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O treinamento e a eficácia da qualificação profissional nas empresas

A escassez de profissionais não é a única preocupação das empresas brasileiras quando o assunto é gente. Os jovens têm chegado menos qualificados ao mercado de trabalho, exigindo ainda mais investimentos em treinamento e atuação do departamento de Recursos Humanos das companhias.

Como falta material humano, as organizações acabam promovendo pessoas que ainda não tinham a devida qualificação. Muitos tem tido sua carreira acelerada, chegando inclusive a ocupar posições de liderança sem o devido preparo. É nesse momento que entra o RH, para atuar no desenvolvimento do profissional, escolhendo o treinamento adequado para cada perfil. É importante lembrar que treinamento é investimento. Há empresas que reservam até 2% do faturamento para isso e não podem errar.

A decisão entre o treinamento coletivo e o individual será decisiva para a escolha da melhor capacitação. Nesse sentido, o Assessment é uma ferramenta que se torna uma grande aliada. Trata-se de uma avaliação que permite descobrir o potencial dos profissionais, identificar eventuais gaps e obter um perfil completo do funcionário, deixando mais claro o caminho a seguir para o seu desenvolvimento.

O treinamento tradicional é mais eficiente para um aprendizado coletivo, para atividades técnicas, processos, sistemas e cultura da empresa. Já o coaching é focado no individual e voltado para competências comportamentais, que são as mais complexas de serem aprimoradas e praticamente inviáveis de serem desenvolvidas em um treinamento coletivo.

Mesmo com a opção de ferramentas de apoio, é comum observar empresas que tem feito escolhas equivocadas em termos de treinamento. Em uma visão rápida, existem treinamentos coletivos que são oferecidos para vários funcionários e que acabam surtindo efeito para poucos, pois nem todos precisariam ser desenvolvidos no tema abordado.

O resultado que a empresa obtém com o treinamento acaba sendo insatisfatório e o que era um investimento torna-se uma despesa sem retorno. À primeira vista, a sensação é que o custo do coaching é muito maior que o do treinamento coletivo, mas se for avaliado o benefício que ele traz, seu retorno é expressivo e os resultados são percebidos em pouco tempo.

Fonte: Administradores

52% dos profissionais de vendas do Brasil só têm até o ensino médio, afirma pesquisa

O CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) acaba de concluir uma pesquisa sobre a empregabilidade da Geração Y (jovens entre 18 e 24 anos), que aponta que mais da metade (52%) dos profissionais não passaram do ensino médio e só uma minoria (9%) domina ao menos uma língua estrangeira. Mais de 70% aceitam remuneração de até R$ 1.500, porém, quando o profissional tem ensino superior e/ou segundo idioma fluente, a pretensão salarial aumenta até 60%.

A pesquisa será apresentada no 7º Encontro Nacional de Vendas e Gestão do CDPV no Rio de Janeiro, dia 21 de agosto. Ao todo, 1.200 jovens de todo o Brasil foram entrevistados – apenas 13% têm formação superior, só 4% garantem ter nível avançado em informática, e 85% pretendem ganhar menos de R$ 2 mil.

No evento estarão presentes o vice-presidente da Zamboni Distribuidora (Edson Bregolato), o diretor dos Hotéis Bourbon (Jeferson Munhoz), o presidente da rede Mundo Verde (Sergio Bocayuva), e o diretor geral do Brasil da Dufry (José Rosa).

Fonte: Administradores

Reflexo: Como as pessoas me enxergam

Já parou para imaginar o que as pessoas pensam sobre você, pois todos nós temos personalidades diferentes e ela é a base do nosso ser. Existem dois conceitos básicos sobre a imagem das pessoas: dualidade e credibilidade. A Dualidade é ter ou não ter uma boa imagem, ela deve ser construída e não imposta, reflete em resultados cumulativos das ações diárias das pessoas e sempre será a consequência. Isso se reflete através de nossos comportamentos, postura, hábitos, habilidades e competências. Já a Credibilidade é conseguir transmitir confiança em seus atos para as pessoas, no dia a dia e também mantendo ao longo do tempo. Nossa imagem é formada pelas pessoas normalmente em três momentos:

Na primeira impressão – todos sabemos daquele ditado “a primeira impressão é a que fica” e realmente temos que aproveitar a primeira impressão de maneira positiva. Portanto são segundos preciosos que influenciam a formação da imagem, que são: A visão é o primeiro impacto, seguido pelo tom de voz, pela adequação das palavras utilizadas e por ultimo a linguagem corporal.

