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A mania de filho pródigo pode ser perigosa

É fato que em uma sociedade capitalista a busca pelo prazer imediato e a satisfação da pseudonecessidade é o que comanda as relações de consumo, consequentemente a demanda por dinheiro aumenta na medida que nossos desejos nascem, crescem e morrem, leia-se, concluam-se. As ações de marketing, notadamente as agressivas, não no sentido pejorativo da palavra, são as grandes responsáveis pelo consumo desenfreado, claro que não se isenta de culpa o consumidor inconsciente. Ainda que exista aquele romantismo de consumo sustentável por parte das empresas, o que elas querem na verdade, é vender e vender mais, muito mais e nós administradores sem hipocrisias, estamos estudando e trabalhando dentre outras finalidades também para isto.

Vamos atravessar a fronteira do empresário e adentrar na área do consumidor, algo que todos nós somos, seja mais leve ou mais intenso. É notável que falta ao brasileiro o mínimo de educação financeira e ela não serve apenas para ser conversada nas salas de aula, a educação financeira é um dos assuntos mais influenciadores do dia-a-dia do que muitos outros, pois o pobre e o rico tem a necessidade de usá-la das mais diversas formas. Ao contar as moedas para o almoço no R.U. (Restaurante Universitário) ou planejar a compra do carro, estamos lidando com as regras da saúde financeira que cada indivíduo possui.

O planejamento financeiro é algo muito valioso, pois trata da melhor utilização de recursos que são escassos, envolve decisões, ponderações, análises dos efeitos, custo-benefício e outros. Se todo brasileiro pensasse antes de gastar o suado dinheiro as taxas de endividamento seriam bem menores e por consequência as de inadimplência. Contudo o que se vê é exatamente o contrário, as pessoas gastam o que não tem, endividam-se, sofrem as consequências das dívidas e como resultado, perdem a qualidade de vida em vários aspectos. Existem muitos livros de educação financeira todos falando a mesma coisa de maneira diferente, mas não existe fórmula mágica para ser uma pessoa planejada, criteriosa e que tenha a saúde financeira em dia: gaste menos do que recebe, poupe e faça este dinheiro render, para melhorar reduza seus custos ou aumente suas receitas, simples assim.

O triste e cômico algumas vezes, é ver as pessoas gastarem o que não tem, comprando o que não pode, para impressionar pessoas que não gostam. Não é raro ver as pessoas te olharem de modo meio estranho quando você é equilibrado e racional nos seus gastos, é tido até como avarento e este tipo de reação chega até inibir atitudes corretas na hora do consumo. A ciranda da aparência a todo custo em detrimento do ser é muito perigosa. A busca pelo luxo e a necessidade de ostentação fazem com que muitos no futuro caiam em ciladas do próprio jogo financeiro. Não é errado querer “o que é bom”, pelo contrário, está mais que certo, no entanto o bom senso e ter consciência das suas possibilidades naquele momento continua sendo o ideal.

Fonte: Administradores

Mussum inspira marca de cerveja

O humorista Mussum, falecido em 1994, será o mote de uma nova linha de cervejas artesanais, que será lançada neste mês pela cervejaria criada pelo filho do eterno trapalhão. E o primeiro título já tem nome: “Biritis”.

A proposta é ter Mussum como referência da marca, que deve abusar do humor em sua comunicação. A “Biritis” deve ser o carro-chefe da Brassaria Ampolis, criada pelo filho de Mussum, Sandro Gomes, e outros dois empreendedores, Diogo Mello e Leonardo Costa.

A cerveja deve começar a ser vendidas em São Paulo e no Rio de Janeiro, em pontos específicos que ainda vão ser divulgados. A ideia dos empreendedores é produzir cerca de 50 mil litros da bebida nos primeiros seis meses e trabalhar uma expansão cautelosa.

Com informações do Estadão.

O que é essencial para crescer?

Autor: Orlando Oda

O foguete espacial é projetado para atingir uma determinada missão, alcançando um ponto no espaço para lá colocar em órbita um satélite, ou seja, ele nasce sabendo a distância que deve atingir e o objetivo de sua existência. Da mesma forma, tudo na vida tem um objetivo, uma razão de ser, de existir. Muitas vezes, quando criamos uma empresa não temos a noção exata sobre esta questão tão importante. É uma coisa até meio óbvia, mas se a empresa não tiver o propósito certo, se não for necessária ao mundo, ela não tem que existir.

O ponto fundamental é verificar na concepção da empresa se ela será útil. E olha que nem estamos falando de um plano estratégico de negócios. Penso que se uma empresa não for importante para a sociedade não há razão para nascer, crescer, progredir. Assim sendo, a chave para garantir a sobrevivência e o crescimento da empresa está em ser e continuar sendo necessária ao longo de toda a sua existência. Cabe ao administrador direcioná-la no sentido de continuar sendo sempre indispensável. Com essa resposta na ponta da língua, é hora de seguir os cinco passos fundamentais para sua empresa crescer:

– Seja útil: Antes de mais nada, a empresa precisa produzir produtos e/ou serviços que possuam pelo menos duas características fundamentais: eliminar a dificuldade, o desconforto, o medo, a infelicidade ou o descontentamento do consumidor e; proporcionar facilidade, conforto, segurança e principalmente satisfação ao cliente. Quanto mais a empresa atender estas duas características, mais chances ela terá de crescer; mais valor ela agregará ao seu produto ou serviço. Não se preocupe tanto com a "margem de lucro" ou com o "meu ganho". Preocupe-se com o valor que está entregando através do produto ou serviço.

