O Combate começa na mente

É comum vermos numa competição mundial o pódio com atletas estrangeiros e quase sempre um brasileiro em lágrimas, geralmente inconsolável. Isso quando o nervosismo não o tira da competição, quando ele era o favorito. Não é difícil lembrar-se de um esportista brasileiro nestas condições. Agora mesmo você acabou de lembrar-se de um. E o choro seria apenas a emoção eclodindo ou a surpresa de ter ganhado quando nem ele mesmo acreditava que seria possível?

Para os apreciadores do MMA e fãs do UFC, quero aqui resgatar a última luta do Anderson Silva contra Cris Weidman no UFC 162. O programa UFC Inside exibido no canal Combate, trouxe uma entrevista muito curiosa com o Cris Weidman. Seguem alguns trechos da entrevista:

Pode soar como arrogante mão não é. Eu mentalizei diversas vezes a imagem onde estou ganhando do Anderson. Eu me vi várias vezes levantando o cinturão. O Anderson atua diretamente no campo psicológico, minando a confiança dos adversários.

Detalhe: essa entrevista foi concedida antes da luta. Weidman é bacharel em psicologia e fez uma preparação mental intensa treinando além da parte física a sua inteligência emocional.

Segundo o psicólogo e escritor Daniel Goleman, a inteligência emocional é a capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nós e nos nossos relacionamentos.De uma forma mais direta, é a capacidade de administrar emoções para alcançar objetivos.

O padrão mental é trazido à existência por meio de nossas atitudes. Infelizmente nós brasileiros temos sido muito negligentes quando o assunto é a inteligência emocional. Quantos profissionais você conhece com elevado nível de competência, excelente formação acadêmica e que não são bem sucedidos? Quando vamos para o meio desportivo isso é potencializado.

Nós fazemos tudo certo. Somos um povo guerreiro, nos preparamos e treinamos pesado, mas quando chega na hora muitas vezes acontece tudo diferente de como imaginávamos. Talvez você tenha se lembrado da nossa seleção brasileira de futebol sendo diversas vezes desestabilizada psicologicamente por seus rivais e perdendo uma partida em que eram os favoritos. Os exemplos sobram. Somos conhecidos por sermos um povo irreverente e que costuma quebrar “protocolos”, mas a verdade é que temos dificuldade de cumprir os protocolos por causa do nervosismo. A quebra do protocolo funciona como calmante psicológico. Mas é preciso aprender a controlar a variável psicológica. Já está na hora de unirmos o preparo técnico com a inteligência emocional.

Em outra entrevista, também um lutador de MMA, após perder uma luta em que ele era o favorito, revelou ao entrevistador:

“Não quero aqui dar desculpas, mas quando estava no chão tentando finalizar a luta, alguém da platéia gritou o nome de minha filha, foi neste momento que eu perdi a luta. Ela está internada fazendo tratamento contra um câncer.”

Quando o campeão dos pesos pesados do UFC Júnior Cigano perdeu o cinturão para Cain Velasquez. Cigano estava no auge do processo de divórcio e o seu mestre Yuri Carlton informou que isso foi decisivo para a derrota do campeão. O nocaute de Cris Weidman sobre Anderson Silva aconteceu antes da luta. Foi tudo planejado e visualizado na mente de Weidman. Foi nesse terreno que ele derrotou o grande campeão Anderson Silva.

E você? Consegue imaginar-se alcançando aquele sonho? Será que você está realmente preparado para alcançá-lo? O que é que te desestabiliza? O que é que bloqueia suas habilidades? Quantas vezes você já foi prejudicado por não estar preparado mentalmente para uma situação em que poderia ter se preparado?

O coaching é um processo profissional amplamente consolidado na Europa e nos EUA e eles já entenderam a algum tempo que atitude é tudo. O trabalho do coaching passa pelo observador externo que tem uma capacidade privilegiada de observar e orientar o seu coachee com ferramentas eficazes para atingir os seus objetivos, potencializando as suas habilidades e talentos, aumentando o seu desempenho consideravelmente. Num processo de coaching há oportunidades de se trabalhar de forma intensa o desenvolvimento da inteligência emocional orientada para objetivos específicos, preparando-o para os riscos reais e ameaças que habitam no percurso para o êxito.

Tem muita gente que continua apanhando dos medos, dos traumas, da vida, da falta de preparo e treino da inteligência emocional.

Segundo Louis Paster, a sorte favorece a mente bem preparada. Conhecer a si mesmo é premissa fundamental para aqueles que querem vencer a grande batalha mental, onde a mente preparada nocauteia até os grandes campeões.

