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Sorrindo e de pijama com Colgate nas ruas de SP

Para ativar o novo “Sorriso Fresh Explosion Night“, um gel dental com efeito prolongado para combater o mau hálito ao acordar, a Colgate Palmolive resolveu realizar uma ação de marketing promocional fazendo uso do viral para atrair a atenção do público.

A campanha promocional teve como foco principal a disseminação pela internet e levou várias pessoas usando pijamas para a Av. Paulista, em São Paulo.

Felizes por acordarem com a sensação de frescor na boca, elas se esqueceram de tirar o traje de dormir, levantaram da cama e foram para a rua realizar suas atividades cotidianas.

Dez formadores de opinião conhecidos na web foram escolhidos para receberem kits de bons sonhos em suas casas, para que pudessem testar o novo produto e compartilhar suas experiências no Twitter utilizando a hashtag #acordeisorrindocom.

“Percebemos a importância da plataforma digital nos dias de hoje e, por isso, o lançamento de um produto tão jovem como este não poderia ser divulgado aos consumidores da marca de forma diferente”, afirma Gabriel Nogueira, gerente de marketing da Colgate Palmolive.

A reação de surpresa de quem passava pelo local e viu esse inusitado acontecimento, foi registrada e pode ser acompanhada no vídeo abaixo.

Fonte: Promoview

Brasil e Austrália trocam suas baladas com Smirnoff

A Smirnoff revela que, em 27/11, o Brasil vai receber o melhor da cultura da vida noturna da Austrália como parte do “Smirnoff Nightlife Exchange Project” – uma ambiciosa iniciativa global para descobrir e celebrar a nightlife ao redor do mundo. Por sua vez, a Austrália conhecerá um pouco da vida noturna do Brasil.

Com a missão de inspirar e possibilitar experiências únicas, Smirnoff Nightlife Exchange Projet comemora o resultado dessa troca de culturas. Uma comunidade com mais de 36 mil pessoas de todas as partes do Brasil enviou mais de cinco mil sugestões do que melhor caracteriza a vida noturna no País – de tendências da moda e estilos musicais a coquetéis – por meio do canal da marca no Facebook.

Após o encerramento da votação, o curador do projeto no Brasil, o VJ Léo Madeira, selecionou as sugestões que melhor representam a vibrante e eclética vida noturna brasileira. Esses ingredientes serão agora embalados em um container e enviados a Sidney, para que os australianos possam vivenciá-los quando houver a troca mundial e simultânea de baladas, em novembro.
“Estamos felizes com o resultado do projeto e o engajamento das pessoas. Trabalhamos para fazer da festa de chegada da noite australiana um momento extraordinário”, declara a diretora de Marketing da Diageo, Tânia Cesar.

Para envolver ainda mais a comunidade global em torno do Smirnoff Nightlife Exchange Project Smirnoff, a marca criou a nova plataforma de música colaborativa Beat of the World, que será lançada em breve. Esta plataforma irá permitir que pessoas do mundo inteiro ajudem a criar uma exclusiva faixa musical – remixada para se adaptar à melodia Thunderbird, da dupla americana The Golden Filter – que será tocada na abertura dos eventos, em novembro, e que deverá representar as diversas culturas que participam do Smirnoff Nightlife Exchange Project.

Disponível gratuitamente on-line, o formulário de inscrição para o Beat of the World possibilitará aos fãs criar seus próprios vídeos musicais e compartilhá-los com os amigos, sem exigência de habilidades musicais nem de edição. Basta usar uma webcam e um microfone acoplados a um computador para que os usuários possam gravar uma ampla variedade de sons, que serão processados e que poderão ser compartilhados on-line com o mundo inteiro.

Para saber mais sobre a grande festa de Smirnoff Nightlife Exchange Smirnoff e ter a chance de dizer “Eu estava lá”, basta tornar-se um fã da Smirnoff Brasil clicando em www.facebook.com/smirnoffbrasil.

