Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

Shell oferece brindes nos postos da rede

Para incrementar ainda mais a troca de óleo na rede, a Shell promove, entre os meses de fevereiro a abril, uma nova promoção exclusiva em seus postos de cidade e de estrada de todo o país.

Visando reforçar a conhecida parceria tecnológica com a Ferrari, a Shell está oferecendo, nos postos de cidade, bonés da escuderia italiana. Os clientes e fãs da marca que desejem ganhar o brinde exclusivo só precisam adquirir 4 litros de Shell Helix Ultra ou Shell Helix HX7 para receber o boné.

Já para os motoristas de frota pesada, a Shell oferece um kit de viagem Shell Rimula nos postos de estrada. A mecânica para adquirir o brinde é a seguinte: na compra de 2 bombonas de Shell Rimula R3X, o cliente ganha o kit, que contém necessaire, minishampoo e minicondicionador, sabonete, saboneteira, pente, escova de dentes e creme dental.

Para a especialista de Marketing de Lubrificantes da Shell, Aline Barbosa, essas promoções são mais uma oportunidade de elevar a oferta de lubrificantes na rede. “Com ações específicas para cada segmento, temos a chance de estimular as vendas e oferecer ao nosso cliente final não só um lubrificante de alta tecnologia e qualidade, mas também brindes com valor agregado”, destaca Aline.

As promoções são válidas enquanto durarem os estoques nos postos Shell participantes.

Fonte: Portal da Propaganda

Promoção “tá com sede tá com sorte”

Para participar é só comprar 5 embalagens de qualquer produto da linha de refrescos MID e/ou FIT, o participante terá direito a um cupom de participação e deverá se inscrever no site e ainda responder a seguinte pergunta de qualificação : "Quais as marcas de refresco em pó que trazem sorte para você?

Serão distribuídos:
120 notebooks no valor de R$1.500,00 cada.
1 carro no valor de R$30.000,00 e ainda 1 Casa no valor de R$50.000,00

Fonte: PDV News

Como se livrar de estoques indesejados?

Na hora de esvaziar as prateleiras, é preciso considerar, além do aspecto comercial, o impacto na imagem da empresa
por Patrícia Machado e João Paulo Nucci
R:Existem vários métodos consagrados para se desfazer de produtos encalhados — desde as tradicionais queimas de estoque no ponto de venda até a recente febre dos sites de compras coletivas. O mais importante é encontrar uma forma que seja, além de eficiente do ponto de vista comercial, adequada à imagem que sua empresa quer transmitir ao mercado.

Liquidações no varejo, por exemplo, são muito comuns porque costumam resolver o problema rapidamente. Mas há riscos. “Ninguém gosta de comprar uma peça para, pouco depois, vê-la em oferta”, diz Nuno Fouto, professor do Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de Administração (PROVAR/FIA). Também é necessário perceber o momento certo para agir. “Estoque parado significa investimento perdido”, diz Ivan Corrêa, sócio-diretor da consultoria especializada em varejo GS&MD – Gouvêa de Souza. “As ações devem começar assim que o montante estocado passa a prejudicar o andamento e o crescimento do negócio.” Confira ao lado quatro diferentes formas de se esvaziar as prateleiras.

LIQUIDAÇÃO
O que fazer? Além de simplesmente baixar os preços, busque criar promoções que induzam o cliente a comprar mais de uma peça.
Exemplo: A Circuito Esporte, que tem duas lojas na Grande São Paulo, monitora diariamente o nível de estoques com o auxílio de um software. Quando 30% da quantidade de uma determinada peça fica por mais de 30 dias na loja, alguma promoção é criada para acelerar as vendas. As liquidações ocorrem com mais frequência em materiais relacionados a equipes de futebol, que representam 30% do faturamento da empresa. Sempre que um time grande muda de patrocinador ou lança um novo uniforme, as peças desatualizadas costumam empacar. Para atrair consumidores, a loja corta os preços e oferece os produtos em combinação com artigos que não estejam originalmente em promoção. “Desde que começamos a fazer isso, o faturamento do negócio cresceu 20%”, diz Regina Boschini, proprietária da Circuito Esporte.

