E-mail marketing personalizado

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Pulverizar a caixa de entrada dos usuários com mensagens diversas e sem segmentação, método conceituado como “batch and blast”, usado por muitas empresas com o objetivo de alcançar o maior número de pessoas, é uma das práticas mais abominadas pelo mundo do marketing.

Atualmente, os consumidores e clientes têm um perfil seletivo, por isso é preciso deixar essa prática de lado e buscar a conversão de outras formas. A fim de contribuir para essa tarefa, elaboramos algumas dicas para personalizar e segmentar as peças, tornando-as relevantes para quem as recebe.

Personalize – Concentre-se no objetivo de personalizar as campanhas. Tenha e-mails sob medida, com público-alvo já identificado. Não envie as típicas mensagens de boas-vindas; use esse primeiro contato para se aproximar dos clientes, identificando seu comportamento ao abrir e visualizar o e-mail.

Relevância – Ter a caixa de entrada lotada, sem identificação de conteúdo relevante, é uma situação bem desagradável para o usuário. Para não provocar essa situação, seja assertivo e trabalhe com o conceito de relevância. Não adianta criar boas campanhas para as pessoas certas, é preciso provocar engajamento, então pense na importância dos assuntos para cada integrante da base de dados e crie oportunidades para que a peça seja bem aceita e interessante.

Segmentação – De mãos dadas com a relevância está a segmentação. Esses dois conceitos irão despertar nos destinatários a sensação de exclusividade, momento essencial para obter o resultado programado ou ir além em seus objetivos. Para segmentar, separe a base por estágio ou em grupos com interesses ou compras em comum. Partindo desse princípio, outras segmentações poderão ser feitas, tornando o filtro e a campanha mais eficientes.

Relatórios – Os relatórios são importantes para medir o desempenho de cada ação e planejar novas campanhas. Além de medir quem, quando, como e onde os e-mails são abertos, busque medir o grau de engajamento derivado do opt-in e, principalmente, do opt-out. Se o usuário, em um primeiro momento, já pedir opt-out, é preciso identificar onde está o erro daquela ação.

Fonte: Virtual Target

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