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Fieldmarketing, o que é isso?

Um conceito ainda novo no Brasil que vem para avançar as relações da indústria com o varejo.
O mercado de marketing no varejo é complexo. A cadeia que envolve este setor é enorme e adequar a demanda para suprir às necessidades que surgem diariamente neste campo, um grande desafio. O fieldmarketing vem com esta proposta, de inovar, revolucionar e oferecer ao mercado estratégia e operação de qualidade que agreguem resultados efetivamente positivos.

O fieldmarketing consiste em coordenar, gerenciar e operar as estratégias de venda, comunicação e marketing no varejo em diferentes canais, sempre com o objetivo de proporcionar a otimização de resultados. Em outras palavras, o conceito consiste em unir gestão à execução e mensuração de resultados. O grande diferencial deste conceito é o fato de ele trabalhar com uma visão sistêmica e não apenas com parte da informação.

Na África do Sul, há um case interessante que demonstra os benefícios da operação. Com a atuação de um projeto de fieldmarketing, a Coca-Cola implementou a solução, que atuou na armazenagem, distribuição, gestão, vendas e merchandising. O resultado do projeto foi um crescimento de 197% em volume de vendas.

No Brasil, o mercado de marketing no varejo é muito segmentado e por isso, em geral, as ações são pontuais. Devido a esta segmentação, a execução do plano estratégico traçado pelo marketing da indústria, nem sempre alcança o resultado efetivo e esperado.

O fieldmarketing, por trabalhar intrínseco ao DNA da empresa cliente, no que se refere aos objetivos traçados, desenvolve um projeto complexo e focado, não apenas na execução, mas no alinhamento de estratégia, alcance de metas e de resultados propostos.

Na Índia, há um case que traz números significativos de um projeto desenvolvido para uma marca de maquiagem. A operação em questão envolveu desde a positivação dos displays em lojas, contratação e treinamento de promotoras, updating de produtos e vendas, manutenção das ações de merchandising e gerenciamento de estoque, até a competitividade da marca no mercado. Com o projeto, foi possível reduzir em 14% o custo efetivo de operação, garantir 97% de crescimento em vendas e aumentar a presença de produto na gôndola de 50% para 80%, evitando a ruptura.

Na prática, o fieldmarketing responsabiliza-se pela aplicação da estratégia no ponto de venda, podendo mensurar e garantir a efetividade do negócio proposto, por meio da tecnologia e da qualificação de profissionais que atuam neste segmento.

A tecnologia está muito ligada ao resultado final de projetos de fieldmarketing. É por meio dela que as informações estratégicas são repassadas à diretoria e é possível enxergar todo o cenário da ação, o que beneficia a tomada de decisão rápida e assertiva.

A estratégia utilizada para compor as diferentes necessidades e metas do projeto é um dos principais diferenciais do conceito. Devido à estrutura organizada para operação, o fieldmarketing resulta em uma execução mais eficaz e no aumento da presença da marca no ponto de venda. A entrega de resultados é mais consistente e há mais valor agregado à marca.

Da indústria ao ponto de venda e do ponto de venda ao convencimento do shopper, o fieldmarketing opera para melhorar o desempenho do varejo e alavancar a venda de determinada marca ou produto.

O fieldmarketing, com absoluta certeza, vem para revolucionar as relações da indústria com o varejo e do varejo com o consumidor final. Por fazer parte de um conceito macro, mas que opera em cada etapa do processo, o fieldmarketing poderá oferecer uma nova perspectiva para os negócios e para o varejo no País.

Fonte: ClienteSA

Os segredos do vendedor cinco estrelas

O que fazer para vender mais? Como se comportar diante do cliente? Quais são os segredos do vendedor cinco estrelas? Se você deseja melhorar a sua performance em vendas e engordar a conta bancária é melhor continuar lendo este artigo com muita atenção, pois ele trará dicas valiosas para o seu sucesso.

O vendedor cinco estrelas sabe muito bem que é preciso superar pelo menos cinco filtros para transformar uma simples consulta em venda. Falhar em um deles significa venda perdida na certa. O sucesso em vendas significa superar muitos pontos, a exemplo dos que relacionamos e apelidamos de estrela, a seguir:

1 – Estrela preço certo

Vender algo por preço acima do seu valor real não é uma tarefa recomendável. Ainda que seja possível realizar a venda, as possibilidades de cedo ou tarde o cliente acabar descobrindo e “deletar” você, é enorme. O pior é que se isso ocorrer, você perde um cliente e, em troca, ganhou um inimigo disposto a lhe arruinar a todo custo.