ACORDOS COM FORNECEDORES
O que fazer? Desenvolva parcerias com fornecedores que permitam a renegociação do encalhe.
Exemplo: O empresário Washington Rodrigues, 30 anos, não resistiu à oferta de um fornecedor e investiu R$ 20 mil em um lote de lâmpadas dos mais diversos tipos e tamanhos. Foi uma das primeiras decisões tomadas após ter assumido, em 2007, o comando da Tarzan Soluções Eletrônicas, loja criada por seu pai em São José dos Campos (SP). O que parecia um bom negócio logo se transformou em um problema de estoque. “Fiz publicidade, mala direta e distribuí folders, mas ninguém comprava as lâmpadas”, diz Rodrigues. “Eram modelos pouco comuns.” A saída foi conversar com o fornecedor, que ajudou a Tarzan a criar uma promoção que fez 90% do estoque ser vendido no prazo de um mês. De quebra, o distribuidor topou trocar os produtos restantes por peças de maior giro na prateleira. Desde então, a Tarzan exige de seus fornecedores a possibilidade de troca do material em casos semelhantes.
OFERTAS DIRIGIDAS
O que fazer? Monte uma base de dados que permita o cruzamento de informações do estoque com o perfil da clientela para a elaboração de ofertas direcionadas.
Exemplo: Quando percebeu que o valor das mercadorias em estoque era superior a um ano de faturamento da Auto Peças Rateiro, de São Paulo (SP), o empresário Paulo César Rateiro decidiu tomar providências. A primeira foi investir R$ 45 mil em um software de gestão. O programa lhe permitiu monitorar o comportamento dos clientes e cruzar as informações com os dados do estoque. Com isso, a empresa passou a realizar ofertas específicas de produtos para potenciais consumidores, a partir de seu histórico de relacionamento com a loja. Rateiro diz que a estratégia é eficiente mesmo quando as peças saem por valores abaixo do preço de custo. “A gente se livra do produto, o que quer dizer eliminar um custo, e ainda deixa a clientela satisfeita.” Outra medida tomada por Rateiro foi a negociação com os fornecedores para uma gestão mais racional do fluxo de entrega de materiais.

SITES DE COMPRAS COLETIVAS
O que fazer? Faça parcerias com sites de compras coletivas ou bazares eletrônicos.
Exemplo: O convite para participar de um site de compras em 2008 fez com que Rony Meisler, 29 anos, sócio da Reserva, marca carioca de moda masculina, poupasse de levar ao fogo as peças que sobravam das liquidações nas lojas. O estoque, que reunia roupas de seis coleções passadas, ocupava um espaço considerável de um galpão da empresa. Desde então, a grife coloca à venda, com descontos de até 70%, cerca de 20 mil itens por ano. Para não melindrar consumidores mais fiéis da Reserva, só entram na liquidação virtual peças lançadas duas coleções antes da atual. “Se colocar peças mais recentes em promoção, perco clientes”, diz Meisler. A exposição da marca nos sites de compras teve um efeito colateral positivo: a peça se tornou mais conhecida, o que ajudou a impulsionar as vendas pelos meios tradicionais. Veja no texto ao lado como funcionam dois dos vários sites de compras coletivas que já atuam no Brasil.

Fonte: PEGN

Internet x Setor de brindes

Empresas de brindes aprimoram seus sites para atender melhor seus clientes.

Quanto mais as pessoas utilizam a internet para obter informação, adquirir produtos ou contratar serviços, mais as empresas de brindes se empenham em elaborar sites de qualidade para que seus clientes ou prospects encontrem o que precisam com agilidade e eficiência.

Para atender às expectativas desse novo público que procura e deseja encontrar quase tudo na internet, as empresas de brindes estão preocupadas não só em aprimorar os próprios sites, mas também em marcar presença nos principais portais do segmento, como o Portal Bríndice.

Nos portais especializados, além de cadastrar produtos, sempre preocupadas em utilizar fotos de qualidade que favoreçam os brindes para mostrá-los com a maior fidelidade possível, as empresas de brindes também utilizam banners para divulgar suas marcas e reforçar a comunicação.

Já em seus sites, estas empresas procuram facilitar a busca por brindes, dividindo-os em categorias e apresentando menus cada vez mais completos. Desta forma, os consumidores podem encontrar os brindes que precisam por caminhos diferentes como: por datas comemorativas, ordem alfabética, e outros.

Os sites de brindes também estão mais interativos e oferecem melhor navegabilidade para seus usuários. Em alguns deles, os consumidores contam com acesso a loja virtual que traz informações sobre os produtos e oferece a possibilidade de fazer cotação ou até de adquirir os brindes. Em caso de dúvida, o cliente também pode pedir esclarecimento por meio de atendimento on-line.

