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Camicado apresenta ação promocional “Casamento do Ano”

A Camicado, rede especializada em casa&decoração, apresenta uma ação promocional que traz inspiração para o grande dia e que promete agradar a todas as noivas.

Para participar, basta fazer uma lista de casamento em uma das 42 lojas da Camicado, entre os dias 19/08 a 15/09.
A noiva ganhará um voucher para assistir o filme “Casamento do Ano”. O voucher deverá ser apresentado na bilheteria dos cinemas participantes e na compra de um ingresso, a noiva ganhará o convite para mesmo dia e sessão.

Fonte: Promoview

A ética da responsabilidade e sua amplitude

Pessoalmente, o administrador de empresa, mesmo quando executivo-chefe de uma gigantesca corporação, tornou-se singelo e anônimo neste século: apenas um empregado a mais.

Em seu conjunto, porém, os administradores de nossas entidades – empresas, universidades, organizações escolares, hospitais e órgãos governamentais – compõem os grupos de liderança da moderna sociedade das organizações.

Nessa qualidade, eles precisam ter uma ética, um compromisso e um código.
O código correto é aquele instituído há mais de dois mil anos para o primeiro grupo de liderança profissional, o dos médicos: "Primum Nonnocere”,do latim para o português, "Acima de tudo, não causar mal conscientemente”.

O trabalho e as funções do administrador

• O que faz de alguém administrador é a responsabilidade por sua contribuição para os resultados do empreendimento, e não a “responsabilidade pelo trabalho executado por terceiros”.

• É a responsabilidade pelo próprio trabalho.

Erros comuns no planejamento dos postos de direção

1- O posto limitado demais, limita o crescer do indivíduo, exemplo, bancos;
2- O não-posto, não constitui um posto, exemplo, o do assistente;
3- O equilíbrio entre a direção e o trabalho, administrar é trabalhar, exemplo, área gerencial;
4- O posto para uma pessoa, postos de cooperação e coordenação, contínuas;
5- O título como recompensa, exemplo vice em bancos;
6- O posto fazedor de viúvas, profissionais colocados em postos diferentes de suas aptidões

A estrutura dos serviços e a personalidade

• Deve-se estruturar a organização de modo que seus postos se amoldem às pessoas?
• Deverá a empresa ser “funcional", com as pessoas adaptando-se aos seus postos?
• É óbvio que os postos serão ocupados por pessoas, devendo portanto amoldar-se a elas.
• O “estilo” é a embalagem. A única substância é o desempenho.

Amplitude da faixa das relações de direção

• O principio da amplitude diz que:
•“Não é o número das pessoas subordinadas a determinado executivo que importa.
O que importa é saber quantas pessoas que devem trabalhar juntas estão subordinadas ao mesmo executivo.
•O que interessa é a quantidade relações, não a quantidade das pessoas.
•É importante saber que: a obrigação final do executivo é para com a empresa.

As análises acima postadas tomam por base o que o responsável pela atual administração tentava e tentou dentro de seus anos vividos na área: nos mostrar o quão simples são as regras, desde que as usemos de forma correta em todos os sentidos, ou seja, de acordo com seus postulados e observações vividas: Peter Ferdinand Drucker.

Dentro do conhecimento que me é permitido analisar e baseado nas informações e vivências do mestre, deduzo que todo aquele que se posta na atividade de administrar tem que ter para consigo e com os seusuma orientação com grau de ética e responsabilidade compatível com o meio empresarial e com resultantes no meio social, ou seja, implicações no dia a dia das pessoas.

Fonte: Administradores

10 motivos para sua empresa se beneficiar da Lei do Bem

A Lei do Bem (Lei 11.196/05) prevê a concessão de incentivos fiscais às pessoas jurídicas que realizem pesquisa e desenvolvimento de inovação tecnológica. De 2006 a 2012, mais de 1200 empresas brasileiras já se beneficiaram do incentivo.

Para que seja possível usufruir da Lei do Bem, as empresas deverão estar no regime de lucro real, obter lucro fiscal durante o ano de referência e conseguirem comprovar a sua regularidade fiscal com a Receita Federal.

E por que é vantajoso para seu negócio se aproveitar da Lei do Bem?

Veja abaixo os 10 motivos listados:

1. O primeiro e mais óbvio: a diminuição da carga tributária

O impacto da redução da carga tributária é o fator mais relevante para as empresas aproveitarem os incentivos fiscais da Lei do Bem. Para que se possa ter uma ideia, na média, de cada R$ 100,00 investidos em P&D, R$ 25,00 são recuperados.

