4 gestos pessoais para alavancar seu negócio

Permita que seu cliente diga o que gosta
Encoraje os seus clientes a compartilhar seus gostos e preferências, para que você possa oferecer recomendações mais personalizadas e uma experiência agradável de navegação e compra. Uma maneira de fazer isso é pedir-lhes para participar de pesquisas e sugerir produtos ou mesmo deixá-los indicar, no momento da inscrição, que tipo de conteúdo mais interessa.

Envie um cartão postal a seus clientes
O correio tradicional pode ser muito eficaz na hora de impressionar seu cliente. Poucas empresas ainda utilizam este meio para enviar cartões postais e, muito menos, os comércios eletrônicos. Mas diferente do e-mail, é mais difícil ignorar um cartão recebido em casa, não é mesmo? Aposte nesta opção para se diferenciar dos demais!

Notifique os seus clientes quando um produto chega ao estoque
Quando um cliente tenta comprar um produto e ele está indisponível, dê a ele a opção de aviso quando o produto retornar ao estoque e mande um recado amigável. Mesmo que ele compre em outra loja, esta atitude causa uma boa impressão e é de utilidade, caso o cliente ainda não tenha comprado.

Converse com seus clientes online
Tenha um chat para o cliente abordar questões instantaneamente. Tire suas dúvidas e colete informações para ajudá-lo na compra, oferecendo os melhores produtos para ele. O chat também ajuda na hora de criar mensagens pessoais de acompanhamento pós-venda, através do histórico, e fortalece ainda mais o relacionamento do cliente com a marca.

Fonte: Administradores.com

A importância de uma estratégia bem feita

Recursos Humanos, Marketing, Produção, Logística, Finanças e… Cadê a Estratégia para nortear e coordenar isso tudo?

Tendo em vista o que foi tratado no artigo "Torne-se aquilo que você deve ser" acerca da necessidade de alinhamento do propósito organizacional com o propósito de cada colaborador a seu serviço, buscar-se-á neste texto clarificar o que vem a ser a Estratégia. De antemão, Frise-se que este artigo não buscar esgotar o entendimento sobre o assunto, e sim servir como ponto de partida para quem pretende se aprofundar na temática Estratégia Empresarial.

Como área de estudo da Administração, a Estratégia é um tema recente, tendo Peter Drucker como um dos pioneiros na discussão dele no âmbito das corporações empresariais. Todavia, a Estratégia é assunto milenar, tendo se originado e se desenvolvido no seio das forças armadas. Exemplo disso está num dos grandes clássicos da literatura empresarial acerca do tema, A Arte da Guerra, de Sun Tzu. E o que vem a ser estratégia?

Quando desejamos algo que não temos, planejamos tê-lo. Por sua vez, como processo probabilístico, o planejamento demanda ações que mitiguem as incertezas quanto ao futuro e conduzam aos resultados desejados. E são essas ações (o como fazer acontecer) de que se ocupa a Estratégia. Daí, acrescentamos o indivíduo (aquele que faz acontecer) e chegamos a uma definição empresarial do termo: estratégia é o conjunto de ações que conduzem pessoas e organizações a perseguir e alcançar objetivos previamente estabelecidos.

Embora seja um tema com grande interesse nas áreas acadêmica e de negócios, a Estratégia faz parte de nosso cotidiano de maneira intuitiva: quando pretendemos ingressar numa faculdade ou perder aqueles quilinhos que chegam a pesar em nossa consciência, definimos formas de atingir os esses objetivos. No caso da faculdade, traçamos a nossa estratégia de preparação para o vestibular; quanto aos quilinhos, esboçamos uma dieta e/ou uma série de atividades físicas. O que distingue essas estratégias daquelas traçadas por grandes corporações é o grau de complexidade do processo.

No âmbito organizacional, várias são as maneiras de definirmos a estratégia mais apropriada para que a entidade possa alcançar seus objetivos, aproximando-se, assim, de sua visão e cumprindo a sua missão. Para tanto, há diversos estudos que auxiliam nesse propósito, sendo que os principais na área de Estratégia Empresarial são atribuídos a, dentre outros, Michael Porter e Henry Mintzberg. No caso de Porter, podemos citar as suas três estratégias genéricas:

1. Liderança em custo;

2. Diferenciação;

3. Enfoque (de custo ou diferenciação).

Contudo, uma estratégia que vem ganhando repercussão é a Estratégia do Oceano Azul, de W. Chan Kim e Renée Mauborgne, uma vez que vai ao encontro do movimento de inovação de valor cuja vanguarda é atribuída aos setores de tecnologia da informação e entretenimento.

