Boulevard São Gonçalo promove sinuca com os pés

O Boulevard São Gonçalo inova mais uma vez e promove um grande evento em comemoração à Copa das Confederações.

Uma mesa de sinuca em tamanho gigante será montada no primeiro piso do shopping para que os clientes possam conhecer uma nova experiência de jogo: o FutBoulevard.
Na brincadeira, as regras são de sinuca, mas os jogadores usam os pés. Sempre em duplas, eles terão que encaçapar as 15 bolas. Os primeiros a conseguirem o maior número ganham a partida. A mesa estará disponível para o público entre os dias 17 e 30/06, sempre das 10h às 22h.

Além disso, até o dia 30/06 o Boulevard irá exibir os jogos da Copa das Confederações em um telão instalado na praça de alimentação. O funcionamento do telão será de acordo com o horário dos jogos a serem realizados durante o campeonato.

De acordo com a gerente de Marketing do Boulevard São Gonçalo, Andréa Pereira, as ações buscam trazer o espírito esportivo para dentro do shopping.

“O futebol é uma paixão nacional e o Boulevard não poderia ficar fora dessa grande festa que será a Copa das Confederações. Esperamos que os clientes gostem da brincadeira e que o evento seja um sucesso”, afirma.

Fonte: Promoview

Cinco dicas ao gestor de e-commerce

Desde o mês passado (mai/2013) já está em vigor o Decreto que regulamenta as lojas de comércio eletrônico e determina, entre outras coisas, que as empresas tenham um serviço de atendimento ao consumidor funcionando 24 horas. Mas como o gestor de e-commerce pode se adequar a estas novas exigências? O diretor de novos negócios da Direct Talk, especializada em produtos SaaS , Software as a Service, para atendimento digital ao consumidor, Rodrigo Zimerman, elaborou cinco dicas para ajudar os profissionais no cumprimento da lei:

1- Atenção aos detalhes: informação nunca é demais, informe ao consumidor todos os detalhes dos produtos na descrição. Quanto mais dados o consumidor tiver no momento da compra, menor a chance de se arrepender e pedir a devolução do produto.

2- Não deixe reclamações sem resposta: além da fiscalização do Procon-SP, os órgãos federais também ficam de olho nas reclamações oficiais das empresas e em redes sociais. É importante monitorar o que os consumidores dizem sobre a sua marca e responder aos questionamentos prontamente.

3- Exponha seus canais de atendimento: as pessoas que compram podem não ser aquelas que procuram os canais de atendimento da sua loja, mas ao mostrar que você está acessível durante a compra, e que assim continuará durante toda a experiência, gera o sentimento de segurança que influencia diretamente a decisão do consumidor. Além de mostrar ao consumidor que você está lá para tirar as dúvidas, também mostra para os órgãos fiscalizadores que está prestando atendimento de qualidade.

4- Automatize os atendimentos de assuntos mais comuns: existem ferramentas com inteligência semântica que conseguem atender bem os clientes a qualquer hora do dia. Desde que seu problema ou dúvida sejam resolvidos, o consumidor tem se mostrado muito aberto a este tipo de atendimento. O custo por um assistente virtual chega a ser 97% menor do que o atendimento humano.

5- Esteja preparado para a sazonalidade: o modelo de software como serviço democratizou o acesso a tecnologias que eram restritas aos gigantes. Busque ferramentas que não demandem grandes investimentos iniciais e que o modelo de comercialização seja on demand. Este formato suporta a sazonalidade da demanda e permite que o investimento seja proporcional ao tamanho da loja.

Fonte: ClienteSA

Anúncios online tem maior impacto que comerciais na TV, diz eMarketer

A TV ainda domina o mercado publicitário. Mas a audiência para vídeos online tem crescido, com 58% da população dos EUA assistindo a este tipo de formato. Há cinco anos este número era de apenas 38%.

Segundo um infográfico da consultoria eMarketer, tal formato é mais eficaz para anunciantes do que os tradicionais comerciais de TV. A lembrança de marca nos comerciais digitais, por exemplo, é de 50%. Na TV, o retorno é de 27%.

O retorno de mensagem, segundo a consultoria, também é maior. 40% no digital, 20% na TV.

Em média, 21 segundos dos anúncios online são vistos pelos internautas, contra 13.6 dos comerciais de TV.

