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Rio Open conta com patrocínio de grandes empresas

Com organização da IMX, joint venture de esportes e entretenimento do Grupo EBX e da IMG Worldwide, o Rio Open já mostra sinais de sucesso antes mesmo de seu anúncio.

Itaú, Rolex, Asics, Head e Corona já fecharam patrocínio com o evento, que conta com um plano comercial composto por nove cotas, incluindo title sponsor, além das categorias hotel, material esportivo, bola oficial.

Cada cota de patrocínio tem uma propriedade diferenciada dentro de quadra e a cota de title sponsor, responsável por nomear o evento, está sendo apresentada ao mercado.

“Um evento do porte do Rio Open é resultado de um esforço conjunto. É um sinal muito positivo já estarmos sendo reconhecidos por empresas como Itaú, Rolex, Asics, Head e Corona, que são grandes patrocinadores do tênis no mundo. A transmissão do evento para outros países com o apoio do SporTV é ainda uma excelente forma de dar visibilidade global para suas marcas, assim como para o Rio”, afirma Marcia Casz, VP de Esportes da IMX.

Jogador Novak Djokovic.

“O Itaú tem um compromisso de longa data com o desenvolvimento do Tênis no País, atuando desde a formação da base, com o trabalho desenvolvido no Instituto Tênis e com o apoio ao Circuito de Tênis Escolar e Universitário, até o profissional, com patrocínio a diversas competições da ATP. Portanto, nada mais natural para o banco do que participar do Rio Open, que será o maior evento da modalidade na América do Sul”, afirma Fernando Chacon, diretor de Marketing do Itaú Unibanco.

A Rolex associa-se a atividades que, como a marca, são motivadas pela paixão, excelência e a precisão. Foi com naturalidade que a marca e o Tênis estabeleceram laços que não cessaram de se fortalecer e que tiveram a sua origem no fim dos anos 1970, época em que a Rolex se tornou o relógio oficial de Wimbledon.

“O Tênis é um esporte em que acreditamos muito e faz todo o sentido estar presente no maior torneio da modalidade na América do Sul. Queremos aproveitar eventos deste porte para mostrar o nosso sério compromisso, pois, além do apoio à Confederação Brasileira de Tênis, patrocinamos vários atletas talentosos. Esta iniciativa também está alinhada a nossa estratégia de lançamento de produtos para o Tênis, como calçados e vestuário específicos”, diz Giovani Decker, presidente da Asics Brasil.

“Gostaríamos de parabenizar os idealizadores do Rio Open, um evento que com certeza será um marco na história do Tênis brasileiro. Estamos há mais de 60 anos no mercado mundial e a Head sempre acreditou no esporte, apoiando eventos importantes e atletas consagrados. Temos certeza de que será uma parceria de sucesso”, afirma Paulo de Tarso Ribeiro, presidente da Head no Brasil.

O Rio Open acontece no Rio de Janeiro entre os dias 15 e 23/02 de 2014 e é o único torneio da América do Sul a reunir simultaneamente uma etapa do ATP World Tour 500 e do WTA International.

O evento será disputado no Jockey Club Brasileiro com oito quadras, incluindo um estádio central com capacidade para 7.000 pessoas. A premiação será de US$ 1,25 milhão na ATP e US$ 235 mil na WTA. Os ingressos estarão à venda no segundo semestre de 2013.

Marketing: Na empresa todo mundo é marqueteiro!

As organizações, de um modo geral, são divididas da mesma maneira. O conceito básico da estrutura e divisão organizacional que aprendemos segmenta a empresa na parte que cuida das finanças (ou setor financeiro), na parte que cuida da tecnologia (TI), na parte que cuida das pessoas na organização (Recursos Humanos), na parte administrativa da empresa e na parte de comunicação e vendas (normalmente, o marketing assume essas duas responsabilidades). Cada setor ou seção tem seus responsáveis e suas hierarquias definidas. Contudo, uma coisa não pode ser esquecida: todos representam a mesma organização, e logo todos precisam desempenhar bem seus papeis. Isso influencia diretamente na imagem da empresa para o público e para o mercado. Logo, isso é marketing!

