Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

O Brasil muda de fisionomia

Autor: Pedro Félix Vital Jr.

Como acontece naturalmente em todo processo de crescimento e desenvolvimento, o indivíduo tende a mudar seus traços, carregando consigo algumas marcas do tempo relacionadas ao amadurecimento. Entretanto, características determinantes em sua gênese podem necessitar de elementos concretos e tangíveis para justificar mudanças de estilo e comportamento.

Dados recentemente publicados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, apontam, surpreendentemente, o País num sentido de desenvolvimento humano que, apesar de não acompanhar literalmente semelhanças com outras nações de iguais características, nos dá um espírito otimista numa perspectiva de aproximação nas diferenças regionais, favorecendo o reconhecimento e inclusão de um grupo populacional marginalizado ao longo da história.

O Brasil conseguiu, ao longo dos últimos 20 anos, melhorar 11,24% sua expectativa de vida. A região Nordeste saiu dos piores indicadores (58,25 anos em 1980) chegando à margem de 71,2 anos em 2010. Em termos gerais, houve um ganho de 12,95 anos.

Apesar de convivermos com a moléstia da dificuldade de acesso nos mais diversos níveis de complexidade da assistência, gerados pela longa história de poucos investimentos e mau gerenciamento, compartilhamos hoje um cenário de carências de recursos humanos e estruturais na saúde que impactam qualquer tentativa de melhora a curto e médio prazos, principalmente quando falamos da maioria dos estados das regiões Norte e Nordeste, assim como das periferias das grandes metrópoles. Ainda assim, tivemos melhoras consideráveis no que diz respeito à taxa de óbito infantil até um ano de idade, passando o Brasil dos seus 75,8 óbitos para cada mil crianças em 1980 para 16,7 óbitos nesse mesmo grupo em 2010.

Nesse quesito, a região Sudeste apresentou a maior taxa de redução percentual, enquanto a Nordeste a maior taxa em valores absolutos. Alagoas mantém-se com valores aproximados de 30,2 óbitos por mil habitantes entre 0 e 1 ano, enquanto Santa Catarina apresenta 9,2 (IBGE – 2010).

Quanto à expectativa de vida até cinco anos de idade, saímos do patamar de 84 mortes para cada mil habitantes para 19,4, representando uma redução de 76,9%. Na região Nordeste migramos de uma zona sombria de 120,2 mortes para 26 óbitos, apresentando queda de 78,3%.

Fatores como melhora na escolaridade, saneamento básico adequado, menor desnutrição infantojuvenil, maior acesso ao sistema de saúde e acompanhamento pré-natal favoreceram significantemente o quadro atual.

Indicadores relacionados à renda per capita também mostram tendências regionais distintas, sendo a da Região Sul duas vezes em média maior que a do Norte e Nordeste. Convivemos com mais de dois milhões de brasileiros em situação de miséria plena. Programas governamentais como Brasil sem Miséria e Bolsa Família, independentemente do quanto possam gerar críticas relacionadas ao planejamento, execução e perenidade, têm sua importância no sentido de dar condições mínimas de subsistência a um grupo populacional, retirando-os de uma linha crítica de pobreza, favorecendo mesmo que de forma singular sua inclusão social.

Essa nova face do Brasil traz consigo uma intensificação das marcas de senilidade. E um país com aumento da taxa de sobrevida. Logo, com um número de idosos que atinge valores médios de 20 milhões de habitantes. Dados do IBGE de 2010 reconheceram 449.129 indivíduos com idade superior ou igual a 90 anos. Apresentamos uma taxa média de longevidade de 73,4 anos, mas ainda inferior a países latinos, como Argentina (75,8 anos) e México (76,89 anos), assim como países desenvolvidos, como Reino Unido, Canadá e Japão, com 80,75, 80,93 e 82,59 anos, respectivamente.