Comerciais no ambiente digital também costumam alcançar públicos difíceis de serem atingidos, como os adultos de 18 a 34 anos.

Fonte: Adnews

Para que serve a lei 12.741/12?

Tenho visto as pessoas comentando, comemorando e se impressionando com o efeito da Lei 12.741/12 que obriga o comércio varejista e os prestadores de serviços a apresentarem ao consumidor os valores ou porcentuais aproximados dos impostos incidentes nos produtos/serviços adquiridos, a quem diga que "esta transparência despertará a consciência da população para cobrar uma melhor aplicação dos recursos arrecadados", entre outras pérolas…

Perdoem-me o vocabulário despreocupado mas acho que tudo que se tem falado sobre a referida lei é uma tremenda "baboseira", com exceção para aqueles que afirmam que ela só servirá para dificultar a vida de contadores e programadores além de onerar ainda mais o empresariado brasileiro.

Na verdade, acredito que os políticos brasileiros cada vez mais aprendem a utilizar as técnicas ensinadas por Maquiavel em "O Príncipe", neste caso ao sancionar a Lei 12.741/12 de certa forma o governo federal caiu nas graças daqueles que esbravejam aos 4 ventos sua indignação contra a carga tributária brasileira, aliás estes desavisados parecem não conhecer o impostômetro que a cada ano atinge marcas espetaculares de arrecadação cada vez mais cedo em relação ao ano anterior, também não sabem que o Brasil tem uma das maiores cargas tributárias e um dos sistemas tributários mais complexos do mundo, já que precisaram da aprovação de uma lei para então tomar consciência de quanto pagamos de imposto sobre qualquer coisa que adquirimos.

Bom finalmente chegamos a resposta para a pergunta que eu mesmo fiz ao iniciar o artigo, afinal "para que serve a lei 12.741/12? Na minha modesta opinião ela só servirá como mais uma medida populista e para complicar ainda mais a vida dos profissionais da contabilidade, dos administradores e dos empreendedores , além de aumentar o custo destes últimos. Aliás a Lei é tão absurda que após o inicio de sua aplicação no último dia 10, a Casa Civil resolveu enviar ainda nesta semana uma proposta para que seja ampliado o prazo de aplicação das sanções e penalidades previstas…(Confira aqui: http://www.casacivil.gov.br/noticias/2013/06/nota-de-esclarecimento-2013-10-06-2013). A atitude da Casa Civil ratifica minhas opiniões, ou seja, diante do disparate só resta reavaliar mesmo, correto?

Então vamos ao que interessa, muito mais importante do que saber quanto se paga de impostos é saber para onde está indo todo este dinheirão, ou seja, onde e como está sendo gasto o dinheiro suado da população brasileira? Isto sim é uma demanda que motiva a criação de uma lei que obrigasse o governo a expor como a montanha de dinheiro arrecadada com os impostos estão retornando para a população. Poucas pessoas no Brasil se dão conta que o problema não é pagar impostos, existem países europeus que têm altas cargas tributárias também e a diferença entre eles e o Brasil é que os serviços públicos têm alta qualidade devolvendo para a população os recursos arrecadados.

Os grandes problemas dos impostos brasileiros é que eles nunca retornam para a população como deveriam, com serviços públicos de qualidade e que respeitem a dignidade humana, em geral pagamos duas vezes para ter segurança, saúde e educação, primeiro para o governo sumir com nosso dinheiro e depois para empresas privadas nos fornecerem estes serviços.

Enfim, para os gênios de plantão (incluindo o autor da lei), não precisamos necessariamente saber quanto pagamos de impostos, mas precisamos saber urgentemente onde e como estes recursos estão sendo aplicados, até para tomarmos nota do montante que está sendo desviado…mas é claro que isso não teria apoio de político nenhum, pois, além de colocar uma lupa sobre a corrupção ainda daria muito trabalho para o governo explicar a aplicação dos recursos, por tanto, é mais fácil repassar o ônus para os profissionais da contabilidade e os empresários e ainda levar o crédito de um governo preocupado com a transparência e com a prestação de contas à população…diante do exposto só nos resta lamentar mais esta insensatez dos nossos governantes.

