Seda investe R$15 milhões em ativação de produtos

Marca distribuirá oito milhões de amostras de shampoos e condicionadores

A Seda continua investindo para consolidar o seu trabalho de reposicionamento no mercado iniciado em setembro de 2009. Um teste feito pela Knack, empresa especializada em consultoria e pesquisa, percorreu 150 salões de beleza de São Paulo e constatou que nove entre 10 profissionais do ramo aprovam as fórmulas dos produtos.

Para divulgar esse resultado, a marca investiu R$ 15 milhões em ações como a distribuição de oito milhões de amostras dos shampoos e condicionadores em cerca de 25 mil salões no Brasil.

Por Rayane Marcolino

Fonte: Mundo do Marketing

Ações promo da Coca-Cola em alta na Copa do Mundo

O sonho da Copa do Mundo para a Seleção Brasileira acabou, no entanto, as ações de marketing promocional realizadas durante o período em que a equipe do Brasil esteve presente na competição foram muitas e, destaque para as que a Coca-Cola realizou em diversas partes do País.

No Paraná e Interior de São Paulo, a agência Promo+Plus Marketing Promocional, junto com a Spaipa S/A, foi a responsável pela ativação das ações promocionais da Coca-Cola.
O projeto foi segmentado em táticas direcionadas por áreas regionais e faixas etárias.

A primeira delas foi a “Blitz Carregadores da Bandeira Coca-Cola” nas escolas do Paraná e do Interior de São Paulo. O objetivo foi divulgar a promoção, incentivando as crianças a participarem e interagirem com o público por meio de um minicenário de campo de futebol, onde os estudantes puderam tirar fotos, comemorando do seu jeito.

A segunda etapa, chamada de “Promoção Universitários Coca-Cola”, foi realizada nas cantinas das universidades. Foi criado para esse target um jogo de pebolim virtual com Nintendo Wii. A mecânica consistiu em que a compra de produtos da linha Coca-Cola dava direito à participação no jogo. Brindes diferenciados foram entregues aos participantes.

Outras três ações de impacto e de grande visibilidade aconteceram paralelamente.

Denominada “Copa das Escolas Coca-Cola“, esse evento iniciou em maio e foi realizado pela Sportion e em parceria com a Promo+Plus. Reuniu 32 escolas de Curitiba em um torneio de futebol durante quatro dias no Centro de Treinamento Trieste. Cada escola representou uma seleção da Copa do Mundo e a competição foi emocionante, com direito a pódio, medalhas, troféus e show de encerramento. A Copa das Escolas também foi realizada em Londrina e em São José do Rio Preto, com mais 24 escolas.

Simultaneamente, a Promo+Plus criou uma “Carreta Coca-Cola Copa do Mundo Fifa”, um megacaminhão itinerante, medindo 8 m por 13 m, abrindo suas laterais a fim de possibilitar espaço para uma quadra de futebol interna. O espaço comportou várias atividades interativas, além de transmitir todos os jogos da Copa do Mundo Fifa. Essa atração percorreu 11 cidades durante dois meses, com mais de dez mil visitantes.

Outra ação complementar também foi realizada em supermercados de Curitiba, região metropolitana e Ponta Grossa com a promoção “Desafio Coca-Cola”. Na compra de produtos do portfólio Coca-Cola, o consumidor podia participar do jogo “Chute ao Gol” virtual com Nintendo Wii e ganhar como brinde um balde de pipoca Coca-Cola.

Quando do início dos jogos do campeonato mundial na África do Sul, a Promo+Plus idealizou a “Arena Coca-Cola Copa do Mundo Fifa 2010“. A estrutura de 360 m2 foi montada na praça de eventos do ParkShopping Barigui e permanecerá no local até o jogo final da Copa do Mundo, no dia 11/07.
A Promo+Plus, em parceria com a Spaipa, planejou e produziu estas ações e eventos grandiosos, fazendo com que a Coca-Cola marcasse presença neste importante acontecimento, dando amplitude maior ao seu patrocínio oficial da Copa do Mundo Fifa 2010.

Fonte: Promoview

Embalagens ajudam a promover o consumo consciente

Natura, Do Bem e Goóc divulgam práticas sustentáveis em seus produtos

Os rótulos aparecem como um canal eficaz para as empresas que desejam promover o consumo consciente. Prática comum em mercados mais maduros, onde a questão ambiental está inserida há pelo menos uma década, por aqui, a inclusão de selos e certificados que comuniquem práticas sustentáveis, além de informações a respeito de toda a cadeia produtiva, ainda é rara.