– Traduza o propósito de servir: A empresa precisa ser útil para transformar propostas e metodologias de trabalhos simples em ações que possam ser percebidas pelos clientes com uma real intenção de encantar o consumidor, de modo que este sinta confiança e facilidade de uso no seu produto ou serviço. Lembre-se que confiança é algo que se demora a conquistar, mas que pode ser perdida por pequenos deslizes. Mantenha-se atento.

– Cuide de seus funcionários: As primeiras pessoas que precisam perceber a vontade que a empresa tem de servir são os seus próprios funcionários, pois são eles que irão representar a empresa perante os clientes. Estabeleça canais de comunicação aberta com os seus colaboradores. Programe atividades como café da manhã, palestras, vídeos, cursos, etc. Estabeleça uma política de qualidade. Kaplan e Norton, autores da metodologia BSC, já diziam: "O que não é medido não é gerenciado". Pesquisar, registrar e monitorar os dados transformando-os em índices (satisfação de clientes, reclamações, satisfação interna) é indispensável.

– Cuide dos clientes atuais: Muitas empresas se atem mais à conquista de novos clientes do que à fidelização dos que já possuem. Os clientes são a razão de existir uma empresa e é graças a eles que podemos sobreviver, crescer e honrar os nossos compromissos. O custo de aquisição de um novo cliente é muito maior do que o de ampliar a sua base de clientes existente. Além disso, o que "vende" é a boa referência dada pelo cliente atual, é o tão famoso "QI" (Quem Indica).

– Invista em marketing e publicidade: Não basta produzir o melhor produto ou serviço se você não comunicar isso aos seus clientes e potenciais clientes. Para a empresa crescer é necessário que as pessoas percebam a vontade de servir e principalmente a qualidade de seus produtos ou serviços. Se o público não perceber não irá comprar. Mas, lembre-se que o fundamento da propaganda "não é vender", é levar uma mensagem, uma oferta que faça com que o cliente perceba que a empresa tem o propósito de ser útil às pessoas.

Quem me ajudou a entender todos esses propósitos foi Konosuke Matsushita, fundador da Panasonic. Em seu livro "Modo de ver e analisar os fatos", ele dizia que "uma empresa que só pensa em lucros próprios, não se responsabilizando pelo bem estar da comunidade, pode prejudicar muito a sociedade e não ter progresso". Penso que uma empresa deve ter o propósito de compartilhar a sua prosperidade e o seu destino com a sociedade. Portanto devo afirmar que a empresa é da sociedade, da comunidade a que pertence. Se a sociedade ou a comunidade perceber que numa empresa não existe vontade de servir ao público, certamente ela acabará falindo.

Em suma, devemos entender que a empresa não é de seu fundador ou proprietário. A empresa é da sociedade, da comunidade a que pertence. Vale lembrar que a sociedade e a comunidade são formadas por pessoas, portanto, a empresa nasce para servir as pessoas, nasce para ser útil às pessoas. E, como um foguete, precisa saber exatamente para que serve e a quem serve. Porque como dizia o poeta inglês William Shakespeare, para quem não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.

Orlando Oda é administrador de empresas e presidente do Grupo AfixCode.

Fonte: ClienteSA

Sabores do mundo inspiram linha Gourmet de Hellmann’s

Já está disponível nos mercados das regiões Sul e Sudeste mais uma inovação de Hellmann’s. A nova linha Gourmet da marca apresenta três variedades, inspiradas em sabores e aromas mundiais, que vão garantir uma experiência única para os amantes de maionese.

Com um toque de aceto balsâmico e equilíbrio do agridoce, a opção Itália é ideal para combinar com carnes vermelhas e saladas. A variedade Grécia, com azeite de oliva, traz sabor intenso e aromático, sugerido para receitas com peixes e vegetais. Extra cremosa e com sabor suave e tradicional, a maionese inspirada em Nova York é perfeita para harmonizar com hambúrgueres, sanduíches e grelhados.
Feita com ingredientes selecionados, o desenvolvimento da linha contou com um esforço conjunto entre os times de marketing e de chefs para levar à mesa do consumidor produtos diferenciados em sabor.

Um dos destaques são as calorias reduzidas, que variam entre 39 e 57 kcal por colher de sopa.

Fonte: Promoview

Gradiente anuncia o lançamento do C600

A IGB Eletrônica, dona da Gradiente, lançará em outubro o ‘Gradiente iPhone’, modelo C600, que, segundo a empresa, chega ao mercado para concorrer com o aparelho da Apple.

Em fevereiro, o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) decidiu que o uso da marca é de direito da Gradiente, que pediu o registro do nome em 2000 e obteve a autorização oito anos depois. A Apple fez o pedido de registro da marca no País em 2007, ano em que lançou a primeira versão do celular.
A Apple procurou os advogados da IGB para negociar a compra dos direitos da marca, mas a empresa brasileira recusou a oferta. “A companhia decidiu dar andamento no processo judicial por ela movido em São Paulo e contestar o processo que é movido contra o INPI (Instituto Nacional de Propriedade Intelectual) e contra a companhia na Justiça Federal do Rio de Janeiro”, afirma a Gradiente em nota.

O ‘Gradiente iPhone’ será uma versão atualizada da versão lançada em 2012, que conta com sistema operacional Android, e custará metade do preço que o iPhone da empresa norte-americana.

Fonte: Reuters.