2. A economia com a dedução de impostos poderá ser reinvestido na própria empresa

Com essa redução no pagamento de impostos é possível que a empresa reforce sua área de pesquisa e desenvolvimento ou outras áreas em que deseja investir. Com mais recursos disponíveis, mais projetos serão beneficiados.

3. Melhoria contínua dos produtos e serviços ofertados pela empresa

Com mais recursos financeiros disponíveis e projetos para investir, abre-se a possibilidade para que o produto/serviço final possa ser incrementado, melhorado ou ainda que sejam criadas novas ofertas para o mercado.

4. Maior competitividade no mercado

No ambiente competitivo atual, as empresas que não investirem em P,D&I poderão estagnar no seu crescimento, não evoluindo em qualidade, serviços e/ou produtos. O processo de inovação dentro das organizações é cada vez mais importante e as empresas que não acompanharem este cenário global acabam por ficar num segundo plano.

Portanto, a Lei do Bem se torna um importante fator de apoio e melhoria da competividade das empresas.

5. Ser considerada uma empresa inovadora pelo MCTI

Como entidade reguladora da Lei do Bem, todas as empresas que a utilizam, são consideradas empresas inovadoras pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

6. Possibilidade de gerar novos empregos para a área de P&D ou engenharia

Os recursos dedutíveis da Lei do Bem poderão ser utilizados para ampliar a equipe responsável por gerar a inovação dentro das empresas. Quanto mais colaboradores capacitados, melhor. Isso ainda pode trazer uma nova vantagem dependendo do número de novos funcionários contratados: Um incremento do benefício fiscal no exercício em que ocorreram essas contratações.

7. Assenta as bases para o início de um processo de gestão da inovação

O processo de identificação e seleção de projetos elegíveis à Lei do Bem poderá fazer com que a empresa utilize esses conceitos, para uma mudança cultural, iniciando o embrião de um processo de gestão da inovação interna. Desse modo, a empresa irá construir bases sólidas e duradouras para que se “respire” inovação.

8. Desoneração na aquisição de novos equipamentos destinados à P&D e depreciação acelerada desses bens.

Caso a empresa necessite adquirir novos equipamentos destinados à área de Pesquisa & Desenvolvimento, poderá obter até 50% de redução do IPI com a Lei do Bem. Além disso, os equipamentos destinados exclusivamente à área de P&D poderão sofrer depreciação e amortização acelerada, um benefício contábil.

9. Como empresa inovadora, poderá obter os incentivos fiscais ano após ano

Todos os anos, desde que se cumpram os pré-requisitos para a obtenção dos incentivos fiscais da Lei do Bem, sua empresa poderá obter todas essas vantagens, o que, no médio e longo prazo, poderá trazer um peso ainda maior para sua competitividade no mercado.

10. Contribuir com o desenvolvimento do país

As empresas que investem na melhoria de seus processos, produtos e serviços estão contribuindo diretamente para o crescimento de seus negócios e, consequentemente, para o crescimento do país. Não restam dúvidas sobre isso: Os investimentos privados em inovação e P&D auxiliam o país a se tornar muito mais forte economicamente.

Daniel Dal’laqua dos Santos – Coordenador de Marketing da F. Iniciativas Brasil

Fonte: Administradores

Cuidado com a ansiedade

É normal sentirmos um pouco de ansiedade, isso pode até nos ajudar a ter atitude, a colocar em movimento algo que consideramos importante, a nos ajudar na adaptação de alguma mudança. Há uma grande diferença entre ansiedade e a superansiedade. A ansiedade se torna ruim quando prolongada, quando foge de seu controle e se torna irracional, interferindo em seus relacionamentos e em sua saúde.

De acordo com os estudiosos nos assuntos sobre ansiedade e estresse, não há mal em ter um pouco de ansiedade, por exemplo: antes de uma entrevista de emprego, antes de uma apresentação em público, etc. A respiração acelera, o coração bate mais forte, as mãos começam a suar; esses são sinais fisiológicos da ansiedade. Mas, quando isso começa a fugir do controle, é preciso avaliar a maneira como está interpretando os desafios de seu dia a dia para que a ansiedade não se transforme em algo patológico.

De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria, o excesso de ansiedade está entre as principais causas de afastamento do trabalho. Quando ficamos ansiosos o organismo libera cortisol, que em doses moderadas é uma coisa boa, porém, quando a ansiedade se repete demasiadamente, o cortisol aumenta e isso pode prejudicar o sistema imunológico, acelerando a morte de células.

