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Mix Eventos ativa Extra Social em Brasília

A Mix Eventos, por acreditar e valorizar projetos sociais, ativou a parceria entre a Record e o Supermercado Extra, por intermédio da “Ação Social Extra”, no mês de julho, em Brasília.

O evento fez parte de um conjunto de atividades desenvolvidas para promover serviços, lazer e convivência familiar e comunitária nos Supermercados Extra. Em todas as edições, a população teve, além do atendimento gratuito, diversão garantida.
Várias atividades distintas foram propostas no dia do evento. Com foco no lazer, foi preparada oficinas de circo, sucos saudáveis, garrafa pet e bijuterias. Já para promover a prevenção e a orientação de saúde, a ação social preparou estandes que ofereciam aferição da pressão arterial e de glicose, aplicação de flúor, massagem relaxante e prevenção do glaucoma.

Além de estandes de estética com maquiagem e sobrancelha, suplementos alimentares e exposição de fotos do cerrado, a criançada aproveitou a barraquinha de pipoca e se deliciou com a guloseima, além de se divertir na cama elástica e com os contadores de história. A ação social foi um sucesso e contou com a participação de mais de 650 pessoas.

Fonte: Promoview

Mueller promove exposição e show cover dos Beatles

Para celebrar o Dia dos Pais, o Shopping Mueller promove a exposição Beatleweek Brasil, inédita em Curitiba, até o dia 11/08, no piso Cinemas.

O público pode conferir painéis com a história e fotos da banda, itens raros como fotos originais, fitas K-7, discos de várias partes do mundo, bonecos em miniatura dos integrantes e as típicas cabines telefônicas inglesas.
A atração, que agrada todas as idades, mostra a trajetória do grupo de Liverpool e relembra polêmicas, como a capa do álbum Yesterday and Today, de 1966, no qual os cantores posaram com pedaços de carne e bonecas desmembradas.

A imagem não agradou, os produtos foram retirados do mercado americano e receberam outra imagem para comercialização. Hoje, o disco é avaliado em mais de dez mil dólares.

Outros itens preciosos são o famoso White Álbum e as edições número um dos álbuns lançados em várias partes do mundo, como China, Coreia, Holanda e Japão.

Além das coleções de discos e vinis originais ingleses, os fãs da banda podem ver imagens da rotina e da intimidade do grupo, réplicas das roupas usadas pelos músicos e duas baterias, que representam as fases inicial e final dos Beatles.
A exposição é produzida pela empresa 360 Arte, Cultura, Entretenimento e as peças fazem parte de um dos acervos particulares brasileiros mais completos sobre os Beatles.

Quem passar pela exposição no Shopping Mueller pode se divertir com o RockBand Beatles, do jogo eletrônico musical Guitar Hero. Os visitantes poderão tocar as canções dos músicos e desafiar outros participantes. Um monitor orienta a atividade, que possui inscrição gratuita e é realizada todos os dias, das 14h às 20h.

Os beatlemaníacos ainda poderão assistir a um show performático da banda cover dos Beatles, no dia 08/08, a partir das 19h. A banda Rubber Soul Beatles irá tocar os maiores sucessos dos garotos de Liverpool. O show tem entrada gratuita e será realizado no piso Cinemas.

Fonte: Promoview

Você sabe o que é o dano existencial?

No Direito do Trabalho, o “dano existencial” (também chamado de dano à existência do trabalhador) é resultado da conduta do empregador que impossibilita o empregado de conviver em sociedade por meio de relações afetivas, culturais, recreativas, espirituais, etc. Essas atividades trazem bem-estar físico e psíquico ao trabalhador, e fazem-no feliz.

O dano existencial – que é uma espécie de dano imaterial – também se verifica quando o trabalhador é impedido de prosseguir, executar ou até recomeçar seus projetos de vida, o que contribuiria para sua realização pessoal, social e profissional. Em resumo, o dano existencial acomete o trabalhador quando seu empregador, de uma forma ou de outra, o impede de usufruir das relações sociais mencionadas.

Um caso recente foi decidido pelo Tribunal Superior do Trabalho (em junho/2013), que condenou a Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (CASSEMS) a indenizar em R$ 25mil uma economista, ex-funcionária sua. Nesse processo, ficou comprovado que a trabalhadora estava há nove anos sem conseguir tirar férias, o que, segundo o TST, prejudicou suas relações sociais e seus projetos de vida. O pior é que a economista trabalhou de 2002 a 2011 sem ter sua carteira assinada.

Também ganhou repercussão um caso ocorrido no Rio Grande do Sul, em abril de 2012, quando a rede de hipermercados Walmart foi condenada a indenizar em R$ 24,7mil uma ex-funcionária sua. O Tribunal Regional do Trabalho da 4.ª Região considerou que a trabalhadora sofreu dano existencial porque era submetida a cumprir jornadas de trabalho entre 12 e 13 horas diárias, com intervalo de apenas 30 minutos e uma folga semanal durante mais de oito anos. Segundo o TRT4, essa jornada excessiva causou danos ao convívio familiar, à saúde e aos projetos de vida da empregada.

Hoje os recursos humanos são considerados, acertadamente, o ativo mais valioso das empresas, e isso exige a cuidadosa análise – e prevenção – de situações que possam resultar em dano existencial aos empregados. Isso colabora com a melhoria do clima organizacional, além de proteger a empresa de ações indenizatórias.

