Torcedores do CRB querem dar um ônibus ao clube

Um grupo de torcedores do CRB resolveu agir por conta própria e criou uma campanha que busca a aquisição de um ônibus para o clube. A iniciativa foi tomada pela associação CRB Acima de Tudo, que, no seu site oficial, admitiu em se tratar de um projeto “ousado”, mas não impossível.

Isso porque o grupo acredita no apoio da torcida regatiana para a viabilização dessa iniciativa, considerada por eles uma das maiores de toda a história do Galo. Inicialmente, o projeto consta na divulgação do banner da ação de marketing promocional, para lançar a ideia aos alvirrubros.
Posteriormente, serão apresentados os orçamentos dos veículos escolhidos, bem como os prazos para a sua compra. As contribuições para essa campanha podem ser feitas para a CRB Acima de Tudo, além de doações dos próprios regatianos.

Apesar do projeto visar ao clube, os idealizadores da iniciativa confirmaram que o futuro ônibus, caso seja adquirido, será de propriedade da Associação, mas será cedido gratuitamente ao Regatas.

Fonte: Promoview

Ação promo leva para jogar no Couto Pereira

O Coritiba Foot Ball Club está promovendo mais uma ação de marketing promocional exclusiva para seus sócios. Já pensou em jogar uma partida de futebol em pleno Couto Pereira, ganhar um uniforme oficial da Nike completo e ainda uma camisa oficial do Verdão 2013/2014? O Coxa está escalando seus sócios para uma partida inesquecível.

Para participar da ação promocional basta ser sócio adimplente do clube e se inscrever no hotsite até o dia 12/07, às 17h.
Serão 16 sócios sorteados (oito homens e oito mulheres) que terão a chance de vivenciar uma partida especial no gramado do Couto Pereira.

Fonte: Promoview

O papel da liderança é maximzar pontos fortes

A liderança consiste em maximizar nos liderados seus pontos fortes, e, em segundo plano, gerenciar suas fraquezas. Não somos melhores em tudo. Temos dons, predisposições naturais e, como líderes, precisamos saber disso em relação aos nossos colaboradores.

Nas empresas, o papel do líder é também fazer vir à tona o que o colaborador tem como ponto forte. Se você necessita de um vendedor, precisará de gente comunicativa, atenciosa, espontânea. A partir daí, precisa buscar pessoas com esses pontos fortes. Se você precisa de um auxiliar de escritório, terá de encontrar como ponto forte a rapidez, agilidade, capacidade de organização.

Todas as pessoas têm algo de melhor para entregar, mas, precisamos reforçar aquilo que elas mesmas reconhecem como pontos fortes e, como o coelho aparece na cartola do mágico, o “melhor” das pessoas também vai surgir… a melhor parte é que isso não é um truque.

Há muitos talentos não sendo aproveitados nas empresas. Os líderes não se preocupam em descobrir os pontos fortes das pessoas e tentam ensinar, por exemplo, quem ama vender, a trabalhar no setor de cobrança e quem adora ficar por detrás de uma mesa conferindo documentos, a vender.

É como o pai que é médico e força seu filho a cursar medicina, mesmo que o menino sonhe em ser fuzileiro naval. Quase sempre que forçamos as pessoas a seguirem determinadas carreiras, mesmo que elas não tenham qualquer vocação, ganhamos profissionais medíocres no mercado de trabalho. Neste caso, é provável que ganhássemos um médico mediano, e perdêssemos um brilhante fuzileiro.

Obviamente que algumas pessoas se dão bem na carreira que seus pais escolheram, ou naquelas que o dinheiro foi o único atrativo para segui-la. É possível que aprendamos a gostar, e a fazer benfeito um trabalho que no início não era o sonho da nossa vida.

Pergunte para a pessoa qual profissão ela seguiria se ganhasse na loteria? Fora aquelas que dizem que não trabalhariam mais um dia sequer na vida, todas as outras vão revelar o grande sonho da vida profissional.

O que você faria, profissionalmente, se ganhasse muita grana na loteria? Sugiro que, mesmo que não ganhe, de algum modo corra atrás do que respondeu, por mais difícil que seja, porque é isso que vai lhe fazer feliz e vencer todas as tempestades que tiver de enfrentar.

Nós, líderes, temos que criar esse espírito nas pessoas, de sonharem mais, desejarem mais, de correrem atrás daquilo que lhes faz brilhar os olhos, bater mais forte o coração.

