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Você encara uma dinâmica em grupo?

Usada pela maioria das empresas como uma etapa da seleção de candidatos, ou para o desenvolvimento de equipes, a dinâmica em grupo ainda hoje faz tremer algumas pessoas (principalmente as mais tímidas e/ou inseguras).

No processo seletivo tem como principal objetivo identificar as competências do candidato (principalmente as comportamentais), que devem se aproximar ao máximo às qualificações exigidas pelo cargo. A fim de deixar o profissional mais à vontade (e facilitar a análise de perfil, caso seja um processo seletivo), é feita inicialmente a etapa de apresentação. A depender do tipo de vaga a ser oferecida, há diversos tipos de dinâmica de apresentação, que vão desde o modelo individual ao que utiliza imagens, cartolina e outros materiais para fazer a auto-apresentação e a apresentação dos pares.

Após esta fase de “quebra de gelo”, o candidato está mais tranquilo para interagir com os outros participantes e demonstrar suas verdadeiras aptidões, as quais devem ser mais próximas possíveis de acordo com a vaga a ser preenchida, em se tratando de processo seletivo. Para o desenvolvimento de equipes esta também é uma etapa importante, visto que muitas vezes os profissionais só conhecem os seus companheiros de trabalho pelo nome, não sabendo um pouco mais sobre sua personalidade, algo que facilitaria o relacionamento interpessoal e a comunicação.

Há diversos tipos de dinâmicas que são usadas tanto na seleção de pessoas, quanto no desenvolvimento de equipes; mas o objetivo de ambos os processos deve ser previamente definido antes da aplicação das dinâmicas: no processo seletivo, qual o tipo de dinâmica mais exigirá do candidato a execução de competências similares às exigidas pela vaga oferecida? No desenvolvimento de equipes, qual a mensagem principal a ser compartilhada com os participantes: trabalho em equipe, gerenciamento de conflitos, trabalho sob pressão?

Mais importante do que o participante ficar se preocupando em que será avaliado, ou o tipo de atividades a que estará exposto, é o profissional praticar o exercício do Autoconhecimento. É interessante enfatizar que ninguém é reprovado na dinâmica em grupo do processo seletivo, somente é identificado uma não compatibilidade das competências do candidato com o perfil da vaga a ser preenchida. Existe a possibilidade de o candidato ter as qualificações exigidas pela função, contudo deixar-se intimidar pela ansiedade e pelo nervosismo do processo de avaliação; algo que o levaria a um desempenho inferior na prática das atividades realizadas, e consequentemente um prejuízo na percepção das suas reais capacidades.

Participe sempre de eventos que possibilitem o exercício do autoconhecimento e proporcionem o exercício de integração por meio de dinâmicas em grupo. Desta forma você estará mais preparado a mostrar todo o seu potencial nos processos seletivos em que participar, além de estar sempre à frente em uma oportunidade de promoção na empresa ou crescimento profissional

Sucesso e Desenvolva-se.

Fonte: Administradores

Eventos: Nova estratégia para vender carros

As montadoras têm usado uma fórmula padrão para lançar novos modelos de automóveis no mercado brasileiro.

Fazem convenção interna para a equipe de vendas, festas fechadas para convidados e apresentação dos veículos em primeira mão para a imprensa especializada. No ano passado, essa receita deixou de ser seguida pela Ford. Desde o lançamento do novo EcoSport, a empresa passou a organizar eventos abertos ao público para apresentar seus novos carros ao mercado.
“Reinventamos nossa forma de falar com o consumidor. Percebemos que as pessoas querem interagir com as marcas que elas consomem e não apenas receber informações de forma passiva””, explica o vice-presidente da Ford na América do Sul, Rogelio Golfarb.

Desde então, a Ford já fez shows gratuitos e abertos de cantores como Carlinhos Brown, no Farol da Barra, em Salvador; e Claudia Leitte, no Paço Municipal de São Bernardo do Campo, no pré-lançamento dos modelos EcoSport e New Fiesta, respectivamente.

Mesmo depois do lançamento, a empresa promoveu outras experiências diferentes para chamar a atenção do público para os novos modelos, como uma disputa de pênaltis feita por carros no estacionamento do Shopping Eldorado, em São Paulo.
De dentro do EcoSport, o jogador (e nesse caso motorista), Robinho tentava mandar a bola gigante para o gol, e a defesa era feita pelo carro em que o goleiro Marcos, ídolo do Palmeiras, dirigia.

E a agência Aktuell tem sido a responsável pelo planejamento e realização destes eventos. E a próxima atração já tem data marcada. Acontecerá na próxima semana dentro da Bienal. Uma série de atrações servirão de cena para o lançamento do novo Focus batizado de “Focus Pop-up Gallery”.

Fonte: Promoview

Gerenciamento de Riscos nas empresas

Pode-se dizer que o risco é um conceito inerente a qualquer atividade empresarial. Quem investe ou empreende sabe que os resultados dependem de vários fatores, externos e internos, e a possibilidade de “algo não dar certo” está sempre presente no dia a dia da gestão.