2 – Estrela Prospect

Estar diante do prospect é tudo que o vendedor mais quer. Porém, isso não é garantia de sucesso. Pois, o vendedor sabe que quando isso ocorrer, terá que ser competente para realizar a venda. O vendedor despreparado perde a oportunidade por agir afoitamente, revelar-se inseguro ou não agir no tempo e na dose certa.

Diante do prospect, o vendedor cinco estrelas, procura identificar o seu perfil de cliente, fortalece o relacionamento, identifica se ele está pronto para comprar ou se está apenas pesquisando. Não faz pressão para que o cliente decida, descobre se ele é quem dará a última palavra da compra e se o produto é adequado às suas necessidades.

3 – Estrela processo

A venda é 5% improvisação e 95% processo bem formatado. O vendedor cinco estrela domina o processo da venda e aplica com disciplina cada etapa. Ele sabe que a venda muitas vezes se resolve nos detalhes e somente o profissional atento a eles será bem sucedido.

O vendedor inexperiente não é rigoroso com os processos, pois aposta todas as suas fichas no improviso. Por exemplo, quando chega o momento de fazer a demonstração do produto, ao invés de seguir os passos recomendados pelo fabricante, e para os quais recebeu treinamento, segue o seu instinto.

Já o vendedor cinco estrelas, quase nunca age ao acaso. Ele segue cada etapa com confiança e determinação. Ele sabe que a pratica faz a perfeição. Então quanto mais ele repete os passos do processo de vendas, mais ele os aprimoram. Daí, a razão de cada dia que passa, ele se preparar melhor e se distanciar do vendedor que não age da mesma forma.

4 – Estrela produto

O vendedor principiante estuda o catalogo do produto uma vez, e julga domina-lo por completo. Após se submeter ao primeiro treinamento, sente-se tão confiante que passa a ter “certeza” de que sabe tudo. Então, quando atende o cliente, as dúvidas surgem e ele vai respondendo com “meias palavras”, se acostuma com o improviso e acaba achando que assim é o certo. Então, passa a depender das desculpas e faz delas o seu recurso. Assim, quando perde a venda, nunca é por falha dele e sim “por culpa do cliente”.

Já o vendedor cinco estrelas, é disciplinado, estudioso e criterioso. Comparece aos treinamentos, faz perguntas e é sempre voluntário para realização de dinâmicas. Quando retorna a loja, aplica o aprendizado e utiliza o tempo livre para estudar e aprimorar os seus conhecimentos.

5 – Estrela vendedor

Uma regra básica é: se você não é o vendedor certo, a venda não vai ocorrer. Não se pode ignorar que antes de comprar o produto, o cliente deverá “comprar o vendedor”.

Então, o vendedor cinco estrelas sabe que terá que ser simpático e agradável de forma a conquistar a preferência do prospect. Sempre se dirige ao cliente pelo nome, ouve com compromisso, anota os pontos importantes, é solícito quando a situação exigir e sabe se colocar com maestria na posição do comprador.

Superado com sucesso os cinco filtros, a venda ocorre naturalmente. Lembre-se, a venda não é nada mais do que perguntar com precisão e ouvir com atenção.

Agora, que você já sabe disso, vá vender alguma coisa enquanto há tempo!

Fonte: Administradores.com

Ações promocionais auxiliam na retomada das vendas

necessidade da venda precisa vencer a sensação de incerteza, dando lugar a uma atmosfera sustentável, possível de acontecer e na contramão à retração do consumo

Só em 2011, o setor de marketing promocional movimentou R$ 39,6 bilhões em ações que têm por objetivo ativar, impactar e envolver o consumidor diretamente no ponto de venda. Essas ações, via de regra, geram um retorno positivo para as marcas que decidem investir nesse tipo de estratégia, já que, por meio das agências especializadas em promoção, conseguem despertar, de maneira criativa e planejada, num curto espaço de tempo, sensações e percepções não conhecidas pelos consumidores, motivando-os a experimentar, participar de promoções e, assim, comprar mais.

Dessa forma, é importante observar que, ao contrário do que se pensa, o investimento em marketing, sobretudo nesse tipo de ação de impacto direto sobre as vendas, é de extrema importância diante do cenário varejista atual, que busca uma retomada mais forte nesse segundo semestre em comparação ao primeiro.