Às vezes podemos até não conseguir ser, por exemplo, o engenheiro que sonhávamos, mas, teremos orgulho de ser o melhor mestre de obras que o mundo já viu. Quem sabe não tenhamos forças para libertar em nosso liderado o potencial para se tornar o médico que ele sonhava ser, no entanto, se ele se tornar contador, por exemplo, poderá se tornar médico de empresas, curando seus problemas financeiros, tributários e fiscais.

Procure detectar os pontos fortes das pessoas que trabalham com você. Sem dúvidas, elas terão de realizar tarefas que podem não ser o amor da sua vida, afinal, todos nós precisamos fazer alguma coisa que não temos lá aquele amor por fazer, mas, que no dá dignidade de manter o sustento e o da família, de poder olhar nos olhos dos filhos e dizer com orgulho que compramos um tênis novo, e que, neste ano, ele vai ganhar a mochila nova que não pudemos comprar no ano passado.

Quando você conhece bem seus liderados, sabe o que eles adorariam fazer. Se tiver a oportunidade de deixá-los fazer isso na empresa algumas vezes, permita que façam.

Digo isso porque muitos dos colaboradores que tive eram excelentes músicos. Porém, não seria possível tocar música dentro de um escritório de consultoria. Ou seria? Claro que sim!

Várias vezes convidei meus colaboradores para “agitar” o escritório em épocas festivas, como festas juninas, onde convidávamos os clientes para virem assisti-los. Os colaboradores adoravam, e os clientes também.

Se você tem um operador de empilhadeira, por exemplo, mas ele adora informática, tanto é que está fazendo cursos para garimpar um cargo melhor na empresa, você pode, depois do expediente, ou, quando o trabalho dele estiver calmo, levá-lo até o escritório e permitir que redija alguma coisa, que acesse a internet e procure alguma notícia que você diz que precisa. Vai ver os olhos dele brilharem, e, como agradecimento, ele será o melhor operador de empilhadeira enquanto estiver nessa função.

Fonte: administradores.com

Lições do UFC: quando a arrogância enfraquece a competência

Foram sete anos de vitórias pautadas em dez defesas de cinturão, mas ontem, ficou comprovado que nenhum outro atleta teria facilidade em derrotar o campeão Anderson Silva, exceto ele mesmo. O que leva um ídolo preparado, favorito e dono do título deixar o duelo para o adversário?

O mundo corporativo é pautado em desafios, defendemos um cinturão por dia. A estratégia de ontem é aplicada por todos hoje, o que aumenta o desafio da inovação, da resiliência e da reinvenção dos processos de gestão.

A cada conquista nossos "golpes" são analisados, didaticamente multiplicados e repetidos por nossos pares, mercado, concorrentes… E o novo vira comum, esperado, ensaiado.

Ao mesmo tempo, lidar com o sucesso requer tranquilidade, olhar crítico e humildade. O foco deve ser mantido, a "guarda" fechada, pois até os menos preparados podem se desenvolver e nos surpreender com um "nocaute". E depois que do golpe certeiro, é muito difícil a recuperação.

Devemos entender que o sucesso é um ser nômade, livre e sensível. Não pertence a ninguém, apenas vincula-se a quem acha conveniente enquanto sente-se valorizado. E basta um detalhe não dar certo para que ele procure outro dono.

Dessa forma, tínhamos de um lado a estratégia da arrogância e do outro, a vontade, a disciplina e a coragem. Adivinhem para onde o sucesso foi dessa vez? Mas nada é definitivo e outras oportunidades virão.

Afinal, a derrota também não pertence a ninguém, e logo a determinação de nosso campeão trará desconforto e ela buscará outro lar. E que não seja entre nós!

Fonte: Administradores.coom

McDonald’s de olho na Copa do Mundo de 14

O McDonald’s fez um balanço positivo das ações de marketing promocional desenvolvidas durante a Copa das Confederações.

O gerente de marketing esportivo da Arcos Dorados, David Grinberg, anuncia que os projetos serão mantidos e expandidos para 2014. “Sonho de Craque e capacitação de voluntários da Fifa/Comitê Organizador Local (COL) terão continuidade e serão reforçados no ano que vem”, afirma o executivo.

O “Sonho de Craque” levou 352 crianças para os jogos da Copa das Confederações. A cada partida, 22 crianças – selecionadas por meio de uma ação promocional – entraram em campo com os jogadores.

Para a Copa do Mundo de 14, será um total de 1.408 crianças, entre brasileiras e estrangeiras.

Fonte: Promoview