As lições de liderança do Papa Francisco

O que o novo Papa Francisco tem a nos ensinar sobre liderança? Muito! A escolha de um pontífice da escola franciscana demonstra que a igreja católica sinalizou que precisa de mudanças. E mudanças urgentes!

O Papa Francisco é o ponto de mutação de uma igreja desgastada por escândalos sexuais, improbidade administrativa, perda de fieis (principalmente no Brasil), ostentação enquanto parte do mundo sofre com a miséria e outras coisas mais.

Ultimamente tivemos o Papa pop (carismático), o Papa centralizador e agora chegamos à era do Papa do povo (ao menos é o que parece). Simpático, acessível, modesto, humilde, conciliador e algumas outras características que estamos descobrindo a medida que vai tomando ações tão esperadas há anos pelos católicos do mundo.

O fato é que o Papa Francisco tem habilidades necessárias a um grande líder. Seu sorriso largo e franco é importante para atrair a simpatia de seus seguidores. Em uma equipe o verdadeiro líder é aquele que consegue manter o bom humor e a simpatia mesmo em situações mais críticas. Isso não quer dizer que é preciso parecer bobo e rir de tudo e à toa. Aquele que mantém um semblante carrancudo, mais parecendo estar de mal com a vida, afasta as pessoas. Nem adianta dizer que está aberto ao diálogo porque ninguém irá se sentir a vontade com uma pessoa sisuda e de “cara fechada”. Certamente que não se muda isso do dia para a noite, mas é fundamental observar a si próprio para provocar as mudanças desejadas.

Outra característica importante de liderança que o Papa Francisco demonstra é a humildade. Alguns exemplos: ele mudou o trono dourado por uma cadeira de madeira. Aliás, algo mais apropriado para o discípulo de um carpinteiro. Aproxima-se dos fieis sem receio, beijando doentes e pobres sem medo ou nojo. Não aceitou a estola vermelha bordada a ouro ou a capa vermelha, utiliza suas vestes mais simples e brancas (símbolo internacional da paz). Uma grande prova de humildade é usar os mesmos sapatos pretos velhos e dispensar o luxuoso carro papal, utilizando um modelo mais simples. Também rejeitou o anel de ouro maciço, utilizando um que é apenas banhado a ouro, de valor menor, simbolizando um gesto de desapego às riquezas. Por fim, usa sob a batina as mesmas calças pretas, para lembrar-se de que é apenas um sacerdote.

Quantas lições podemos retirar destes atos de humildade e simplicidade? Um líder que se desapega do restaurante gerencial para vez em quando almoçar com sua equipe pode ser um exemplo. Outro é o gestor que leva um funcionário, devidamente preparado, a uma reunião para conduzir a apresentação de um projeto importante da área. O gerente que elogia um funcionário em público ou para sua chefia devido a um desempenho ou resultado superior. Na verdade toda forma de reconhecimento justo é uma maneira de demonstrar humildade. Todos querem ser reconhecidos por seus méritos, por suas realizações. Quando o líder faz isso acaba criando um sentimento de justiça e reforça o comprometimento da equipe.

O Papa Francisco tem tudo para se tornar um líder religioso e mundial positivamente inesquecível. Sua popularidade é reforçada pelas atitudes simples e na ênfase nas relações humanas. Ao se aproximar das pessoas e mostrar-se acessível conquista seus discípulos. Com o gestor em uma organização a estratégia não pode ser diferente. Aquele que se aproxima de seus funcionários, sem sufocar, cria confiança. Aquele que ouve seus subordinados, sem retaliação, cria respeito. Aquele que se coloca disponível para a equipe, com simpatia e humildade, cria relacionamentos sólidos gerando comprometimento e resultados.

Vamos aguardar quais novas lições o Papa Francisco ainda poderá nos presentear. Certamente teremos muito o que aprender com suas atitudes, filosofia e estilo de vida. Agora realmente podemos afirmar:“Habemus Papam!”.

Fonte: Administradores

5 erros que devem ficar bem longe de seu layout

Ao desenvolver o layout de sua loja virtual, muitos aspectos devem ser pensados. Além de estabelecer a própria identidade da empresa junto ao mercado, é preciso, ainda, cair nas graças do consumidor.

