliente e a responsabilidade de coordenar as atividades de campo.

Gerar diferencial competitivo pelas empresas passa por, além da melhoria de produtos, pela melhoria do relacionamento com o Cliente, através da adoção de sistemas que permitam a identificação e utilização de informações sobre o comportamento desses Clientes. Em geral as empresas tem adotado ferramentas de CRM (Customer Relationship Management) que possibilitam essa interação e criação da imagem de proximidade necessária.

Os produtos, função da facilidade de produção e acesso à informação, tornam-se a cada dia mais parecidos. A necessidade de traduzir corretamente as demandas do mercado passa a ser fundamental para o crescimento e manutenção das empresas. As equipes de campo devem ter a capacidade de administrar estrategicamente o relacionamento com o Cliente, não se limitando a “… Convencer o Cliente a comprar…”. O papel do vendedor ou executivo de vendas como provedor de soluções é imperativo para o estabelecimento dessa relação.

A cada dia, com a globalização, os produtos passam a ser tratados como comodities. Hoje é muito fácil oferecer produtos semelhantes. A competência para criar diferencial competitivo a partir de ações de venda consultiva passa a ser um imperativo para a sobrevivência futura das organizações. Ter competência para interpretar e traduzir corretamente as demandas do mercado e os movimentos da concorrência é hoje uma condição fundamental.

Por Simone Terra

Fonte: Mundo do Marketing

Sack’s faz 10 anos celebrando resultados

Primeira loja virtual de cosméticos e perfumes, hoje é a maior varejista do segmento da América Latina

Pioneira no comércio de cosméticos pela internet, a Sack’s chega aos 10 anos com motivos para comemorar. Fundado por Carlos André Montenegro, com um empréstimo de 20 mil dólares de seu pai, o site era um meio de vender produtos de uma rede de lojas físicas. Hoje é exemplo de e-commerce que deu certo e considerada a maior varejista de perfumes e cosméticos da América Latina.

Em 2009, o segmento de saúde e beleza foi o segundo em vendas na internet. No total, o desempenho do e-commerce contou com 17,6 milhões de compradores, dos quais mais de um milhão da Sack’s. A empresa é a terceira com maior faturamento entre os “players” que operam exclusivamente on-line, atrás do Submarino e da NetShoes. A marca também transgrediu as barreiras virtuais e é responsável pela loja física da Chanel, no Rio de Janeiro.

O pioneirismo da Sack’s tem muito a ver com a história de seu fundador. O executivo começou a trabalhar aos 19 anos como estagiário no site de buscas Cadê?, onde vendia links patrocinados. E foram esses mesmos links patrocinados que serviram como primeira forma de divulgação da loja virtual que ele abriria um ano depois.

De real para virtual
As lojas Sack’s pertenciam ao pai de Marcelo Franco, sócio de Montenegro junto com Alexandre Icaza. Em dois anos, o site já respondia por 70% das vendas da rede, o que fez com que eles pudessem passar a negociar diretamente com os fornecedores e fechar as portas dos pontos-de-venda tradicionais em 2007. “Não temos muitas lojas especializadas nesse segmento no Brasil, por isso conseguimos clientes nas mais diversas regiões do país”, explica Montenegro (foto), em entrevista ao Mundo do Marketing.

Como os brasileiros não estavam acostumados a comprar pela internet, as vendas iniciais foram direcionadas aqueles que já eram consumidores das marcas de perfumes e cosméticos. Depois de conquistar a confiança dos fornecedores, as entregas passaram a levar também amostras dos principais lançamentos do mercado. “Normalmente quem é fã de uma determinada marca confia nela. Por isso compra outros produtos, mesmo sem conhecê-los”, afirma o executivo.

Contar com a parceria das grandes marcas é um dos segredos do sucesso da Sack’s. Trabalhando dessa forma, a marca conseguiu o direito de ser o único vendedor on-line brasileiro de mais de 20 marcas. Entre elas está a Chanel, que em 2007 autorizou a venda de seus produtos no site.

Promoções e cuidado com o cliente
As parcerias também resultam em promoções que atraem cada vez mais consumidores de moda e beleza. Atualmente, uma ação envolvendo blogs especializados no assunto é realizada em parceria com a marca Carolina Herrera. A promoção “I Love Sack’s” levará sete pessoas a Nova York com tudo pago e lá assistirão ao desfile de Carolina Herrera nas primeiras fileiras.