As empresas que apostaram nestes recursos têm obtido excelentes retornos, como o aumento de acessos aos seus sites, e, consequentemente, o aumento das cotações e vendas de produtos. Alguns casos chegam a ser reconhecidos por premiações, como o Prêmio TOP BRÍNDICE que, em 2010, elegeu o site da empresa Luminati (www.luminati.com.br) como o melhor entre todos os concorrentes do setor de brindes, considerando a atenção da empresa voltada aos recursos mais relevantes no uso da internet nos dias de hoje.

Mobile marketing

Mobile marketing, mídia eficiente e personalizada.
Estreitar o relacionamento entre uma marca e o seu consumidor é o objetivo comum de todas as empresas que investem altos valores em estratégias de marketing, isto é, atingir o público-alvo com ações que promovam a sintonia do produto ou serviço com o seu cliente.
Considerando o cenário mercadológico em constante transformação e o aumento acirrado do nível de competição entre as empresas, torna-se necessário elaborar campanhas personalizadas que interajam e dialoguem com o consumidor. Surge então um novo tipo de mídia, o mobile marketing, capaz de atingir rapidamente o público segmentado e de proporcionar resultados significativos à empresa que está investindo.
Eficiente e de baixo custo, nenhuma outra mídia consegue ser tão pessoal quanto o mobile marketing e atingir números impressionantes, já que o aparelho celular está sempre às mãos dos consumidores. De acordo com os dados da ANATEL – Agência Nacional de Telecomunicações –, existem mais celulares do que habitantes no país, índice denominado como densidade. A taxa média de crescimento e as datas comemorativas (Natal, Dia das Mães, Dia dos Pais, etc) elevam as vendas dos aparelhos e estima-se que seja ultrapassada a marca de duzentos milhões de aparelhos ainda este ano.
A partir da entrada de dispositivos móveis como ferramenta de comunicação, abriu-se espaço para as atividades de marketing que são feitas sob medida para os interesses do usuário. Várias empresas vêm adotando esta ação promocional como parte de suas estratégias de divulgação e relacionamento com os clientes.
Estudos indicam que mensagens curtas, como SMS, MMS e WAP são bem mais eficientes do que o e-mail marketing. A publicidade via mobile é 70% mais lida do que os e-mails – e esse recurso pode construir a identidade de uma marca, além de aumentar as decisões de compra dos consumidores.
As tendências para o mercado do mobile marketing são mais promissoras que o uso da internet. O estudo Global Media Habits 2010 mostra como a mídia tem sido consumida ao redor do mundo e aponta que a penetração da internet é interrompida por custos, admitindo um elevado aumento na utilização dos aparelhos celulares.
No Brasil, 32% das pessoas usam a internet, mas 86% delas têm telefones móveis. É o mesmo cenário de outros países, como China (20% contra 57%) e Indonésia (5% contra 66%).
Os aplicativos para smartphones são outra forma de tendência para o mobile marketing. Uma pesquisa realizada pela consultora de mercado IDC indicou um crescimento de 90% na venda de smartphones no mundo inteiro entre os meses de junho e setembro de 2010. O número é praticamente o dobro das 42,8 milhões de unidades vendidas no mesmo período do ano passado.
Esses apps estão em alta, principalmente em BlackBerrys, iPhones e Androids, e são apresentados em diferentes formas, além de cobrirem uma grande variedade de interesses. Porém, uma coisa é comum nos aplicativos móveis: todos eles estão abertos à publicidade.
O empresário e consultor de Marketing Interativo, Rodrigo Rosa, que dirige a 4Mobile Experience, focada em aplicativos para celular, afirma: “Apple e Android hoje lideram praticamente 60% dessa disputa comparadas aos outros sistemas operacionais. Enquanto a Apple ainda apresenta vantagens por dispor da maior loja virtual de aplicativos e facilidade de acesso aos mesmos, o sistema Android destaca-se por embarcar no maior número de fabricantes de aparelhos. Mas, acredito que a Apple terá de esforçar-se na relação de vantagens no hardware e flexibilidade do sistema operacional para enfrentar o Android de igual para igual”.

“O próprio avanço das tecnologias dos aparelhos para smartphones que permitem acesso à internet, e-mails e aplicativos é um grande fator que explica a adequação da informação ao dia a dia das pessoas. Quanto mais acessível a informação estiver para este público, mais rápido a empresa poderá se comunicar com o mesmo”, conclui o empresário do setor.

É importante ressaltar que a comunicação enviada ao aparelho de um consumidor exige o máximo de cuidado e atenção, porque de alguma forma o telefone móvel é a extensão da personalidade de quem o utiliza. Deste modo, um simples envio de SMS mal executado pode ser visto como invasão de privacidade