A ética da responsabilidade e sua amplitude

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Pessoalmente, o administrador de empresa, mesmo quando executivo-chefe de uma gigantesca corporação, tornou-se singelo e anônimo neste século: apenas um empregado a mais.

Em seu conjunto, porém, os administradores de nossas entidades – empresas, universidades, organizações escolares, hospitais e órgãos governamentais – compõem os grupos de liderança da moderna sociedade das organizações.

Nessa qualidade, eles precisam ter uma ética, um compromisso e um código.
O código correto é aquele instituído há mais de dois mil anos para o primeiro grupo de liderança profissional, o dos médicos: "Primum Nonnocere”,do latim para o português, "Acima de tudo, não causar mal conscientemente”.

O trabalho e as funções do administrador

• O que faz de alguém administrador é a responsabilidade por sua contribuição para os resultados do empreendimento, e não a “responsabilidade pelo trabalho executado por terceiros”.

• É a responsabilidade pelo próprio trabalho.

Erros comuns no planejamento dos postos de direção

1- O posto limitado demais, limita o crescer do indivíduo, exemplo, bancos;
2- O não-posto, não constitui um posto, exemplo, o do assistente;
3- O equilíbrio entre a direção e o trabalho, administrar é trabalhar, exemplo, área gerencial;
4- O posto para uma pessoa, postos de cooperação e coordenação, contínuas;
5- O título como recompensa, exemplo vice em bancos;
6- O posto fazedor de viúvas, profissionais colocados em postos diferentes de suas aptidões

A estrutura dos serviços e a personalidade

• Deve-se estruturar a organização de modo que seus postos se amoldem às pessoas?
• Deverá a empresa ser “funcional", com as pessoas adaptando-se aos seus postos?
• É óbvio que os postos serão ocupados por pessoas, devendo portanto amoldar-se a elas.
• O “estilo” é a embalagem. A única substância é o desempenho.

Amplitude da faixa das relações de direção

• O principio da amplitude diz que:
•“Não é o número das pessoas subordinadas a determinado executivo que importa.
O que importa é saber quantas pessoas que devem trabalhar juntas estão subordinadas ao mesmo executivo.
•O que interessa é a quantidade relações, não a quantidade das pessoas.
•É importante saber que: a obrigação final do executivo é para com a empresa.

As análises acima postadas tomam por base o que o responsável pela atual administração tentava e tentou dentro de seus anos vividos na área: nos mostrar o quão simples são as regras, desde que as usemos de forma correta em todos os sentidos, ou seja, de acordo com seus postulados e observações vividas: Peter Ferdinand Drucker.

Dentro do conhecimento que me é permitido analisar e baseado nas informações e vivências do mestre, deduzo que todo aquele que se posta na atividade de administrar tem que ter para consigo e com os seusuma orientação com grau de ética e responsabilidade compatível com o meio empresarial e com resultantes no meio social, ou seja, implicações no dia a dia das pessoas.

Fonte: Administradores

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