Ativações, estandes, exposições e festas: Live de Cannes

Talvez tenha sido a expectativa alta, mas a verdade é que os espaços e ativações de marca decepcionaram um pouco em 2013. É com absoluta certeza que afirmamos que o crescimento da categoria de P&A dentro do Palais não se refletiu do lado de fora, nas ações das marcas que vão para Cannes apresentar os seus resultados, identificar tendências e marcar presença junto aos participantes.

Ao contrário de outros anos, porém, vimos as ativações ganharem complexidade e isso, sem dúvidas, foi o ponto mais alto dos espaços promocionais. E chegamos cedo para ver tudo ser montado, como apresentamos no Facebook.
Como já contamos, o estande da China trouxe uma realidade diferente e até mesmo difícil de absorver para o nosso mercado live ocidental.

Já o Google, principal espaço de 2012, repetiu na Riviera um pouco do que apresentou no (imperdível) SxSW em março: o tênis que fala e nos estimula a continuar caminhando, correndo ou exercitando, entre outros objetos do dia a dia que se conectam à internet. E, embora tenhamos ido com grande expectativa para conhecer o Google Glass, ainda não foi desta vez.
Na praia, ao lado do Creative Sandbox do Google, estava novamente instalado o espaço Film Brazil. O design do espaço se supera a cada ano e a proximidade com a praia, a música sempre aconchegante e presença de produtos brasileiros, sob aquele calor mediterrâneo, não deixa dúvidas de que estamos no espaço mais brasileiro de Cannes.
Diferente de 2012, o YouTube não teve um espaço só seu dentro do Palais, mas dentro da plage do próprio Google. O estande em si, contou com uma área mais ampla para palestras e bate-papos e um segundo andar, com vista panorâmica da praia, onde era possível relaxar à sombra e fazer reuniões.
O principal brinde deste ano eram toalhas de praia, onde era possível fazer na hora impressões sob medida com o desenho do seu Android (como nas camisetas, em 2012).
Uma nova área para estandes, chamada “cabanas”, apareceu do lado de fora do Palais. De acordo com Ray Sutters, diretor-comercial do Lions Festivals, a ideia é expandir as atividades por boa parte da orla, hotéis e espaços disponíveis à beira-mar nos próximos anos, com vistas a dar vazão ao aumento considerável de público. Nas cabanas, empresas focadas em gestão de dados, mídia e tecnologia para a comunicação e o marketing.
Do lado de dentro, a “esquina” destinada ao YouTube em 2013, foi ocupada pela Getty Images. Mais de um milhão de vídeos do acervo do banco de imagens passava diante dos olhos dos participantes, sendo possível selecionar com movimentos gestuais, movendo para cima e para baixo, quais imagens assistir.
Os brindes eram bottons e cubos mágicos com imagens icônicas. Também estavam disponíveis bebidas sem álcool para refrescar os dias de calor intenso e sol forte.

A Microsoft seguiu ocupando a frente do Palais, este ano com muita interatividade e Haagen Dasz para os participantes mais engajados. Com Windows 8 disponível em todas as telas, foi possível conhecer mais sobre o software que está mudando a forma como interagimos com os nossos dispositivos. Para completar, uma photoboot, também já presente em ações de anos anteriores, registrava a passagem dos visitantes e publicava direto no Facebook.

No capítulo ‘Festas’, destaque para a de gala na abertura do Festival e para o Yahoo!, que colocou na pista a estrela Jason Mraz, numa das noites mais concorridas da semana.
As maravilhosas e sempre geladas garrafinhas de alumínio alusivas aos 60 anos do Festival, certamente foram o brinde mais querido aprovado este ano. Disponíveis em todo o Palais, à vontade, foi mais ou menos como ter torneiras com Coca-Cola dispensada a todo o momento.
Mais uma vez uma das marcas mais apreciadas do mundo mostrou a que veio e relembrou as razões porquê foi eleita o anunciante do ano em Cannes Lions 2013.

No primeiro andar, onde até então ficavam os jornalistas, foi feita a exposição em homenagem aos 60 anos do Festival.