A iniciativa, no entanto, tende a se integrar ao dia a dia das companhias, desde que empresas e consumidores façam a sua parte. Natura, Goóc e Do Bem são algumas das poucas marcas brasileiras que já perceberam a importância de serem transparentes em suas embalagens. Esses são exemplos de companhias que se anteciparam em relação a uma tendência que caminha para tornar-se realidade no país.

Segundo o Monitor de Responsabilidade Social Corporativa 2010, realizado pela Market Analysis, 36% dos brasileiros acreditam que uma etiqueta na embalagem é a melhor forma de uma empresa comunicar práticas ambientais. Em 2007, este número era de 27%. No entanto, ainda há um longo caminho a ser percorrido. Apenas dois em cada 10 consumidores brasileiros estão bem informados sobre o comportamento socioambiental de produtos e empresas. Em países da Europa e nos Estados Unidos, por exemplo, são cerca de seis a oito consumidores sensíveis ao assunto a cada 10.

Mais de 400 rótulos internacionais
Enquanto no mundo existem mais de 400 selos, como indica o Dossiê Unomarketing, lançado em parceria com a Revista Ideia Socioambiental, no Brasil, são poucos os produtos certificados. “As pesquisas indicam uma predisposição do consumidor para comprar produtos verdes, mas como poucas empresas usam certificados e falta informação, a compra efetiva não acontece, o que complica a prática do consumo consciente”, explica Paula Faria, Sócio-Diretor da Sator, agência idealizadora do Unomarketing, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Apesar do estudo realizado pelo jornalista Ricardo Voltolini e pelo especialista em mapeamento Luiz Bouabci apontar a existência de mais de 400 selos, na prática, esse número chega a 600. São certificações preocupadas com a questão sócio-ambiental e com o aspecto econômico. Mas há também uma parcela de selos que não é considerada fonte segura.

Como o excesso de símbolos e informações pode acabar sendo mais confuso do que esclarecedor, a International Organization for Standadization criou a ISO 14001, uma certificação voltada para a gestão ambiental nas empresas, com uma série de normas específicas para garantir a credibilidade dos selos.

Mercado movimentou US$ 5 bi em 2008
Em 2008, o mercado de certificações movimentou US$ 5 bilhões, segundo o autor do livro “Branded! – How to Certification is Transforming Global Corporations” (ainda sem tradução para o português). Há 15 anos, não passava de US$ 1 milhão. Em 12 anos, mais de 300 milhões de hectares de terra receberão certificação, o correspondente a 15% das áreas de manejo florestal do mundo.

De acordo com o estudo da Market Analysis, 56% dos consumidores da América do Norte, 54% da Oceania, 29% da Europa, 24% da América Central e da Ásia e 11% da América do Sul afirmam preferir produtos sociambientalmente responsáveis. Os primeiros rótulos obrigatórios surgiram na Europa, nos anos 1940, para destacar a presença de substâncias químicas potencialmente danosas à saúde do consumidor.

Mas foi no final dos anos 1970, com o início do movimento ambientalista, que começaram a nascer os primeiros selos verdes. Em 1977, a Alemanha criou o Blue Angel (foto), ainda hoje garantido pelo Ministério do Meio Ambiente do país. O selo certificou e atestou 3,6 mil produtos, segundo critérios como reciclagem e baixa toxicidade. Em 1988, o Canadá instituiu o seu Eco-logo e, em 1989, o Japão implantou o Ecomark. Também em 1989, os Estados Unidos apresentaram o Green Seal e, desde 1992, a União Europeia mantém o Ecolabel.

Natura é exemplo no Brasil
No Brasil, há 17 anos, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) mantém um programa de certificação ambiental, mas que ainda não teve nenhum selo certificado. Nos últimos meses, o projeto foi retomado e tem sido reformulado para atender a demanda. Segundo a associação, entre os segmentos com contrato já assinado para o processo de certificação destacam-se os de cosmético, têxtil, siderúrgico, pneus reformados, gráficas, divisórias, pisos e tetos e até o de fabricação de fraldas.

Por aqui, a Natura é a empresa de maior destaque quando o assunto é transparência com o consumidor. “A Natura trabalha em todos os pontos: informações no rótulo, certificações e estudo da pegada carbônica. Talvez ela seja a empresa brasileira que mais se aproxima do padrão ideal”, aponta a idealizadora do Unomarketing.

A Goóc é outra marca que também tem o cuidado de orientar e promover o consumo consciente. Com a sustentabilidade em sua essência, já que fabrica sandálias 80% à base de pneus reciclados, a marca busca destacar o cuidado com o ambiente nas embalagens. Nas caixas, os clientes encontram informações sobre o processo de produção e reutilização de materiais.

