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Os investimentos na construção da amplitude das marcas

Especialistas em Marketing vêm afirmando a necessidade das empresas investirem cada vez mais na construção da amplitude das suas marcas vencedoras.

Para eles isso significa muito mais do que construir uma conscientização de marca. Significa construir uma arquitetura da marca em largura e profundidade, relacionando a marca corporativa à marca do principal produto e às demais sub-marcas existentes no portfólio da corporação.

A idéia é ir acrescentando recursos constantemente na tentativa de construir uma arquitetura de marcas coerentes e relevantes para os consumidores, a fim de prover resultados positivos para a organização.

Por outro lado, outros estudiosos do assunto afirmam que as marcas não podem ser analisadas como “o único espelho de uma organização”. Isto é, uma marca não deve ser o único indicador de sua habilidade em prover resultados financeiros para a empresa.

Certamente uma empresa pode até funcionar sem uma política de marcas, mas as boas marcas não podem funcionar em organizações ruins.

Recorrendo ou não ao mercado de capitais – através da Bolsa de Valores – o investimento é presença obrigatória na vida das marcas que pretendem continuar existindo.

Mas, se os investimentos são fundamentais para alimentarem as marcas, de onde virão os recursos financeiros? Como garantir esses recursos sem comprometer a saúde financeira da empresa?

Como enfrentar uma nova marca com produtos idênticos e mais baratos, se esta pertence a um concorrente com elevado poder financeiro e estratégias melhor definidas?

Seja qual for seu perfil para ter acesso a recursos no mercado financeiro, uma empresa necessita preencher uma série de requisitos como sua capacidade de gerar caixa, o valor total de seus ativos, suas vendas, lucros e etc.

De forma geral é assim que o processo se desenvolve, seja para um simples desconto de duplicata ou necessidades de investimentos de longo prazo.

Nossa proposta é tentar mostrar novos elementos que incentivem uma análise menos comprometida com a insensibilidade dos números, propondo que esses deixem de ser o único instrumento de decisões.

Mas, para materializar uma verdadeira proposta de otimização financeira das marcas é necessário estudá-las, definindo critérios para considerar quais marcas podem – ou não – ser convertidas em um investimento.

Sendo assim, já é aceito que as marcas valiosas são aquelas que merecem investimentos ininterruptos de construção da sua amplitude desde a sua concepção, as quais devem ser diariamente monitoradas pelos seus responsáveis.

Marcas que não investem na sua amplitude tendem a desaparecer; ou seja, perder força e cair no esquecimento do público. Além dos contínuos investimentos em exposições, as marcas devem evoluir com seus produtos sob pena dos riscos já conhecidos.

As organizações precisam compreender que, tão somente construí-las, possuí-las ou vendê-las com os produtos, as marcas não se constituem numa vantagem estática. Dessa forma, é preciso evoluí-las, modernizá-las, adaptá-las às mudanças de comportamentos dos seus consumidores e manter a linha de valores que as fez surgirem.

Rolex (da Suíça) e Mercedes (da Alemanha) são exemplos de força nos seus mercados com elevado símbolo de status, as quais competem com marcas de preços inferiores e de qualidades até similares.

Mas, o que as diferencia é o status que irão conferir aos compradores e a segurança de uma tradição em tecnologia e qualidade.

Quem se dispuser gastar US$ 2.000 por um relógio ou US$ 100.000 por um automóvel, começará suas pesquisas de compras por essas marcas, as quais possuem notoriedade (top of mind) elevada em seu grupo de compradores potenciais. Essas marcas investiram pesadamente na construção da sua amplitude e nos seus valores.

Poucos sabem quem são os acionistas dessas empresas, mas todos sabem que esses produtos são fabricados em países – e empresas – comprometidos com a história de sucesso dos valores que elas representam.

Fonte: Administradores

Consistência: a ausência de contradições

Consistência é muitas vezes chamada de “a marca de ética”. Ética é um pressuposto que nos fornecer um guia para a vida moral, e para isso ele deve ser racional, e para ser racional deve estar livre de contradições. Se uma pessoa diz "Abra a janela, mas não abra a janela", o comando é contraditório, portanto irracional.

