Starbucks aceitará pagamento via celular nos EUA

Rede anunciou que as 6.800 existentes no pais irão dispor da tecnologia, que funciona somente para os aparelhos iPhone, iPod Touch e Blackberry

Os clientes dos Estados Unidos que quiserem comprar um café ou qualquer outro produto da rede de cafeterias Starbucks não precisarão mais ter em mãos dinheiro, cartão de crédito ou outro tradicional meio de pagamento.

A companhia anunciou que, desde essa quarta-feira 19, todas as 6.800 lojas que possui em território norte-americano começaram a aceitar pagamentos via telefone celular. A tecnologia, por enquanto, está disponível somente aos proprietários dos aparelhos iPhone e iPod Touch (da Apple) e também do Blackberry.

Para utilizar o sistema é preciso comprar o aplicativo Starbucks Card e, dentro das lojas da rede, aproximar o aparelho de um scanner instalado exatamente para o pagamento. Por enquanto, ainda não será possível utilizar o pagamento via telefone móvel com aparelhos que utilizam o sistema Android.

Segundo os dirigentes da marca, mais de um terço dos clientes do Starbucks nos Estados Unidos usa smartphones. Dessa maneira, a intenção é fornecer um meio de pagamento mais ágil e condizente com o estilo do público. O aplicativo da rede também permite o acúmulo de pontos, que poderão ser trocados por produtos nas unidades das cafeterias.

Fonte: MM Online

Qualidade no serviço: uma reflexão técnica

O presente artigo realiza uma reflexão sobre a qualidade técnica e percebida nos serviços, bem como tangencia a relação com os consumidores.

Um dos principais desafios dos gestores contemporâneos é lidar com o incremento constante do padrão de exigência de seus clientes. Num mundo onde a internet reduziu os guetos do conhecimento (parafraseando aqui a filósofa brasileira Viviane Mosé), observa-se que a informação tornou-se aliada dos clientes que passam a ser mais seletivos em relação aos produtos e serviços que consomem. Ao mesmo tempo, dependendo do planejamento estratégico das organizações e da sua relação da organização com o mercado, um amigo ou inimigo sagaz da mesma.

Para a imersão nesta arena sujeita aos desdobramentos subjetivos dos desejos de consumo (fundados no legado cultural de cada indivíduo), a organização deve lançar mão da pesquisa do mercado. Esta é a forma como as companhias ouvem os anseios dos consumidores de forma mais sistematizada. Sabe-se que para cada dez insatisfeitos, apenas um se manifesta. Evidentemente, este um, por padrão cultural, não tende a ser laureado. Pelo contrário: aquele que se manifesta, indicando o problema, para as empresas que não sabem ouvir, torna-se um transtorno, o que sem dúvida, encerra um canal de relacionamento crucial para a sobrevivência das companhias. O empreendimento acessa-se aí a zona de conforto que é letal. O silêncio funciona, até que um concorrente melhor acesse o mercado e acene aos consumidores uma novidade. Neste caso, esses simplesmente migram, por não serem fiéis.

Remeto-me em particular a uma fala de um dos Diretores da Brahma, cuja palestra tive a oportunidade de ouvir há alguns anos em um congresso de Administração em Cuiabá: relatava uma situação onde fora perguntado sobre o que, no entendimento dele, seria o melhor chopp. Ele então, sem trepidar, respondeu: "o servido no copo mais limpo, acompanhado de um sorriso. Se não vier assim e for nosso, por favor, descarte. Não está no padrão". Esta tem sido a visão da maioria das corporações que primam pela excelência, como parâmetro para sobrevivência em mercados onde a fidelização de consumidores, a partir da qualidade na prestação de serviços, se torna uma regra de ouro. O diferencial, portanto, está no atendimento, na capacidade de persuadir o consumidor, com qualidades técnica e percebida.

Como fazê-lo? Inicialmente, para acessar este ambiente, é necessário romper paradigmas importantes, como a crença de que não se precisa melhorar a cada dia. Se não se rompe tal fronteira, certamente se lida com o engessamento organizacional que limita o acesso da inovação. Sem inovação, o ciclo de vida organizacional é restrito, com perecebilidade calculada.

