Ação promo termina em tragédia no México

No último final de semana, a marca de licor Jägermeister organizou uma Pool Party, na cidade de Leon, no Estado de Guanajuato, no México, que terminou em tragédia, depois que nove jovens foram intoxicados por entrar em uma piscina cheia de nitrogênio e cloro.

Os jovens foram transportados a um hospital, sendo José Ignacio López del Toro, de 21 anos de idade, quem apresentou as consequências mais graves, pois entrou em coma após haver respirado nitrogênio combinado com cloro que estava misturado na água da piscina.
A ação de live marketing consistia em cobrir a superfície da piscina com nitrogênio em gás, porém, a falta de conhecimento dos organizadores do evento, acabou provocando uma combinação letal.

A agência organizadora do evento, Guateque Producciones, e as autoridades locais buscam os responsáveis por realizar as ações para aplicar as penalidades pertinentes ao ocorrido, afirmou o subprocurador de Justiça, Manuel Ángel Hernández.
De acordo com as autoridades locais, agências e marcas devem ter todos os conhecimentos necessários antes de implementar uma ativação. Não basta conhecer o consumidor, também se faz necessário ter a certeza de que o que se pretende fazer é seguro.

Fonte: Promoview

Flashmob une beat box e orquestra na Avenida Paulista

Uma ação de live marketing inusitada parou a Avenida Paulista no dia 10/06, em pleno horário de almoço, quando milhares de paulistanos circulam pela região. O beatboxer Fernandinho Beat Box participou de um flashmob com a orquestra Allegro cantando a música “Tempos Modernos”, de Lulu Santos.

Enquanto a Avenida Paulista seguia seu ritmo cosmopolita e as pessoas caminhavam apressadamente para seus compromissos, uma pessoa caracterizada de contrarregra posicionou uma cadeira no meio da calçada. Pouco a pouco, os músicos surgiram e começaram a tocar seus instrumentos.
Fernandinho Beat Box apareceu e começou a produzir suas características batidas com a boca e um coral com 35 vozes deu início à canção. O maestro João Carlos Martins, que passava pelo local, foi surpreendido pela ação promocional e interagiu com os músicos e a plateia que se formou.

A ação de live marketing foi uma iniciativa da Brookfield Incorporações para divulgar seu novo empreendimento Praça Pamplona, um novo cartão postal para a cidade na Rua Pamplona.
O projeto de uso misto contará com torre comercial, teatro digital, a nova sede do Instituto de Física Teórica e o antigo casarão da rua revitalizado, tornando-se um complexo comercial, centro social e cultural.

Fonte: Promoview

Hands fala da importância de estar em Cannes

Pode parecer estranho para quem olha de fora ou para quem nunca esteve em Cannes. Mas, apesar da presença de profissionais e agências concorrentes, o clima no Palais é de encontro, de torcida e de muita reflexão.

Se a criatividade é uma via de mão dupla, falar de integração implica em não apenas integrar diferentes mídias ou ferramentas, mas também trocar e integrar com colegas de mercado.

Foi na tarde de terça-feira (18/06), que conseguimos reunir diversos profissionais brasileiros de live marketing, uma tarefa árdua de se conseguir, afinal são muitas palestras, encontros e workshops. Uma conversa que, de certa forma, antecipou os temas que serão tratados também no 1º Congresso de Live Marketing.

Entre estas conversas, os profissionais da nossa patrocinadora deste ano, a Hands, Marcelo Lenhard e Enricco Benetti, comentaram alguns aspectos importantes do Festival reforçando sempre a importância de mais e mais agências trazerem as suas ideias para competir em Cannes.
Marcelo, de forma lúcida e realista, defende que o foco não deve ser competir com agências de propaganda, que têm um volume incomparável de projetos. “É preciso experimentar, inscrever da forma que faz sentido para o Festival. A NewStyle é um exemplo que temos que conhecer melhor e nos inspirar”, afirma.

A agência de Cláudio Xavier teve este ano três indicações, porém não levou Leão. Sobre este fato, Marcelo encoraja as agências: “Estar aqui é fundamental. Quando sair Leão para as especializadas, vai ser bom para todos nós, independente da agência que representamos”, finaliza.

Já Enricco sugere caminhos para que isso aconteça com base em sua experiência em grandes agências de publicidade. “A cada ano que passa, sinto que ainda falta know-how para inscrever do jeito certo. E a cobertura que é feita aqui in loco pelo Promoview ajuda muito a entender a cultura das premiações”, destaca.
“As agências de propaganda têm histórico e conhecem o caminho das pedras. Mais do que volume de ideias, falta estrutura de pensamento nas agências especializadas como acontece nas agências de publicidade, que têm metas de inscrição e por busca de ideias a cada ano”, completa Enricco.

Fonte: Promoview

Fidelização B2B

Programas de fidelização e incentivos de clientes B2B (Business to Business) são uma das melhores formas de encorajar e promover empresas a fazer, continuamente, negócios umas com as outras. Eles servem para incentivar os parceiros de negócios, enfrentar a concorrência, aprimorar o lançamento de novos produtos e ainda melhorar o desempenho global das companhias.

Um bom programa de fidelidade pode, na verdade, apresentar resultados impressionantes. Desde o aumento de receita e crescimento do marketshare, até a geração de melhores oportunidades de vendas e o incremento do percentual de compras por parte dos clientes.

Nesse cenário, depois da consagração obtida com os programas de fidelidade para consumidores B2C (Business to Consumer), as iniciativas de fidelidade B2B vêm, cada vez mais, ganhando força e com isso chamando a atenção de um número crescente de profissionais da área de marketing.