Ética exige coerência no sentido de que nossos padrões, ações e valores não devam ser contraditórios.

Para ser coerente, devemos aplicar os mesmos padrões a uma situação que se aplicam a outra, a menos que nós possamos demonstrar que as duas situações diferem em aspectos relevantes.

Consistência em nossas vidas implica também uma integridade interior. Examinemos o caso em que os desejos no interior de uma pessoa possam colidir uns com os outros. Por exemplo, o desejo de ser honesto pode ser contrariado por um desejo de evitar a inconveniência ou a dor que a honestidade muitas vezes exige.

Podemos dizer que a consistência é necessária para a ética. Ética exige que haja consistência entre os nossos padrões e na forma como se aplicam estas normas. Ética também exige uma coerência entre nossos padrões éticos e nossas ações, bem como entre os nossos desejos interiores. Finalmente, a ética exige que haja coerência entre a forma como tratamos a nós mesmos e como tratamos os outros.

Alinhamentos desta ordem de grandeza, complexidade e que podem atingir o amago dos profissionais ou de uma organização não se fazem no curto espaço de tempo e com o auxílio de um Consultor entregando um relatório bem elaborado. Eles só serão possíveis através de um esforço constante e de longo prazo.

Eleja um Tutor, um profissional sênior com características muito particulares, que será responsável por conduzir este processo, adicionando suas experiências, sabedoria, apontando as necessárias ações de capacitação/sensibilização, facilitando a comunicação entre as equipes e contribuindo para a disseminação dos valores de sua empresa.

Fonte: Administradores

A lógica do empreendedorismo

Peter Drucker costumava dizer que empreender não é ciência nem arte, apenas uma prática. De fato, ao ler a história de empreendedores de sucesso, descobre-se que uma boa parte deles não tinha a menor ideia de onde queriam chegar. Sua única certeza era o fato de que queriam empreender de qualquer forma.

Se você leu o clássico Feitas para Durar, de James Collins e Jerry Porras, vai lembrar que das 100 empresas pesquisadas no livro, somente três iniciaram com uma ideia grandiosa: Ford, General Electric (GE) e Johnson & Johnson.

As demais empresas, portanto, 97% delas, segundo os autores, foram iniciadas por muitos empreendedores rotulados como péssimos líderes e desprovidos de qualquer senso de planejamento e gestão. Alguns eram “fora da casinha”.

Era o caso de Soichiro Honda, por exemplo, um obstinado, porém um líder de difícil relacionamento, e de Bill Hewlett e Dave Packard, fundadores da HP que iniciaram a empresa sem saber o que ela faria.

A despeito de todas as dificuldades existentes ao longo do caminho, a maioria prosperou, diferente de muitos outros que iniciaram com uma boa ideia, de maneira planejada e os quais, num primeiro momento, sabiam onde queriam chegar.

Era o caso da Texas Instruments, cujas raízes eram fundamentadas num conceito muito bem-sucedido, formada para explorar uma oportunidade tecnológica e mercadológica específica na época, portanto, uma excelente ideia na época.

Com exceção das três primeiras empresas citadas, as demais empresas foram construídas por empreendedores com uma característica imprescindível para quem deseja prosperar no mundo dos negócios: disciplina.

Por experiência, posso afirmar que a maioria dos empreendedores, salvo casos raros como Steve Jobs (Apple) ou Dean Kamen (Segway), não nascem com nada especial ou diferente das demais pessoas. O fato é que, além da disciplina, a maioria deles é dotada de uma capacidade inquestionável de pensar em produtos e serviços que mudam a vida das pessoas ao redor do mundo.

Quantos empreendedores bem-sucedidos você conhece? Selecione e tente avaliar a sua trajetória de sucesso. A maioria começou sem capital, sem projeto, sem produto ou serviço bem definido, a ponto de a gente se perguntar: como é esse cara conseguiu chegar aonde chegou?

Por tudo isso, não há como discordar de Peter Drucker. Tem muito a ver com disciplina, força de vontade e persistência. O empreendedorismo não segue as regras tradicionais de ensino. Tem a ver com a prática.