O segundo passo é instaurar um sistema de interface com consumidores, como pesquisas de opinião, ouvidorias ou em nível mais sofisticado, a contratação, de tempos em tempos, de pesquisas de mercado, que ofereçam tendências e também uma fotografia da realidade empresarial.

O terceiro passo é atualizar o planejamento organizacional, frente aos apontamentos indicados por consumidores que se importam com o serviço prestado pelas organizações que freqüenta.

Somente assim, a organização consegue manter-se à frente do seu próprio tempo, não importando a região, mantendo sua longevidade.

Fonte: Portal dos Administradores

Marcas próprias crescem 21% no País, diz Nielsen

Estudo identificou mais de 65 mil itens comercializados sob marcas próprias no varejo nacional

Estudo da Nielsen, que contou com a participação de 331 empresas de varejo, apontou que, nas categorias em que estão representadas, as marcas próprias respondem por 4,8% do valor faturado por esses comerciantes. O resultado, referente ao 1º semestre de 2010, representa um incremento de 21% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Dentre as categorias de maior destaque estão os panetones (38,6% do volume da categoria), derivados de tomate (32%), envoltórios de alimentos (30%), guardanapos de papel (27,7%) e pão de queijo (27,7%). Ao todo, a Nielsen identificou mais de 65 mil itens sendo comercializados sob marca própria no Brasil – aumento de 18% em relação a 2009.

"Um fato relevante é que, nos centros urbanos, 50% dos gastos com produtos de marca própria são feitos nos três principais grupos (Pão de Açúcar, Carrefour e Wal-Mart), que, representam cerca de 40% do faturamento entre os supermercados", ressalta Olegário Araújo, diretor de atendimento da Nielsen.

Presentes no País há décadas, as marcas próprias chanceladas por players do varejo ainda enfrentam resistência para entrarem nos lares dos consumidores. Embora em crescimento, a participação das marcas próprias é pequena no Brasil. Suíça e o Reino Unido, por exemplo, registram, respectivamente, 46% e 43% de share para as marcas próprias. Até hoje, um em cada três brasileiros nunca comprou produtos de marca própria.

Quarta geração

Posicionamentos premium, valores ligados a sustentabilidade e a variedade de produtos – esta a principal aposta de categorias em expansão, como medicamentos e materiais de construção – são as principais apostas dos varejistas para conquistar seus clientes.O Pão de Açúcar vem construindo, com Taeq e Qualitá, dois cases de sucesso no segmento, denominado no grupo como "marcas exclusivas" e com faturamento estimado em R$ 1,4 bilhão em 2010.

Apesar de ter sido lançada dois anos antes do que Qualitá – criada em 2008 e que em 2011 ganhará presença nas mídias digitais –, a Taeq foi concebida com um posicionamento mais avançado. A chamada "quarta geração" das marcas próprias agrega posicionamento premium, produtos exclusivos e embalagens diferenciadas e informativas. Em 2010, o Pão de Açúcar investiu R$ 10 milhões na comunicação, desenvolvimento de novos produtos e a abertura de lojas exclusivas da Taeq nos estabelecimentos do grupo, nos quais, em categorias como arroz integral e barrinhas light, a marca se tornou líder de vendas.

Taeq agrega ainda mais um valor que entra com cada vez mais força na agenda dos varejistas donos de marcas próprias: o da sustentabilidade. Pesquisa da Kantar Worldpanel para a Associação Brasileira de Marcas Próprias (Abmapro) indicou que, dentre os consumidores que têm o hábito de comprar marcas próprias, 70% se preocupam com o Meio Ambiente, 29% compram em embalagens já recicladas (contra 15% no geral) e 45% adquirem produtos biodegradáveis (contra 21% no geral).

Fonte: MM Online

Em Praga, dono de café permite que clientes coloquem preço no que consomem

Além de alimentos, alguns objetos como cartazes de filmes também estão à venda no local

Em Praga, a proposta de um café está chamando a atenção dos clientes. O proprietário, Ondrej Lebowski, de 42 anos, aboliu a lista de preços em seu estabelecimento, o Lebowski’s, e permite que os clientes definam quanto querem pagar por aquilo que consomem. Além de alimentos, há outros objetos à venda no local, como cartazes de filmes e livros, e os clientes podem colocar os preços também nesses produtos. De acordo com o empresário, sua ideia tem sido bem-sucedida e atrai cada vez mais fregueses. “Os clientes tentam chegar ao preço certo. Alguns dão mais, outros dão menos”, conta.