Segundo o IBGE, em 1980 tínhamos uma esperança de vida aos 60 anos de mais 16 anos, 4 meses e 6 dias. Já em 2010, nessa mesma idade a esperança de vida aumentou para 21 anos e 6 meses. Também com base nesses dados apresentamos divergências regionais, com menor expectativa no Maranhão (68 anos) e maior no estado de Santa Catarina (75 anos).

A ampliação da esperança de vida verdadeiramente representa um grande progresso para a sociedade, entretanto como nos preparamos para esse envelhecimento? Como nos preparamos para receber esse novo fenômeno brasileiro? Já temos estratégias de políticas públicas e de iniciativas privadas que equilibrem suas consequências?

Países desenvolvidos, que já viveram ou ainda convivem com esse contingente populacional reconhecem a grande vitória representada pela melhora dos indicadores de qualidade de vida. Contudo, percebem outros fenômenos intrínsecos dessa faixa etária, como a queda da renda familiar ou individual, o isolamento, maior necessidade de assistência à saúde, maior inatividade e dependência de terceiros. Consequências econômicas são facilmente percebidas pelo aumento das demandas dos gastos públicos com aposentadorias, redução da força de trabalho e crescimento econômico, mudanças nos perfis das doenças prevalecendo às enfermidades crônicas e demenciais, com aumento dos custos do financiamento à saúde.

Apesar dos inúmeros contrastes comuns ao Brasil e aos brasileiros, temos que comemorar as etapas conquistadas e nos debruçarmos em busca de novas ações que proporcionem que jovens e velhos, dependentes ou independentes, que vivam com dignidade no exercício pleno da cidadania.

Pedro Félix Vital Jr é coordenador do curso de Medicina da Faculdade Santa Marcelina – FASM

Fonte: ClienteSA

Guaraná Antarctica promove sustentabilidade em Barretos

Guaraná Antarctica, primeira marca brasileira a produzir uma embalagem PET 100% reciclada, dá continuidade a uma série de ações em prol do meio ambiente e está utilizando o rodeio de Barretos para conscientizar mais de 50 mil jovens da importância da reciclagem e descarte correto das garrafas PET.

Para isso, a marca levou para o Rancho do Peãozinho, na Festa do Peão de Barretos, o espaço Caminho da Reciclagem PET-R, local que conta com professores e instrutores que fazem atividades recreativas para alunos das escolas da cidade e municípios vizinhos, destacando que agora qualquer garrafa PET, independente de tamanho, origem ou fabricante, pode virar uma embalagem 100% reciclada de Guaraná.
As atividades mostram, de forma interativa e divertida, todo o processo de fabricação dessa nova garrafa, desde o descarte, passando pela triagem do plástico e produção da resina, até virar uma embalagem 100% reciclada de Guaraná Antarctica.

Todo o processo é ilustrado com o material usado na cadeia de reciclagem, como os flakes, a resina e as pré-formas utilizadas na fabricação da embalagem. Além disso, para estimular a reciclagem e a separação consciente dessas garrafas, a pessoa que levar qualquer garrafa PET para o espaço, ganhará um Guaraná Antarctica Caçulinha.
“Com o lançamento da primeira PET 100% reciclada do Brasil, nosso maior objetivo é impactar positivamente toda a cadeia de reciclagem do País, movimentando o setor, retirando milhares de toneladas de lixo do meio ambiente. Por isso, investimos em campanhas e ações que mostram a importância de fazer o descarte correto desse tipo de embalagem”, destaca Bruna Buás, gerente de marketing de Guaraná Antarctica.
“Aproveitamos nossa parceria com Os Independentes, organizadores do evento, para levar uma ação educacional para o Rancho do Peãozinho. Com isso, em onze dias de festa, vamos conscientizar mais de 50 mil jovens, deixando um grande legado para a região”, completa a gerente.

Fonte: Promoview

Contagem regressiva para o Rock in Rio 2013

Faltando apenas 20 dias para a 13ª edição do Rock in Rio, a Cidade do Rock está em fase final de construção para a abertura de seus portões, no dia 13/09. A montagem, que começou em julho com cerca de 100 pessoas trabalhando no terreno de 150 mil m2, hoje, já conta com 600 homens.

