O primeiro momento de verdade, mudou…

O consumidor vem apresentando um novo comportamento, antes tínhamos o primeiro momento de verdade agora com o desenvolvimento da internet surge com ela o momento zero de verdade, onde o consumidor passou a interagir com o processo de compra. Antes crescimento das redes sócias o consumidor apresentava dois pontos de vista do processo de compra, tínhamos realmente dois momentos chaves:

Primeiro Momento de Verdade

Quando o produto chegava até o consumidor através de uma comunicação de marketing convencional, despertando o desejo de consumo de acordo com uma estratégia adotada pela empresa. A primeira empresa a dar grande importância para esse momento foi a Procter & Gamble em um artigo publicado em 2005 no Wall Street Journal quando a empresa apresentou dois momentos crucias na relação do consumidor com seus produtos, para eles o primeiro momento era quando o consumidor está no ponto de venda e decide escolher o seu produto ao invés de outro e o segundo momento dá-se quando vai experimenta-lo e avalia se suas expectativas foram atingidas. A P&G acreditava na época que o tempo que um consumidor demora para escolher uma marca no ponto de venda é chamado de "primeiro momento de verdade".

Segundo Momento de Verdade

Após a utilização do produto naquele momento em que usamos o produto pela primeira vez e sentimos as nossa sensações e quando definimos se determinado produto e bom ou não.

Agora com a grande rede, só no Brasil já são mais de 80 milhões de internautas, surge um outro momento de compra denominado pelo livro da Google como ZMOT (Zero Moment of Truth):

Momento Zero de Verdade

O ZMOT (Zero Moment of Truth) foi assunto de um livro lançado pela Google, é o momento em que você pega seu laptop, celular ou algum outro dispositivo conectado à internet e começa a se informar sobre um produto ou serviço que pretende experimentar ou comprar. Hoje 90% das pessoas que utilizam a internet antes de efetuar uma compra pesquisa algo referente ao produto e serviços nas redes sociais. Tenho certeza que antes de ler esse artigo, você já utilizou a internet para fazer essa pesquisa.

Esse novo comportamento do consumidor vem mudando a forma de fazer marketing, pois os métodos antes utilizados pelas empresas já não estão conseguindo atingir os novos consumidores, que atualmente estão em um novo ambiente de compra aonde buscam cada vez mais informações, não mais consumidores que ficam passivos recebendo informações da grande mídia. Acredito que agora os profissionais de marketing tem um novo desafio, que é exatamente encontra o elo desse novo comportamento e conseguir estimular esse consumidor a obter os seus produtos.

Fonte: Administradores

Análise: Qual o comportamento do Consumidor 2.0?

Chegou a hora e a vez do consumidor 2.0, uma nova realidade na qual as empresas devem se ajustar emergencialmente para potencializar suas vendas e divulgar adequadamente suas marcas.

Esta expressão é designada para apontar o novo consumidor e os conjuntos de características relacionadas às suas opções de compras, juntamente com as informações que o leva a tomada de decisão. Isto é, o novo consumidor tem a tecnologia como principal ferramenta de decisão.

A conquista deste consumidor é muito mais complexa do que as simples ações publicitárias, já que a tecnologia proporcionou uma revolução na relação de compra. Atualmente há uma facilidade muito grande de localizar os produtos, maiores opções de compras e, principalmente, um senso muito mais crítico para definição do que e de quem irá consumir.

Exemplo disto é a evolução de sites de reclamações e de direito do consumidor, dentre os quais o mais destacado é o Reclame Aqui. Mas a preocupação vai muito além, pois as redes sociais também são fontes de informações e reclamações atualizadas constantemente.

As redes sociais e internet têm tudo a ver com o Consumidor 2.0, sendo cada vez mais utilizada pelo uso de tabletes, computadores, notebooks e smartphones, equipamentos que fazem com que o consumidor participe ainda mais do mundo virtual. A novidade para empresas é que não basta mais saber expor sua marca, agora se tornou necessária a busca de uma ‘reputação positiva’.

