Seja um chorão

Ao me referir a "chorão" não significa que você deve ser um vendedor que fica lamentando, desacreditado, achando desculpas pelas dificuldades enfrentadas em vendas, muito pelo contrário, pois estou fazendo uma analogia utilizando uma metáfora que o levará a refletir sobre a importância de ser resiliente em vendas. O chorão, salgueiro-chorão ou salso-chorão é o nome de uma árvore pertencente à família Salicaceae, nativa do norte da China. Ela pode servir de inspiração em vendas, pelo seguinte motivo: apesar de ter galhos finos, eles são flexíveis, pois na Ásia, em épocas de intenso frio, quando a neve se acumula sobre seus galhos, com o tempo eles envergam, derrubam a neve acumulada e voltam à posição original, diferente de outras árvores resistentes que quebram os galhos por não serem resilientes. O chorão consegue suportar com mais propriedade o rigoroso inverno.

Mas o que isso tem a ver com vendas? A vida profissional de um vendedor é repleta de altos e baixos: metas para cumprir, concorrência acirrada, clientes e mais clientes para visitar, pressão por resultados por parte da empresa, atingir boas comissões (já que ele não tem um salário definido no final do mês), clientes exigentes, objeções e muitos nãos…ufa! O sucesso em vendas acontece para aqueles que aguentam o "tranco", ou seja, o êxito só é possível para vendedores que conseguem encarar o "batidão" do dia a dia com resiliência.

O termo resiliência é usado na física e significa a capacidade dos materiais de resistirem aos choques e voltarem ao seu estado normal. O vendedor que almeja superar resultados também dever ser igual ao "chorão", que suporta o peso da neve. Ele deve ter a capacidade de enfrentamento, e ter uma postura proativa ao invés de ficar com a cabeça baixa quando não consegue atingir suas metas ou quando recebe um não do cliente. Um vendedor resiliente é um ser humano que também fica triste, desanima, mas a diferença em comparação com os vendedores pouco resilientes é que ele analisa a situação, aprende com a adversidade e enfrenta os próximos desafios com mais inteligência.

Veja uma vara de salto em altura utilizada em esportes olímpicos, ela enverga, mas não quebra, e volta ao seu estágio normal. O vendedor resiliente quando sofre a pressão não só retorna ao estágio normal, mas volta melhor e mais fortalecido.

Há mais de 35 anos, Martin Seligman, da Universidade da Pensilvânia, foi um dos pioneiros a estudar o tema Quociente de Adversidade (Q.A.), que é a capacidade que o ser humano possui de resistir aos choques da vida, se superar e evoluir com isso. De acordo com os estudos sobre o Q.A., aproximadamente 10% das respostas diante das adversidades é genética. As pesquisas indicaram que por volta dos 12 anos de idade o Q.A. já está bem estabelecido, e por volta dos 16 a 18 anos está sedimentado.

Paul G. Stoltz, consultor americano e autor do livro "As Vantagens das Adversidades – Como Transformar as Batalhas do Dia a Dia em Crescimento Pessoal", realizou pesquisas com milhares de pessoas para aprofundar os estudos sobre Q.A. Ele afirma que o Q.A. de cada um pode ser modificado e ampliado, desde que cada um tome consciência para enfrentar e dominar a adversidade. De acordo com Stoltz, a adversidade é uma das forças mais potentes na nossa vida, "a chave para o sucesso nos negócios e na vida consiste em converter a adversidade em genuína vantagem".

E você vendedor, como encara os percalços e desafios diários da venda? Você desanima facilmente, desiste, ou encara com otimismo os desafios? Para alavancar seu sucesso em vendas, tenha domínio de suas emoções, mantenha sua autoconfiança em alta, com otimismo e pés no chão, sem abrir mão da humildade para aprender com as pressões que não vão deixar de existir em sua profissão. Não fuja, encare e entenda que dificuldades em vendas existem, sim, mas elas indicam que é momento de ser mais resiliente para continuar crescendo.

Cersi Machado é palestrante motivacional e treinador empresarial, atuando há mais de 12 anos em T&D.

Fonte: ClienteSA

Ommegang cria embalagens promocionais

A cervejaria belga Ommegang firmou uma parceria com a HBO para produzir uma série de bebidas inspiradas no Game of Thrones, seriado americano aclamado pela crítica e pelo público.

Dois modelos foram lançados até agora nos Estados Unidos: a “Iron Throne”, cuja embalagem é ilustrada com o famoso Trono de Ferro, e a “Take the Black Stout”, uma cerveja preta que traz no rótulo a escuridão da árvore considerada sagrada pelos povos no Norte. O design é da própria Brewery Ommegang, na vila Copperstown em Nova Iorque.
Os fãs do programa devem ficar curiosos não apenas para ver os próximos episódios da trama, mas também para saber quais serão os possíveis nomes das bebidas a serem lançadas. Talvez “Sacerdotisa Vermelha”? Ou “Beijados pelo Fogo”? Para os brasileiros, mais um mistério: quando a série de cerveja será lançada no País.

Fonte: M. Medina/Revista Exame.

Aventura ativa musical com marketing promocional

A Aventura Entretenimento criou uma ativação especial para promover a curtíssima temporada de férias do musical infanto-juvenil “Tudo por um Pop Star”, baseado no livro da escritora Thalita Rebouças.

Além de anúncios, a produtora criou uma ação de marketing promocional na página do musical no Facebook. Os fãs são convidados a postarem fotos criativas, inspiradas no espetáculo.

