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Você sabe o que é o dano existencial?

No Direito do Trabalho, o “dano existencial” (também chamado de dano à existência do trabalhador) é resultado da conduta do empregador que impossibilita o empregado de conviver em sociedade por meio de relações afetivas, culturais, recreativas, espirituais, etc. Essas atividades trazem bem-estar físico e psíquico ao trabalhador, e fazem-no feliz.

O dano existencial – que é uma espécie de dano imaterial – também se verifica quando o trabalhador é impedido de prosseguir, executar ou até recomeçar seus projetos de vida, o que contribuiria para sua realização pessoal, social e profissional. Em resumo, o dano existencial acomete o trabalhador quando seu empregador, de uma forma ou de outra, o impede de usufruir das relações sociais mencionadas.

Um caso recente foi decidido pelo Tribunal Superior do Trabalho (em junho/2013), que condenou a Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (CASSEMS) a indenizar em R$ 25mil uma economista, ex-funcionária sua. Nesse processo, ficou comprovado que a trabalhadora estava há nove anos sem conseguir tirar férias, o que, segundo o TST, prejudicou suas relações sociais e seus projetos de vida. O pior é que a economista trabalhou de 2002 a 2011 sem ter sua carteira assinada.

Também ganhou repercussão um caso ocorrido no Rio Grande do Sul, em abril de 2012, quando a rede de hipermercados Walmart foi condenada a indenizar em R$ 24,7mil uma ex-funcionária sua. O Tribunal Regional do Trabalho da 4.ª Região considerou que a trabalhadora sofreu dano existencial porque era submetida a cumprir jornadas de trabalho entre 12 e 13 horas diárias, com intervalo de apenas 30 minutos e uma folga semanal durante mais de oito anos. Segundo o TRT4, essa jornada excessiva causou danos ao convívio familiar, à saúde e aos projetos de vida da empregada.

Hoje os recursos humanos são considerados, acertadamente, o ativo mais valioso das empresas, e isso exige a cuidadosa análise – e prevenção – de situações que possam resultar em dano existencial aos empregados. Isso colabora com a melhoria do clima organizacional, além de proteger a empresa de ações indenizatórias.

Fonte: Administradores

A tecnologia nos permite estar presentes em qualquer lugar do mundo, a qualquer hora, sem que tenhamos que nos deslocar fisicamente. Temos acesso a informações pessoais de quem nem conhecemos direito, que há poucos anos só saberíamos por meio de um contato mais íntimo. A própria intimidade, aliás, está cada vez mais distante. Atualmente, podemos ver casais conversando por meio do smartphone no mesmo ambiente, ou cada um postando em seu perfil de rede social. Se você se reconheceu nesse cenário, não se preocupe. São 2 bilhões de pessoas conectadas em todo o mundo. A verdade é que o acesso à tecnologia facilitou a vida de todos. Usamos as redes sociais para pesquisar alguma coisa, manter o papo em dia, reclamar, desabafar, etc. Utilizamos, também, para fazer compras on-line. A questão é: será que vamos viver em mundo cada vez mais virtual? As pessoas ficaram mais práticas e rápidas, porém mais distantes, menos sociáveis. Haverá um limite entre o real e o virtual ou a mistura de ambos os mundos aumentará gradativamente? Ao mesmo tempo em que o real passa a ser diariamente mais cibernético, há também um movimento na Internet que vem na contramão. Sites e startups se superam com novas ideias para tentar fazer a vida virtual mais próxima da real. Já é possível, por exemplo, pedir comida pela Internet ou, até mesmo, negociar o valor de uma compra de um produto ou serviço da mesma forma que fazemos em uma loja física, aquela pechincha que só era possível pessoalmente com o vendedor. Esse caminho, no qual o real se mistura com o virtual enquanto o cibernético passa a ser mais físico, não tem volta. Da mesma forma que uma criança de dois anos brinca tranquilamente com um tablet, o virtual vai se transformando em natural. Basta nos adaptarmos a isso. Concorda? Compartilhe no Face!

A tecnologia nos permite estar presentes em qualquer lugar do mundo, a qualquer hora, sem que tenhamos que nos deslocar fisicamente. Temos acesso a informações pessoais de quem nem conhecemos direito, que há poucos anos só saberíamos por meio de um contato mais íntimo. A própria intimidade, aliás, está cada vez mais distante. Atualmente, podemos ver casais conversando por meio do smartphone no mesmo ambiente, ou cada um postando em seu perfil de rede social.

Se você se reconheceu nesse cenário, não se preocupe. São 2 bilhões de pessoas conectadas em todo o mundo. A verdade é que o acesso à tecnologia facilitou a vida de todos. Usamos as redes sociais para pesquisar alguma coisa, manter o papo em dia, reclamar, desabafar, etc. Utilizamos, também, para fazer compras on-line.

A questão é: será que vamos viver em mundo cada vez mais virtual? As pessoas ficaram mais práticas e rápidas, porém mais distantes, menos sociáveis. Haverá um limite entre o real e o virtual ou a mistura de ambos os mundos aumentará gradativamente?

Ao mesmo tempo em que o real passa a ser diariamente mais cibernético, há também um movimento na Internet que vem na contramão. Sites e startups se superam com novas ideias para tentar fazer a vida virtual mais próxima da real. Já é possível, por exemplo, pedir comida pela Internet ou, até mesmo, negociar o valor de uma compra de um produto ou serviço da mesma forma que fazemos em uma loja física, aquela pechincha que só era possível pessoalmente com o vendedor.