A lógica de empreender é que não há lógica a ser seguida. A lógica fica por conta do “se”, ou seja, se você planejar, se você persistir, se você estudar, se você tiver foco, se você tiver sorte e assim por diante. Como diria Jeffrey Timmons, estudioso do assunto, o segredo é que não há segredos.

Dessa forma, o empreendedorismo deve ser visto e pensado como uma disciplina. Pode até ser ensinado nas escolas, mas nunca será bem-sucedido se não houver aprendizado de fato, por meio de erros e acertos, escolhas e consequências. Nesse caso, não existe garantia de sucesso.

Nesse sentido, o conselho de Raúl Candeloro foi uma benção para mim: “pare de falar de empreendedorismo e comece a praticar o que você diz nas aulas, nos artigos e também nas palestras”.

Aos 50 anos de idade, estou fazendo o que já deveria ter feito há quase dez anos, ao ser demitido de uma grande empresa. De certa forma, estou empurrando a minha vaquinha morro abaixo para enfrentar um novo desafio, sem a menor certeza de que vai dar certo e com a enorme esperança de que vai dar certo.

Pense nisso e empreenda mais e melhor!

Fonte: Administradores

Quando a ética fala mais alto na profissão

Antes ser mandado embora por ser honesto do que conviver “participando” dos deslizes de gestores e nela ser cúmplice apenas para proteger o sagrado salário no final do mês, certo? Claro que não! É o que uma grande parcela de profissionais fazem.

Na verdade poucos têm a coragem de arriscar seus pescoços denunciando corrupção ou rompimento das diretrizes da companhia preservando assim sua ética perante seus funcionários e principalmente seus clientes.

Mesmo que diversas empresas possuam algum tipo de canal de denúncia e com uma linha direta sigilosa ou anônima, este tipo de denuncia ainda é muito tímido entre as empresas, por receio de retaliação ou serem descobertos por alguma falha neste processo, afasta os denunciantes “as boas almas” e com ela a chance de dar um basta nas práticas ilícitas de pessoas com suas artimanhas e jeitinhos.

Foi-se o tempo em que grandes homens de negócios confiavam apenas em suas palavras, uma vez dita deveria ser cumprida à risca para que sua honra não se seja manchada, hoje em dia com tanta facilidade e tecnologia, os famosos “jeitinhos” em resolver as coisas, às vezes digamos inconsciente e em sua maioria consciente, põem em risco toda a estrutura da empresa e anos de conquistas e planejamentos podem vir a ruina em apenas um telefonema anônimo.

Uma denúncia mesmo sem provas é desabafada por profissionais geralmente quando já são demitidos, então espalham e-mails anônimos relatando toda a sujeira que ocorre no seu departamento bem como nomes de envolvidos, datas, horários, valores e assim por diante, digamos ser um caminho mais comum praticado pelo denunciante, raras são as vezes que a denuncia chega aos ouvidos da empresa ou de algum canal específico quando o funcionário ainda está em atividade, esses raros casos são de corajosos, destemidos e com um único objetivo: manter uma ética primeiramente de sua profissão e segundo a empresa de onde trabalha.

A honestidade deve estar presente em cada um de nós profissional seja de qualquer ramo, não deve jamais se vangloriar e confundir honestidade como um diferencial para o currículo, o famoso “inchar currículo”, é comum ouvir de algumas pessoas que a sua maior qualidade é a honestidade, oras isto deve ser obrigação de todos, porém poucos têm o hábito de praticá-la, deve esta ser uma essência de todo o ser humano que procura ser justo e correto em todas as suas atividades e se há algum mecanismo ou canal que a empresa lhe assegura sigilo, porque não fazer se sabes que é o correto a ser feito?

O profissional também nunca deve entrar no automático aceitando a qualquer ordem de imediato, deve-se praticar o bom senso e ter o discernimento claro do que é certo ou errado a se fazer, a forma que está fazendo hoje é clara para a empresa, está de acordo com as normas ou a política da empresa, está sendo justo para com todos? Se eu participar não estou indo contra meus princípios moral?

Se você achar que não é o correto a fazer, questione, retruque entenda e porque não recusar-se fazer? Se você acha que irá contra os princípios éticos e moral de sua profissão porque então executar apenas para garantir o pingado no final do mês?