É verdade que o conceito de marketing não é único, mas é óbvio que as empresas mais valorizadas e bem sucedidas precisam ter uma boa imagem associada à marca. E isso é construído com base na competência e na qualidade que a empresa mostra ao prestar seu serviço ou disponibilizar seu produto. Além disso, não só as atividades-fim, mas também as atividades-meio devem ser consideradas importantes nos processos da empresa. E o que isso tudo quer dizer? Que todas as atividades na empresa precisam ser bem feitas, para que a empresa consiga êxito na quantidade e na qualidade das vendas, da produção e da prestação de serviços.

Sendo mais prático, vamos a exemplos simples: se a empresa atrasa salários frequentemente, como os colaboradores podem trabalhar e atender pessoas, sempre sorrindo, educados e felizes? Se os empregadores não reconhecem e expõem o bom resultado de seus profissionais, com prêmios, promoções ou simples elogios, qual o estímulo que eles vão ter? Se a equipe de vendas precisa sempre fazer hora extra e não ganha nada por isso, como vão estar motivados? Se os equipamentos não estão em bom estado, como a produção será bem feita? Você nota como é necessário que tudo esteja em sintonia, para que o resultado exista, e seja positivo?

Você, profissional de marketing, e sua equipe são responsáveis pelo direcionamento da empresa no mercado, nas mídias sociais e no relacionamento com clientes, mas lembre-se também de que a empresa é responsável por facilitar esse processo, sendo eficaz em todas as suas áreas funcionais. Não é só você quem faz marketing. A empresa inteira faz marketing, e por isso todos devem desempenhar da melhor forma suas funções, pois todos acabam sendo marqueteiros nessa história. Disso depende a gestão da marca, a imagem dela no mercado e também o sucesso da empresa.

fonte: www.pontomarketing.com

Auditada pelo IVC, a tiragem do Guia Bríndice é de 29.000 exemplares

Um dos institutos de maior credibilidade do mercado, o IVC, audita a tiragem e a distribuição do Guia Bríndice há 25 anos

Desde 1963, incluindo o IVC (Instituto Verificador de Circulação) brasileiro, todos os institutos verificadores de circulação têm como objetivo a apuração da circulação de jornais e revistas a eles filiados por meio de técnicas especializadas de auditoria. Desde então, não se fala em circulação de publicações de forma especulativa, vaga e imprecisa. A circulação de publicações é um padrão exato de medida, como o metro, o litro, o grama etc. Os métodos reconhecidos e minuciosos de aferição como os do IVC foram adotados por anunciantes e agências, que passaram a conhecer não somente o aspecto quantitativo do público leitor das publicações, mas também os dados quantificáveis que permitem melhor caracterização do perfil dos leitores.

O Guia Bríndice é considerado a maior publicação do mercado promocional, tanto em número de páginas como em número de anunciantes. Ao longo de aproximadamente 640 páginas, 370 anunciantes divulgam seus produtos e serviços. São impressos 29.000 exemplares por ano, sendo que 27 mil são enviados gratuitamente para os profissionais de compras, recursos humanos e marketing de empresas de todos os portes e para profissionais de planejamento e criação que atuam em agências de propagada, promoção e eventos.

O processo de verificação de tiragem e circulação do Guia Bríndice é realizado, há 25 anos, por um dos mais sérios e sólidos institutos do mercado, o IVC. As técnicas de auditoria adotadas pelo IVC são aplicadas rigorosamente a fim de certificar a idoneidade da mais importante publicação do mercado promocional brasileiro, o Guia Bríndice:

. Em primeiro lugar, o auditor do IVC verifica a entrada dos exemplares do Guia Bríndice na sede do Grupo Bríndice.

. A segunda etapa diz respeito à verificação da entrada dos exemplares do guia no endereço da distribuidora por meio das notas fiscais de entrada.

. Em seguida, o auditor do IVC verifica a expedição dos exemplares da distribuidora e dos Correios por meio das notas fiscais de saída.