Promoview acompanha o evento desde a montagem dos espaços promocionais. Assista!

Entre as novidades do festival está a iluminação cênica do Palco Mundo com moving lights embutidos na estrutura metálica da cenografia dando ainda mais movimento ao espetáculo. Para completar, um novo telão ocupará todo o fundo do palco, e, junto com luzes de LED, dará a impressão de uma cortina de imagens.

No total, o Rock in Rio receberá 595 mil pessoas nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22/09, que aproveitarão 91 horas de festa (das 14h às 3h). Apresentações de grandes artistas nacionais e internacionais no Palco Mundo; encontros únicos e especiais no Palco Sunset; artistas de rua e shows na Rock Street, que nesta edição será dedicada à Grã-Bretanha e Irlanda; DJs consagrados na Eletrônica; e apresentação e concurso de dança urbana no novo palco, o Street Dance.

Além dos shows, o ingresso dá direito à utilização de todos os brinquedos (montanha russa, roda gigante, tirolesa, turbo drop e até uma parede de escalada).

A Cidade do Rock

Ao passar por uma das 54 roletas de entrada da Cidade do Rock, o público encontrará uma infraestrutura especialmente preparada para acolher, com conforto, as 85 mil pessoas esperadas diariamente no Rock in Rio 2013.

Os números impressionam. A parte da frente da Cidade do Rock possui um quilômetro de extensão. Seu perímetro é de 2,5km. Só de grama sintética, são 40 mil m²; mais de 60 quilômetros de cabos; cerca de cinco milhões de quilos de estruturas metálicas; e 90 toneladas de equipamentos de som e luz.

O Rock in Rio utilizará 60 grupos de geradores, somando quase 20 mil KVA instalados. A energia é suficiente para iluminar do Leme ao Pontal, segundo Walter Ramires, diretor de engenharia do Rock in Rio.

Fonte: Promoview

Van da Skoda distribui sorvetes gigantes no Reino Unido

Para o lançamento de uma nova gigantesca pick up, a montadora tcheca Skoda transformou um dos seus veículos de 5,5 toneladas e um pouco mais de seis metros em o que eles chamam de “maior van de sorvete do mundo”.

O veículo possui quarto alto-falantes gigantes e estará circulando pelas ruas do Reino Unido para distribuir 6.500 sorvetes para as crianças.

Fonte: Promoview

Confira os principais estandes da Expoagas 2013

Entre os dias 20 e 22/08, a 32ª Expoagas reuniu representantes de diversos setores relacionados a supermercados, no Centro de Eventos da Federação dos Industriais do Rio Grande do Sul (Fiergs).

Segundo levantamento apurado pelo Instituto Segmento Pesquisas, a feira foi encerrada com R$ 333,8 milhões em negócios, o que representa alta de 9,7% em relação ao ano passado. O resultado foi puxado pelo desempenho de segmentos como limpeza, laticínios e equipamentos, principalmente.

Do valor total movimentado no evento, 49,3% foram negociados junto a varejistas gaúchos, 41,8% a compradores de outros Estados brasileiros e 9% a empresas de outros 11 países.

Para o presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), Antônio Cesa Longo, os dados mostram que a feira se consolidou “Como uma grande vitrina para que as empresas locais aumentem sua abrangência de atuação”. Por outro lado, ele mostra preocupação com a redução dos negócios junto aos visitantes locais.

“Nosso objetivo é proporcionar, na Convenção, ferramentas iguais de competitividade, os mesmos fornecedores e a mesma programação para varejistas de todos os tamanhos, e lamentamos que o custo-Brasil, os problemas estruturais e o enxugamento nos quadros pessoais tenham impedido que mais pequenas empresas tenham aproveitado esta oportunidade”, afirma Longo.

Grandes marcas estiveram presentes na feira, promovendo relacionamento com seu público-alvo em seus estandes.

Fonte: Promoview