Embora seja essencial o trabalho junto com as gigantes internacionais do setor, a Sack’s investe também em ofertas e no relacionamento diretamente com o cliente. Para isso, a equipe do call center do e-commerce é treinada para conhecer o produto e informar o consumidor, que pode pedir seu dinheiro de volta caso não fique satisfeito com a sua compra.

Como muitos produtos vendidos no site são de marcas de luxo, há a preocupação de manter os preços acessíveis ao mercado brasileiro. Por isso, desde 2006, o site não cobra frete, vende pelo menor preço sugerido pelas marcas e ainda parcela a compra. “Mesmo assim garantimos um negócio muito rentável”, completa André sobre a empresa que deve crescer 35% neste ano.

Produtos exclusivos
Além da loja virtual e da loja física de parceiros, a Sack’s também começou a atuar no desenvolvimento de perfumes. O primeiro produto será o Chrome Sport Sack’s, desenvolvido em parceria com a Azzaro. É a primeira vez que um perfume da marca levará em seu frasco a logomarca de um varejista.

A empresa também recebeu um convite da Lancomê para desenvolver um perfume tão carioca quanto a Sack’s, o Hypnôse Ipanema, que será vendido somente no Brasil. O trabalho envolve a criação da embalagem e a escolha da família olfativa e das notas que compõem a fragrância. O processo de fabricação do produto deverá ser encerrado em nove meses, quando serão produzidas cerca de 50 mil unidades, número representativo que comprova o sucesso da empresa que não para de crescer.

Por Rayane Marcolino

Fonte: Mundo do Marketing

Citroën recebe clientes na exposição de Andy Warhol

Em clima de Pop Art, a Citroën do Brasil realizou no dia 20/05, em São Paulo, uma ação exclusiva para clientes e convidados VIPs. Denominada Noite Citroën Andy Warhol, o evento aconteceu na Estação Pinacoteca do Estado de São Paulo, tendo como ponto alto a exposição Andy Warhol, Mr. America.

Com um coquetel exclusivo, visitas guiadas e serviço de estacionamento personalizado, a marca recebeu seus clientes em grande estilo, que puderam conferir de perto toda a criatividade e genialidade do artista, um dos maiores nomes mundiais da Pop Art.

“É importante para a Citroën ressaltar seus valores para clientes cada vez mais exigentes e antenados, com ações exclusivas e ligadas à programação cultural da cidade”, afirma Nívea Ferradosa, diretora de marketing da Citroën do Brasil.

Outro diferencial da Noite Citroën Andy Warhol foi a dimensão dada ao evento, que teve ampla divulgação nas mídias sociais da marca. “Durante a semana, fizemos uma divulgação diária no Facebook e no microblogging Twitter. Criamos um concurso com questões sobre a exposição, criando uma interação muito grande com nossos clientes”, explica a executiva.

Durante a visita, houve grande interesse do público pela série de retratos de Jackie Kennedy (1964), Marilyn Monroe (1967), as Sopas Campbell (1968) e os autorretratos, Uncle Sam (1961), Self Portrait in drag (1981) e Flash November, 22, 1963 (1968).

A exposição
A exposição Andy Warhol, Mr. America exibe cerca de 170 obras que exploram temas relativos à política e à cultura popular norte-americana, além de filmes produzidos pelo artista em seu próprio estúdio, The Factory. A exposição foi organizada em colaboração com The Andy Warhol Museum, em Pittsburgh, EUA, e já passou pelo Museo de Arte del Banco de la República em Bogotá (Colômbia) e também pelo Museo de Arte LatinoAmericano de Buenos Aires – Malba (Argentina). Com curadoria de Philip Larrat-Smitt, escritor e curador baseado em Nova York (EUA).

