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Encontro Nacional de Anunciantes

ABA promove o evento que tem como objetivo analisar e debater os avanços da comunicação nos negócios05/06/2013 07:01
No dia 11 de junho acontece o ENA – Encontro Nacional de Anunciantes. Promovido pela ABA – Associação Brasileira de Anunciantes, o objetivo do evento é analisar e debater os processos de marketing e comunicação, a evolução da propaganda e modelos de negócio das organizações dentro das empresas e nas marcas, além dos resultados gerados.

Entre os convidados que debaterão os temas, estão Luiz Carlos Dutra, Diretor Corporativo de Relações Institucionais do Grupo Votorantim e Presidente do Conselho Superior da ABA, João Batista Ciaco, Diretor de Publicidade e Marketing de Relacionamento América Latina da FIAT e Presidente da ABA, Rafael Sampaio, Vice-Presidente Executivo da ABA, Stef Gans, CEO da Effective Brands, Ricardo Monteiro, Vice-Presidente Global e CEO América Latina da Havas Worldwide, Gabriela Onofre, Diretora de Comunicação da P&G Brasil, entre outros.

Patrocínio
Natura, o SBT e o Banco do Brasil são patrocinadores ouro e a Rede Globo é patrocinadora Premium.

Serviço:
Data: 11 e 12 de junho
Horário: 09h00 às 18h00
Local: Renaissance São Paulo Hotel – Alameda Jaú, 1.620 – São Paulo – SP.
Valor:Associados da ABA: R$ 1.000,00
Associados de Entidades Conveniadas: AMPRO, ABEP e CENP: R$ 1.300,00
Demais Interessados: R$ 1.500,00
Incluso: Welcome-coffee, breaks, tradução simultânea, material de apoio e certificado de participação
Informações: 11.3283-4588 ou pelo e-mail [email protected]

Desconto de 10% para inscrições realizadas até o dia 05 de junho

Fonte: ClienteSA

Confira a evolução dos investimentos em promo

Pelo segundo ano consecutivo o Anuário Brasileiro de Marketing Promocional apresentará o resultado da sondagem feita pelo Promoview, que você conhecerá nesta matéria especial.

Os números deste ano dão sequência ao Marco Zero, estabelecido na edição de 2012 do Anuário, e apresentam dados que vão balizar as decisões dos executivos que atuam neste mercado.

O resultado revela que as agências de marketing promocional cresceram, em média, 3,5% no ano de 2012. Pela primeira vez, um estudo consistente mostra crescimento abaixo de dois dígitos, diferente do que ocorreu nos últimos nove anos.

Com esse índice, a estimativa é de que o mercado teve um faturamento global de U$ 20.673 bilhões, contra os cerca de U$ 19.916 bilhões em 2011.

Em uma avaliação global, o estudo concluiu que o mercado promo brasileiro sofreu, no ano de 2012, a tradicional diminuição por conta do ano político, mas, sobretudo, pelas consequências da crise mundial de 2008.

Isso porque, 70% dos investimentos no setor no Brasil são realizados por multinacionais. Para estas organizações, é comum buscar resultado em alguns países da mesma região para compensar a queda de outros em crise. Foi assim com a crise do México em 1994, a da Ásia em 1997 e a da Rússia em 1998.

Em 2012, a situação gerada pela crise americana de 2008 refletiu em todas as economias do planeta: a Europa com países quebrados; os Estados Unidos seguiram com taxas maiores de desemprego e níveis baixos de recuperação econômica; e a China acompanhou com a desaceleração de sua taxa de crescimento. Com isso, as corporações mundiais buscaram compensações na redução dos investimentos em geral.

Em 2010 e 2011 vivemos um momento de criação de planos, concorrências abertas, mas muito pouca efetivação, e, por isso, os planos ficaram prontos aguardando a recuperação econômica do mundo. Em 2012, foi constatado que a crise era maior e mais longa do que se esperava, e o mercado sentiu o impacto dos cancelamentos.

Estudo Inédito Mostra o Percentual de Crescimento das Agências Por Região

Nesta sondagem Promoview perguntou aos entrevistados qual foi o desempenho percentual do faturamento bruto da agência em 2012 com relação a 2011.

2013 Deve Apresentar Crescimento, Mas Empresários Estão Cautelosos

Para 2013, as agências projetam um crescimento médio de 8% avaliando o aumento por conta da expectativa dos eventos mundiais no Brasil e da valorização do trabalho de ações para envolvimento de consumidores e stakeholders.

Com isso, o faturamento bruto no mercado brasileiro deverá superar os U$ 22.323 bilhões.