E, nessa busca pelo design ideal, muitos erros são cometidos com frequência, o que leva seu investimento por água abaixo. Dessa forma, para que tais erros não mais se repitam, separamos algumas questões importantes para se evitar:

Desconhecimento do público-alvo. Planejar o design da loja virtual sem conhecer o cliente é dar um tiro no escuro, afinal, seu layout deve provocar uma identificação entre o consumidor e sua empresa. Dessa forma, antes de desenvolver a personalização de seu e-commerce, atente-se às características e necessidades de seu público-alvo;

Cores avulsas. No mesmo sentido, a escolha das cores é um dos momentos mais importantes no desenvolvimento do layout. Isso porque, cada cor tem sua propriedade, estabelecendo com o consumidor conexões e influências distintas.

Erros de gramática ou concordância. Esse tipo de erro, não costuma passar batido pelos consumidores e, pior, têm grande influência na perda de credibilidade. Por isso, ao trabalhar banners, rodapé, cabeçalho, etc, tenha muito cuidado para aplicar informações corretas;

Informações sem medida. Outra situação que causa desconforto nos consumidores e perda de vendas é o uso de informações em excesso ou em falta, ou seja, sem medida certa. Essa situação pode espantar o consumidor por complexidade ou por ausência de dados relevantes. Atente-se, ofereça aquilo que é interessante para seu cliente de forma objetiva.

Recursos em excesso. É interessante ter atenção, também, quando a aplicação de recursos de design como sombra e degradê. O excesso desses recursos pode sobrecarregar sua loja virtual, tirando todo o encanto da arte. Cuidado!
Mantenha a atenção redobrada sempre que decidir personalizar o layout de sua loja e sucesso!

Fonte: Administradores

Como empresas podem usar o Facebook para conseguir clientes.

Após assistir a uma palestra que originou o título deste texto, ministrada por Pedro Superte, CEO na empresa Dynamo Publicidade Online, ficou ainda mais evidente que o Facebook é sim um ótimo meio de comunicação entre cliente e fornecedor. A palavra relacionamento ganha enorme força quando o assunto é esta rede social. Relacionar-se, é mais do que simplesmente efetuar uma venda, por exemplo, é manter contato, é realizar um bom pós venda, é tornar-se visível, e mais do que tudo isso, é tornar o cliente fiel a empresa, fiel a marca.

O palestrante evidenciou algumas maneiras de como uma empresa pode se relacionar com seus clientes dentro do Facebook, mais do que criar um anuncio, ou mesmo criar uma FanPage, Superte enfatizou que o mais importante é estar presente na time line dos clientes. O Facebook disponibiliza, por exemplo, filtros que permitem descobrir exatamente os gostos e manias de seus clientes. Você pode, após descobrir as principais características dos seus clientes, fazer um anúncio direcionado exatamente para o público que deseja atingir.

Falando mais especificamente do recurso FanPage, oferecido também pelo Facebook, deve-se prestar a atenção não só em conquistar um “curtir” de um cliente ou de um possível cliente, mas sim tornar esse cliente fiel a empresa, fazer com que ele se relacione com a organização, e isso não é uma tarefa fácil. Primeiramente, a empresa precisar ter um certo cuidado com o que posta em sua página, página essa, que não destacado até aqui, é criada totalmente de forma gratuita, e que apesar disso, oferece ótimas ferramentas de diagnóstico aos criadores. Focando novamente no conteúdo disponibilizado na time line da empresa, é necessário ter alguns cuidados: vídeos são pouco acessados; muito texto não agrada os internautas; mais de uma chamada ação também não é indicado. O que Superte indica são imagens acompanhadas de texto.

Não pode-se esquecer que o Facebook tem uma ferramenta extraordinária, que defini para cada usuário quem realmente é importante para a sua vida, vida on line, pelo menos. Se um usuário qualquer nunca curtir, compartilhar ou comentar o conteúdo de uma empresa, ou até mesmo o conteúdo de um amigo pessoal, aos poucos essa organização ou amigo começa a perder espaço na time line do usuário, o que no caso de dois amigos pode não representar muito, mas no relacionamento entre cliente e fornecedor, pode sim ser muito representativo. Por fim, destaca-se que essa rede social, apesar de ter sido criada sem muitas expectativas ao mundo dos negócios, hoje apresenta ferramentas que talvez a 5, quem sabe 4 anos atrás ninguém imaginava.

O Facebook veio pra ficar, mais do que isso, veio para de uma vez por todas aproximar clientes e fornecedores, consumidores finais e varejistas, e assim por diante.

Uma dica final: sempre responda seus clientes e até mesmo colaboradores quando a empresa for procurada via fan page, isso pode demonstrar a importância que a organização está dando ao relacionamento que alí existe. Porém, muito cuidado, porque se a resposta não for apropriada ou até mesmo não houver resposta, as conseqüências podem ser irreparáveis.