De acordo com o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) de agosto, divulgado no mês de outubro,mostrou que a economia brasileira cresceu em agosto pelo quinto mês consecutivo e apresentou o melhor desempenho em 17 meses. Esse dado, sem dúvida, aponta um direcionamento, mas para vencer a inércia que os mercados vivenciam é preciso ser pragmático.

É nesse sentido que o marketing promocional acaba surgindo como uma solução viável às demandas do mercado, à medida que consegue visualizar tendências, valores de investimento e target de interesse. A capacidade criativa, a qualidade na produção e operações nas ações promocionais para equacionar todas essas questões é que, em geral, determinam o sucesso da ação. Além disso, conhecer as peculiaridades do cliente, os momentos conjunturais econômicos e o comportamento dos consumidores são, sem dúvida, diferenciais que ajudam nessa empreitada.

A necessidade da venda precisa vencer a sensação de incerteza, dando lugar a uma atmosfera sustentável, possível de acontecer e na contramão à retração do consumo. Afinal como disse Sun Tzu, no livro Arte na Guerra: "A invencibilidade está na defesa; a possibilidade de vitória, no ataque. Quem se defende mostra que sua força é inadequada; quem ataca, mostra que é abundante".

Fonte: Ampro

Regularizar trabalho temporário é prioridade para o Ministério do Trabalho

Incorporar o enorme contingente de trabalhadores informais em eventos ao mercado de trabalho formal e dar segurança jurídica às empresas do setor foi o foco da audiência realizada na tarde de ontem (16/04), em Brasília, com o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, a presidente da Associação Brasileira de Empresas de Eventos – ABEOC BRASIL e articuladora político-institucional do ForEventos (Fórum das Entidades do Setor de Eventos), Anita Pires, e o presidente da Federação Nacional De Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), Alexandre Sampaio de Abreu, também presidente do Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Segundo o ministro Manoel Dias, regularizar a situação dos trabalhadores temporários é "a prioridade das prioridades" para o Ministério. Ele anunciou que será criado um grupo de trabalho para o mais rápido possível analisar a proposta das entidades do setor de eventos. O Ministério do Trabalho e Emprego já estuda a questão do trabalho eventual, também chamado temporário ou interminente, relacionado com o setor de vigilância.

"Esta questão é uma das que mais preocupa o nosso setor, pois há um número imenso de trabalhadores informais ou autônomos, o que gera preocupação para trabalhadores e empresas, falta segurança jurídica para ambos", analisa Anita Pires.

A urgência para resolver esta situação é ainda maior por conta do volume de contratações previstas para os grandes eventos programados no país. "Recepcionistas, montadores e outros profissionais serão contratados e fica difícil assinar a carteira para um trabalho de três ou cinco dias", exemplifica Anita. "Regularizar esta situação será um avanço muito grande para nosso mercado", acrescenta a presidente da ABEOC BRASIL. "O setor de eventos cresce fortemente, gera emprego e renda, mas precisa de mais políticas públicas que atendam a necessidade tanto dos empresários quanto dos trabalhadores", conclui.

Também participaram da audiência no Ministério do Trabalho o chefe de gabinete do Ministro, Rodrigo Minotto, o secretário de Inspeção do Trabalho, Luiz Felipe Brandão de Mello e o secretário de Relações do Trabalho – SRT, Manoel Messias Nascimento Melo.

O FÓRUM DAS ENTIDADES DO SETOR DE EVENTOS (FOREVENTOS) é uma instância de discussão e articulação estratégica de caráter permanente que tem por finalidade o reconhecimento e o fortalecimento econômico, social e político do setor junto aos mercados, à sociedade civil e às esferas governamentais, representando 12 entidades e, aproximadamente, 4 mil empresas.

Bom dia, Cliente!!!

Trate bem da sua base cadastral, melhore suas ofertas, aprimore suas mensagens.

Um hábito me acompanha, há anos. Ao acordar, seleciono alguns nomes no celular e disparo a mensagem: "Bom dia!". Ao longo do dia, repito a outros: "calor de matar…". E encerro a noite com um "pensando em você nas minhas orações…".

A ação preza os preceitos de uma comunicação eficaz. Alimenta-se de nomes extraídos de uma mesma base de dados (meu celular), adota-se uma oferta única (a saudação) e utiliza-se um único script (a frase enviada).

Mesmo "amarrando" bem o tripé, as reações das respostas sempre me surpreendem:
– "Bom dia, por quê?"…
– "Estou no trânsito"…

– "Como?"…

Certamente, você conhece ou já ouviu falar de um tripé, a base de sustentação mais estável e segura que existe. Composto por três pilares de comprimentos semelhantes, torna cadeiras, mesas ou apois mais firmes e menos vulneráveis a quedas.

