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Magazine Luiza é o novo patrocinador da transmissão da Copa do Mundo pela Rede Globo

O Magazine Luiza é o novo patrocinador da transmissão da Copa do Mundo pela Rede Globo. A empresa entra para o rol das grandes marcas nacionais ao associar-se ao evento mais importante do Brasil em 2014. "Se futebol é felicidade nacional, o Magazine Luiza tem de estar lá", diz Frederico Trajano, diretor-executivo de operações do Magazine Luiza. "O futebol é um esporte democrático, que agrada a toda família e que tem valores que a marca compartilha como paixão, garra e respeito", continua. Ao assinar o acordo, o Magazine Luiza torna-se um dos oito patrocinadores oficiais da Copa do Mundo na Rede Globo, emissora presente em 98% dos domicílios brasileiros. A compra da cota de transmissão deve aumentar significativamente a visibilidade da marca junto à população brasileira, tornando-a ainda mais forte e competitiva no mercado.

O fato de a Copa 2014 ser no Brasil torna a iniciativa ainda mais estratégica. De acordo com o Ministério do Esporte, estima-se que os impactos econômicos diretos e indiretos resultantes da Copa do Mundo de 2014 podem chegar a aproximadamente R$ 183 bilhões. "Todos os olhos estarão voltados para o evento, não só dos brasileiros, mas de todo o mundo. Ao patrocinar a Copa, o Magazine Luiza mais uma vez reforça que acredita no Brasil. Somos uma empresa que tem muito orgulho de ser brasileira", afirma Luiza Helena Trajano, presidente do Magazine Luiza.

Os reflexos da Copa no setor de eletroeletrônicos também são muito otimistas. O mercado espera a venda de aproximadamente 14 milhões de televisores. As tão desejadas telas finas devem gerar um incremento de 40% na venda. "Os consumidores aproveitam a época de Copa para dar um upgrade nos seus aparelhos e nós estamos preparados para entregar o que eles querem", diz Frederico Trajano. Se depender da visibilidade da marca na mídia, com certeza os resultados serão muito positivos.

Fonte: Cidade Marketing

Editora Dash lança sua primeira campanha publicitária

Fundada em 2010 pela designer Silvia Ribeiro, a Dash nasceu como uma editora digital, ao oferecer em seu site livros na versão e-book. Aos poucos, nesses três anos, o perfil foi ampliado, assim como o campo de atuação da editora. Ainda assim, mesmo com as mudanças, e por ser uma editora pequena, a Dash possui agilidade e modernidade suficientes para acompanhar um mercado que tem passado por transformações profundas e bastante rápidas.

Para reforçar as características da empresa, a campanha criada pela Talent traz o cachorro de Silvia, da raça Dachshund – que também é utilizado como logomarca da Dash, em uma ilustração -, fotografado em situações divertidas e inusitadas, com frases de impacto, remetendo sempre a livros, histórias, e dando boas ideias ao leitor. Entre as frases estão: "Procurando algo para ler em casa? A Dash já achou para você" e "Dash sabe que novos ares refrescam as ideias", para a imagem do cachorro com a cara na janela de um carro em movimento, com as orelhas ao vento.

Composta por quatro peças, a campanha será veiculada em revistas e jornais. A Talent criou também os displays que serão distribuídos e colocados nas principais livrarias da cidade.

Fonte: Cidade Marketing

Sorvete Itália cria picolé Shuffle comemorativo para o Rock in Rio 2013

O picolé Shuffle do Sorvete Itália, criado pela DPZ RIO, faz com que o consumidor descubra o sabor apenas no momento em que abrir a embalagem. Para o Rock in Rio, o Sorvete Itália lança o picolé Shuffle, uma edição especial que faz com que o consumidor descubra o sabor apenas no momento em que abre a embalagem. Criado pela DPZ RIO, a ideia é fazer com o que o cliente se surpreenda com um dos cinco principais sabores vendidos pela marca: chocolate, coco, manga, morango ou uva. Para Juliana Fonseca, Gerente de Marketing do Sorvete Itália, "a ação tem a cara do Sorvete Itália, a cara do Rio e, principalmente, a cara do Rock in Rio". "A inspiração veio do próprio comportamento do público do festival: eclético e ávido por surpresas", comenta Raphael Laclau, diretor de Atendimento e Planejamento da DPZ RIO. Para esta campanha terão ações de ativação em pontos de vendas e nas redes sociais. A edição comemorativa do picolé será comercializada até pelo menos o final do Rock in Rio.

Fonte: Cidade Marketing

FGV Management Rio realiza segunda edição do ´Fórum de Marketing Digital´

O FGV Management Rio vai promover, no dia 28 de agosto, a segunda edição do "Fórum de Marketing Digital". O evento acontece na sede da Fundação Getulio Vargas, em Botafogo, Rio de Janeiro.

