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O Boticário promove a Blitz Torcida Linda com estúdio de maquiagem móvel

Entre 12 e 30 de junho, O Boticário promove a Blitz Torcida Linda em sete regiões do país com o objetivo de deixar as torcedoras brasileiras ainda mais lindas. Elas serão maquiadas gratuitamente sob a inspiração da make eleita a número um pelos internautas no concurso promovido no Portal Viva Linda (www.boticario.com.br/vivalinda).

A blitz disponibilizará vans que serão estacionadas em pontos onde há grande circulação feminina, como academias, bares, restaurantes, faculdades, praças, praias e centros comerciais. Dentro do veículo, a convidada terá um estúdio de maquiagem completo e será atendida por um profissional de O Boticário, que produzirá um look cheio de charme para torcer pelo Brasil. As participantes terão suas fotos publicadas no hotsite da Torcida Linda (www.boticario.com.br/torcidalinda) e no Instagram da marca.

Esta superprodução está programada para Recife e São Paulo (12 a 16 de junho), Rio de Janeiro (12 a 30 de junho), Belo Horizonte (18 a 23 de junho), Salvador (19 a 23 de junho), Fortaleza (25 a 30 de junho) e Brasília (26 a 30 de junho).

Fonte: Cidade MArketing

Onde falta comunicação, sobra espaço para a imaginação

Uma das grandes inverdades já ditas um dia em nome da comunicação (e que hoje se compartilha insistentemente nas redes sociais) é a frase que diz: “Sou responsável pelo que eu falo, não pelo que você entende”.

Vamos compreender o porquê. Como emissor da mensagem, ao torná-la pública, pressupõe-se que você quer que a mesma seja assertiva, certo? Do contrário, melhor seria escrevê-la em um bilhete e guardá-la no bolso, como um terapêutico desabafo ou um arremedo poético, com o único propósito de liberar a mente de alguma ideia que incomoda, expulsando-a por meio das palavras.
Individualmente a responsabilidade pela comunicação requer grande atenção já que, em conjunto com as nossas atitudes, ajuda a construir nossa marca pessoal e torna claro os nossos objetivos.

Já dentro de uma organização, essa importante competência deve ser trabalhada continuamente, ao ponto de tornar-se uma das grandes forças das equipes. Tratá-la como “frescura”, como acontece em muitos lugares, pode acabar provocando verdadeiros desastres para a imagem dessa organização, tanto interna quanto externamente.

Encarar a comunicação como “competência isolada”, fruto de um “curso de oratória” pode ajudar, mas não é suficiente. É preciso detectar gargalos, eliminar ruídos, minimizar as redes paralelas (a famosa “rádio peão”, a central de boatos, etc.) criar uma política contínua de feedback, entre outras ações.

A ausência da comunicação nestas dimensões acaba por fragilizar outras importantes competências na gestão de pessoas e na condução de processos: da liderança ao relacionamento em equipe, da visão estratégica ao atendimento ao cliente.

Todas as ações empreendidas dentro da empresa (com os colaboradores) e fora dela (com clientes, comunidade, mídia e acionistas) precisam de mensagens claras, eficientes e inteligentes, para que se validem e posicionem a cultura organizacional com assertividade. E tal cultura, evidentemente, deve ser validada pela atitude corporativa, que é a mais forte forma de comunicação.

Entre o “falar” e o “ser compreendido” há uma distância muito grande, que precisa ser continuamente verificada, corrigida e aperfeiçoada. Afinal, onde falta comunicação, sobra espaço para a imaginação; e esta, infelizmente, nem sempre será empreendida de forma construtiva.

Portanto, comunicação não é o que eu falo, mas o que você entende. E como profissional que preza pela boa comunicação, eu sei que quando há alguma falha na compreensão, a maior responsabilidade é minha. Cabe somente a mim a busca por um novo meio ou mensagem que torne a comunicação clara e eficiente, não importando que eu “Já tenha dito mil vezes a mesma coisa”.

Certificando-me da sua compreensão quanto ao que eu ou a empresa esperamos de você, poderemos, enfim, começar a falar em resultados.

Fonte: Promoview

Asics apresenta tênis que muda de cor de acordo com o desempenho do atleta

A fabricante de materiais esportivos Asics apresentou um projeto experimental que usa cores para mostrar o desempenho dos corredores. A marca criou um tênis especial que muda de cor de acordo com o passo do atleta. Tanto o corredor quanto seus espectadores podem acompanhar o desempenho da corrida através de três cores que se alternam no calçado: vermelho, amarelo e verde. O maratonista Lelo Aproviam foi convidado a contar suas impressões sobre o tênis em um filme de internet que já está no ar.

Para fazer o tênis mudar de cor, um sensor de GPS ligado a um Arduíno mede o ritmo dos últimos cinco quilômetros da corrida. A cor vermelha indica uma velocidade média de até 10 km/h; a cor amarela se destaca entre 10 e 15 km/h; e a cor verde é vista em velocidade média acima de 15 km/h. A cor do tênis nunca permanece a mesma, incentivando o corredor a dar o melhor de si toda a vez que for correr.