A fidelização B2B, no entanto, requer táticas diferentes da B2C, que vão muito além de simplesmente recompensar o cliente pela aquisição de um produto da marca. Compradores do segmento B2B tendem a ter um grau de exigência bem maior do que aquele esperado em relação a consumidores finais. O item mais relevante para eles é que as empresas que atendem esse mercado possuam o entendimento completo dos problemas de seus clientes e tenham a expertise necessária para resolvê-los.

A própria natureza de um programa de fidelização B2B implica em ir além de táticas simples de retenção e, ao invés disso, procura incorporar outras estratégias, tais como: solicitar as percepções dos clientes acerca dos produtos oferecidos, demonstrar empatia com os desafios do dia-a-dia e premiar os melhores clientes com serviços extras, como, por exemplo, fornecendo suporte técnico especial para os membros cadastrados no programa.

Há um elemento estratégico diferencial nesse tipo de fidelização que envolve conhecer a fundo os padrões de compra e preferências do cliente. Não é por outra razão, aliás, que o programa de fidelidade precisa estar perfeitamente integrado ao sistema de Gerenciamento de Relacionamento com o Cliente – o CRM – da empresa.

As práticas de CRM – contando com um banco de dados personalizável e uma ferramenta de Business Intelligence para rastrear e analisar o comportamento de compra das empresas parceiras, utilizando esses dados para melhorar as práticas de negócios com toda cadeia de vendas – são fundamentais em todo esse processo, uma vez que auxiliam na apuração de informações e desenham padrões e métricas para estruturar as ações de fidelização e conquista da lealdade do cliente.

A posse e o conhecimento dos dados é essencial para eficácia de qualquer tipo de fidelização e mais ainda na fidelização B2B. Por meio do uso inteligente de sua base, uma empresa pode, por exemplo, criar promoções específicas ou regras com o objetivo de aumentar o consumo geral de produtos bem como de linhas específicas desejadas.

Outra dica importante para obter sucesso nesse tipo de fidelização é focar nos clientes existentes. Estudo recente da associação de marketing de fidelização Loyalty 360 revela que os esforços de retenção são essenciais, uma vez que pelo menos 20% das novas vendas vêm de clientes antigos.

Fonte: ClienteSA

Do Micromarketing às Macrovendas

Comunicação é só o que há em economia. A grande fonte de vantagem na economia de redes não é tecnologia. É a imaginação.

Informação de valor é aquilo que chama a atenção da mente humana. É a pequena diferença que faz a grande diferença. No mundo empresarial, no marketing e nas vendas, a noção de informação agregada está intimamente ligada a questões de estratégia. No mercado moderno, digital e colaborativo, deverá vir também para a ponta do consumo e do relacionamento, transbordando as fronteiras corporativas.

A mente humana só confere valor ao que sai da mesmice e a surpreende de alguma maneira – surpresa, num claro sentido de descoberta. No consumo 2.0, o que conta é a experiência do cliente com o produto e não o produto em si. Experiência com amplo respaldo de informação de valor, de conhecimento.

Você é um diferenciador quando consegue estabelecer a percepção de que vale a pena pagar mais pelo que você oferta, isto é, você faz o cliente perceber que há algo diferente, único e valioso no que representa.

Em que vai se basear essa diferenciação? No apelo à imaginação, na competência para estimulá-la e gratificá-la. E o que será vendido, afinal, já que, via de regra, o produto não poderá mais ser o centro de nenhuma oferta? Resposta: a experiência, tanto no sentido de sensitivo de “experience”, como no sentido de acúmulo valioso de saberes.

As empresas, independentemente do setor que atuem, terão de ser boas em arquitetar experiências para engajar seus clientes, seja qual for o produto ou serviço.

Homens de negócios terão de ser especialistas no ser humano. Não é somente a tecnologia, repito, mas a imaginação, suportada por amplo conhecimento, que vai contar. Isso não é poesia, é consequência da lógica da informação democratizada pela Internet e seus devices. Todo mundo vai poder participar. Todo mundo que se interessar vai querer viver a experiência de sua oferta à sua maneira. A nova economia é a economia da experiência massiva individualizada.

Produtos e serviços, há tempos, já não são mais o ator principal das ofertas de marketing mais relevantes. Essa é uma das verdades mais simples e menos entendidas no mundo empresarial. O que conta é, cada vez mais é experiência de comer num restaurante e não apenas a boa comida em si, a experiência de dirigir um automóvel especial e não apenas a excelência técnica do veículo. É por essa combinação que o cliente paga… e aceita até pagar mais.

Produtos e serviços “estão” commodity. Isso quer dizer que, na média, não contêm diferenciais suficientes para surpreender. Com commodities não se consegue apelar para a imaginação e a disputa é sempre com base na “força bruta”, do preço X condições. Percebendo vantagem real, o cliente se engaja. Marketing moderno é sobre construir uma sólida base de clientes fãs, parceiros, inseridos na cadeia de valor e colaboração da empresa, reproduzindo as qualidades de sua oferta a outros clientes.

Marketing moderno também é sobre gente. Gente que quer opinar, colaborar, participar, influir, brilhar. Os contextos digitais permitem isso. A Web 2.0 é sobre isso. Criando palcos e canais virtuais para os consumidores, a informação trocada com valor atinge o centro do contexto de compra do indivíduo, o dilema racional-emocional. Em seu processo, ele compara, pondera, sente, experimenta, sente mais um pouco e decide. E o papel do profissional é dar-lhe instrumentos confiáveis para fazer isso herdando um sentimento de ganho e benefício.

O marketing do futuro, aplicado no presente, não só vai reconhecer a contribuição do cliente neste processo de transação, como será totalmente desenhado, a quatro mãos, segundo seu conhecimento e suas experiências. É o Micromarketing eficiente gerando Macrovendas.

Fonte: hsm.com.br