Reebok e Paquetá levam colorados a Dubai

A ação de marketing promocional “Estaremos Contigo“, realizada pela Reebok em parceria com a Paquetá Esportes, para os torcedores do Internacional, de Porto Alegre, entrega os prêmios para os colorados Angelo Augusto Chiattone, Paloma Morais Correa, Tiago Panerai Pereira, Guilherme Patricio Coral e Cristiano Noll, que já estão de “malas prontas” e embarcam amanhã (10/12), às 11h, para os Emirados Árabes.

Eles foram os autores das cinco melhores redações respondendo à pergunta: “Por que você merece ir para Abu Dhabi torcer para o seu time ser Bicampeão Mundial?”. Responsável pela administração do concurso, a Endereço Certo – Soluções em Operações de Marketing irá entregar os prêmios em cerimônia com a presença do coordenador de marketing da Paquetá Esportes, Rafael Bedin.

Os torcedores escolhidos no concurso terão toda a assistência e monitoramento da empresa de marketing. A Endereço Certo administrou desde a elaboração do regulamento, passando pela coleta dos cupons nas lojas e via internet, seleção das melhores respostas e entrega dos prêmios. Conhecidos os vencedores, auxilia agora os colorados ganhadores na confecção dos documentos e durante a viagem para assistir aos jogos do “Mundial Interclubes Fifa”, no qual o Internacional é o Brasil em campo.

Fonte: Promoview

Pontos-de-venda sustentáveis chegam para ficar

Audi, Coca-Cola e Grupo Pão de Açucar já têm a sustentabilidade inserida no conceito de empreendimentos

A sustentabilidade deixou de ser apenas discurso. Com diversos debates em seminários e workshops, as redes varejistas e até concessionárias estão materializando o conceito através de pontos-de-venda sustentáveis. Pão de Açúcar, Audi, Leroy Merlin e Carrefour são alguns exemplos de companhias que estão aprendendo e ensinando aos consumidores como ter atitudes que farão a diferença no futuro.

De iluminação natural a paredes revestidas com material reciclado, as redes de varejo "verde" continuam se multiplicando, mas com cada vez mais pontos-de-venda modernos e econômicos. Apesar do maior investimento inicial nestas lojas sustentáveis, o retorno em longo prazo é vantajoso se comparado aos modelos tradicionais das grandes lojas.

A Audi inovou e lança em breve a primeira concessionária sustentável da empresa no Brasil. O projeto sugere uma fachada que economiza na iluminação e também na refrigeração do ambiente. Além disso, a montadora alemã já trabalha para reduzir os materiais impressos das lojas e o objetivo é chegar a zero em até cinco anos.

Sustentabilidade hoje, amanhã e sempre
Para o Grupo Pão de Açúcar, uma loja sustentável significa uma nova postura e atitude sobre o tema. Até o momento, a rede possui duas unidades sob o conceito. A última inaugurada em setembro deste ano em Ribeirão Preto, São Paulo, teve investimento de R$ 11 milhões contra os R$ 7,6 milhões da primeira loja criada em Indaiatuba (SP). “A de Ribeirão contém mais de 30 iniciativas sustentáveis”, destaca João Edson Gravata, diretor de operações da rede Pão de Açúcar, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A rede varejista terá três novos pontos-de-venda sustentáveis que serão inaugurados em dezembro deste ano, sendo que um deles estará dentro de um projeto de certificação internacional. “A cada obra colocamos ingredientes diferentes. Um tipo de telhado feito com material que potencializa a iluminação natural ou o preenchimento da parede com materiais reciclados”, explica Gravata.

A Leroy Merlin inaugurou no mês passado, em Niterói, no Rio de Janeiro, a sua primeira loja sustentável já com o certificado AQUA (Alta Qualidade Ambiental), por atender mais de 80 itens de sustentabilidade, considerando a concepção e a construção do empreendimento. A Coca-Cola, por sua vez, investiu em fábricas sustentáveis sob o conceito Viva Positivamente com mecanismos para coleta de água de chuva e melhor aproveitamento da circulação do ar. A nova fábrica de refrigerantes da Leão Júnior (foto) fica em Fazenda Rio Grande, Paraná, e segue os padrões da certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design). A estimativa é de que a economia de energia seja de até 23% e a de água 36%.