. A quarta etapa da auditoria é realizada no endereço da sede do Grupo Bríndice e inclui a verificação das notas fiscais da gráfica, da distribuidora e dos Correios e seus respectivos pagamentos.

. A quinta etapa da auditoria diz respeito ao mailing de distribuição do Guia Bríndice, incluindo a checagem por amostra do recebimento do anuário pelas empresas cadastradas.

. Por fim, o IVC prepara, a partir das informações e documentos acima citados, um relatório da distribuição do Guia Bríndice por região (capital e cidades do interior dos estados brasileiros).

Assim, a auditoria do IVC garante a todos os anunciantes do Guia Bríndice números exatos de tiragem e circulação, embasando os estudos dos custos aplicáveis às mensagens publicitárias.

http://www.ivcbrasil.org.br

Guia Bríndice. O IVC assina embaixo.

Fontes: IVC – Instituto Verificador de Circulação
Grupo Bríndice

GUIA BRÍNDICE e IVC – 25 ANOS DE CONFIABILIDADE

Conheça as etapas da auditoria do Guia Bríndice pelo IVC:
1. Verificação da entrada dos exemplares do Guia Bríndice na sede do Grupo Bríndice.
2. Verificação da entrada dos exemplares do Guia Bríndice no endereço da distribuidora.
3. Verificação da expedição dos exemplares da distribuidora e dos Correios.
4. Verificação das notas fiscais da gráfica, da distribuidora e dos Correios.
5. Checagem do mailing de distribuição do Guia Bríndice.
6. Relatório da distribuição do Guia Bríndice por região (capital e cidades do interior dos estados brasileiros).

NÃO TENHO FORMAÇÃO. NÃO TENHO EXPERIÊNCIA. QUERO UM EMPREGO. E AGORA?

Final da faculdade, currículo na pasta e começa a peregrinação. O início de toda carreira profissional costuma tenso, amedrontador e cheio de desafios. Tenso porque você é um recém formado, não tem lá tanta experiência no assunto. Amedrontador porque você não sabe o que esperar daquilo ou como vai ser seu desempenho no emprego. E cheio de desafios porque diariamente parece que precisamos vencer uma guerra.

O medo é normal e compreensível; até os mais experientes precisam respirar novos ares, mudar de emprego, crescer ou jogar tudo pro alto e começar uma nova carreira. Ocorre que no meio dessa multidão que busca uma vida profissional melhor existe uma pessoa com um medo que parece ser maior que o seu: a sem experiência nenhuma.

E na ânsia de conseguir um emprego – afinal, ninguém vive só de amor – envia currículo para qualquer empresa pedindo vaga em qualquer área, com a justificativa de que é capaz de aprender qualquer coisa. Não posso condenar a pessoa (nem a atitude) de quem busca por emprego, mas algumas vezes isso pode parecer desespero. Embora essa realidade tenha melhorado bastante, a maioria das empresas ainda busca por profissionais com alguma experiência. Por outro lado, não há como adquirir experiência profissional se as empresas não derem oportunidade para isso.

As vantagens em dar oportunidade aos pouco experientes são muito bem descritas aqui e aqui. As organizações com visão mais ampla conseguem enxergar neste profissional um vaso a ser moldado de acordo com as políticas e características da empresa.

Se você não possui formação superior, técnica ou tecnológica e, além disso, não tem experiência em nada, procure uma maneira de fazer cursos gratuitos. Vá até instituições, converse sobre bolsa de estudos, argumente, mas procure um embasamento teórico para que seu diploma seja mais que um papel pregado na parede da sala para acumular poeira e dar orgulho a seus pais.

Saiba que há muitos profissionais bons que nunca fizeram uma faculdade na vida. Começaram do chão, ralando, sentindo aquele mesmo medo e sensação de guerra que citei no início. E hoje estão bem posicionados, são donos de grandes, médias ou pequenas empresas. Profissionais que, como dizem, se formaram na escola da vida e são reconhecidos por isso, a exemplo de Jussier Ramalho, palestrante de renome.