“Temos o Cadre (Certificado de Arrecadação de Resíduos), que não é estampado nas embalagens, mas é exigido na hora da retirada de resíduos de fábricas de pneus, como Michelin e Pirelli”, conta Wanderley Moreno Tracastro, CEO da Goóc, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Informações devem integrar todos os canais
Como o espaço da embalagem não é suficiente para inserir todas as informações a respeito da empresa, a Goóc criou um informativo para os consumidores que vai dentro das caixas dos calçados. Já a Do Bem disponibiliza em seu site informações sobre o estudo da Pegada Carbônica, informando o consumidor sobre a quantidade de CO² emitida desde o processo de produção até a distribuição.

“Usamos a embalagem não só para colocar o suco, mas também para interagir com o consumidor. Quando terminamos o estudo da Pegada Carbônica, no ano passado, resolvemos colocar não só no site, como também na caixinha, explicando que o material completo está disponível na internet. Tentamos integrar todos os meios de comunicação e todo espaço que temos para divulgar a mensagem de que é possível produzir produtos mais naturais”, relata Marcos Leta, CEO da Do Bem, em entrevista ao Mundo do Marketing.

No momento, a Do Bem estuda a divulgação do selo Kosher em suas embalagens, conquistado no ano passado e dado pela comunidade judaica para “alimentos tratados/preparados segundo preceitos da religião judaica”. Esse critérios referem-se não só ao tipo da comida, como também à maneira de preparo e à combinação entre os alimentos de uma refeição. Para isso, um rabino acompanhou a produção dos sucos da marca e constatou que não era acrescentado nenhum componente químico aos produtos.

Consumidor e indústria em prol da sustentabilidade
A iniciativa de empresas como a Do Bem ajudam a amadurecer o mercado brasileiro de certificações. Pesquisas indicam que o consumidor brasileiro não tem o hábito de ler rótulos, por isso a importância dos símbolos. “As pessoas se atraem por ícones. Investir em imagens que representam questões sócio-ambientais é o melhor caminho para se pensar em rótulos”, acredita Paula.

Cabe às empresas apostarem em comunicação forte para começar a criar informações e utilizá-las nos rótulos de forma eficiente. É papel também dos consumidores valorizar os selos e rótulos verdes e reconhecer a importância do consumo consciente como instrumento para produzir mudanças no modo como as empresas encaram os aspectos socioambientais em seus processos e produtos. Uma iniciativa de destaque mundial neste sentido é o site Ecolabelling.org, uma espécie de termômetro sobre o que é bem avaliado e que explica os critérios de seleção para os selos verdes.

“O consumidor está um pouco mais atento aos rótulos. Antes, ele só olhava a frente da embalagem. Agora, com as campanhas das próprias empresas e a circulação de informações sobre saúde e bem-estar, o brasileiro está ‘virando para os lados’ e conhecendo as informações nutricionais. Gostaria que houvesse um movimento não só por parte dos consumidores, mas também das pessoas que estão inseridas nas indústrias, querendo mostrar para o consumidor o que realmente tem naquele produto”, aponta Leta, da Do Bem.

Por Sylvia de Sá

Fonte: Mundo do Marketing

Batata frita grátis em parada de ônibus

Normalmente, as ações de marketing promocional envolvendo degustação, são realizadas em supermercados, feiras, grandes eventos, enfim, em locais aonde há uma grande concentração de público. Mas quando se tem criatividade, este tipo de ação pode ser realizada em lugares que, para muitos pode parecer sem sentido, enquanto que, para outros, é tida como inusitada.

Muita gente pega ônibus todos os dias para ir ao trabalho, escola, ou outras atividades rotineiras. No entanto, o tempo que se perde enquanto o aguarda pode ser longo e, normalmente, se está sozinho e sem opção do que fazer. Sendo assim, está aí um excelente local para se fazer uma ação de marketing promocional, pois não seria agressiva, não tomaria tempo das pessoas e, ainda, seria muito bem recebida, pois otimizaria o tempo do público.

Foi isso que a marca Kellys de batatas fritas fez na Áustria para lançar seu novo produto, uma batatinha frita de micro-ondas. Certamente as pessoas envolvidas na ação promocional ficaram bastante satisfeitas.

Fonte: Promoview

Gillette deixa elevador “peludo”

A Gillette Mach 3, sempre focada em ações de marketing promocional visando estreitar os laços de relacionamento com o seu público alvo, desta vez resolveu realizar uma ação um pouco diferenciada. Ao invés de anúncios, investiu em uma ação mais direta. Ela cobriu as paredes de um elevador com pelos artificiais deixando apenas as portas com uma textura que simulava a pele “lisinha”, com a frase: “Prefere assim? 98% das mulheres também.”

Fazendo uso de uma ação simples, a marca possibilitou ao público viver uma sensação que fará com que se lembre da marca toda vez que passar por uma situação semelhante ou pensar no tipo de produto.

Fonte: Promoview