Por fim, mas não menos importante, um super upgrade para a imprensa, que passou para o quarto andar do Palais.
Esta mudança levou muitos a reclamarem da distância do evento. Nós adoramos, até porquê a sala conectava diretamente com o espaço reservado às coletivas de apresentação dos resultados, facilitando muito a movimentação. E falando em conectar, novamente sofrível a velocidade de conexão, que por vários momentos impossibilitou os jornalistas de trabalharem. Apesar disso, momentos sem poder trabalhar tornaram-se uma boa desculpa para curtir o ambiente: a vista lá de cima é incomparável.
E, embora distante do movimento dos teatros, os organizadores da exposição Act Responsible não esqueceu de fazer uma ativação entre câmeras, microfones, gravadores e teclados dos jornalistas.

Para reforçar a presença desta organização que apoia várias comunidades do mundo da propaganda, compartilhando ações de sustentabilidade e responsabilidade social, uma ação de guerrilha tomou conta da entrada da nossa sala.

Um trabalho para chamar a atenção e relembrar a frase logo na entrada do Palais este ano: “Boa parte dos dias usamos o nosso talento para mudar ideias; esta é a nossa oportunidade de mudar vidas.”

Fonte: Promoview

Petrobras premia melhores ideias para o uso da energia

Já está disponível no site www.petrobras.com.br/ideiaeenergia o resultado da segunda edição do concurso promovido pela Petrobras para descobrir propostas inteligentes e inovadoras para o uso de energia. Os autores das dez ideias mais criativas, originais e relevantes para o futuro da energia no Brasil serão convidados para uma visita técnica a instalações da Companhia. A revista Superinteressante escolherá uma entre as dez sugestões finalistas para publicar.
Os 30 projetos mais votados nas mídias sociais foram avaliados por uma comissão formada por professores universitários, profissionais da empresa e especialistas convidados. Foram 71 mil visitas ao site, 590 ideias inscritas, 27.226 votos por email e 47.531 via Facebook.
O concurso Ideia e Energia reconhece propostas inovadoras para o futuro da energia nas seguintes categorias: Pré-sal (Exploração e Produção), Refino, Logística, Energias renováveis, Preservação ambiental, Eficiência energética e Segurança. O desafio foi promover uma ação para estimular a participação, interação e engajamento do público acadêmico e científico, potencializando o relacionamento e a integração da Petrobras com esses grupos. A primeira edição, realizada em 2011, foi premiada pela Associação Brasileira de Marketing Direto (ABEMD).

Fonte: Cidade Marketing

Oi lança campanha para Copa das Confederações da FIFA

A Oi, patrocinadora da Copa das Confederações 2013 e da Copa do Mundo da FIFA 2014, lança campanha publicitária para mostrar que, independente do lugar e da forma de comunicação que o torcedor escolher, a companhia estará sempre com ele. As peças destacam que a Oi é o meio para que as pessoas possam manifestar suas opiniões, sentimentos e as mais variadas reações a tudo aquilo que o futebol e a Copa proporcionam, seja através dos serviços de voz ou da captura e compartilhamento de imagens e vídeos. A campanha será veiculada em TV aberta, jornais e mídia exterior.

O filme "Multidão", criado pela NBS, retrata diferentes emoções dos torcedores e como elas podem ser comunicadas através dos serviços da Oi. Na primeira cena, cinegrafistas disputam espaço com torcedores que, com celulares nas mãos, registram a chegada de jogadores na porta de um hotel. Em seguida, uma mesa redonda de comentaristas é invadida por dezenas de pessoas que, com seus laptops, também querem postar suas opiniões. Corta para um técnico em campo, acompanhado por uma longa fila de torcedores com tablets em punho, prontos para alterar a escalação do time. O filme mostra ainda a comemoração do passageiro de um carro que assiste ao vídeo de um gol, ao vivo, pelo celular, contagiando um jovem que fala pelo orelhão e moradores de um prédio que compartilham a vibração pelo telefone de casa.

"Nessa Copa os cinegrafistas não vão estar sozinhos. Comentaristas vão ter mais concorrência. Técnicos terão que ser ainda mais atentos. Os brasileiros completam a Copa. E a Oi completa você", resume o filme, enquanto apresenta serviços oferecidos pela companhia: telefonia móvel, banda larga, internet móvel 3G, wi-fi, 4G, orelhão e telefonia fixa. Com a campanha, a Oi reforça o conceito "Oi completa você", lançado neste ano, que põe o consumidor na posição de protagonista. Através de seus produtos e serviços, a empresa oferece formas de completar cada pessoa de acordo com as suas necessidades de telecom, respeitando as diferenças.