Fonte: Administradores

A tecnologia nos permite estar presentes em qualquer lugar do mundo, a qualquer hora, sem que tenhamos que nos deslocar fisicamente. Temos acesso a informações pessoais de quem nem conhecemos direito, que há poucos anos só saberíamos por meio de um contato mais íntimo. A própria intimidade, aliás, está cada vez mais distante. Atualmente, podemos ver casais conversando por meio do smartphone no mesmo ambiente, ou cada um postando em seu perfil de rede social. Se você se reconheceu nesse cenário, não se preocupe. São 2 bilhões de pessoas conectadas em todo o mundo. A verdade é que o acesso à tecnologia facilitou a vida de todos. Usamos as redes sociais para pesquisar alguma coisa, manter o papo em dia, reclamar, desabafar, etc. Utilizamos, também, para fazer compras on-line. A questão é: será que vamos viver em mundo cada vez mais virtual? As pessoas ficaram mais práticas e rápidas, porém mais distantes, menos sociáveis. Haverá um limite entre o real e o virtual ou a mistura de ambos os mundos aumentará gradativamente? Ao mesmo tempo em que o real passa a ser diariamente mais cibernético, há também um movimento na Internet que vem na contramão. Sites e startups se superam com novas ideias para tentar fazer a vida virtual mais próxima da real. Já é possível, por exemplo, pedir comida pela Internet ou, até mesmo, negociar o valor de uma compra de um produto ou serviço da mesma forma que fazemos em uma loja física, aquela pechincha que só era possível pessoalmente com o vendedor. Esse caminho, no qual o real se mistura com o virtual enquanto o cibernético passa a ser mais físico, não tem volta. Da mesma forma que uma criança de dois anos brinca tranquilamente com um tablet, o virtual vai se transformando em natural. Basta nos adaptarmos a isso. Concorda? Compartilhe no Face!

A tecnologia nos permite estar presentes em qualquer lugar do mundo, a qualquer hora, sem que tenhamos que nos deslocar fisicamente. Temos acesso a informações pessoais de quem nem conhecemos direito, que há poucos anos só saberíamos por meio de um contato mais íntimo. A própria intimidade, aliás, está cada vez mais distante. Atualmente, podemos ver casais conversando por meio do smartphone no mesmo ambiente, ou cada um postando em seu perfil de rede social.

Se você se reconheceu nesse cenário, não se preocupe. São 2 bilhões de pessoas conectadas em todo o mundo. A verdade é que o acesso à tecnologia facilitou a vida de todos. Usamos as redes sociais para pesquisar alguma coisa, manter o papo em dia, reclamar, desabafar, etc. Utilizamos, também, para fazer compras on-line.

A questão é: será que vamos viver em mundo cada vez mais virtual? As pessoas ficaram mais práticas e rápidas, porém mais distantes, menos sociáveis. Haverá um limite entre o real e o virtual ou a mistura de ambos os mundos aumentará gradativamente?

Ao mesmo tempo em que o real passa a ser diariamente mais cibernético, há também um movimento na Internet que vem na contramão. Sites e startups se superam com novas ideias para tentar fazer a vida virtual mais próxima da real. Já é possível, por exemplo, pedir comida pela Internet ou, até mesmo, negociar o valor de uma compra de um produto ou serviço da mesma forma que fazemos em uma loja física, aquela pechincha que só era possível pessoalmente com o vendedor.

Esse caminho, no qual o real se mistura com o virtual enquanto o cibernético passa a ser mais físico, não tem volta. Da mesma forma que uma criança de dois anos brinca tranquilamente com um tablet, o virtual vai se transformando em natural. Basta nos adaptarmos a isso. Concorda? Compartilhe no Face!

Fonte: Administradores

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A tecnologia nos permite estar presentes em qualquer lugar do mundo, a qualquer hora, sem que tenhamos que nos deslocar fisicamente. Temos acesso a informações pessoais de quem nem conhecemos direito, que há poucos anos só saberíamos por meio de um contato mais íntimo. A própria intimidade, aliás, está cada vez mais distante. Atualmente, podemos ver casais conversando por meio do smartphone no mesmo ambiente, ou cada um postando em seu perfil de rede social.

Se você se reconheceu nesse cenário, não se preocupe. São 2 bilhões de pessoas conectadas em todo o mundo. A verdade é que o acesso à tecnologia facilitou a vida de todos. Usamos as redes sociais para pesquisar alguma coisa, manter o papo em dia, reclamar, desabafar, etc. Utilizamos, também, para fazer compras on-line.

A questão é: será que vamos viver em mundo cada vez mais virtual? As pessoas ficaram mais práticas e rápidas, porém mais distantes, menos sociáveis. Haverá um limite entre o real e o virtual ou a mistura de ambos os mundos aumentará gradativamente?

Ao mesmo tempo em que o real passa a ser diariamente mais cibernético, há também um movimento na Internet que vem na contramão. Sites e startups se superam com novas ideias para tentar fazer a vida virtual mais próxima da real. Já é possível, por exemplo, pedir comida pela Internet ou, até mesmo, negociar o valor de uma compra de um produto ou serviço da mesma forma que fazemos em uma loja física, aquela pechincha que só era possível pessoalmente com o vendedor.

Esse caminho, no qual o real se mistura com o virtual enquanto o cibernético passa a ser mais físico, não tem volta. Da mesma forma que uma criança de dois anos brinca tranquilamente com um tablet, o virtual vai se transformando em natural. Basta nos adaptarmos a isso. Concorda? Compartilhe no Face!

Fonte: Administradores