Fonte: Portal PEGN

Brasileiros agora são “High-techs”

Brasileiro gosta de consumir tecnologia! Esse dado foi constatado a partir de um estudo da consultoria Accenture, divulgado recentemente. Revelou-se que os brasileiros lideram as compras de telefones celulares, TVs de alta definição, câmeras digitais, notebooks entre países como Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Rússia, Índia e China.

A pesquisa demonstrou um novo paradigma de consumidores de tecnologia, onde países emergentes ganham destaque em relação aos países mais ricos. Para o cientista social e jornalista, Paulo Roberto Figueira Leal, existem dois fatores que determinam esses dados: a ascensão das classes C e D e a consolidação de tecnologias “sociais” no Brasil.

O primeiro é relativo ao atraso dos países emergentes em relação aos desenvolvidos, “classes que nunca puderam consumir, hoje, com as facilidades de pagamento e com a disseminação dos produtos, apresentam um volume de consumo muito maior do que a dos países mais estáveis economicamente”, diz o jornalista.

O outro fator está relacionado à aceitação de produtos que assegure o contato, hoje o Brasil é líder em utilização de redes sociais, “manter relacionamentos por intermédio das novas tecnologias é uma das condições fundamentais para a inserção social dos indivíduos, a difusão de smartphones, netbooks, celulares se deve a esta condição. Além disso, temos uma construção audiovisual muito consolidada, visto que a programação de TV faz parte da rotina dos brasileiros,” assegura Paulo Roberto.

Com o diagnóstico positivo, a indústria tecnológica não poupa esforços para atrair seu público por meio de inovações. De 06 a 09/01, aconteceu em Las Vegas, a maior feira de tecnologia do mundo, a International CES, que neste ano registrou números recordes, com a participação de cerca de 140 mil profissionais do setor, onde mais 30 mil pessoas eram de fora dos EUA, representados em 80 delegações oficiais.

O empresário juiz-forano Carlos Roberto Zanini, esteve na feira e afirma ter sido o maior evento que já participou. “Estar na International CES foi uma oportunidade incrível de conhecer as tendências mundiais em tecnologia nos mais diversos setores como automóvel , telefonia e mercados de entretenimento”, afirma.

O mercado mundial já se despertou para o potencial do mercado brasileiro, Zanini afirma que é visível o interesse dos investidores, “hoje somos um dos principais mercados no mundo pronto para consumir todas as novidades e tendências apresentadas durante a CES 2011, onde andando pelos corredores foi possível perceber o interesse dos expositores pelo Brasil”, diz o empresário.

Além disso, Zanini afirma que foi uma experiência enriquecedora em sua viagem de Benchmarking, onde pode avaliar a estrutura do evento e captar boas idéias para o desenvolvimento de uma grande feira. “Com imensos pavilhões lotados, gente por todos os lados, palestras simultâneas, quem passava por esses lugares pode ver de perto stands incríveis, personalidades mundiais, atores famosos e muita interação com apresentação ao vivo de Djs, grupo de Dança e artistas performáticos e, claro, uma infinidade de lançamentos e inovações”, narra o empresário.

Carlos Roberto ainda aponta como diferencial a integração entre o público, expositores e organização. “A CES 2011 entrou de cabeça na era das redes sociais , utilizando-se de estrategias de pré-divulgação no mundo da mídia social com infinitos tweets e posts relacionados ao evento. Além disso, durante os dias foram inúmeras ações envolvendo redes sociais , tex-messeger e bluetooth o que promoveu a interatividade como peça fundamental da feira,” diz .

Com uma diversidade gigantesca de tecnologias a International CES 2011 apresentou diversas tendências que prometem movimentar o mercado. Mais de 80 tipo de“tablets”, tecnologia de 4G wireless, câmeras fotográficas em 3D, diversos modelos de TV 3D, aparelhos inteligentes como por exemplo veículos elétricos. Basta agora esperar chegar no Brasil e ver em que posição estaremos no próximo ranking.

Fonte: Promoview