Formas de comércio: novas experiências no e-commerce

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Filament.io 0 Flares ×

Aqui sempre falamos de processos internos do negócio de vender na internet. Sempre encontro pessoas que dizem que nada de novo se faz, sempre falamos de formas de comércio, como alinhar as expectativas do consumidor, o e-commerce 3.0, o frete, o risco, mas nenhuma nova modalidade de experiência.

Em pesquisas, me deparei com a Pesquisa Amadeus, que é representativa para o mercado de Turismo.

Ela aponta o crescimento do mercado de Turismo até 2020, buscando a fonte de rentabilidade para a indústria de viagens na próxima década. Realizada pela Oxford Economics, a pesquisa encomendada pela Amadeus usou como fonte, agentes de viagens, executivos de companhias aéreas e especialistas no mercado do turismo. É uma pesquisa bem completa que tem foco nas possibilidades de negócios, mas também tira conclusões importantes a respeito do comportamento do consumidor desse mercado, por isso falo delas aqui com vocês.

Na próxima década o mercado vai se deparar com um público: Mais exigente, com maior expectativa de vida (oportunidades para o lazer), advindo de países emergentes e mais viajantes à negócios rodando por aí.

Vamos ter a concorrência entre companhias aéreas ainda mais acirradas, porém a venda de serviços complementares (ancillary services) aparece como uma alternativa à fidelização desse consumidor.

E ai o que mais me interessou – A TECNOLOGIA – estará aliada à experiência do passageiro para trazer resultados favoráveis, além dos serviços complementares. Parcerias entre provedores de T.I e cias aéreas, serão prováveis.

Teremos cabines virtuais, informações diferenciadas (provenientes da tecnologia e das futuras parcerias e uso de redes sociais) vão permitir um maior entendimento do passageiro por parte da cia, como as preferencias por alimentação, entretenimento e acomodação. Com tudo isso, a divisão física das classes deverão cair em desuso, abrindo espaço para essas “cabines virtuais”.

Novos destinos irão aparecer, com maior frequência. Nesse contexto a América Latina receberá 56 milhões de turistas (crescimento de quase 5 % e enviará 43 milhões para o turismo global – o mesmo crescimento).

Para as agências de viagens, assim como as cias aéreas, terão a oportunidade de oferecer vendas cruzadas aos seus clientes, com isso, aumentarão a rentabilidade por meio de comissões recebidas de terceiros.

A consultoria e serviços personalizados com a facilidade da INTERNET, as reservas sem intermédio de agentes, porém com orientação personalizada (é a hora de se reinventar para o agente de viagens), usando a tecnologia para disponibilizar itinerário e dicas do destino durante a viagem.

Nichos também terão um futuro promissor, segundo essa pesquisa. Porém, me chamou a atenção a venda de EVENTOS VIRTUAIS, que diminuem a emissão de carbono na atmosfera, reduzem custos e tempo de deslocamento e ainda melhoram o equilíbrio entre o trabalho e a vida das pessoas.

O crescimento desse mercado atingiu um auge próximo de 2008 e teve uma queda entre 2008 e 2009 devido à crise econômica mundial. Em 2010 retomou seu crescimento e nos dia de hoje dobrou de tamanho.

O evento virtual pode ser totalmente personalizado, a empresa fortalece a marca e proporciona uma experiência envolvente com o usuário final. Com a plataforma integrada de webcast, é possível fazer um evento com perfeição sem downloads ou pop-ups atrapalhando a comunicação.

E o mais interessante é que o sistema de cadastro é incrível, todos sem exceção estarão na sua base no dia seguinte, pois para entrar é necessário que o próprio participante se cadastre.

Verifiquei eventos interessantes virtuais, com recepção, auditório, salão de exposições, central de conteúdo, estandes de expositores e até fórum de integração entre todos que participavam, gostei bastante do modelo e acredito que é mesmo uma forma nova de comércio na internet que tem tudo para nos encantar nos próximos meses.

Fonte: Administradores.com

Deixe uma resposta