Economia X preservação
Outras grandes redes que estão investindo em pontos-de-venda sustentáveis são WalMart e C&C Casa e Construção. A primeira inaugurou em abril deste ano uma loja no Morumbi, São Paulo, construída com base em economia de energia e de recursos naturais. Já a C&C tem um ponto-de-venda sustentável na Marginal Tietê com uma torre eólica para captar energia, leds e lâmpadas T5, que diminuem o consumo de energia.

Este é um movimento sem volta. As lojas sustentáveis conseguem unir o útil ao agradável, já que o lojista economiza, o cliente valoriza a postura e o meio ambiente agradece. “Para nós é natural este movimento. A expectativa é fazer com que o consumidor perceba o ponto-de-venda sustentável com esta mesma naturalidade”, diz o diretor de operações da rede Pão de Açúcar.

A Audi é outra empresa que está inserindo o conceito sustentável em suas concessionárias. O projeto ainda está em desenvolvimento e deve virar realidade nos próximos quatro anos, de acordo com o arquiteto Mauricio Marco Antonio, da Gui Mattos, empresa responsável pelo projeto da Audi no Brasil.

Arquitetura sustentável
O objetivo da concessionária sustentável da Audi é aliar os materiais usados na construção de forma que não agridam o meio ambiente. A fachada terá estrutura feita de vidro e alumínio para aumentar a entrada de luz natural, reduzir o consumo de energia e permitir uma melhor circulação do ar. Outra iniciativa será usar Corian no interior da nova concessionária, um material com o selo “Arquitetura Verde” que substitui madeira e pedra com eficiência.

De acordo com Marco Antônio, a concessionária usará cerca de 10 luminárias apenas em todo o seu espaço. “Não é só o lançamento de uma concessionária. É um conceito de atitude porque em breve não terá mais material impresso na loja”, afirma o arquiteto responsável pela criação da concessionária sustentável que deve ser implantada nas 20 lojas da Audi no Brasil em até cinco anos. “Além da arquitetura, os mobiliários serão feitos com madeira de reflorestamento”, emenda.

Com economia de cerca de 30% com relação às lojas convencionais, o Pão de Açúcar trilha o mesmo caminho que a Audi. Apesar do investimento nas lojas ”verdes” ser alto, o retorno em longo prazo é satisfatório. “Para deslocar os equipamentos é preciso investir um pouco mais que o normal. Mas, ao mesmo tempo, é vantajoso por conta da economia de água e energia elétrica no futuro”, completa João Edson Gravata.

Fonte: Mundo do Marketing

Os caminhos do marketing promocional

Pesquisa aponta que eventos e feiras ainda lideram preferência dos profissionais do setor

Entre as ferramentas de marketing promocionais, eventos e feiras ainda lideram a preferência dos profissionais do meio com 29%. É o que revela pesquisa realizada pela Ciagroup, agência de comunicação integrada, na última edição da HSM ExpoManagement. Ao todo foram entrevistados 769 profissionais, de todas as regiões do país, com o objetivo de investigar as opiniões e preferências dos executivos brasileiros. Os programas de incentivo ficaram com 25%; promoções com 17%; viagens de incentivo foram as escolhidas por 15% dos entrevistados e a novidade em ferramenta de marketing, o cartões pré-pagos e gift cards, foram a opção para 10%. Na questão de planejamento de ações para 2013, 26% das empresas vão investir em campanhas de relacionamento, 16% em promoção com premiação e 13% em merchandising e ações em PDV.

Fonte: Ampro

Geração Y – Consumidor multitarefas

Geração Y. Como entender os hábitos de consumo de um público em constante transformação?