Quando você está prestes a conquistar um objetivo importante, uma grande conquista, a ansiedade vai começar a tomar conta de seu corpo, e isso é um bom sinal, pois é consequência de sua motivação. Já pensou se você estiver indo em busca da realização de um objetivo, mas sem um impulso maior, sem uma energia e vontade latente para alcançar o que tanto sonhou? Que graça teria essa conquista? O problema, repito, está na ansiedade demasiada e mal administrada.

Ansiedade é um sentimento de futuro, ninguém sente ansiedade por algo que já aconteceu. Viver demasiadamente a ansiedade é estar preso ao medo do futuro.
O que cada um precisa avaliar é se a ansiedade não está sendo ausência de fé em si mesmo, falta de confiança no presente, pois isso acaba gerando insegurança.

“O homem que sofre antes de ser necessário, sofre mais que o necessário.” (Sêneca)

Lembre-se que a vida acontece aqui e agora, e o presente é o recurso mais importante que possuímos para concentrarmos nossa energia. Então, não devemos ficar presos ao futuro. É claro que devemos ter metas e projetar o futuro, porém, você deve ficar consciente para que no agora você aja com inteligência.

Veja algumas dicas para lidar com a ansiedade:

– Quando a ansiedade começar a tomar conta, pare e analise as razões desse sentimento. Talvez você precise se organizar melhor, ou talvez precise avaliar melhor algumas decisões no presente. Então, reflita e depois tenha uma atitude inteligente sem se martirizar.

– Não bagunce tudo e todos ao seu redor. Não deixe a ansiedade se tornar irracional.

– Reconheça seus limites e aprenda a relaxar. Quando estiver no trabalho pare de vez em quando, respire melhor, movimente o corpo, tome água, fique em silêncio. Ao retornar para o trabalho você se sentirá melhor.

– Lembre-se que você não pode abraçar o mundo. Seja lógico ao definir suas prioridades do dia. Determine um tempo adequado para cada atividade.

– Cuide de si mesmo. Determine duas prioridades essenciais: dormir bem e se alimentar corretamente.

– Procure atividades prazerosas para descontrair e relaxar. Sua vida não deve ser focada somente em trabalho e pagar contas, então não abra mão do lazer e diversão.

– Tenha resiliência e não olhe somente para o lado negativo das situações, enfrente as adversidades de cabeça erguida, sem fazer “tempestades em copo d’água”.

Prezado leitor, esteja consciente para saber lidar com a ansiedade, pois é através dessa consciência que poderá desenvolver algumas virtudes tão importantes, por exemplo, a paciência, a confiança em si mesmo e o autocontrole. Ansiedade faz parte de nossa vida, portanto, utilize-a a seu favor porque, às vezes ela vem para nos fazer sair do lugar, para que a vida não seja uma jornada monótona e sem energia.

Fonte: Administradores

Planejamento Estratégico: Plano versus Ação

A lógica natural de todo processo é entrada, processamento e saída. E qual melhor ambiente do que as empresas para se encontrar processos? Como as empresas são dotadas de processos, pode-se entender que a própria empresa é um grande processo ou um processo contínuo. Para Morgan (1996) dentre várias metáforas apresentadas em seu livro “Imagens da Organização”, destaca-se queas organizações podem ser visualizadas como um sistema vivo, entre eles – moléculas, células, espécies e indivíduos.

Partindo desse pressuposto de que a organização é um sistema vivo ou um próprio ser vivo, entende-se que ela gera processos no decorrer de sua vida, necessitando de recursos e nutrientes para prover energia necessária para o seu crescimento e evolução. Desta forma, pode-se entender que o processo natural de vida de toda e qualquer empresa, assim como um ser vivo é o crescimento e evolução. Logo, nenhuma empresa tem a finalidade de estagnar-se.

Cabe ressaltar, que o crescimento apontado não é apenas em tamanho, mas também de sua maturidade e capacidade de perenidade na sociedade. Segundo Bulgacov et al., (2007) o campo da estratégia organizacional, dedica-se ao estudo dos processos que levam à mudança organizacional e à sustentabilidade organizacional em longo prazo.