Fonte: Administardores

O líder estratégico

Um chefe mal-humorado atrai pessoas mal-humoradas. Consequentemente, e também logicamente, o mau humor se espalhará por toda a empresa.

Procure espalhar para as pessoas ao seu redor o que você tem de melhor. Pense em uma qualidade que certamente você possui. Você é alegre? Simpático? Extrovertido? Você é uma pessoa de confiança? Transmite segurança? Carismático?

Identifique sua qualidade e transmita todos os dias para as pessoas. Contribua com os seres humanos que você convive, deixando que eles cresçam com a sua qualidade. Você certamente irá crescer com as qualidades deles também.

Mas, antes de tudo, para que você seja um líder que conquiste seguidores, para que você faça acontecer, para que você desenvolva nas pessoas e em si mesmo os conceitos de liderança são necessários alguns ajustes. O primeiro deles é manter o equilíbrio entre razão e emoção, saber motivar e motivar-se, liderar e liderar-se, enfrentar situações corriqueiras do dia-a-dia centrado em si e enfrentar-se. Mas o que significa equilíbrio entre razão e emoção?

Isto quer dizer utilizar a razão sobre os fatos e acontecimentos. É preciso utilizar a emoção para planejar acontecimentos e colocá-los em prática com a razão.

As duas partes precisam estar em equilíbrio constante, independentemente do que você tenha a fazer, ou de uma decisão que tenha que tomar e até mesmo de uma função que você tenha que exercer.

Devemos alinhar os objetivos de um líder com as capacidades de realização de um colaborador. Saber ouvir, traduzir de uma forma simples, clara e objetiva o que precisa ser executado e como se quer que seja executado, saber delegar, etc.
É preciso sonhar, querer conquistar, planejar, evoluir…

Quando você sonha com o equilíbrio entre razão e emoção, você faz acontecer, no mundo real, o que até então era somente um sonho.

A inovação empresarial, através do entendimento da importância de trabalhar em equipe e da influência da cultura organizacional na formação de um contexto que cria a realidade da empresa, é um fator determinante no mercado de trabalho.

Para que tudo isso aconteça, vamos tomar como impulso a seguinte frase: Vontade de Vencer! O primeiro passo para que as situações comecem a mudar é ter vontade de fazer acontecer, vontade de trabalhar para que as coisas mudem. Saber como, onde, quando e porquê; traçar um bom planejamento, específico e detalhado de como será o seu projeto de vida, quanto tempo irá levar para que as situações comecem a mudar, qual caminho você vai percorrer para conquistar as suas metas, o que esta mudança vai acrescentar na sua vida e na vida das pessoas à sua volta. Como ser líder de si mesmo, e de outras pessoas, trazendo à tona o seu melhor e o melhor de cada ser humano, desenvolvendo suas qualidades e potencialidades.

Todas as pessoas ajudam umas as outras nas suas dificuldades e aprendem com as suas diferenças, todos os dias, em todos os momentos. Uma pessoa pode colaborar com o conhecimento e o aprendizado de todos dentro da empresa e em suas vidas pessoais.

É essencial que o colaborador deseje mudar, rever seus conceitos, comportamentos e atitudes. Pessoas que cuidam do equilíbrio entre razão e emoção estão sempre abertas a aprender, inclusive com seus próprios erros.

Errar faz parte do cotidiano de todos nós, corrermos riscos também, mas o que realmente importa não é o quanto nós erramos, mas sim o aprendizado que tiramos do nosso erro e a correção de rota que fazemos.

Tudo o que acontece no nosso dia-a-dia serve de aprendizado, serve de lição de vida… É uma evolução constante, progressiva. A nossa escada de evolução serve para nos levar até o patamar que desejamos estar!

Suba na sua escada de evolução!

Fonte: Administradores

Marcas próprias ou tradicionais?

Diante de um ambiente de negócios cada vez mais competitivo, as organizações brasileiras vêm procurando atuar nos seus segmentos através de uma maior interação entre as empresas e seus mercados, a fim de conseguirem atender ás necessidades e os desejos de seus consumidores.

Para alguns observadores essas mudanças no ambiente empresarial produzem efeitos sobre o que está sendo vendido, sobre o que está sendo comprado e sobre como é realizada a venda.

É nesse ambiente de concorrência feroz que as empresas buscam estratégias de crescimento, de aumento de participação de mercado e de aumento de sua lucratividade.