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Fonte: Administradores

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A tecnologia nos permite estar presentes em qualquer lugar do mundo, a qualquer hora, sem que tenhamos que nos deslocar fisicamente. Temos acesso a informações pessoais de quem nem conhecemos direito, que há poucos anos só saberíamos por meio de um contato mais íntimo. A própria intimidade, aliás, está cada vez mais distante. Atualmente, podemos ver casais conversando por meio do smartphone no mesmo ambiente, ou cada um postando em seu perfil de rede social.

Se você se reconheceu nesse cenário, não se preocupe. São 2 bilhões de pessoas conectadas em todo o mundo. A verdade é que o acesso à tecnologia facilitou a vida de todos. Usamos as redes sociais para pesquisar alguma coisa, manter o papo em dia, reclamar, desabafar, etc. Utilizamos, também, para fazer compras on-line.

A questão é: será que vamos viver em mundo cada vez mais virtual? As pessoas ficaram mais práticas e rápidas, porém mais distantes, menos sociáveis. Haverá um limite entre o real e o virtual ou a mistura de ambos os mundos aumentará gradativamente?

Ao mesmo tempo em que o real passa a ser diariamente mais cibernético, há também um movimento na Internet que vem na contramão. Sites e startups se superam com novas ideias para tentar fazer a vida virtual mais próxima da real. Já é possível, por exemplo, pedir comida pela Internet ou, até mesmo, negociar o valor de uma compra de um produto ou serviço da mesma forma que fazemos em uma loja física, aquela pechincha que só era possível pessoalmente com o vendedor.

Esse caminho, no qual o real se mistura com o virtual enquanto o cibernético passa a ser mais físico, não tem volta. Da mesma forma que uma criança de dois anos brinca tranquilamente com um tablet, o virtual vai se transformando em natural. Basta nos adaptarmos a isso. Concorda? Compartilhe no Face!

Fonte: Administradores

Administração estratégica: vantagem competitiva e criação de valor

Todos os negócios buscam alcançar o sucesso, com resultados positivos as teorias e os autores da administração possuem inúmeras formulas e ferramentas para atingir o sucesso, porém para tanto é necessário antes de aplicá-las aos respectivos negócios, reflexões sobre o negócio, produto ou serviço, a aplicação da famosa ferramenta do planejamento estratégico é uma das técnicas a serem utilizadas posteriormente.

A visão do administrador e de suas equipes deve ser mais abrangente, e não se deter em uma única solução, deve ser utilizado o “farol alto”, e para tanto é necessário a avaliação do negócio com a visão da administração estratégica com as teorias de administração cabíveis ao negócio, com os objetivos de obter a almejada vantagem competitiva com criação de valor as partes interessadas, pois o mercado está em constante movimento.

Inicialmente, vamos entender a origem da palavra estratégia, vem de (stategos do grego antigo, e significa exército e algo – liderança, comando), designava o comandante militar ou campanhas militares. Durante séculos foi utilizada com vinculação a arte da guerra e aos planos elaborados pelos comandantes militares para vencerem suas batalhas.

Obter a vantagem competitiva na administração é uma estratégia. Para tanto é necessário ter um produto/serviço, um mercado a ser atendido e o valor de troca do mesmo.

Todo produto/serviço possui três valores:

a) O valor real ou custo de produção;

b) O valor de mercado ou de troca;

c) O valor de uso ou utilidade para o consumidor.

Fora de um mercado, um produto/serviço, não tem valor econômico.

Mas, como obter a vantagem competitiva e a criação de valor?

Os negócios de sucesso possuem capacidade de gerar valor que suas rivais não possam reproduzi-lo, ocupando posições de vantagem. O mercado está ampliado de tal forma que é possível, criar valor em um segmento de consumidores, enquanto que outra empresa cria em outro segmento do mesmo ramo.

Desta forma é possível obter o resultado que a organização busca. Nenhum produto/serviço é viável sem criar valor econômico positivo, dentro da disposição máxima que o consumidor estará disponível a pagar.

Agora, vamos aplicar a Administração Estratégica reúna sua equipe e lance as seguintes reflexões:

1. Estamos criando valor com nossos produtos/serviços?

2. Vamos obter vantagens competitivas em nosso mercado?

Após esta reflexão inicial é hora de partir para o planejamento estratégico da organização em busca do sucesso.

Fonte: Administradores

As dificuldades em reter um cliente

Atualmente, os compradores têm à sua disposição uma ampla gama de produtos e serviços. Eles fazem suas escolhas com base na percepção de valor, qualidade e serviço.

Entendo como fidelidade o ato da mesma pessoa realizar várias compras na mesma loja e ainda recomendá-la aos seus amigos e parentes. Mas como conseguir isso quando o cliente tem tantas informações à sua disposição? Não é uma tarefa fácil, principalmente no e-commerce.

Sabe-se que conquistar novos clientes pode custar até cinco vezes mais do que satisfazer e reter os já existentes. A empresa precisa procurar vantagens competitivas, entregar valor e satisfação para o potencial cliente o tempo todo. É preciso que ele tenha uma experiência positiva. Sua satisfação consiste na sensação de prazer ou de decepção em relação às suas expectativas.

Novas pessoas fazem sua primeira compra virtual todos os dias, sempre estimuladas pela comodidade ou por bons preços. Para satisfazê-las, a empresa precisa contar com uma boa plataforma, que seja fácil de ser utilizada, e um SAC com pessoas treinadas para resolver os problemas com rapidez.

Esse tem sido um tema de muita preocupação das empresas, mas a questão é que é preciso cada vez mais estratégias consistentes para reter o cliente. As lojas já sabem que compradores satisfeitos constituem seu capital mais precioso.

Estamos vivendo um momento crucial do novo consumidor brasileiro, com novos hábitos, atitudes, níveis de renda. A empresa que quiser sair na frente precisa analisar o comportamento dos seus clientes e entendê-lo, só assim será possível satisfazê-los e, principalmente, surpreendê-los.

Fonte: Administradores