Para que a estratégia escolhida seja bem-sucedida, ela deve originar-se de um processo profundo e fidedigno de análise interna e externa da organização (daí a importância da Matriz SWOT) e ter plano de ação que garanta a sua devida implementação (nesse caso, a ferramenta 5W2H é uma grande aliada). Além disso, há que se avaliar a performance da estratégia por meio de indicadores balanceados (BSC), a fim de identificar se os objetivos organizacionais estão se concretizando conforme planejado. Se não, procede-se a uma análise dos desvios, principalmente osdesvios negativos, com vistas à tomada de decisão que potencialize os desvios positivos e corrija os desvios negativos.

Adicionalmente, não podemos esquecer a importância do alinhamento entre cultura, estrutura,pessoase demais processos organizacionais à estratégia traçada, visto que as organizações são sistemas. Portanto, cada parte desse sistema deve estar interrelacionada e direcionada ao objetivo programado.

Fonte: Administradores.com

Análise – Sustentabilidade empresarial depende da contabilidade transparente em ordem

Aqui no Brasil, a contabilidade ainda não é valorizada pelos empreendedores como deveria. Em muitas empresas, o setor contábil serve apenas como um instrumento para os órgãos de fiscalização, e muitos executivos não conhecem ou não têm interesse em conhecer as informações importantes que esta área produz. Nesse contexto, percebe-se que dentro da empresa são produzidas diversas informações paralelas não consistentes com os registros contábeis, quando o melhor seria aproveitar ou melhorar as informações já produzidas pela própria contabilidade.

Tomar decisões sem olhar com cuidado para os números contábeis é, no mínimo, temeroso. Um exemplo da falta de cuidado com as informações contábeis está relacionado à não implementação das normas internacionais estabelecidas na Lei 11.638/07 por uma parte relevante de empresas. Essa Lei, em vigor desde 2008 e que determinou a convergência das regras brasileiras às normas internacionais de contabilidade (IFRS), não é específica para contadores, mas, sim, para a empresa como um todo, pois, com as mudanças substanciais que ocorreram, a contabilidade precisa receber informações das demais áreas da empresa para processar as mais diversas transações, como é o caso do reconhecimento dos instrumentos financeiros, revisão da vida útil dos ativos imobilizado/intangível, benefícios a empregados, entre outros. Ou seja, não somente o contador precisa conhecer essa Lei, mas também outros profissionais da empresa, pois a ausência de interação com outros departamentos certamente influenciará o resultado e a situação patrimonial e financeira.

Soma-se à necessidade de atender as diversas legislações fiscais e societárias o fato de que, com a crise internacional, os bancos têm sido mais seletivos ao conceder crédito, analisando com maior detalhe as demonstrações contábeis das empresas, assim como muitos investidores ao optarem por investir parte de seus recursos em economias emergentes, demandam também a apresentação de demonstrações adequadas às legislações e transparentes.

Nos últimos anos, temos verificado um volume significativo de empresas brasileiras acessando e/ou tentando acessar o mercado de capitais em busca de novas alternativas de financiamento para crescer e conquistar novos mercados com recursos mais baratos. Também notamos diversos empreendedores vendendo total ou parcialmente suas empresas.

Embora o volume de negócios seja significativo, ainda está muito abaixo do que poderia ocorrer, pois muitos deles acabam não passando da primeira reunião entre os interessados. Entre os diversos problemas que impedem a finalização de uma negociação, um relevante está relacionado à falta de demonstrativos contábeis adequadas e transparentes já na primeira apresentação da empresa. Essa situação, muitas vezes, inviabiliza qualquer discussão, pois os investidores não dispõem de números precisos e consistentes, e não estão dispostos a esperar a contabilidade ser regularizada. Quando o investidor está disposto a analisar os números contábeis, e esses estão imprecisos, certamente haverá impactos negativos sobre o preço da empresa, já que o comprador/investidor tenderá a depreciar o patrimônio da empresa.

O mercado de capitais brasileiro tem um espaço significativo para crescer, uma vez que existe um número limitado de empresas listadas em Bolsa. Existem iniciativas para simplificar o acesso das empresas a esse mercado, pois, embora estejamos enfrentando alguma turbulência no mercado financeiro internacional, o cenário no Brasil demonstra que investir em ações já é uma realidade na vida de muitas pessoas; ainda que o País careça de uma tradição como a demonstrada pelos mercados norte-americanos e da Europa Ocidental.