Fonte: Administradores.com

Comunicação empresarial: um dos maiores bens de uma empresa

Quando falamos em comunicação empresarial estamos nos referindo a um dos maiores tesouros de uma boa empresa, pois sem uma boa comunicação, seja interna e externa, a organização não vai para frente. E hoje ela conta com muitas ferramentas tecnológicas para ajudar neste quesito, como PABX, telefones celulares corporativos, reuniões internas, eventos externos, etc.

Mas como aliar todas as ferramentas para construir uma boa comunicação dentro e fora de sua organização, ou seja, com seus colaboradores e também clientes?

Lógico que, antes de tudo, é preciso fazer um planejamento e ver as áreas onde a comunicação é mais falha para depois investir nesta parte e estudar as possibilidades.

Como saber quando deve investir na comunicação empresarial

Muitos empreendedores possuem bons negócios que vão perdendo credibilidade com o tempo devido à falta de uma boa comunicação organizacional. O erro está justamente em não saber como avaliar este tipo de comunicação e decidir o momento certo de investir nesta área.

Para que você saiba se precisa ou não prestar mais atenção na forma como sua empresa se comunica algumas perguntas sempre ajudam:
•Para comunicação interna:

Meus colaboradores conseguem se comunicar facilmente?

As linhas telefônicas da empresa não ficam congestionadas devido aos colaboradores estarem falando entre si?

A conta de telefone veio alta porque os funcionários fizeram diversas ligações entre eles mesmos?

Os colaboradores estão circulando muito pela empresa para poderem se comunicar, indo de sala em sala e atrapalhando alguns processos, além de ter uma produção baixa?

Os funcionários estão realizando processos errados porque não possuem um canal fácil de comunicação para tirar dúvidas quando os superiores não estão por perto?
•Para a comunicação externa:

Os clientes estão reclamando que ligam e só dá ocupado?

Seus consumidores reclamam que não conseguem falar com o responsável pelo problema porque sempre pedem para ligar em outro momento?

Você não consegue ligar para seus fornecedores porque o telefone da empresa sempre está ocupado?

Sua conta de celular está vindo alta porque sempre utilizar o celular para fazer ligações aos clientes devido ao telefone da empresa estar ocupado?

Se as respostas para estas simples perguntas mostraram que a comunicação está sendo ineficiente e os gastos com telefone também são altos está na hora de ver alguma solução para que sua empresa melhore a comunicação.

Como melhorar a comunicação empresarial

Depois de avaliar que há problemas de comunicação na empresa é necessário analisar onde existe este problema para estudar a melhor solução para ele. Algumas alternativas disponíveis:

PABX: o PABX é uma central telefônica que possui diversas linhas e ramais que podem ser personalizados de acordo com o tamanho da empresa para que os clientes não encontrem sempre o telefone ocupado e para que os colaboradores possam conversar entre si utilizando apenas o ramal, gratuitamente.

Telefone celular corporativo: no caso dos celulares corporativos é preciso avaliar quantas linhas seriam necessárias para os colaboradores que necessitam se comunicar mais enquanto ficam fora da empresa. Eles podem fazer ligações gratuitas entre todos os celulares corporativos cadastrados e ainda possuem descontos em outras tarifas.

Reuniões internas: as reuniões com os colaboradores são uma boa saída quando a deficiência da comunicação está no entendimento de alguns processos, pois eles podem tirar dúvidas. Porém, se não for feita com grande frequência, não tem resultado, além de que deve ser vista como complemento, pois a grande frequência de reuniões pode atrasar a produção dos colaboradores.

Redes sociais: é um recurso de comunicação gratuito que deve ser utilizado pela sua empresa para facilitar a comunicação externa sem grandes esforços e gastos, mas é preciso pessoal treinado para lidar com os consumidores.

Eventos externos: a realização de eventos possibilita a proximidade da empresa com seus consumidores, o que abre oportunidade para cada um expor seu ponto de vista, fazer elogios e críticas. Como no caso da reunião, deve ser algo frequente para dar resultados, mas precisa ser visto como um complemento, já que o consumidor não vai querer esperar um evento acontecer para falar com a organização. Os gastos também devem ser avaliados.

Lógico que estas são apenas algumas formas de melhorar a comunicação empresarial. E você, qual utiliza em sua organização que dá mais resultado?

Fonte: Administradores.com