Fonte: Promoview

O papel da comunicação interna e do engajamento de colaboradores na estratégia das organizações modernas

Cada vez mais demandada pelas grandes organizações e com importância crescente na definição e, principalmente, implementação das estratégias definidas pelos executivos, se bem integrada ao core business, a equipe de marketing interno pode trazer resultados relevantes para a empresa. Seja do ponto de vista de negócios: apoiando a comunicação da identidade organizacional e de indicadores/ estratégias estabelecidas no BSC da cia, seja do ponto de vista de marketing: com o engajamento de funcionários em ações para o ambiente externo, alavancando e potencializando ações de marketing que impactarão clientes e stakeholders, ou do ponto de vista de RH: trabalhando temas como sustentabilidade, desenvolvimento profissional, incentivo à qualidade de vida, etc.

Acredito que a relevância do profissional que atua nessa área seja algo indiscutível. Por isso, tomo a liberdade de, neste artigo despretensioso, abordar três pontos centrais para promover a reflexão sobre o tema:

1. Quais são as tendências/ oportunidades que se apresentam para a organização moderna falando efetivamente do assunto?

2. Quais as principais barreiras para estruturação de equipes adequadas de marketing interno e implantação do conceito "engajamento" nas organizações?

3. Como estão posicionadas, no tema, as empresas brasileiras, frente às multinacionais/ estrangeiras?

Tendências/ oportunidades em marketing interno
Falando de um tema muitas vezes pouco estudado nas organizações, fica complexo apontar tendências claras para os próximos anos (até mesmo meses), mas identifico, de imediato, cinco oportunidades para serem trabalhadas pelas grandes corporações, pensando principalmente no uso da comunicação interna como ferramenta para potencializar resultados e apoiar a implementação de políticas modernas para gestão de pessoas. São elas:

1. Comunicação da identidade interna (Missão, Visto e Valores) e disseminação/ acompanhamento dos indicadores de performance contidos no BSC da companhia.

2. Engajamento do colaborador – pensando nos grandes programas de incentivo adotados para o público externo (clientes e prospects) ou para força de vendas, por que não adaptar esse formato às necessidades e anseios do colaborador interno da companhia? A sugestão é relativamente simples, mas eficiente: desenvolva um programa anual em que a participação dos colaboradores em iniciativas promovidas pelo RH (e, portanto, de interesse da empresa) seja recompensada. Podemos pensar em ações para promover a qualidade de vida do funcionário, ações ligadas à sustentabilidade (tema que vale um item a parte), ações de responsabilidade social, participação em treinamentos/preocupação com o auto-desenvolvimento. A adesão a cada iniciativa pode ser então recompensada com pontos/selos que dão direito a resgates periódicos de prêmios exclusivos do programa, além de uma grande premiação final. Questões a serem pensadas: como fica a participação de terceiros internos? A empresa está preparada para suportar o ambiente on-line (e democratização de acesso) que tal iniciativa exigirá?

3. Alinhamento com marketing externo da companhia: sou defensor dessa bandeira. Quantas vezes desenvolvemos campanhas mirabolantes e vamos para a mídia sem pensar (e nem nos preocuparmos) se efetivamente nossos colaboradores foram ao menos informados em primeira mão da iniciativa, sabem do que se trata a campanha? Algo mais feio do que um analista, atendente ou qualquer nível da empresa ser questionado pelas ruas sobre a novo comercial de tv, por exemplo, e esse nem saber do que está se falando? Pois é, algo bem comum nas empresas brasileiras… Aqui, minha proposta é ir um pouco além disso: por que não envolver o colaborador "ativamente" como participante de uma campanha que impactará o público externo? Seja por intermédio do uso das redes sociais (outro tema que vale citação a parte), em iniciativas de MGM "member get a member" ou mesmo em um comercial/anúncio em mídias de massa, acho que vale a pena.

4. Sustentabilidade: assunto da vez, sob o ponto de vista de marketing, torna-se praticamente uma obrigação das corporações promoverem iniciativas que incentivam o consumo sustentável e trabalham a conscientização do colaborador, como economia de papel, de energia e de água, falando do ponto de vista ambiental, ou participação de ações para ajudar empresas do terceiro setor/projetos de responsabilidade social. Por se tratar de algo que foge ao "core business" da maioria das empresas e do dia a dia de seus funcionários, mais importante ainda é a conscientização para o assunto e, daí, fundamental o papel do marketing interno. Idéias simples, mas que funcionam e podem ser implantadas, passam, por exemplo, pelo uso da intranet, para promover um concurso de charges entre os colaboradores falando de consumo sustentável ou mesmo criar um fórum com palestras periódicas sobre o tema.