No evento, especialistas e executivos do setor irão abordar os efeitos da internet e das novas tecnologias na forma como as organizações se relacionam com seus diferentes públicos. Entre os convidados, está o diretor de Comunicação e Marketing da FGV, Marcos Facó.

As inscrições – gratuitas – já estão abertas. Para mais informações e inscrições, acesse: http://mgm-rio.fgv.br/eventos-detalhes/2013/08/28/forum-marketing-digital .

Serviço:
2º Fórum de Marketing Digital FGV
"Relacionamento entre agências, consultores e as organizações na Era Digital"
Quando: Dia 28 de agosto (quarta-feira), a partir de 18h30min
Onde: FGV Botafogo
Praia de Botafogo, 190 – Auditório 12º andar – Rio de Janeiro
Site: http://mgm-rio.fgv.br/eventos-detalhes/2013/08/28/forum-marketing-digital

Fonte: Cidade Marketing

Os investimentos na construção da amplitude das marcas

Especialistas em Marketing vêm afirmando a necessidade das empresas investirem cada vez mais na construção da amplitude das suas marcas vencedoras.

Para eles isso significa muito mais do que construir uma conscientização de marca. Significa construir uma arquitetura da marca em largura e profundidade, relacionando a marca corporativa à marca do principal produto e às demais sub-marcas existentes no portfólio da corporação.

A idéia é ir acrescentando recursos constantemente na tentativa de construir uma arquitetura de marcas coerentes e relevantes para os consumidores, a fim de prover resultados positivos para a organização.

Por outro lado, outros estudiosos do assunto afirmam que as marcas não podem ser analisadas como “o único espelho de uma organização”. Isto é, uma marca não deve ser o único indicador de sua habilidade em prover resultados financeiros para a empresa.

Certamente uma empresa pode até funcionar sem uma política de marcas, mas as boas marcas não podem funcionar em organizações ruins.

Recorrendo ou não ao mercado de capitais – através da Bolsa de Valores – o investimento é presença obrigatória na vida das marcas que pretendem continuar existindo.

Mas, se os investimentos são fundamentais para alimentarem as marcas, de onde virão os recursos financeiros? Como garantir esses recursos sem comprometer a saúde financeira da empresa?

Como enfrentar uma nova marca com produtos idênticos e mais baratos, se esta pertence a um concorrente com elevado poder financeiro e estratégias melhor definidas?

Seja qual for seu perfil para ter acesso a recursos no mercado financeiro, uma empresa necessita preencher uma série de requisitos como sua capacidade de gerar caixa, o valor total de seus ativos, suas vendas, lucros e etc.

De forma geral é assim que o processo se desenvolve, seja para um simples desconto de duplicata ou necessidades de investimentos de longo prazo.

Nossa proposta é tentar mostrar novos elementos que incentivem uma análise menos comprometida com a insensibilidade dos números, propondo que esses deixem de ser o único instrumento de decisões.

Mas, para materializar uma verdadeira proposta de otimização financeira das marcas é necessário estudá-las, definindo critérios para considerar quais marcas podem – ou não – ser convertidas em um investimento.

Sendo assim, já é aceito que as marcas valiosas são aquelas que merecem investimentos ininterruptos de construção da sua amplitude desde a sua concepção, as quais devem ser diariamente monitoradas pelos seus responsáveis.

Marcas que não investem na sua amplitude tendem a desaparecer; ou seja, perder força e cair no esquecimento do público. Além dos contínuos investimentos em exposições, as marcas devem evoluir com seus produtos sob pena dos riscos já conhecidos.

As organizações precisam compreender que, tão somente construí-las, possuí-las ou vendê-las com os produtos, as marcas não se constituem numa vantagem estática. Dessa forma, é preciso evoluí-las, modernizá-las, adaptá-las às mudanças de comportamentos dos seus consumidores e manter a linha de valores que as fez surgirem.

Rolex (da Suíça) e Mercedes (da Alemanha) são exemplos de força nos seus mercados com elevado símbolo de status, as quais competem com marcas de preços inferiores e de qualidades até similares.

Mas, o que as diferencia é o status que irão conferir aos compradores e a segurança de uma tradição em tecnologia e qualidade.

Quem se dispuser gastar US$ 2.000 por um relógio ou US$ 100.000 por um automóvel, começará suas pesquisas de compras por essas marcas, as quais possuem notoriedade (top of mind) elevada em seu grupo de compradores potenciais. Essas marcas investiram pesadamente na construção da sua amplitude e nos seus valores.

Poucos sabem quem são os acionistas dessas empresas, mas todos sabem que esses produtos são fabricados em países – e empresas – comprometidos com a história de sucesso dos valores que elas representam.

Fonte: Administradores