Para muitos estudiosos as marcas próprias proporcionariam vantagens comparativas sobre os concorrentes e aumentariam a lealdade dos consumidores aos varejistas e às lojas que as utilizariam.

Para outros observadores, as empresas que investiram grandes estruturas em suas marcas levariam vantagem, pois existe a crença de que marcas tradicionais ofereceriam mais benefícios do que custos aos consumidores.

Sendo assim, veremos a seguir algumas considerações sobre essas duas questões para que o próprio leitor julgue os aspectos competitivos e chegue a sua própria conclusão sobre o que é melhor para os varejistas e consumidores:

– As marcas próprias não são exatamente uma novidade, pois existem registros de casos no Reino Unido em 1869, na França em1929 e na Suíça em 1925.

Mas, as marcas próprias só ganharam corpo a partir de 1980 através do enorme apetite das indústrias, as quais passaram a forçá-las aos varejistas, aos atacadistas e às lojas de departamento brasileiras.

Os produtos considerados marcas próprias são aqueles itens de consumo que podem ser produzidos – ou etiquetados – por varejistas, atacadistas ou lojas de desconto tais como os sabonetes, achocolatados ou os detergentes.

Esses são apenas alguns dos inúmeros exemplos de exploração e uso das commodities pelos consumidores que estão atrás de preços mais baixos.

Produtos com características semelhantes entre si assumem a imagem de commodity ao abocanhar expressivas fatias de mercado das marcas tradicionais e jogar seus preços no mesmo nível das expectativas financeiras de alguns consumidores.

Existem consumidores que, quando o dinheiro está curto, saem em busca de maiores quantidades pelo dinheiro que dispõem para gastar naquele momento.

Dessa forma, pode-se dizer que a recessão econômica motivou o crescimento das marcas próprias e acabou valorizando a importância das commodities.

Algumas marcas próprias de sabões em pó, detergentes, fraldas descartáveis ou massa de tomate evoluíram do “quebra-galho” até ao destaque no bolso e no coração de alguns consumidores.

E pior de tudo isso é que o item “distribuição” veio para prolongar a permanência na UTI de algumas marcas tradicionais, pois algumas redes varejistas estão eliminando negócios com fabricantes que não entregam seus produtos rápida e eficazmente.

O fato de alguns varejistas comprarem grandes volumes dos fornecedores de commodities lhes confere um tratamento especial nos prazos de pagamento e de entrega, o que força os fabricantes de marcas tradicionais a se tornarem eficazes na distribuição de seus produtos.

Diante disso, a disseminação da percepção de commodities pelos consumidores poderá ser fatal para as empresas que construíram sofisticadas estruturas de marcas, uma vez que alguns consumidores podem se decidir comprar produtos genéricos – e não marcas – se não forem convencidos de que os seus custos mais elevados ofereçam benefícios de curto prazo.

Porém, como a variável “preço” fornece vida aos produtos commodities – rotulados em sua maioria pelas marcas próprias – as organizações que se sentirem ameaçadas possuem nos diferenciais de qualidade e criatividade suas melhores ferramentas de combate.

Em verdade, pesquisas apontam que pouquíssimos compradores em sã consciência e com dinheiro para optar irá se aventurar na escolha de uma marca qualquer em detrimento de uma que ele já conhece e, pela qual, ele possa pagar.

Outro fator que desestimula a proliferação das marcas de commodity é a necessidade de equilíbrio em uma guerra de preços, o que fornece baixas margens de lucro para aqueles que puderem suportá-las.

É certo que, quem fabrica o que vende e exerce eficiente controle sobre os mecanismos de produção, distribuição e vendas, certamente é um competidor muito bem estruturado no ambiente de guerra mercadológica.

Fonte: Administradores

17 dicas poderosas para você construir um networking inteligente

Networking é a união de duas palavras net (rede) e working (trabalhando), e consiste na rede de contatos que uma pessoa possui e como esta utiliza-se disso para aumentar suas probabilidades de ascensão profissional. Em outras palavras, são os relacionamentos pessoais, comerciais e profissionais que uma pessoa mantém com outras e o quanto esse fator qualitativamente e quantitativamente contribui para o sucesso profissional da mesma.

Sabemos que os relacionamentos interpessoais possuem um valor imensurável em nossa geração, haja vista, que a competitividade é acirrada e apenas títulos e experiência profissional não bastam mais para que uma pessoa possa obter boas oportunidades profissionais, pois, somente aqueles que gozarem de bons relacionamentos terão as melhores oportunidades em suas mãos.