Fonte: Ampro

Quando os clientes são os criadores

Este ano o público jovem foi o alvo da Tim para o desenvolvimento das campanhas finalistas do 19 ° Prêmio Abe md. A iniciativa mostrou que o poder colaborativo das redes sociais foi o grande plano da operadora, a qual somou resultados inéditos a companhia. "O próprio público-alvo nos ajudou a montar a oferta, em uma iniciativa inédita no mercado brasileiro de telefonia", conta a gerente de Digital Advertising da TIM Brasil, Adriana Fernandes. Em entrevista exclusiva ao Portal ClienteSA, a executiva revela os objetivos e efeitos dos cases que estão concorrendo a premiação.

São três as campanhas que concorrem à premiação, todas voltadas aos clientes do TIM beta, plano desenvolvido para os jovens em uma ação que todos participam por meio do crowdsourcing, nas redes sociais. "O plano não é comercializado nas lojas da TIM e funciona através da distribuição periódica de chips feita pelos clientes indicados", explica Adriana, evidenciando o poder colaborativo que os clientes possuem dentro das estratégias de marketing digital.

"As ações são o Estúdio BETA, que convidou os participantes da fanpage a criar músicas através de conteúdo colaborativo; o TIM beta live 2, evento que ofereceu show para clientes selecionados do plano e, cuja atração foi escolhida pelos próprios usuários da oferta; e o Blablablâmetro, game social disponível no site e que mapeia a utilização da linha dos clientes TIM beta, concedendo benefícios através dos pontos de cada usuário.

Objetivos e resultados de cada ação:

Estúdio Beta
"Desenvolvemos essa ação diferenciada para incentivar ainda mais a interação na fanpage do TIM beta que, hoje, conta com mais de 500 mil participantes. A ideia era também destacar que a empresa continua dando voz aos seguidores do plano, que foi desenvolvido em parceria com os consumidores", explica Adriana Fernandes.

A ação foi iniciada com a postagem da melodia e o refrão das músicas no Facebook e, a partir daí, os fãs puderam sugerir a continuação da canção, escrevendo suas idéias no espaço de comentários do próprio post. Foram selecionadas as melhores frases, que formaram as letras de três músicas. O resultado final foi gravado e apresentado nas redes sociais aos usuários, que puderam curtir e compartilhar o conteúdo. "Ao longo dessa ação, atingimos 13% de índice de engajamento – um marco para o TIM beta – e aumentamos em 329% o indicador ´pessoas falando sobre isso´. Trouxemos mais de 77 mil novos fãs no período, aumentamos em 22% o tamanho da nossa comunidade na fanpage", aponta a executiva.

Tim Beta Live 2
Essa ação foi realizada pela segunda vez. Trata-se de um show exclusivo para clientes selecionados do plano TIM beta. Os próprios usuários da oferta escolheram a atração, em uma votação que contava com três opções de bandas. O grupo escolhido – o Charlie Brown Jr., realizou a apresentação no dia 27 de setembro de 2012, no Cine Joia, em São Paulo. "Desta vez, foi fechada uma parceria com o Google, que possibilitou a transmissão ao vivo do show via YouTube", diz Adriana. "Cerca de 2,5 milhões de pessoas vivenciaram os atributos de nossa marca e impactamos mais de 23 milhões de usuários únicos com a campanha. O show ao vivo foi assistido por mais de 48 mil pessoas", finaliza.

Blablablâmetro
O Blablablâmetro é um game social disponível na página do TIM beta (www.timbeta.com.br) e que mede a influência dos jovens nas redes sociais, além da utilização da linha pelos clientes. Os usuários são "pontuados" de acordo com o uso, como acesso a redes sociais, chamadas, envio de torpedos etc. "Essa ferramenta permitiu à TIM ´segmentar´ ainda mais os clientes TIM beta. Assim, criou-se a categoria de ´Beta Labs´, usuários com pontuação superior a 4 mil pontos e que têm vantagens, como tarifas diferenciadas, chips para distribuição aos amigos, entre outros benefícios", diz Fernanda. "Após o lançamento do Blablablâmetro, tivemos 39% da base de clientes participando ativamente do game", finaliza.

TIME UNIDO

Além das três ações para os consumidores, a Tim também é finalista com a campanha Sempre Juntos. Criada com o objetivo de agregar valor à força de vendas, a ação beneficia o relacionamento na área corporativa. "Conseguimos unir em um único programa tudo o que precisamos para estimular na força de vendas: fidelidade, reconhecimento, premiação e informação", conta Ana Claudia Loschi, gerente de trade marketing corporativo da Tim.