E o tripé da comunicação? Você conhece?

Trata-se dos três elementos fundamentais e capazes de juntos, garantirem o sucesso de uma campanha em maketing direto. Um tripé bem planejado, garante que a informação chegue de forma eficaz ao público-alvo.

E como é composto o tripé da comunicação dirigida?

1) Mailing
O primeiro pilar de sustentação da campanha é o mailing que precisa ter qualidade e atualização. Significa dizer que o endereço, o telefone, o e-mail devem estar ativos e válidos.
Além disso, o perfil desta base também deve estar claro.

Estamos falando com pessoas ou empresas? Homens, mulheres ou ambos? Palmeirenses ou santistas? Evangélicos ou católicos? Quanto maior for o grau de informação sobre este perfil, maior será o conhecimento sobre as necessidades deste público e seu consequente grau de atenção à abordagem.

2) Oferta
A partir do momento em que se conhece o perfil do mailing e certifica-se de que estas informações estão válidas, criam-se parâmetros para que a oferta assuma benefícios pertinentes e relevantes ao público-alvo. Normalmente, como a visão das empresas em relação a este público não é muito profundo, adota-se benefícios mais genéricos ligados a preços e promoções.

A capacidade de uma campanha de comunicação em criar benefícios mais eficazes e exclusivos está diretamente ligada ao grau de conhecimento das necessidades do consumidor presente no mailing. O esforço maior a ser assumido neste pilar está na conversão das características em benefícios, ou seja, no movimento de satisfação de um desejo do público impactado.

3) Script

Com o maling e a oferta em sintonia, parte-se para o terceiro pilar do tripé, o roteiro de abordagem, também conhecido como "script". Já se tem uma oferta interessante a um mailing que conhecemos. Parte-se agora para o planejamento da forma como se vai comunicar a primeira ao segundo. Existem algumas possibilidades de composição do script, mediante a adoção do telefone, do e-mail, da carta ou de eventos. Assim, se a campanha de comunicação dirigida objetiva o convite e a confirmação de presença a um evento, o script pode sugerir um disparo de um e-mail com a presença de um telefone receptivo para o retorno espontâneo destas confirmações. Se estas não ocorrerem, parte-se para uma abordagem telefônica ativa. Uma modalidade alternativa de script poderia adotar o modelo conhecido como "sanduiche". Neste formato, assume-se uma sondagem inicial ativa por telefone para a validação da oferta e solicitação do bloqueio da agenda, após esta etapa, envia-se o convite por e-mail ou carta e, na sequência, efetiva-se novo contato ativo para confirmação do recebimento do convite e da presença. O script adotado também leva em consideração o perfil do mailing e da oferta, pois há públicos que preferem a abordagem telefônica, enquanto outros sentem-se melhor com abordagens virtuais. As ofertas também dividem-se entre aquelas melhor explicadas por voz e outras que demandam, tabelas, números, modalidades de pagamento melhor detalhadas numa folheto enviado pelo correio.

A sintonia entre os três pés, ou seja, um tripé bem "amarrado" garante aumento dos resultados da comunicação. Entretanto, percebo todos os dias, que meus "torpedos"despertam reações diversas. Mostram alguma dispersão de retorno. Isto ocorre porque além da pertinência analisada na adaptação da oferta, deve-se avaliar também a relevância no momento do envio.

Na etapa de planejamento do tripé, a oferta deve estar em sintonia com alguma necessidade do público-alvo, ou seja, deve ser pertinente a este. Além de pertinente, esta oferta precisa atingir o consumidor no momento certo, isto é, no momento em que ele prioriza este assunto. Você pode estar pensando em se matricular em um curso de inglês, mas não pensará nisso se estiver em férias e fora da cidade. Pode também estar pensando em descansar uma semana em Salvador, mas não pensará nisso durante a aula de inglês.

A relevância da mensagem talvez seja o maior desafio da comunicação dirigida, pois trata-se de um fator dinâmico e pessoal, muda de tempo em tempo, de pessoa a pessoa. Você só vai conseguir entendê-la e adotá-la em suas campanhas, ao longo do tempo e da evolução no ciclo de relacionamento com seus clientes. Por isso, não desanime. Trate bem da sua base cadastral, melhore suas ofertas, aprimore suas mensagens. Continue dando "bom dia" ao seu cliente. Um dia ele volta, para um "oi" ou uma compra.

Fonte: Cidade Marketing