Única operadora no Brasil com telefonia fixa e móvel, internet banda larga fixa e móvel, wi-fi e TV por assinatura, em escala nacional, a Oi é pioneira na oferta de serviços convergentes no Brasil.

Fonte: Cidade Markeitng

Pontos Fortes X Pontos Fracos: Como identificá-los e usá-los em benefício próprio?

Todas as pessoas sem exceção têm pontos fortes e fracos. Os pontos fortes convencionam os recursos – a habilidade de alguém para desempenhar com maestria determinadas atividades. A abordagem dos pontos fortes tornou-se um clichê. Seja em entrevistas de emprego ou em eventos sociais, temos como objetivo tentar ilustrar nossas melhores facetas no intuito de sermos legitimados pelas pessoas ao nosso entorno. Afinal, é o que nos torna mais atraentes e interessantes. Nem sempre a pergunta é direta – quais são seus pontos fortes? Mas, de um jeito ou de outro, todos procuram saber o que nos diferenciam das demais pessoas. Isso é fato.

Os pontos fracos caracterizam as dificuldades, pois fala da fragilidade que limita o desempenho do “melhor de si”. Culturalmente, desde que nascemos, somos levados a esconder nossos pontos fracos para nos tornarmos dignos das melhores avaliações. Tudo aquilo que compromete nossa “boa imagem”, acaba virando insumo de recalque. Furtamos-nos de reconhecer nossos pontos fracos e quanto mais investimos energia nesse processo, mais nos tornamos reféns desse padrão vicioso. É importante compreender que nossos pontos fracos, a despeito de não refletirem nossa melhor performance, podem indicar oportunidade de grande aprendizado e crescimento.

É preciso reconhecer que todos nós temos limitações e a perfeição não faz parte da condição humana. Somos por natureza seres imperfeitos em busca da excelência e quanto mais tentamos encobrir nossos pontos fracos mais os tornamos visíveis e, algumas pessoas, percebendo esse movimento, utilizam-se desse artifício como poder de manipulação para nos fazerem reféns. Por isso, reconhecer e aceitar que temos pontos a serem melhorados ajuda a nos posicionar melhor diante das situações.

A ideia é aprender a tirar o máximo de proveito dos pontos fortes e administrar as limitações para ter a percepção clara dos nossos talentos – aquilo que executamos com maestria e nos distancia de um lugar comum; o nosso diferencial. Como também, saber reconhecer nossos pontos fracos – aquilo que requer maior esforço e dedicação no plano de execução. Usar com maturidade o registro de nossas vivências aliado ao conhecimento de si mesmo para a partir daí construir estrategicamente as diretrizes que nos conduzirão ao pódio da realização pessoal.

Como potencializar nossos “pontos fortes”?

Os nossos pontos fortes demonstram nossa fortaleza – o fator único pelo qual somos diferenciados. Potencializá-los depende somente da determinação em aprimorá-los através de treino e sofisticação de técnicas relativas à habilidade ou atividade em questão. Como tudo é diretamente proporcional, quanto maior o esforço melhor será o resultado. No processo de autodesenvolvimento vale dizer que o investimento maior deve ser feito no sentido de implementar melhorias no que tange aos nossos pontos fortes, uma vez que desenvolver as aptidões para as quais já somos propensos é bem mais fácil e prazeroso. Assim, procure desenvolver hábitos dos quais possam mobilizar consistentemente seus talentos.

Como identificar “pontos fracos”, uma vez que é tão difícil reconhecer e aceitar nossas próprias limitações?

O processo de identificação requer uma percepção das nossas fragilidades e nos remete diretamente ao conceito do autoconhecimento. Essa é a premissa básica do reconhecimento legítimo de quem somos e de como devemos nos posicionar. A identificação dos pontos fracos não foge à regra. É essencial que cada um assuma a responsabilidade pessoal de fazer uma investigação honesta sobre si mesmo, registrando seus melhores recursos, como também suas limitações e resistências. Somente ao nos dedicarmos à descoberta das nossas características é que conseguimos perceber e compreender como de fato somos. Uma vez identificados os pontos fracos, é possível equilibrá-los e tirar proveito dos mesmos, utilizando-os estrategicamente a nosso favor.

Somente o alinhamento das facetas fortes e fracas nos permite construir uma direção.