As cinco escolhidas por semana serão premiadas com um par de ingressos especiais para a apresentação do sábado seguinte, que darão ao vencedor a chance de conhecer de perto todo o elenco e o artista convidado da semana.
O convite aos artistas para participar de “Tudo por um Pop Star” também faz parte da estratégia da Aventura para atrair o público infanto-juvenil. A cada fim de semana um artista participa do espetáculo, que fica no Teatro Oi Casa Grande, na Zona Sul do Rio, até 28/07.

A ação promocional inclui ainda visitas às escolas cariocas, para promover o musical distribuindo panfletos que dão descontos sobre o valor da meia-entrada para os estudantes.

Fonte: Promoview

Tem início hoje em São Paulo a Eletrolar Show

A oitava Eletrolar Show, feira de eletrodomésticos, eletroeletrônicos, celulares e TI, contará com a presença de varejistas de grande, médio e pequeno porte de todas as regiões do Brasil.

A organização do evento patrocinará a vinda de 500 compradores de 150 redes que não têm sede em São Paulo e que conhecerão os produtos que estarão no varejo no segundo semestre.

A feira será realizada de 15 a 18/07, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Reunirá mais de mil marcas e dez mil produtos em 36.000 m² e será visitada por 23 mil profissionais de compras, que respondem por 25 mil pontos de venda no País.

Fonte: Promoview

Cervejarias querem ajudar na conta do táxi

Os executivos da indústria de bebidas e os donos de bares adicionaram a mobilidade urbana à pauta de reivindicações este ano. O setor fechou o primeiro semestre com queda de vendas, reflexo da economia desaquecida e do rigor maior da nova Lei Seca, em vigor desde dezembro de 2012.

Os empresários estão discutindo com o poder público soluções para oferecer transporte coletivo e táxi mais barato para trazer de volta aos bares o consumidor que parou de sair para beber.
Desde março, os empresários do setor se reúnem com taxistas e representantes da Secretaria Estadual de Transportes Metropolitanos (Metrô, CPTM, EMTU) no Comitê Paulista de Ações para a Segurança Viária.

Um grupo de trabalho foi criado pelo Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) para estudar mobilidade urbana. O Detran disse que o objetivo do comitê é “Estudar medidas para ampliar e estimular o transporte público noturno alternativo ao veículo particular para cidadãos que tenham consumido álcool”.

Uma das medidas em estudo é a oferta de ônibus no trajeto das cinco linhas do metrô durante a madrugada, conhecidos como “corujão”. A ideia é abastecer a rota com linhas de ônibus menores e vans para levar os passageiros das estações de metrô até a região dos bares. A possibilidade de manter o metrô aberto 24 horas foi descartada.

O Detran confirma que a proposta está na mesa, mas diz que ela ainda está em fase de “discussão técnica”. O Estado apurou que o grupo trabalha com a meta de lançar um projeto-piloto em agosto para atender os bares da Vila Madalena, em São Paulo. Posteriormente, a solução seria estendida às demais regiões da cidade.

O grupo também discute soluções para reduzir a tarifa do táxi na noite paulistana, o que foi confirmado pelo Detran. A ideia é oferecer o serviço de madrugada ao preço de bandeira 1, que é 30% menor do que a bandeira 2, tarifa que entra em vigor às 20h.
O grupo tem dificuldade de tirar o projeto do papel pois ainda não encontrou uma fórmula de equacioná-lo financeiramente, disseram fontes que participam das discussões.

Os bares e as fabricantes de bebidas sugerem que a prefeitura cadastre taxistas interessados em oferecer o serviço por preço reduzido. A vantagem é ganhar mais clientes. A proposta, porém, é praticamente idêntica ao projeto “Táxi Amigão”, lançado em 2009, que fracassou por não ter adesão dos taxistas.

Subsídio

Outra possibilidade é que a indústria de bebidas e os bares ofereçam subsídio ao cliente que usa táxi. A proposta é usar a ajuda dos aplicativos para chamar táxi no smartphone para comprovar que o cliente chegou de táxi e oferecer desconto na conta do bar, disse o diretor do 99Taxis, Paulo Veras, que tem oito mil taxistas associados em São Paulo e participa do grupo.

Um projeto-piloto financiado por três associações que representam cervejarias, fabricantes de bebidas e donos de bares está previsto para entrar em funcionamento no próximo mês, também na Vila Madalena, diz o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Joaquim Saraiva.

A meta é financiar as corridas de táxi de cerca de três mil pessoas em um mês com média de R$ 5,00 por cliente – os recursos viriam da Abrasel, da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe) e da Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil). “É um projeto-piloto, mas as empresas não têm condições de financiar o táxi para a cidade inteira”, disse Saraiva.

O diretor-geral da CervBrasil, Paulo Petroni, confirma que discute soluções para “equacionar a questão de beber e dirigir na noite paulistana”, mas diz que “nenhuma decisão foi tomada”.

Mesmo tendo sua venda reduzida pela Lei Seca, a indústria de bebidas vem adotando discurso uníssono de apoiar a nova regulamentação e patrocinar ações para o “consumo moderado”.

A AmBev e a Diageo, dona de marcas como Smirnoff e Johnnie Walker, foram procuradas para patrocinar iniciativas de subsidiar o uso de táxi, apurou o Estado. A AmBev não quis comentar a questão. A Diageo disse que está atuando com a Abrabe e outras associações de classe “em ações para incentivar alternativas de transporte público noturno”.

Fonte: Promoview