A campanha foi lançada em 2010 e, desde então, foram entregues mais de 66.000 prêmios, 97% de adesão dos quais 75% acessam mensalmente o portal. Em pesquisa de campo realizada pela empresa, 80% da força de vendas considera o programa Bom ou Muito Bom. "A ideia do programa vem dos conceitos de "estar próximo dos seus participantes" (Juntos) e "com frequência" (Sempre), fazendo com que eles se sintam reconhecidos e estimulados", explica Ana Claudia. Os participantes ganham pontos por tempo de casa, por treinamentos realizados e por vendas e podem trocar esses pontos em um catálogo de prêmios online. "Cada um se sente parte do "Sempre Juntos" e o resultado vem em conseqüência", conclui.

ClienteSA

Só vender não basta

Por Roni de Oliveira Franco

O pós-venda, em todos os setores de atividades, é fundamental para a fidelização do cliente, seja ele o comprador final de um produto ou serviço, no mercado consumidor, ou uma empresa, no universo B2B. A verdade é que a atenção, a responsabilidade e o compromisso com o que se fabrica, se vende e se promete ao comprador são os principais fatores que o influenciarão na decisão de compra na próxima vez que precisar adquirir novamente o mesmo item.

Essa questão ficou muito evidente na pesquisa que acaba de ser divulgada pelo Procon de São Paulo, sobre os produtos que causam mais problemas aos consumidores. Os campeões de reclamações foram os aparelhos telefônicos, fixos e celulares, seguidos pelos móveis e eletrodomésticos. No escopo da análise que estamos fazendo aqui, mais importante do que o ranking das queixas é entender os porquês.

E é exatamente esse o objetivo da pesquisa, ou seja, mostrar as dificuldades que o consumidor continua enfrentando no pós-venda. Um aspecto negativo é a alegação dos fabricantes, ante o defeito de um produto, de que a causa é o mau uso, imputando culpa ao consumidor. Também se verificaram muitos problemas relacionados à entrega, com três variáveis: o produto simplesmente não foi entregue; ou o consumidor recebeu mercadoria diferente da que comprou; ou, em especial no tocante aos móveis, verifica-se a falta de peças e partes.

Há um "recado" muito claro no resultado dessa pesquisa do Procon de São Paulo: não importa o porte de sua empresa e a natureza do seu negócio. Seja lá qual for o produto que fabrique e/ou venda e os serviços que presta, é essencial continuar atendendo bem seus consumidores e seus clientes depois da venda e da entrega. Ninguém reclama sem motivo. Se há uma queixa, existe uma insatisfação correlata. É preciso dar toda a atenção ao reclamante, verificar se tem mesmo razão e, em qualquer circunstância, procurar uma solução que o agrade.

Por que não se faz sempre assim? Obviamente, não é por falta de boas intenções, pois todo mundo que está no mercado não pretende prestar maus serviços nem tratar mal o cliente ou negligenciar a atenção com ele e com o atendimento. O problema, a rigor, está na ausência ou na má gestão do pós-venda. Há empresas que se esmeram na produção ou na prestação do serviço, mas que se esquecem do consumidor/cliente após a venda. É nessa atitude que começa a perdê-lo.

Por isso, é preciso ajustar todos os fluxos internos de modo a possibilitar um pós-venda organizado e eficaz. Isso inclui a distribuição/entrega, fluxos corretos de cobrança (pois os equívocos nesse processo também causam imensa irritação) e canais eficientes para ouvir, entender e interagir com o cliente/consumidor. Organizar tais fluxos, de modo que funcionem adequadamente, não é o core business das empresas, mas é o foco principal dos clientes para se manterem fieis a elas. É sempre bom recorrer a serviços especializados, capacitados a orientar e contribuir para que a gestão dos processos contribua para encantar o consumidor antes, durante e depois da venda.

Fonte: Cliente SA

Como ser eficaz para atingir o consumidor?

Globalmente, profissionais da área de marketing são desafiados a obterem as melhores respostas do consumidor em relação às suas marcas. Os canais de comunicação com o público se expandiram, deixaram de ser unidirecionais e exigem um novo posicionamento das empresas que não querem atuar apenas como espectadoras ou coadjuvantes em seus mercados. Mas entre o leque de canais de comunicação disponíveis, qual o mais eficiente? É melhor escolher apenas um ou marcar presença em todos? Mas é possível estar em vários sem perder o foco?

Bem, a resposta para essas questões obriga que os decisores voltem seu olhar para dentro da empresa, analisem em que momento ela está, tracem uma estratégia e saibam claramente que objetivos se quer atingir, levando em conta que cada canal tem seu tom, seu fim e suas características.