Mediante ao contexto apresentado, qual a ferramenta ou processo adequado para a administração e controle dos recursos necessários para o crescimento e evolução da organização? Para tal, aponta-se o planejamento estratégico. De acordo com Lacombe (2005) “o planejamento estratégico refere-se ao planejamento sistêmico das metas de longo prazo e dos meios disponíveis para alcançá-las”. Neste sentido, nota-se que o planejamento auxilia na conversão dos objetivos em resultados na organização.

Mas se o planejamento estratégico apresenta-se como meio para o sucesso empresarial, porque algumas empresas que realizam o planejamento acabam por sucumbir? Meireles e Paixão (2003) acreditam que indubitavelmente a questão é de ordem estratégica. Neste sentido, destacam-se três possibilidades: (1) muitas organizações não entendem a importância do planejamento; (2) outras até realizam as análises pertinentes e desenham o planejamento, mas se esquecem do monitoramento e controle do que foi planejado; (3) e algumas outras simplesmente selecionam o que aplicar do planejamento de acordo com sua percepção.

A priori, destaca-se que “o processo de administração estratégica inicia quando uma empresa define sua missão. Missões definem tanto que a empresa aspira ser em longo prazo, e quanto que quer evitar neste ínterim” (BARNEY e HESTERLY, 2007). Sendo assim, iniciar um planejamento estratégico sem a definição dos princípios estratégicos é definir uma viagem sem destino. Rodrigues et al., (2009) corroboram com o tema e estendem o ensinamento de Barney e Hesterly (2007) ao inferirem que as estratégias de todas as áreas da organização partem da visão de futuro da empresa.

Após a definição dos princípios estratégicos, são realizadas as análises dos ambientes interno e externo da organização, que sustentam o processo de escolha dos objetivos a serem atingidos e, por conseguinte, as estratégias a serem aplicadas (RODRIGUES et al., 2009). Para Costa (2007), após a formulação das estratégias “são estabelecidas as condições e as formas de acompanhamento estratégico para garantir que ideias, metas e programas de ação passem para o plano das ideias, desejos e boas intenções para o de ações práticas e objetivas”.

Sendo assim, o processo apresenta-se de maneira simples, entretanto algumas distorções são encontradas em várias organizações, quando a pauta é a implantação do planejamento estratégico, levando tais organizações ao fracasso. Entre elas aponta-se: (1) Diagnóstico inexistente ou inadequado; (2) Falta de metodologia adequada e consensual; (3) Muita análise. Pouca síntese e nenhuma ação; (4) Falta de flexibilidade no processo; (5) Falta de vinculação dos investimentos com orçamento operacional; (6) Falta de comando para implementação; (COSTA, 2007).

Em geral, observa-se que entre os vários problemas detectados e oriundos do insucesso organizacional de ordem estratégica, é que o discurso difere da prática, isto é, analisar, planejar e projetar são etapas que geralmente as organizações conseguem cumprir, entretanto traçar as metas, objetivos e planos de ações, enfim, operacionalizar e converter o plano em ação, apresenta-se como obstáculo difícil a ser vencido.

O planejamento estratégico, dentre várias funções é a guia e parâmetro na jornada da organização rumo ao sucesso. Desta forma, enquanto os obstáculos operacionais não forem vencidos, em geral os planos insistirão em fracassar. Gestão estratégica não deve ser encarada como “modismo” e “tendêncionismo” das escolas norte-americanas de administração. O alinhamento entre o discurso e a prática é a chave do sucesso. Detectando uma grande lacuna entre a prática e o plano, por que não rever o plano? Por que não alinhar os conceitos da literatura e planejamento ao contexto local? Pense, reflita e aja, mas nunca pare!

Referências

BARNEY, J. B.; HESTERLY, W. S. Administração estratégica e vantagem competitiva. 3. ed. São Paulo: Pearson Hall, 2007. 326 p.

BULGACOV, S. SOUZA, Q. R., PROHMANN, J. I. P. COSER, C. BARANIUK, J. Administração estratégica: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2007.

COSTA, E. A. Gestão estratégica. Da empresa que temos para a empresa que queremos. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2007. 424p.

LACOMBE, F. J. M. Recursos humanos, Princípios e tendências. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. 420p.

MEIRELES, M. Paixão, M. R. Teorias da administração: clássicas e modernas. São Paulo: Futura,2003.

MORGAN, G. Imagens da Organização. 1 ed. São Paulo: Editora Atlas S.A., 1996. 389p.

RODRIGUES, M. R. A.TORRES M. C. S. FILHO J. M. LOBATO. D. M. Estratégia de empresas. 9. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2009. 528p

Fonte: Administradores