Imagem inicial (formada nos primeiros contatos) – levando em consideração que temos uma primeira impressão positiva é necessário deixar no final da primeira conversa uma imagem sem prejuízo. Existem algumas dicas a serem cuidadas: Comportamento, Hábitos, Postura e Ética.

Imagem propriamente dita (já formada e que devemos manter e melhorar) – uma vez que a imagem é formada devemos manter e melhorar, podemos aprofundar o assunto perguntando: será que eu sei como as pessoas me veem? Consigo cumprir tudo o que prometo?

É importante lembrar sempre que a cada momento em nossa vida somos influenciados a ter atitudes que podem influenciar nossa imagem, mas devemos sempre fazer o que é certo, refletindo no que é correto e pensando no melhor para as pessoas, fazer sempre o bem e como consequência será sempre o retorno positivo. A sua imagem é seu marketing pessoal e tudo que fizemos tem que ser com clareza, integridade, comprometimento, conhecimento, autoestima e motivação. A melhoria e manutenção de nossa imagem devem ser com pequenas atitudes e conquistas diárias, formando uma base sólida para consolidar e firmar como as pessoas nos veem.

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença.
(Luís Fernando Veríssimo)

Grande abraço,

Leonardo Siqueira Borges

Fonte: Administradores

Não envie graymails!

Criado pela Microsoft em 2011, quando a empresa introduziu novos métodos de filtragem de mensagens, o termo graymail surgiu para definir aquele e-mail indesejado, mas que não é caracterizado como spam. Na verdade, ele é aquela mensagem que algumas pessoas consideram spam e outras um e-mail importante, normalmente representado por newsletters, boletins informativos, ofertas, e-mails comerciais, notificações de redes sociais, dentre outros tipos de comunicação. Como fazer para que as ações de e-mail marketing não caiam na categoria de graymail? A Experian Virtual Target preparou algumas dicas:

Relevância – A diferença entre graymail e spam é que o usuário realmente se inscreveu para receber o primeiro e pode desejar ler essas mensagens, ao contrário do spam, que é o e-mail para o qual ele não se inscreveu e que gostaria de excluir automaticamente. Por isso, é essencial ser relevante e chamar a atenção do usuário.

Conheça sua base – Defina réguas de relacionamento, conheça profundamente sua base. Se você dispara newsletters, tenha uma periodicidade, analise as interações. Se enviar campanhas promocionais, crie regras de envio, como, por exemplo, e-mails de "sentimos sua falta" para aqueles que não interagem há mais de três meses. Conhecer a sua base e ter formas diferentes de envio é fundamental para não caracterizar um graymail.

Pergunte ao usuário – Em vez de enviar constantes mensagens, correndo o risco de ser visto como um graymail, aborde o usuário, pergunte de seus interesses, como e sob quais formas ele prefere receber suas campanhas. Dê opções para ele customizar a forma como deseja interagir com suas campanhas, criando, assim, uma relação mais casual e eficiente.

Fonte: ClienteSA

Meias são produzidas com restos de café

Batizadas de Atlas, as meias criadas pela marca norte-americana Ministry of Supply utilizam café usado para manter os pés frescos e livres de mau cheiro.

Depois de serem recolhidos em padarias, bares e outros estabelecimentos, os restos de grãos torrados são limpos e misturados ao tecido, tornando as meias três vezes mais eficazes na absorção de suor e odores do que as versões convencionais.
O produto que inibe o mau cheiro dos pés é elaborado com algodão, poliéster reciclado e restos de café queimado, resíduo que filtra e absorve o odor e o suor e deixa os pés mais confortáveis. De acordo com os criadores das meias Atlas, o resíduo é uma arma contra o chulé, pois sua superfície esponjosa atrai as moléculas de carbono que compõem o mau cheiro – liberadas quando entram em contato com a água.

O tecido inteligente é capaz de identificar quais as áreas mais quentes dos pés das pessoas, melhorando a ventilação nestas zonas. Os desenvolvedores das meias Atlas também realizaram um mapeamento de pressão, a fim de localizar os pontos que mais suportam peso nos pés e dar suporte, melhorando a circulação de sangue nestes locais.

O projeto foi lançado em junho no Kickstarter e a marca de Boston arrecadou um valor superior à verba necessária para dar início à produção das novas meias. Perto das convencionais, a Atlas ainda tem um preço salgado: para garantir um par, é preciso desembolsar, no mínimo, 63 reais, mais os custos de envio.

Fonte: Promoview