Fonte: Promoview

Revolução Digital

Os especialistas em estratégia Jamie Anderson e Gianvito Lanzolla discutem a nova realidade de empresas que oferecem produtos digitais

Houve um tempo em que, se você soubesse o setor de atividade de uma empresa, já conseguiria definir as tecnologias que seriam utilizadas ali. Editoras estavam relacionadas com papel e tecnologia de impressão; gravadoras, com discos de vinil ou fitas magnéticas. Fabricantes de máquinas fotográficas remetiam a química e física. Esse tempo acabou, todos sabem. E o que pode ser aprendido com as empresas que alcançaram o sucesso no novo tempo da convergência intersetorial?

1. Esqueça a convergência. Nossas pesquisas mostram que as aptidões necessárias para as três facetas do mundo dos produtos digitais são inerentemente diferentes e divergentes: produção de conteúdo, que inclui gerenciamento dos artistas, criatividade, busca de novas ideias e Marketing de conteúdo; gerenciamento da rede de telecomunicações, que abrange cobertura, qualidade, confiabilidade da rede e atendimento ao cliente; desenvolvimento de tecnologia da informação e de bens eletrônicos de consumo, envolvendo pesquisa e desenvolvimento, teste de novas tecnologias, design industrial e do processo de manufatura.

Apesar de cada vez mais a estrutura de tecnologia básica ser comum a vários setores, não se conhece nenhuma empresa que se tenha destacado nas três áreas. Na indústria de mídia, por exemplo, as tecnologias digitais afetam a estrutura tecnológica dos conteúdos e as maneiras como esse conteúdo pode ser produzido, distribuído e desfrutado, mas não afetam o conteúdo bruto em si.
Daí ser difícil para as empresas de software produzir somente conteúdo, como um programa de notícias ou de entretenimento para a televisão. Criam-se barreiras que impedem uma convergência intersetorial que seja sustentável de ponta a ponta. A recente venda da Endemol (empresa de produção de conteúdo) pela Telefonica (empresa de telecomunicações) e o anúncio da venda de parte da AOL (serviços de internet) pelo grupo Time Warner (mídia) fornecem provas concretas para sustentar essa conclusão.

2. Construa a predominância. Ao analisar o mundo digital, identificamos duas esferas de capacidades: uma de tecnologia, outra de conteúdo; a esfera das capacidades de tecnologia é formada por seis tipos de empresas, que podem distribuir, transportar ou atuar como provedoras de acesso ao conteúdo (veja quadro); A esfera das capacidades de conteúdo está repleta de empresas como Disney, EMI e Fox; são as criadoras de música, shows de TV, filmes, programas esportivos, videogames, mapas ou conteúdo para web 2.0 (comunidades online customizadas, wikis, blogs e outros).

Conforme o leitor já deve ter notado, pode haver sobreposição nas categorias, como no caso da Sony, que fabrica equipamentos analógicos e digitais. Nossas pesquisas mostram que duas estratégias podem ser utilizadas para construir tal predominância: controlar os canais de distribuição. Por exemplo, dentro do espaço tecnológico, as empresas estão se tornando “o” portal interativo digital, numa tentativa de assumir o controle dos canais de distribuição. Os portais interativos digitais podem assumir muitas formas, por exemplo: uma rede de comunicação, um equipamento digital ou um portal de acesso à internet.

Diferentes players no mercado, provenientes de indústrias de eletrônicos, empresas de TI ou de serviços de telecomunicações, também estão competindo para assumir o controle dos canais de distribuição; construir confiança. Textos ficcionais, notícias, música, esportes ou filmes, qualquer dado digitalizado pode ser facilmente copiado e repassado. Ao mesmo tempo que o crescimento de conteúdo gerado pelos usuários é importante, serviços confiáveis que exijam a veracidade do conteúdo são o sustentáculo para que as empresas ganhem e mantenham a confiança dos clientes.