Sabe-se que para compreender os anseios e os estímulos que impulsionam o consumo de um determinado público é tarefa de muita pesquisa para os especialistas. E, quando executivos e publicitários se deparam com um novo e lucrativo grupo que está em constante transformação, o chamado Geração Y, também conhecido como geração do milênio, em que as normas e critérios do passado não funcionam mais, cabem, então, mais esforços para a criação de estratégias de marketing eficientes, com o objetivo de fidelizar este público tão instável.
A Geração Y representa uma fatia bem promissora para o mercado de consumo, por se tratar de uma geração que se desenvolve numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica. Essa é a primeira geração que não precisou aprender a dominar as máquinas; nasceu com TV, computador e comunicação rápida dentro de casa tornando-a composta por “indivíduos multitarefas”. Ao mesmo tempo em que estudam, são capazes de ler notícias na internet, checar as páginas do Facebook e Orkut, escutar música e, ainda, prestar atenção na conversa ao lado. Os resultados precisam ser mais rápidos e os desafios constantes. Estudos americanos comprovam que quem convive com ferramentas virtuais desenvolve um sistema cognitivo diferente, que facilita a realização destas multifunções.
Este público possui alguns adjetivos bastante interessantes. Preocupam-se com o ambiente, têm fortes valores morais e estão prontos para mudar o mundo. Em contrapartida, são jovens insubordinados que ganharam autoestima e não se sujeitam a atividades de longo prazo.
Esta geração sofre constantes transformações. Por este motivo, está sempre “ligada”, recebendo fortes estímulos de consumo pelas mais variadas mídias, demonstrando instabilidade na formação de opinião, até porque tem muitas opiniões e não consegue ser fiel a uma marca por muito tempo. Por outro ponto de vista, este público está mais aberto a novas informações, o que também o torna menos resistente.

A pesquisa TRU Study, realizada com 1.500 jovens brasileiros nascidos entre 1980 e 1990, traçou o perfil desta nova geração. Apenas 16% está no mercado de trabalho e o dinheiro provém dos pais, cujos gastos semanais chegam a R$ 54,00. Ainda de acordo com a pesquisa, os jovens da Geração Y são mais tolerantes e menos preconceituosos – 95% acham que os idosos merecem respeito; 80% têm amigos de outras raças e 40% têm amigos com outra orientação sexual. Outro estudo da consultoria americana Rainmaker Thinking revelou que 56% dos profissionais desta geração querem ser promovidos em um ano, por isso as empresas estão flexibilizando as hierarquias, agindo em rede, priorizando a ética e a responsabilidade.

A sociedade está começando a ter consciência e a entender a Geração Y. Os profissionais de marketing estão se deparando com um novo nicho de mercado e se adaptando a novas formas de atuação junto ao mercado teen. Porém, ainda há muita dificuldade em se comunicar com ele, por se tratar de um público que muda com facilidade. Para atingir esses consumidores, portanto, é imprescindível a utilização adequada das ferramentas tecnológicas que estão incorporadas ao dia a dia deles e a elaboração de ações promocionais alinhadas aos seus gostos, desejos e valores.

Marketing 3.0 – Relacionamento na web 2.0

No cenário do marketing 3.0, ouvir o cliente torna-se essencial.

Em seu último livro, “Marketing 3.0 – As forças que estão definindo o novo marketing centrado no ser humano”, escrito em parceria com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, Philip Kotler apresenta as mudanças que o marketing sofreu nos últimos anos devido ao surgimento da web 2.0 e das redes sociais e o que as empresas podem fazer para se adaptar a esse novo cenário.

Segundo Kotler, para planejar estratégias de marketing que enxerguem seus clientes não como simples clientes, mas como seres complexos e multifacetados, as empresas precisam considerar a criação de propostas de marketing de fora para dentro, ou seja, contar com a participação de clientes e stakeholders para fazer sugestões construtivas a respeito de como a empresa pode elaborar suas ações de marketing.

A ideia, portanto, é que a empresa utilize os recursos das redes sociais para se relacionar com seus clientes a fim de conhecer seus valores e solicitar colaboração no processo de construção de sua imagem no mercado. Dessa forma, praticar o marketing de relacionamento deixa de ser apenas um diferencial e torna-se essencial para que as empresas obtenham sucesso junto a seu público-alvo.

Contudo, construir esse processo de criação colaborativa com os clientes não é fácil. Para Kotler, promover essa co-criação exige que a empresa desenvolva o que o ele chama de "communitization", ou seja, que ela participe de comunidades onde as pessoas (clientes ou prospects) conversem sobre seus produtos e serviços e crie novos espaços para que os clientes se expressem.

Assim, se a empresa consegue se aproximar de seus clientes, estabelecendo com eles uma relação de confiança, e se leva em consideração suas sugestões, críticas e opiniões, ela conquista muito mais prestígio no mercado e conquista seu público-alvo mais facilmente por estar diretamente conectada com os valores, desejos e necessidades destas pessoas.