Infelizmente, a maioria das pessoas não possui dimensão da importância de uma rede de relacionamentos para a sua vida, sendo assim, somente buscam valorizá-la quando precisam de ajuda urgentemente (como na busca por uma vaga de emprego, por exemplo.), ou seja, buscam amigos por interesse, e não por apreciarem sua amizade, e isso, sem dúvidas, é inadmissível. Nessa era em que vivemos, globalizada e dinâmica, o ser antissocial sofrerá duras consequências no mercado de trabalho, haja vista, que o mesmo vive em um mundinho pequeno que foi criado por ele mesmo, onde a timidez e o medo das pessoas são os principais fatores norteadores desse lugar.

Sendo assim, é importantíssimo criar uma grande teia de amigos, criando várias conexões para que seu leque de opções seja variado, gerando vantagem competitiva. Parece ser algo simples e de fácil consecução, no entanto, as pessoas confundem quantidade com qualidade, pois, pensam que conhecidos e amigos são a mesma coisa.

Evidentemente, o amigo é aquela pessoa que você criou afeto e gerou credibilidade, de modo que o mesmo enxerga em você uma certa confiança, pois, estabeleceu uma imagem positiva da sua pessoa, principalmente nos momentos em que houve troca de favores, sendo assim, é uma pessoa que estará sempre disposta a auxiliá-lo, fortalecendo esse laço.

Já o conhecido é aquele sujeito que você conhece, mas que não estabelece vínculo, ou seja, ele é apenas uma pessoa que você cumprimenta por educação e que pouco conhece de sua vida.

Sem dúvidas, para estabelecer um bom networking é necessário que você tenha amigos, sendo assim, é fundamental investir em boas amizades, onde haja ajuda mútua de ambas as partes, interesse em estar junto para compartilhar os momentos de lazer, bem como espaço para tratar de negócios. Fazendo isso, você verá que aos poucos, suas alianças irão crescer e em muito pouco tempo você irá agregar notoriedade na sociedade e consequentemente crescerá profissionalmente.

Mas, para que o seu networking seja produtivo é necessário que você interaja com pessoas de todas as áreas relacionadas ao seu negócio, de modo a chegar em um denominador comum entre as partes, possibilitando uma relação ganha-ganha, ou seja, não pode ser uma via de mão única, para que uma das partes não se sinta usada.

Seus amigos serão úteis para troca de conhecimentos, experiências, atualizações e conselhos, de modo que é fundamental ter algumas pessoas para contar nos momentos de insegurança e dificuldades, pois, o ser humano nasceu para interagir com o outro. Quer um exemplo? Pegue um ser humano que vive em uma aldeia, isolado do mundo e sem ter sido educado para interagir nos padrões de nossa sociedade e ande com ele pela cidade de São Paulo, por exemplo, fazendo-o interagir, trocar experiências e aprender novas coisas. Você verá que apesar das dificuldades, em pouco tempo de mudança, o mesmo irá evoluir consideravelmente e logo será um novo homem, ou seja, assim como esse ser que vivia isolado do mundo, nós, cidadãos globalizados, também crescemos com essa interatividade social.

Confira, abaixo, 17 dicas para a realização de um networking inteligente:

1 – Frequente uma multiplicidade de locais: o networking pode ser estabelecido em qualquer lugar, sendo assim, quanto maior for a variedade de locais que você frequentar, maior será a probabilidade de estabelecer vínculos, sendo assim, tenha sempre em mãos seu cartão de visita e esteja sempre disposto a conhecer e fazer amizade com novas pessoas, seja em congressos, viagens, lazer, etc.

2 – Use a internet: não podemos negligenciar a importância das redes sociais no mundo em que vivemos, haja vista, que as mesmas representam uma ferramenta poderosa para aproximação de pessoas com objetivos comuns. Sendo assim, selecione as pessoas que são interessantes para você, adicione-as e busque estabelecer um relacionamento forte com as mesmas.

3 – Tenha assuntos em comum: busque conversar sobre assuntos que a outra parte tenha prazer e que você também domine. Um bom exemplo é um time de futebol, ou, sobre um livro interessante, ou, sobre a família, enfim, busque ser interessante para que a conversa flua.

4 – Tenha sempre disponibilidade para ajudar: seja uma pessoa pró-ativa, ou seja, busque ser alguém que sempre está disponível para auxiliar as pessoas, de modo que as pessoas se lembrem de você em um momento de necessidade.