3. Ingresse em novas cadeias. Ainda que a convergência entre as esferas da tecnologia e do conteúdo não seja viável, nossa pesquisa mostra que há áreas em que a difusão de novas tecnologias abriu significativas oportunidades na criação de cadeias de valores que aparecem no fornecimento de serviços, que são a espinha dorsal do mundo digital. Serviços analógicos tradicionais estão destinados a se tornar digitais, e as oportunidades de negócio para o desenvolvimento de novas cadeias de valores são virtualmente ilimitadas. Dentre essas oportunidades, três merecem destaque: fornecimento de serviços digitais para possibilitar a publicidade online; fornecimento de serviços digitais para gerenciar direitos autorais; fornecimento de serviços digitais para transações financeiras.

Projeções indicam que o valor gasto em publicidade nos canais digitais aumentará drasticamente. O jornal Financial Times estima que em 2010 o mercado de publicidade online mundial alcançará a marca de US $ 64 bilhões. Por sua vez, a digitalização de conteúdo tornou mais difícil a proteção da propriedade intelectual e novos sistemas digitais para gerenciamento de direitos autorais (em inglês, DRM , de Digital Rights Management) se tornam necessários para auxiliar empresas nessa atividade-chave para a apropriação de valor. Sistemas DRM influenciarão de maneira decisiva o futuro modelo de negócio das empresas produtoras de conteúdo. E, por fim, o crescimento de negócios digitais aumentou a necessidade de uma infraestrutura para pagamentos online.

4. Forneça o hardware, o software e os serviços. Para uma empresa de TI que tenha visão de longo prazo, também existe a oportunidade de fornecer ao mundo digital ferramentas para construí-lo. Com o projeto Android, por exemplo, o Google está visando o fornecimento de um ambiente de desenvolvimento completo, para dar aos desenvolvedores de software as ferramentas necessárias para que eles possam criar aplicativos para a internet. Desenvolvedores de tecnologias digitais, como Cisco, Motorola e Microsoft (em parceria com o Yahoo!), também tentam estabelecer sistemas e aplicativos populares, ganhando assim o controle do mercado para essas ferramentas de desenvolvimento. Outras empresas, como IBM, HP e Ericsson, vêm criando produtos sofisticados que têm a capacidade de integrar sistemas.

Por HSM Management

Fonte: Mundo do Marketing

* Esta reportagem foi publicada pela Revista HSM Management (Setembro/Outubro) e agora no Mundo do Marketing por meio de parceria que os dois veículos mantêm.

Império de Casa Verde levará Nova Schin para avenida

Escola paulistana inclui "cervejão" em seu samba enredo e contará história da bebida no carnaval 2011

Ainda faltam mais de quatro meses para o carnaval do ano que vem. Mas alguns anunciantes já estão tomando suas decisões estratégicas para não faltarem à próxima edição da folia do Momo. O Império de Casa Verde, escola da zona norte de São Paulo, levará ao sambódromo em 2011 um enredo sobre a história da cerveja: "Samba sabor cerveja. Admirada há milênios, a mais nova sensação nacional". E, patrocinada desde 2009 pela Nova Schin, a escola resolveu fazer uma homenagem à marca: colocou o conceito "cervejão", lançado pela marca no início deste ano, na letra de seu samba enredo.

Procurados, tanto a escola quanto o anunciante ainda não comentaram o assunto. Em 2010, o Império falou sobre Itu – onde está a fábrica matriz da cervejaria – com patrocínio da própria Schincariol e da montadora Kia, que também tem sede na cidade. A escola, bicampeã do carnaval paulistano em 2005 e 2006, é conhecida por ter os carros alegóricos mais luxuosos entre as escolas de São Paulo.