Caso seja forçado a participar, e se persistirem essas intimidações e prática ilícita denunciem primeiro a um canal que a empresa oferece, questione prazo para a solução e em último caso procure o ministério do trabalho, sindicato e ou outro órgão competente, se embase durante o processo, mantenha tudo documentado e confronte com as normas da profissão ou da empresa veja o que está fugindo dos eixos antes de partir adiante.

Se os processos da empresa exigem assinaturas, carimbos, e-mail porque então se queimar profissionalmente apenas fazendo pela boa e velha amizade?

Primeiramente a ética, seus princípios e depois as coisas materiais, como diz o ditado popular, amigos são amigos, mas os negócios à parte, sempre durma com a sua consciência em paz.

Sucesso!

Fonte: Administradores

O relacionamento enérgico das equipes no ambiente de trabalho

O ambiente de trabalho depende do relacionamento enérgico nas equipes. Isto é decisivo para o incremento da produtividade, o fortalecimento da motivação e a operacionalização da liderança. Todos esses elementos são partes que se complementam, cujo sucesso depende, em larga medida, do desenvolvimento de sinergias no cotidiano do trabalho das corporações.

O relacionamento enérgico não é uma tarefa fácil e, ao mesmo tempo, é um ideário que toda organização deve almejar. Em linhas gerais, este tipo de relacionamento pode ser alcançado a partir de uma relação constante, dialógica e fortemente motivacional entre as pessoas, que buscam, a partir de processos criativos e organizados, estabelecer mudanças e atitudes positivas para melhorar o seu cotidiano. Manter o relacionamento enérgico – além de ser uma boa estratégia de manutenção do vínculo entre as pessoas – ainda pode servir para incrementar a força da liderança.

A este respeito, é importante observar que a liderança e o relacionamento enérgico são uma via de mão dupla, ou seja, podem ser constituintes e constituídos um pelo outro. Nesta relação de mão dupla, ambas as direções são fundamentais para qualquer equipe bem-sucedida.

Vamos à primeira direção, isto é, a importância do relacionamento enérgico para a liderança. Não há dúvidas de que o relacionamento enérgico pode conferir a base de apoio, pois ninguém faz nada sozinho, e certamente o sucesso das organizações depende desta sinergia positiva dos envolvidos. Além disso, pode propiciar um ambiente colaborativo para o alcance de metas, pois a colaboração entre as pessoas depende desta relação de confiança e de um planejamento em que os envolvidos vejam um impacto positivo em sua rotina de trabalho e em sua vida. Por fim, ainda pode servir como feedback privilegiado para o líder, já que, com uma equipe motivada e envolvida, os desafios, equívocos e conquistas do líder podem ser identificados de forma positiva ou negativa pelos demais em uma chave colaborativa, sendo esta equipe um verdadeiro termômetro da liderança.

No que concerne ao segundo aspecto, isto é, a importância da liderança para o relacionamento enérgico, temos, como primeiro elemento, o oferecimento de metas, objetivos e estratégias, pois o líder pode ser um grande referencial para a pactuação em conjunto destes elementos, em especial porque será alguém concebido como merecedor de ser ouvido e considerado. Além disso, pode servir como exemplo de como se deve agir, pois, seja em ações e caminhos de sucesso ou aqueles em que houve fracasso, o líder certamente cumpre este papel pedagógico de servir como exemplo para as pessoas. Por fim, pode motivar pessoas a arriscarem, se desenvolverem e ousarem, pois muitas pessoas adotam uma postura conformista diante do mundo, e a liderança pode ser a mola propulsora da mudança e um elemento importantíssimo para que as pessoas desenvolvam uma postura pró-ativa.

De fato, não há trabalho sem liderança ou, ao menos, não há trabalho duradouro, de qualidade e motivado sem liderança. A liderança não pressupõe apenas uma atitude mais horizontal, aberta a críticas e motivadora dos indivíduos; ela traz a necessidade de que os outros lhe vejam e reconheçam como um verdadeiro líder. Da mesma forma, o relacionamento enérgico entre equipes pressupõe uma verdadeira democratização das relações de trabalho rumo à construção dialógica de planos, metas e objetivos a serem atingidos. Energizar equipes torna-se uma tarefa de ouro!

Fonte: Administradores