5 – Mantenha seus contatos ativos: de nada adianta estabelecer um contato apenas uma vez, ou seja,não deixe que as pessoas se esqueçam de você. Use a criatividade para fazer uma ligação, enviar um e-mail, ou comparecer a um local, de modo que as pessoas vejam que “você está ali” e principalmente que você interage com elas.

6 – Seja simples: saber se expressar com clareza de forma que o outro compreenda sua mensagem corretamente é um dos desafios em um diálogo. Daí a importância da simplicidade na comunicação, de modo que o outro sinta-se a vontade para expressar suas ideias e pensamentos, evitando desconfortos.

7 – Valorize a diversidade: cada ser humano possui sua maneira de pensar, agir e falar, ou seja, é fundamental aceitar as diferenças, evitando preconceitos, pois, o mundo é múltiplo.

8 – Seja uma pessoa aberta: busque constantemente conhecer novas pessoas, de modo a ampliar sua rede de contatos. Além disso, reserve um tempinho para interagir com aquelas pessoas que você já não vê a algum tempo, trazendo-as de volta para seu cotidiano.

9 – Seja eclético: seja uma pessoa culta, ativa, e polivalente, privilegiando o conhecimento (leitura, palestras, etc.), a variedade de ambientes frequentados (teatros, cinemas, etc.), e a pluralidade de atividades dominadas (como saber dançar, praticar rapel, etc.), de modo a ampliar suas capacidades.

10 – Seja verdadeiro: não busque mudar seus pensamentos para agradar uma pessoa, pelo contrário, seja você mesmo, pois assim, você terá a certeza de que a pessoa realmente gosta da sua pessoa e não de um possível personagem que você montou para agradá-la. Além disso, seja ético em suas relações e não busque “atalhos”, pois, os mesmos, são como um boomerang, ou seja, sempre se voltam contra você.

11 – Não seja uma pessoa negativa: o ser negativo afasta as pessoas, pois, tende a reclamar de tudo, inclusive de outras pessoas. Seja positivo e busque sempre ser bem humorado, pois assim, você será sempre lembrado como uma pessoa de sorriso no rosto e que transmite entusiasmo e alegria.

12 – Seja como um maestro: tente conduzir as conversas, expressando seus pensamentos e incentivando a outra parte a contribuir com suas opiniões, pois assim fazendo, você criará um ambiente de debates saudáveis e inteligentes.

13- Indique as pessoas nas quais você possui um certo grau de confiança: dar boas referências sobre aqueles que ostentam credibilidade para com a sua pessoa é um ato justo e nobre, haja vista, que é uma oportunidade de ajudar três pessoas, a saber: você (que estará ajudando um amigo), o amigo (que será ajudado) e o interessado em um grande talento (que estará levando para próximo de si, uma pessoa confiável e talentosa).

14 – Busque lembrar o nome das pessoas: lembrar o nome das pessoas é um ato que demonstra atenção, cordialidade e cavalheirismo. Outro fator importante a se lembrar é a questão da data de aniversário, pois, é uma data marcante para a maioria das pessoas, sendo assim, não podemos nos esquecer desse dia.

15 – Nunca procure as pessoas apenas para pedir um favor: como já mencionado no artigo, estabelecer um contato com alguém somente para obter um favor é um ato medíocre. Por isso, busque se aproximar das pessoas o tempo todo e não somente quando precisar de ajuda, pois assim as pessoas saberão que você gosta delas e não do que elas tem a oferecer.

16 – Atualize as pessoas sobre o que você está fazendo: trabalhe para que as pessoas saibam um pouco de sua vida (com o que está trabalhando, quais são os seus projetos futuros, suas viagens, etc.), pois assim, as pessoas se sentirão parte de sua vida.

17 – Tenha cuidado ao se expor: lembre-se: algumas pessoas estão esperando o seu erro para atacá-lo. Sendo assim, tenha cuidado com aquilo que você compartilha com as outras pessoas. Postagem de fotos comprometedoras em redes sociais, ou, excesso de liberdade dada a uma pessoa que não tem tanta intimidade, podem ser fatores comprometedores para a sua imagem.

O networking é um dos grandes investimentos de nossa época, pois, relacionamentos de qualidade são a chave para abrir a porta das oportunidades e nos transformar em profissionais bem sucedidos. Sendo assim, devemos gastar tempo, labor e dinheiro em prol desse rentável investimento.

Fonte: Administradores

Dicas para vender o invisível

Em prestação de serviços, como é o caso da área de saúde, o bom marketing começa exatamente com seu serviço prestado, ou seja, o coração do marketing de serviço em uma análise direta, é o próprio serviço.