Nesse contexto de oportunidades, além de atender às legislações fiscais e societárias, é essencial que as empresas implementem estruturas de governança corporativa, adequem os controles internos e a gestão de riscos e disponham de informações contábeis consistentes, tempestivas e com qualidade para estarem preparadas para receber novos investidores e acessar novos mercados, além de servir como um instrumento de tomada de decisão.

Cada empresa, portanto, deve cuidar adequadamente de sua contabilidade e das informações que produz. Os executivos devem tratar a contabilidade não como ou cumpridor de obrigações fiscais, mas, sim, como um provedor fiel da situação patrimonial e financeira da empresa para a tomada de decisões. Manter contato constante, direto e próximo com seus contadores e estabelecer uma comunicação eficiente, aliada a uma agenda de prestação de contas, são medidas que qualquer gestor ou empresário deve adotar como prática essencial para a sustentabilidade de seu empreendimento, o que sem dúvidas será um componente importante para o sucesso do seu negócio.

Fonte: Administradores.com

Volkswagen cria campanha divertida para mostrar a importância das peças originais

A nova campanha criada pela AlmapBBDO para Peças Originais Volkswagen é composta por quatro anúncios. Cada um deles estampa uma peça que, para olhos leigos, pode ser uma válvula da bomba de óleo, um filtro de ar do motor, um freio a disco ou um injetor de combustível. Mas não são.

Com a pergunta "Viu como é fácil se enganar?", cada anúncio revela a verdade: a válvula é uma tampa de banheira. O filtro é um lavador de alface, o freio a disco é uma placa de moedor de carne e o injetor é uma máquina de tatuagem. E recomenda: "Prefira Peças Originais Volkswagen".

A criação é de Marcus Kawamura, Otavio Schiavon e André Gola. A direção geral de criação é de Marcello Serpa e Luiz Sanches. A direção de criação é de Renato Simões, Bruno Prosperi, Marcos Medeiros e André Kassu.

Fonte: Cidade Marketing

Youtube representa mais de 90% dos vídeos compartilhados pelos brasileiros no Facebook e no Twitter

Realizado por meio do software Buzzmonitor, estudo analisou cerca de 280 mil publicações realizadas nos últimos cinco meses no Facebook e no Twitter

O Youtube representa mais de 90% dos vídeos compartilhados pelos brasileiros no Facebook e no Twitter. Quase 60% das fotos vêm do Instagram. Entre as notícias replicadas nas duas redes, mais da metade são da página do jornal O Globo. Já o Blogspot é responsável por 38% da repercussão dos blogs nesses canais.

As informações são da E.life, líder na América Latina em inteligência de mercado e gestão de relacionamento nas redes sociais, que analisou, por meio da ferramenta Buzzmonitor, cerca de 280 mil posts feitos nos últimos cinco meses no Facebook e no Twitter por usuários brasileiros. A partir desses dados, listou quais as mídias mais compartilhadas nessas redes nas categorias: Blogs, Fotos, Notícias e Vídeos.

Lançado pela E.life em dezembro de 2012, o Buzzmonitor analisa atividades de usuários nas redes sociais e transforma essas informações em dados estratégicos. Com isso, permite às companhias aprimorarem seu relacionamento com os consumidores, contribuindo para a criação de campanhas promocionais e ações pontuais direcionadas ao público-alvo.
Mais de duas mil marcas já fazem uso da ferramenta, única no Brasil a oferecer gratuitamente a íntegra do serviço por período estabelecido.

"Este é o primeiro estudo da E.life com olhar direcionado para o tipo de mídia compartilhada nas redes sociais. As informações compiladas são resultado de um crowdsourcing entre as milhares de marcas que passaram a utilizar voluntariamente o Buzzmonitor", destaca Jairson Vitorino, CTO da E.life.
Abaixo, a lista com os canais mais compartilhados em cada categoria.

Mídias de maior repercussão no Facebook e no Twitter:

Blogs
1. Blogspot – 38%
2. WordPress – 15%
3. Outros – 47%

Fotos
1. Instagram – 60%
2. Twitpic – 26%
3. Flickr – 12%
4. Outros – 2%

Notícias
1. O Globo – 52%
2. Folha de SP – 14%
3. Exame.com – 7,3%
4. Veja.com – 7%
5. R7 Notícias – 4,7 %
6. UOL Notícias – 3,5%
7. Terra Notícias – 3%
8. Vírgula – 2,5%
9. Extra (RJ) – 2,5%
10. Estadão – 2,5%
11. Outros – 1%

Vídeos
1. Youtube – 90%
2. Vimeo – 4%
3. Dailymotion – 1,5%
4. Outros – 4,5%

Fonte: Cidade Marketing