Assim, como vender bem para este público? O primeiro passo, como dito, é a reputação, mas também é preciso pensar em uma página bem feita na rede. As informações da sua empresa devem estar sempre atualizadas, com conteúdo relevante. Com esta regra, suas ações terão muito sucesso.

Pense que seu site ou página nas redes sociais são as novas vitrines de seus produtos, e a apresentação é fundamental para compor uma boa diagramação, além da organização por categoria que permite ao usuário curtir e realizar a compra de forma direta ou indireta.

Mas isso é só o começo, questões como posicionamento em buscadores, dentre outras devem ser levadas em conta. As empresas não podem mais deixar de lado este grupo de consumidores, pois eles são os precursores do que será o consumo daqui em diante. E você, já está preparado?

Ricardo M. Barbosa é diretor executivo da Innovia Training & Consulting, professor de programas de pós-graduação em conceituadas instituições de ensino, Consultor em Gestão de Projetos há 15 anos e já atuou como executivo em grandes empresas como Ernst & Young Consulting; Wurth do Brasil; Unibanco; Daimler Chrysler.

Fonte: Administradores

Conexão África: O Fieldmarketing para franquias brasileiras

Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o mercado de franquias movimentou, no último ano, R$ 103 bilhões. Sem dúvida, o setor desponta como uma boa oportunidade para quem quer empreender com um risco calculado e retorno certo. O grande desafio do empreendedor está em fazer a gestão da loja e atender ao padrão proposto pela franquia.

Há pouco mais de um mês, estive na África do Sul e lá pude ver na prática a dinâmica e o desempenho do varejo deste país. O benchmarking, muito comum para este setor da economia, permite a utilização e adaptação de ideias e técnicas para o varejo brasileiro, o que em geral resulta em boas experiências e novas oportunidades de negócios.

Nesta linha, surge o fieldmarketing, um conceito amplamente divulgado e utilizado na África do Sul e em países como a Austrália, Reino Unido, Índia e China. O fieldmarketing atua em todas as áreas estratégicas para a efetivação da venda nos canais do varejo, desde a coordenação e gerenciamento da operação junto à indústria, até a comunicação nos diferentes pontos junto ao consumidor. O conceito, permite a otimização e a melhoria do desempenho das ações de merchandising e do marketing no varejo.

Durante a viagem, pude conhecer o trabalho do fieldmarketing no ramo de telefonia, tanto em lojas de rede como em franqueadas. O case é interessante para colocar em discussão as práticas utilizadas, agregar novas ideias e revolucionar a relação entre franquias e franqueados por aqui. Para o modelo de franquia brasileiro, o fieldmarketing é, sem dúvidas, um terreno a ser explorado.

As propostas implantadas na rede de varejo de telefonia envolveram o treinamento de equipe, o check list de padronização de lojas e de discurso, a utilização correta e produtiva dos materiais de merchandising e, principalmente, a gestão de pessoas deste ponto de venda.

Munido de uma foto da loja, com todas as indicações e disposição dos materiais de merchandising, a equipe especializada em fieldmarketing checava item por item a validação da proposta. Além da organização e padronização do ponto de venda, o time era responsável por treinar a equipe de vendas e de atendimento ao cliente. A preocupação com o nível de excelência no serviço oferecido é tão grande que o check list envolve desde o uso de uniformes até aspectos ligados à ativação da marca, como a checagem das peças e positivação dos materiais de campanha.

Colocar a gestão da loja sob o conceito de fieldmarketing permite que toda a operação, do treinamento ao aumento do potencial da marca no ponto de venda, esteja alinhada aos resultados de vendas, fidelização de cliente e objetivo da franquia.

O fieldmarketing é responsável por colocar em prática, no ponto de venda, as ações traçadas em nível estratégico. Mais do que garantir que o planejamento concebido pela gestão da marca seja realmente praticado no ponto de venda, o fieldmarketing está apto a indicar os pontos de atenção em uma franquia e corrigi-los com eficiência, proporcionando mais efetividade aos resultados dos franqueados.