Fonte: Administradores

Como manter seus clientes fiéis

Quando os clientes trocam de fornecedores, é sempre culpa sua. Portanto, é melhor entender por que eles desertam e o que você deve fazer para mantê-los leais. Aqui estão quatro razões porque os clientes abandonam as empresas e o que você pode fazer para evitá-lo.

1. A competição minar o seu preço.

Isso só acontece se você permitir que seu produto ou serviço possa ser facilmente substituído. Por exemplo, se você está vendendo o papel de impressora a uma enorme empresa que faz em casa a impressão, que finalmente encontra alguém que possa fornecer o papel por menos.

Para evitar esse problema, ofereça produtos e serviços que são personalizados ao invés de padronizado. Constantemente "no âmbito" de personalização para que os competidores não possam facilmente copiar e substituí-lo.

Por exemplo, ao invés de papel da impressora, você pode oferecer um serviço que escreve, edita, corrige, imprime, embala e entrega os documentos mais importantes do seu cliente.

2. O cliente recebe um serviço ruim

Não há nada que mata a lealdade do cliente rapidamente do que tratá-lo como lixo quando ele realmente precisa de seu apoio. É por isso que é uma loucura quando as empresas tratam o serviço ao cliente como um custo a ser minimizado.

Quando você trata mal seu cliente, deixa um gosto amargo na boca. Isso é um gosto que nunca vai embora, então o minuto em que o cliente tiver uma alternativa, ele mudará de fornecedor.

A única maneira que você pode fornecer um serviço ruim e ainda ter clientes é se todo mundo em seu setor ou indústria for igualmente horrível (como as companhias aéreas). E, mesmo assim, é apenas uma questão de tempo antes que um concorrente fique esperto e descubra como tornar seus clientes felizes.

3. A qualidade do seu produto caiu.

Se eu já vi isso uma vez, eu já vi isso um milhão de vezes: Uma empresa com um grande produto decide que pode ter um pouco mais de lucro por meio da terceirização de processos críticos com fornecedores de baixa qualidade.

O resultado é inevitável: Produtos que se parecem com os grandes produtos antigos que costumavam ser, mas que rapidamente quebrar (ou não funcionam direito) porque o fabricante economizou R$ 0,00000001 por unidade pelo uso de materiais de baixa qualidade.

Sim, é possível evitar esse tipo de redução do nível de qualidade, mas só se alguém na sua empresa está disposta a "montar rebanho" em toda a cadeia de suprimentos, e verificar absolutamente todos os itens e cada parte. (Apple, por exemplo, é muito bom nisso).

4. As necessidades do cliente mudaram

Isso acontece o tempo todo porque o mundo dos negócios muda constantemente. Seu desafio como um vendedor é ampliar constantemente o que você está oferecendo antes que as necessidades do cliente mudem debaixo de seus olhos.

Para fazer isso, não é o suficiente estar em constante comunicação com seus clientes. Você deve antecipar onde seus clientes estarão em um ano ou dois e responder a essa realidade muito antes que os clientes chegam lá.

A deserção de um cliente nunca deve ser uma surpresa. Se for, então você não está prestando atenção ao que é importante para seus clientes. Nesse caso, você precisa seriamente redefinir suas prioridades, porque você tem que mudar a estratégia do negócio.

Fonte: ClienteSA

Administração Legal

Atualmente no mundo jurídico o ato de administrar ainda é tratado como algo secundário.

É difícil compreender que apesar de nos primórdios a profissão ter tido fins elevados, atualmente a exigência do mercado por profissionais multidisciplinares leva a constituição de sociedades com estruturas empresarias que são mantidas através do lucro.

É nesse âmbito que entra a necessidade de Administrar e o real interesse e empenho dos sócios em profissionalizar seus escritórios.

Enquanto o comércio e a indústria evoluem sua gestão para acompanhar as megatendências que farão a Administração mudar de sociedade Industrial para sociedade da Informação, tecnologia simples para sofisticada, economia nacional para mundial, democracia representativa para participativa, centralização para descentralização.

O mundo jurídico têm dificuldades em implantar o planejamento, execução e controle.

As sociedades que quiserem sobreviver ao “Mundo Novo” precisam se adaptar e aceitar que a Administração é imprescindível para seu negocio.

Dito tudo isso, fica clara a necessidade de nomeação de um Comitê Gestor e um Administrador Legal que com o apoio dos sócios estruturará departamentos, implantará normas e procedimentos, fará o Planejamento Orçamentário, entre outros, além de gerir o maior capital de uma organização que vende o intelecto de seus profissionais, o “Capital Humano”.

Fonte: Administradores