Fonte: Administradores.com

Vivo lança comercial com Anderson Silva e Pelé

A Vivo lançou nesta quarta-feira (12) uma propaganda que homenageia todos os brasileiros que já quiseram fazer parte da Seleção. A ação faz parte da campanha Eu Vivo Esporte e traz o lutador Anderson Silva sonhando com uma carreira no futebol. Até os 18 anos, o lutador sonhava em ser jogador e chegou a fazer parte de uma peneira.

O filme mostra como seria o Spider em campo, agindo como se estivesse em uma luta. Em seguida, Pelé "acorda" Anderson com um tapa e torce por ele durante um campeonato de MMA.

O comercial tem como objetivo anunciar uma promoção da operadora que dará viagens para assistir a jogos da seleção brasileira e a a luta de Anderson Silva, em julho.

Fonte:administradores.com

Formas de comércio: novas experiências no e-commerce

Aqui sempre falamos de processos internos do negócio de vender na internet. Sempre encontro pessoas que dizem que nada de novo se faz, sempre falamos de formas de comércio, como alinhar as expectativas do consumidor, o e-commerce 3.0, o frete, o risco, mas nenhuma nova modalidade de experiência.

Em pesquisas, me deparei com a Pesquisa Amadeus, que é representativa para o mercado de Turismo.

Ela aponta o crescimento do mercado de Turismo até 2020, buscando a fonte de rentabilidade para a indústria de viagens na próxima década. Realizada pela Oxford Economics, a pesquisa encomendada pela Amadeus usou como fonte, agentes de viagens, executivos de companhias aéreas e especialistas no mercado do turismo. É uma pesquisa bem completa que tem foco nas possibilidades de negócios, mas também tira conclusões importantes a respeito do comportamento do consumidor desse mercado, por isso falo delas aqui com vocês.

Na próxima década o mercado vai se deparar com um público: Mais exigente, com maior expectativa de vida (oportunidades para o lazer), advindo de países emergentes e mais viajantes à negócios rodando por aí.

Vamos ter a concorrência entre companhias aéreas ainda mais acirradas, porém a venda de serviços complementares (ancillary services) aparece como uma alternativa à fidelização desse consumidor.

E ai o que mais me interessou – A TECNOLOGIA – estará aliada à experiência do passageiro para trazer resultados favoráveis, além dos serviços complementares. Parcerias entre provedores de T.I e cias aéreas, serão prováveis.

Teremos cabines virtuais, informações diferenciadas (provenientes da tecnologia e das futuras parcerias e uso de redes sociais) vão permitir um maior entendimento do passageiro por parte da cia, como as preferencias por alimentação, entretenimento e acomodação. Com tudo isso, a divisão física das classes deverão cair em desuso, abrindo espaço para essas “cabines virtuais”.

Novos destinos irão aparecer, com maior frequência. Nesse contexto a América Latina receberá 56 milhões de turistas (crescimento de quase 5 % e enviará 43 milhões para o turismo global – o mesmo crescimento).

Para as agências de viagens, assim como as cias aéreas, terão a oportunidade de oferecer vendas cruzadas aos seus clientes, com isso, aumentarão a rentabilidade por meio de comissões recebidas de terceiros.

A consultoria e serviços personalizados com a facilidade da INTERNET, as reservas sem intermédio de agentes, porém com orientação personalizada (é a hora de se reinventar para o agente de viagens), usando a tecnologia para disponibilizar itinerário e dicas do destino durante a viagem.

Nichos também terão um futuro promissor, segundo essa pesquisa. Porém, me chamou a atenção a venda de EVENTOS VIRTUAIS, que diminuem a emissão de carbono na atmosfera, reduzem custos e tempo de deslocamento e ainda melhoram o equilíbrio entre o trabalho e a vida das pessoas.

O crescimento desse mercado atingiu um auge próximo de 2008 e teve uma queda entre 2008 e 2009 devido à crise econômica mundial. Em 2010 retomou seu crescimento e nos dia de hoje dobrou de tamanho.

O evento virtual pode ser totalmente personalizado, a empresa fortalece a marca e proporciona uma experiência envolvente com o usuário final. Com a plataforma integrada de webcast, é possível fazer um evento com perfeição sem downloads ou pop-ups atrapalhando a comunicação.

E o mais interessante é que o sistema de cadastro é incrível, todos sem exceção estarão na sua base no dia seguinte, pois para entrar é necessário que o próprio participante se cadastre.

Verifiquei eventos interessantes virtuais, com recepção, auditório, salão de exposições, central de conteúdo, estandes de expositores e até fórum de integração entre todos que participavam, gostei bastante do modelo e acredito que é mesmo uma forma nova de comércio na internet que tem tudo para nos encantar nos próximos meses.

Fonte: Administradores.com