Luciana Barreto é diretora de novos negócios da Smollan, empresa líder em fieldmarketing no mundo

Fonte: Administradores

Valor da empresa: uma questão de marketing

Uma empresa deve ser gerida para maximizar resultado, certo? Errado. Primeiro porque “resultado” tem vários significados, diferentemente calculados e avaliados. Segundo porque maior resultado pontual não necessariamente significa uma organização melhor, mais sólida, mais viável, mais valorizada, mais desejada ou mesmo perene.

Toda empresa deve ser administrada para maximizar o seu valor, um conceito fácil de ser entendido se pensarmos nas vantagens daí decorrentes para efeito de busca de crédito, de poder de negociação mercantil e comercial, de atratividade e retenção de talentos, de transações societárias. Fato óbvio, quando lidamos com empresas de capital aberto, mas ignorado por empresas familiares que se enxergam como tendo por finalidade “servir à família”, sem definir o que isto significa, nem avaliar suas implicações.

Raras são as organizações familiares com a percepção de que sua gestão deve objetivar valorização e liquidez patrimonial. Qualquer deliberação de gestão deveria ser condicionada à avaliação positiva dos efeitos para com o valor e a vendabilidade do negócio. Alto lá, dirá a maioria dos familiares, “minha empresa não está à venda, nem tenho a intenção de fazê-lo”!

Aqui cabem três contra argumentos: ao longo do tempo poderá haver mudança de opinião; fatores internos ou externos fora do controle ou da vontade dos acionistas poderão obrigar a venda da empresa; o andar da carruagem pode sugerir a futura abertura do capital o que na prática é uma venda parcial da companhia.

Similar à nossa casa na qual fazemos manutenção para mantê-la vendável mesmo sem a intenção de vendê-la, nosso objetivo deve ser manter nossas empresas valorizadas e com liquidez patrimonial. A consciência estratégica é que só poderemos vender o que alguém quer comprar e pelo preço que este está disposto a pagar. Quem dá as cartas nessa relação é o comprador!

Valor é uma variável mercadológica, baseada em percepção. Este é um dos desafios das empresas familiares: como fazer para que o patrimônio continue valorizado, produtivo e passível de ser vendido. Requer ações proativas e de tecnicidade societária e gerencial, cuja ausência é responsável pela maioria de histórias trágicas ao invés das histórias mágicas.

Telmo Schoeler é sócio-fundador e Leading Partner da Strategos – Strategy & Management, fundador e coordenador da Orchestra – Soluções Empresariais, a primeira e maior rede de organizações multidisciplinares de assessoria em gestão empresarial.

Fonte: Administradores

Propague Promo comemora resultado de eventos

A Propague Promo já considera 2013 como um de seus melhores anos, especialmente após o sucesso de seus dois mais recentes eventos. No dia 27/07, organizou a festa de aniversário de 11 anos da Eisenbahn, no bar que fica junto à cervejaria, em Blumenau.

Foram 12 horas de animação, regada a muito chopp e uma intensa programação, que começou com bandas alemãs e encerrou a noite com um animado pop rock. A Cervejaria Eisenbahn pertence à Brasil Kirim.
Ainda no dia 24/07, a Propague Promo e a Novocom promoveram uma coletiva de imprensa para o lançamento do primeiro Festival Marisol de Balonismo. O encontro aconteceu na ONE Store Marisol, junto à fábrica, em Jaraguá do Sul. Na véspera dos 137 anos da cidade, dois balões fizeram voos panorâmicos com alguns jornalistas a bordo.

O primeiro Festival Marisol de Balonismo será realizado entre os dias 13, 14 e 15/09 e terá a participação de nove pilotos de diversas partes do Brasil, convidados especialmente para o acontecimento.
Em paralelo a demonstração de voos de balões também acontecerá o Festival de Voo Livre, com modalidades variadas de parapente e paraglider, que reunirá mais de 30 amantes do esporte, com apresentações especiais para o público.

Durante o Festival estará aberto ao público o Concurso Fotográfico de Balonismo, que abrange as categorias profissional e amador. As trinta melhores fotos serão selecionadas para participar de uma exposição sobre o evento.

Fonte: Promoview