5. Uso das redes sociais: dados do meio digital apontam que as empresas brasileiras estão entre as mais "controladoras" do mundo, impedindo seus colaboradores de acessarem canais como o twitter, monitorando ou proibindo o que cada um expressa nas redes, dificultando até mesmo o acesso a plataformas de community marketing proprietárias desenvolvidas pela organização para o público externo. Afinal, cases vencedores dos mercados americano e europeu ainda não nos ensinaram que, nos dias de hoje, temos que encarar o ambiente digital como um aliado, como uma oportunidade? Até quando vamos continuar nos enganando, decepcionando nossos colaboradores, perdendo um importante canal para engajamento (principalmente falando da ponte com ações para o meio externo) e, o pior, perdendo talentos desestimulados por atitudes como essas? Falando da geração Y, esse impacto negativo do "controle voraz" é ainda maior.

6. Endomarketing para geração Y: falando dos jovens que hoje estão entre 16 e 28 anos, sangue novo nas empresas brasileiras, que oferecem alto nível de formação, iniciativa e criatividade para as organizações em que trabalham, mas que exigem certo grau de liberdade para tomar decisões, pedem flexibilidade, mais do que remuneração, esperam oportunidades de aprendizado e desafios profissionais respeitando a esfera privada, valorizam acima de tudo um clima agradável e que estimule a iniciativa e uma comunicação fluída e aberta. Parece-me essencial trabalhar a comunicação interna com todos os pontos acima citados como ferramenta para desenvolver e reter esse jovem, concordam? Talvez a mais barata e menos utilizada das ferramentas. Enquanto isso, empresas brasileiras de diversos setores sentam no divã e reclamam da alta taxa de rotatividade entre esses jovens!

Barreiras para estruturação do marketing interno
Mas, afinal, por que áreas específicas, e mesmo o conceito de marketing interno, não decolam no País? Entendo dois pontos como fundamentais a serem trabalhados nesse sentido:

1. Descaso das áreas de marketing, quase sempre cobradas por resultados apenas pensando no público externo, limitam-se a "atender" ao RH com banners e folders para comunicar alguma decisão ou nova política aos colaboradores;

2. Despreparo das equipes de RH para o tema "comunicação com engajamento", consequência de uma mente burocrática e tradicional que ainda permeia boa parte das equipes de gestão de pessoas nas organizações.

E como estamos frente às organizações estrangeiras?
Tive a oportunidade em outubro de 2009 de estar presente no DMA Califórnia, um dos grandes congressos mundiais de marketing. Na ocasião, pude notar diversos cases de empresas como a Best Buy (que engajou seus mais de 100 mil colaboradores através do Twitter para que divulgassem lançamentos exclusivos da empresa, promover a troca de informações entre lojas, etc…) e da Starbucks (promovendo um link entre a intranet e suas lojas físicas), serem premiados e consagrados como o uso adequado de uma estratégia de comunicação interna.

Em um evento deste porte é que se torna possível perceber o quanto ainda estamos para trás, embora caminhando, na forma de se relacionar, comunicar e engajar o colaborador efetivamente no negócio. Tive a oportunidade de liderar algumas iniciativas enquanto executivo na SulAmerica ING, sempre apoiado pela vice-presidente de RH e minha gestora na época e contando com uma equipe motivada (fatores chaves para o sucesso).

Implementamos uma ação de marketing para o dia do médico envolvendo o conceito de sustentabilidade e engajando o colaborador (que doava sangue para comemorar a data especial e via isso transformado em uma campanha que impactava diretamente o meio de saúde por mala direta e internet); adotamos algumas ferramentas de redes sociais (como blogs) na nova intranet; criamos um concurso cultural de charges sobre consumo sustentável e um programa de relacionamento para incentivar a adesão do colaborador a essas e outras iniciativas. Fiquei com a certeza de ser perfeitamente factível implementar um conceito moderno de endomarketing/ marketing interno nas organizações brasileiras. Fica a reflexão e a oportunidade para trabalhar o assunto.

Por Fabrício Saad, estatístico com pós-graduação em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e MBA Executivo pela Fundação Dom Cabral.

Fonte: Mundo do Marketing