No processo de adequação dos pontos fortes e fracos é essencial ter consciência de que o modo como julgamos os acontecimentos ao nosso entorno influencia nosso humor e interfere na nossa qualidade de vida. Sem limitar-se à discriminação do que é “bom” ou “ruim” é crucial manter uma postura positiva e enfrentar as situações com leveza. O que às vezes nos parece um grande obstáculo pode, de fato, ser uma excelente oportunidade de aprendizado. Respirar e refletir sem ansiedade permite que o improvável nos brinde com boas soluções.

Se você é muito bom em determinada situação, usufrua dessa condição e procure, também, usar esse recurso em benefício de outras pessoas. Seus valores e qualidades expressam sua missão. Dessa forma, quando seus pontos fracos forem um impeditivo, você certamente poderá contar com apoio das pessoas a quem ajudou. A vida é uma via de mão dupla, seus pontos fortes, quando bem utilizados, valerão crédito quando seus pontos fracos ameaçarem suas conquistas. O sucesso da sua trajetória profissional é proporcional ao comprometimento das pessoas em fazerem coro aos seus propósitos.

Waleska Farias

Coaching, Gestão de Carreira e Imagem.

Fonte: hsm.com.br

Converta a pressão em satisfação

Um problema subestimado é que a família costuma crescer mais depressa do que a empresa. Se o fundador tem três filhos, e cada um se casa e tem três filhos, que por sua vez também se casam, dentro de três gerações pode haver 25 pessoas ou mais (incluindo todos os cônjuges) trabalhando ou buscando emprego na companhia. Muitas empresas simplesmente não têm trabalho suficiente para empregar todo membro da família.

A indústria que mais fatura e cresce em todo o mundo é a do entretenimento. Sabe por quê? O ser humano busca prazer desde a infância.

Quantas pessoas vivem cada dia à espera do fim de semana? Observe as mensagens de celebração às sextas-feiras nas mídias sociais. O que você acha dessa: “Hoje é segunda-feira… Mas não faz mal, porque sexta eu me vingo!”

Existem pessoas comum à nossa volta que vivem apenas pelo prazer. Elas querem fazer só o que gostam. E há lógica nisso, pois quando o foco está sobre “aquilo que eu gosto”, minha dedicação natural é maior, e “eu nem sinto o tempo passar”.

É por isso que, para estas pessoas, trabalhar uma ou duas horas fora do horário ou num fim de semana, é uma tortura. E elas veem como “pressão”.

Vamos pensar num atleta olímpico. Ele trabalha todo dia sob pressão, por horas e horas. O que ele busca? Menos um segundo, mais um centímetro ou levantar um peso maior. Ele tem um técnico que faz pressão continuamente sobre ele, impondo critérios inflexíveis… Por quê? Ele tem uma meta, um objetivo.

Se você perguntar a este atleta por que se submete ao duro regime de seu técnico, ele irá rir da sua pergunta! “Ei! É exatamente isso o que eu quero”, ele diz. “Como posso conseguir uma medalha de ouro se não assim? Eu gosto disso”.

Prazer, gostar. Isto atrai cada indivíduo para aquilo que, com certeza, fará com a máxima doação de si. Ele passará horas fazendo o que lhe dá satisfação.

Não será este o segredo do sucesso? Fazer o que se gosta? Mas alguém dirá: “Infelizmente pra mim não é possível fazer o que gosto”. E gostar do que você faz? É possível? Com um pouco de atitude, esforço e auto-programação você consegue.

O problema, portanto, não está na pressão do técnico, do gerente ou do chefe. O problema está na insatisfação.

Quando você encarar a sua função, o seu trabalho e a sua meta com prazer – respeitadas as condições de carga horária, saúde física e psicológica, havendo reconhecimento e recompensa – a pressão terá outro significado pra você. Ela não será contrária, mas favorável. Você irá interpretá-la do mesmo modo como aquele atleta vê seu técnico: como um meio de desenvolvimento pessoal e profissional.

Se depende de você ter prazer, satisfação e gosto por aquilo que faz, escolha isto… e comece a ser feliz no instante seguinte com mais saúde, satisfação e nenhuma raiva!

Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. É autor do livro “Torta de Chocolate não Mata a Fome – Inspirações para a Vida, o Trabalho e os Relacionamentos”, Editora nVersos, 2012.

Fonte: hsm.com.br