Por mais desesperado que você esteja, não deixe que isso transpareça no seu e-mail pedindo vaga para “qualquer coisa”. Avalie suas características, seus pontos fortes; tente definir em que tipo de área você acha que se encaixaria e trabalharia melhor; converse com pessoas que já estão posicionadas no mercado e peça conselhos. Valorize-se desde cedo como profissional, ainda que você não seja um por formação. Por fim, saiba que todos nós nascemos para trabalhar em alguma coisa, mas alguns demoram um pouco mais a identificar qual é a sua área e o que realmente gostam de fazer.

Se você não tem curso nem experiência, continue na batalha, jamais mostre desespero e nem pense em desistir. Se você é um recém formado, tem pouca ou nenhuma experiência, os conselhos são os mesmos, porém um em especial: cuidado com o ego de recém formado. Ele pode matar você e seu profissionalismo.

E o mais importante: esteja sempre disposto a aprender.

fonte: www.pontomarketing.com

Mercado: Cuidado com os concorrentes “Kamikaze”!

Já ouviu falar em Kamikaze? Eles eram aviadores japoneses do tempo da guerra que tinham como missão destruir o máximo de navios inimigos, mesmo que para isso tivessem que cair em cima deles. Concorrência Kamikaze é a mesma coisa: competidores que entram no mercado com a intenção de pegar a maior fatia do bolo possível no menor tempo possível, mesmo que tenham que sacrificar seu faturamento. Em alguns casos, raros casos, isso é feito de maneira bem calculada, por mais que pareça suicídio. Na maioria deles, o sentimento dessa concorrência é “Vamos destruir esses concorrentes desgraçados! Eles vão quebrar! Então, pegamos o lugar deles!” É um raciocínio de quem tem como sócio na empresa o Coelho da Páscoa e o Duende Mágico.

Lógica Kamikaze
Apenas empresas com muito poderio “bélico” podem se dar ao luxo de praticar o chamado dumping (baixar os preços ao limite do ridículo apenas para pegar os clientes da concorrência e fazê-la quebrar de vez), uma manobra imoral, desleal e inclusive passível de condenação pelos órgãos reguladores. Disfarçadamente, porém, grandes empresas abrem unidades ao lado do estabelecimento adversário e fazem promoção atrás de promoção, até que o concorrente desista e feche ou venda seu negócio (alô, Walmart!).

O Kamikaze, na sua loucura, tenta fazer igual, mas sem os bilhões de dólares de suporte. Ele baixa o preço, o concorrente também, então ele baixa mais, e vai baixando sem se entregar. Isso prejudica sim a concorrência, ao mesmo tempo que o prejudica mais. Na ânsia de abater a concorrência como a um inimigo mortal, o Kamikaze morre junto e ainda fica se perguntando o por quê.

Você é um concorrente suicida?
Será que você está também praticando esse tipo de tática sem se dar conta? Se sim, pare e recalcule seus preços imediatamente, mesmo que os clientes achem ruim. Se não fizer, pode chegar a uma espiral de queda sem volta.

Se você ficou meio doido sem saber se está com preços acima ou abaixo e se está iludido com o crescimento, leve em conta os seguintes aspectos sobre precificação:

Pesquisa de mercado: Quanto os concorrentes estão cobrando? Faça uma pesquisa com os principais, apenas para ter uma ideia, mas não baseie seus preços exclusivamente nisso;
Custos de produção: Quanto irá custar para você produzir e entregar o que você oferece ao cliente? Tenha tudo isso na ponta do lápis (ou na seta do mouse);
Lucro mínimo: Quanto espera lucrar em cada produto ou serviço oferecido? Alguns serviços podem ter margem de lucro maior que outros.
Finalmente, e é a melhor parte: Como você vende o que você vende? Já pensou na possibilidade de que seu produto ou serviço não é caro, apenas é vendido de forma não compatível ao que ele exige?

Esqueça a opção de ser um Kamikaze de preços. Não vale a pena. Ao contrário, trabalhe a melhor maneira de vender bem.

Fonte: www.pontomarketing.com