Hoje os principais canais de comunicação e marketing digital contemplam o e-mail marketing, as mídias sociais e a mobilidade. Neste artigo, pretendo aconselhar sobre pontos que devem ser considerados para usar cada um desses meios de modo eficiente e também o que considerar em uma estratégia mais abrangente que busque explorar esses canais de forma complementar.

– E-mail marketing: As empresas que ainda acreditam que o e-mail marketing é um canal para comunicação generalizada e em massa estão definitivamente no caminho não adequado. O principal critério para usar o e-mail marketing com eficiência é a relevância. O consumidor só vai dar atenção a mais aquele e-mail em sua caixa de entrada se o assunto e o conteúdo forem relevantes, adequados ao seu perfil. E para segmentar o envio de e-mail, a empresa precisa conhecer o cliente de forma personalizada, levantar informações e dados de comportamento que a levem a direcionar somente mensagens que tenham a ver com aquele perfil específico, sejam ofertas de compra, atendimento ou prestação de serviço. A frequência com que o cliente quer receber esse tipo de comunicação também precisa ser levada em conta. Por fim, não custa lembrar que o e-mail marketing precisa sempre ter a permissão do usuário. É preciso engajar os colaboradores da empresa para que contribuam buscando opt in do público, a fim de continuamente expandir e qualificar a lista de e-mails dos clientes.

– Mídias sociais: O grande desafio para iniciativas de branding bem sucedidas nesse canal está na capacidade de envolver e motivar as pessoas em torno de uma ação. O usuário das mídias sociais pode não estar necessariamente interessado em comprar e, portanto, não quer receber mensagens focadas na venda de produtos e serviços. Ou seja, um argumento agressivo de vendas nas mídias sociais não é bem recebido. Oferecer entretenimento e informação é muito mais pertinente neste canal. Promover engajamento, envolvimento e relacionamento deve ser o objetivo central, tendo sempre em mente que este canal é de múltiplas vias, que deve gerar interatividade e fazer com que as pessoas se sintam à vontade para comentar, indicar aos amigos, "curtir", compartilhar entre si. Gostar de uma marca pode não significar um interesse imediato de compra, mas motivar as pessoas a falarem de determinada empresa e pulverizar aquela mensagem entre seu grupo de amigos gera direta e indiretamente visibilidade e divulgação para a marca. Outro ponto importante é que, ao estar presente nas mídias sociais, a empresa precisa ter uma política de como dar retorno aos comentários e posts, estando preparada inclusive para receber críticas, pois uma vez aberto o canal, ele ganha dinâmica própria.

– Mobilidade: Um ponto importante para a boa comunicação neste canal é forma de abordar o consumidor, para que ele não se sinta invadido. O envio de mensagens de texto via torpedos só pode acontecer se houver um opt in formal e, além disso, essa forma de comunicação se presta muito mais a promover relacionamento, atendimento e prestação de serviços do que publicidade. Possibilitar entretenimento também é uma boa opção, por meio da oferta de aplicativos com os quais os usuários se identifiquem ou como forma de prestar algum serviço de utilidade pública, por exemplo.

Se estabelecer uma comunicação eficaz com o consumidor em cada um desses canais já demanda uma estratégia bem definida, o mesmo vale para as empresas que queiram desenvolver ações integradas. Neste caso, tratar esses meios de forma isolada faz com que a empresa não aproveite os canais em toda sua potencialidade.

Ou seja, mais do que desenvolver iniciativas para e-mail marketing, mídias sociais ou mobilidade, se a marca quer fazer uso destes três canais de modo verdadeiramente eficaz, deve pensar em uma estratégia de cross-channel, para acompanhar os resultados de forma integrada e poder mensurar o todo. O e-mail marketing pode levar o usuário a se interessar pelas mídias sociais da marca, o website da empresa pode permitir compartilhamento em Facebook ou Twitter dos trechos que interessem ao cliente, aplicativos usados em smartphones podem ser replicados nas mídias sociais, uma ação iniciada em um canal pode render desdobramentos em outros, etc…

São inúmeras as formas de capitalizar a interação do usuário nos diversos canais digitais. Isso demanda, no entanto, criatividade e estratégia. O mercado brasileiro tem amadurecido gradativamente absorvido esta visão mais ampla e integrada, portanto não há dúvidas de que esse é um caminho que tende a estimular e fortalecer o relacionamento entre consumidores e empresas. Ignorar essa tendência é ignorar as inovações, as novas gerações e as formas como elas interagem com o mundo.

Fonte: Ampro