Marketing

Uma visão simplista do termo marketing leva a diversos equivocos. Muitos acreditam que marketing significa:

• Publicidade

• Anúncios

• Folders

• Cartazes

• Placas

• distribuir panfletos na rua ( argh!!)

• ou pior: Empurrar “goela” abaixo algo para o cliente

Uma excelente estratégia para levar seu negócio a falência é divulgar e atrair pessoas para um serviço falho.

Prestar um serviço de alta qualidade tornará seu marketing extremamente fácil, barato e lucrativo e em alguns casos sua verba destinada ao marketing poderá ser utlizada em outros setores, como por exemplo para aperfeiçoar atendimento, fazer treinamento ou comprar novos equipamentos para seu consultório. Ou seja, o melhor marketing para profissionais de saúde é o seu proprio serviço.

Começe do começo

Antes de procurar uma gráfica, agência ou algum publicitário freelancer para fazer uma campanha para seu consultório, presuma que seu serviço é ruim e faça tudo para melhorá-lo.

Não se deixe iludir pela falsa sensação de superioridade de seus serviços. Isso é uma armadilha. Quando o próprio dono do negócio se deixa levar por falsas idéias de que seu serviço é superior ao da concorrência e por isso com certeza os clientes/pacientes o irão procurar, fazer fila na sua porta para amrcar horário ou outras idéias equivocadas deste tipo, esse sentimento acaba por contaminar toda a equipe. E, pensando friamente, se já somos tão bons, para que melhorar o atendimento aos clientes/pacientes? Afinal ELES precisam da gente. Cuidado, você realmente pode estar passando por um momento muito bom em seu negócio, mas não deixe isso subir a cabeça e criar em seus funcionários a sensação de que “se melhorar estraga”.

Procure sempre corrigir seu serviço, isso não o prejudicará, mas sim o fará melhorar ainda mais seus serviços.

Esqueça as desculpas

A tendência de todo ser humano é arranjar desculpas para algo que não deu muito certo, ou deu totalmente errado.

A sala de espera suja ou mal arrumada tem sempre a desculpa de que os pacientes são uns bagunceiros.

O banheiro sujo é culpa também dos sujeitos citados acima. E assim sucessivamente.

O tratamento não ficou perfeito pois o próprio paciente não soube escolher o que queria

O atraso nas consultas com certeza também tem origem no atraso dos pacientes

A cada desculpa aceita tanto as vindas de sua equipe como de você mesmo, seu negócio perde pontos com seu paciente/cliente, pense nisso.

Pense como seu cliente

utilizar seus padrões para estabelecer o que é bom para seu cliente/paciente com certeza não é a forma mais adequada de atendê-lo.

Para você superar as expectativas de seu paciente/cliente, você deve ir na direção que ele quer ir e não na direção que lhe é mais conveniente. Claro que algumas expectativas não são possiveis técnicamente e não podem ser levadas adiante, afinal quando tratamos de pessoas e de sua saúde há limites, mas dentro do possivel e viável tente chegar ao desejo de seu cliente.

Quem está estabelecendo seus padrões? seu ego? as novas tecnologias e tendências ou seu cliente?

Resolva o problema do seu cliente

Quando alguém procura um profissional da área de saúde, dentista, médico, fisioterapeuta, enfermeiro, psicólogo normalmente ele vai atrás de uma solução para um problema. Não arrume outros para ele. Foque no problema que o trouxe até você. Mantenha seu foco e total atenção naquele problema que o trouxe até você e faça com que toda a sua equipe esteja embuída de também fazê-lo. Pode ser um dente quebrado, um pé machucado, um tornozelo torcido. Resolva o problema e depois veja se existem outros que também podem ser resolvidos, mas somente depois de resolver o que trouxe seu paciente até você.

Muitos profissionais tentam resolver ou pelo menos oferecer solução para diversos problemas de uma única vez e isso acaba por confundir o paciente/cliente. Se você conseguir manter o foco, principalmente quando um paciente vem até vcoê com uma queixa específica, existe uma grande possibilidade de ele ficar extremamente satisfeito com a solução que você porporcionar e dai abrir a mente ( e a carteira) a aceitar outras soluções para outros problemas.

Enfim em prestação de serviços, principalmente na área de saúde, o marketing propriamente dito começa em uma boa experiência para seu cliente. Proporcione isso a ele e você já terá 50% do duro caminho conquistado.

Fonte: Administradores