Com aumento do consumo, mercado de brindes vive momento promissor

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Depois de ter sua estabilidade econômica colocada em cheque pela mais recente crise financeira mundial, o Brasil parece, finalmente, encontrar um ponto de equilíbrio. Com desemprego em queda, massa assalariada crescente e confiança do consumidor em alta, tudo indica que o consumo no país seguirá trajetória ascendente nos próximos meses e anos.
Representantes de diversos setores, incluindo o segmento de brindes e produtos promocionais, mostram-se confiantes quanto ao futuro e concordam com a constatação de Eduardo Regasol, presidente da Nielsen Brasil, de que o país entrou em uma fase de crescimento sustentável.
A declaração foi feita durante o evento “Café setorial – Bens de Consumo – Para onde irá o dinheiro do brasileiro em 2010?”, realizado na Amcham, em São Paulo, no dia 23 de fevereiro. Na ocasião, a Nielsen apresentou estudo que faz projeções positivas sobre o aumento do consumo no país.
O resultado revela que o setor de bens de consumo deve expandir pelo menos 4% em 2010, quase o dobro do registrado em 2009 (2,2%). De acordo com Regasol, em 2009, 46% do crescimento do varejo foi propiciado pelo consumidor médio e baixo, e essas classes socioeconômicas continuarão a impulsionar o crescimento pelos próximos anos.
Sandra Donatângelo, proprietária da Donna Produtos Personalizados, ratifica os benefícios trazidos pelo aquecimento da economia para o segmento de brindes. “Infelizmente não disponho de dados concretos, mas posso dizer com toda a certeza que as vendas aumentaram do meio do ano passado pra cá, principalmente em datas comemorativas”, afirma.
O diretor da Cotérmico, Lucimar da Silva Porsi, também sentiu essa melhora em seus negócios, a partir do segundo semestre de 2009. “Nos três primeiros meses do ano passado, tivemos problemas porque as vendas caíram bastante, mas em agosto a situação começou a evoluir gradativamente e ficou ótima em dezembro, por causa das festas”, comenta.
O presidente da Nielsen também destaca que é preciso colocar em prática algumas estratégias para potencializar os efeitos desse crescimento. “Há cinco vetores que mais mexem com o consumidor varejista: o benefício do produto em relação à saúde do consumidor, sua praticidade, sofisticação, custo-benefício e fator recompensador. A combinação de dois desses vetores turbina os resultados e impulsiona o crescimento", explica.

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