A prática de inserir palavras e conceitos nos sambas tem se tornada comum nos desfiles. Isso porque os regulamentos da Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) e da Liga das Escolas de Samba de São Paulo (LigaSP) proíbem qualquer merchandising explícito em alegorias, fantasias e até nas roupas dos empurradores de carros alegóricos – que, na verdade, fazem apenas figuração, por hoje ser tudo completamente motorizado.

A Nova Schin é patrocinadora oficial da transmissão dos desfiles de São Paulo pela Rede Globo e já renovou sua cota para 2011 – clique aqui para reler. Além disso, a cervejaria também foi, em 2010, a marca oficial do sambódromo paulistano, cota adquirida este ano.

Este ano, três ações de marketing foram bastante discutidas e geraram bastante buzz fora dos sambódromos. Em São Paulo, a Rosas de Ouro, que contou a história do chocolate, teve que mudar o refrão de seu samba e o nome de seu enredo a menos de um mês do carnaval, por exigência da Rede Globo, que transmite os desfiles. Isso porque a frase "O cacau é show" remetia claramente a um dos apoiadores da escola – a Cacau Show – e tal intervenção é proibida no regulamento. Mesmo assim a escola foi campeã do carnaval de São Paulo.

Já no Rio, a Portela, que falou de tecnologia em seu desfile deste ano, fez uma grande parceria com a Positivo Informática, intermediada pela agência Pepper. Além de incluir a marca na letra de seu samba, um carro alegórico formado por diversos telões mostrou imagens de foliões de todos os lugares do mundo – clique aqui para relembrar toda ação, que foi destaque até na versão online do Advertising Age.

Outra parceria de sucesso na Sapucaí foi realizada entre a Ambev e a Grande Rio. A escola de Duque de Caxias fez uma homenagem aos 25 anos do sambódromo carioca e não deixou de citar o camarote da Brahma – o "Nº 1", e os "guerreiros do carnaval" – conceito da campanha da marca da Ambev – em sua letra. O título no Rio ficou com a Unidos da Tijuca, que teve como apoiadores Vivo, LG, Schincariol e TAP.

Camarote Nº 1
O Camarote da Brahma, aliás, deu o que falar nesta sexta-feira, 22. Isto porque a Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro aprovou o Projeto de Lei n° 715/2010, que solicita a devolução de parte do espaço em que ele é produzido para a construção de mais um bloco de arquibancadas, que possa elevar a capacidade do sambódromo carioca de 60 mil para 75 mil lugares. O local é uma fábrica desativada da Brahma e, por isso, o espaço é utilizado pela Ambev.

Em comunicado, a empresa afirmou que o camarote do ano que vem "já está em fase de produção e promete ser o melhor camarote dos seus 21 anos de Sapucaí" e que "entende a importância de colocar-se à disposição da Prefeitura quando solicitada para ceder o espaço do camarote para os projetos, para a revitalização da região da sua antiga fábrica de cervejas e a construção de mais um bloco de arquibancadas".

Por Renato Pezzotti

Fonte: m&m online

ABC liderou pesquisa das agências

Africa em primeiro e DM9 DDB em segundo lideraram o ranking das agências de publicidade da 13ª edição da pesquisa “As empresas mais admiradas do Brasil”, da revista Carta Capital. Essa categoria foi incluída na premiação no somente no ano passado e vencida também pela Africa, agência do grupo ABC presidida por Marcio Santoro e Sergio Gordilho. “É até difícil mencionar o quanto esse prêmio representa uma honra para a Africa, que, pelo segundo ano consecutivo, recebe tamanho reconhecimento do mercado”, disse Santoro. “Só temos a agradecer aqueles que acreditam no nosso trabalho e consideram a Africa uma agência diferenciada”, completou Gordilho. Coordenada pela consultoria Opphicina Sophia, de Paulo Secches, a pesquisa foi realizada entre junho e agosto deste ano, com a avaliação de 48 segmentos e tabulação de de mil e 100 entrevistas.

Fonte: Blog do Adonis