O escritor e economista norte-americano Peter Lewyn Bernstein tem uma frase que ilustra bem esse fenômeno: “Quando investidores compram ações, cirurgiões realizam operações, engenheiros projetam pontes, empresários abrem seus negócios e políticos concorrem a cargos eletivos, o risco é um parceiro inevitável. Contudo, o risco não precisa ser hoje tão temido: administrá-lo tornou-se sinônimo de desafio e oportunidade”.

Se não é possível eliminar totalmente os riscos, mesmo porque as chances de aproveitamento das oportunidades seriam suprimidas, a necessidade de gerenciá-los ganha cada vez mais importância. Na prática, esse processo permite que os gestores reflitam de forma estruturada sobre as variáveis que podem afetar a dinâmica e os resultados do negócio, discutindo alternativas concretas caso “o pior venha a acontecer”. Em tempos de incertezas crescentes, o raciocínio sobre os cenários mais pessimistas é um mecanismo que pode ser determinante na disputa por um lugar no futuro. No mínimo, caso a alternativa desfavorável se concretize, sai na frente quem pelo menos raciocinou sobre aquela possibilidade.

O escopo de análise varia de acordo com o perfil da empresa, já que cada atividade tem suas características específicas, mas basicamente os riscos podem ser de origem externa: políticos, econômicos, sociais, ambientais, tecnológicos e legais; ou interna: financeiros, pessoais, tecnológicos, de conformidade, de inovação, entre outros. O exercício básico é construir alternativas de cenários possíveis para cada variável e desenvolver o raciocínio estratégico para responder à seguinte questão: se o pior cenário se concretizar, o que a empresa deve fazer? Por exemplo, qual o risco de um grande contrato ser interrompido de supetão? Se isso acontecer, o que fazer? Caso um grande fornecedor interrompa o fornecimento de uma matéria-prima essencial, qual a alternativa? Ou, ainda, se um grande concorrente entrar no mercado local de forma agressiva, como competir com ele?

Esse processo envolve cinco passos: (1) identificação das variáveis que impactam no negócio, (2) avaliação do grau de risco (pouco, médio, alto impacto), (3) tratamento, (4) monitoração e (5) informação. Um gerenciamento eficaz dos riscos requer diversos cuidados, desde a definição de papéis, responsabilidades e desenho dos processos críticos à governança do gerenciamento de riscos, implantação de sistemas de controle e comunicação, entre outros.

Porém, mais que definir processos, é preciso que os princípios e a importância dessa ferramenta estejam disseminados entre a equipe e incorporados ao planejamento da empresa. Do ponto de vista estratégico, é muito arriscado não pensar sobre a pior alternativa com receio de que ela possa acontecer. No que diz respeito à gestão de riscos, é prudente ser paranóico!

Fonte: Administradores

Dê o bom exemplo

Existem diversos fatores que influenciam o interesse pela a leitura. O primeiro, e talvez mais importante, é determinado pela atmosfera literária que a criança encontra em casa. A criança que houve histórias desde cedo, que tem contato direto com livros e que seja estimulada, terá um desenvolvimento favorável ao seu vocabulário, bem como a prontidão para a leitura.

Aprender a ler é um dos passos mais importantes para obter o sucesso na escola. Para que seu filho tome gosto pelos livros, ele precisa de mais do que apenas palavras de incentivo. Dê o bom exemplo.

Em fim , o hábito de ler ajuda na atividade cerebral: a leitura, além de dar asas à imaginação, é uma ponte que conduz ao conhecimento por isso para construir uma carreira saudável o melhor remédio se chama conhecimento que também pode ser adquirido através de uma boa leitura.

Fonte: Administradores

Os três Es da Administração na Administração

Um dos primeiros temas com os quais estudantes mantêm contato num curso de Administração e profissionais vivenciam na condução de um negócio, certamente, são os três Es (eficiência, eficácia e efetividade). Mas afinal, o que são esses três Es e o que representam?

São várias as definições existentes sobre os termos eficiência, eficácia e efetividade, sendo que algumas são até conflitantes entre si. Contudo, é possível chegar a um meio termo que traga maior nitidez ao que venha a ser cada um desses termos:

1. Eficiência → trata-se de fazer as coisas da maneira certa, mais adequada. Quando pensamos nessa palavra, logo surge uma expressão muito aplicada em Administração da Produção e Pesquisa Operacional: otimização de resultados.

2. Eficácia → refere-se a fazer a coisa certa, ou seja, é o grau de alcance de um determinado objetivo.

3. Efetividade → recorrente em tópicos de Estratégia Empresarial, esse termo se refere aos benefícios advindos à organização das ações certas feitas da maneira certa, resultando em ganho de competitividade de uma organização em face de seus concorrentes.

E quanto à Administração Pública? Cabe a aplicação dos termos supracitados? Sim. Aliás, a Administração Pública, na medida em que é o aparelho exteriorizador da vontade estatal, não deve ignorar os pressupostos de eficiência, eficácia e efetividade em sua tomada de decisões. Não esqueçamos que o Estado é o resultado de um “contrato social”, segundo o qual o indivíduo abdica de parte de sua liberdade em troca de segurança e bem-estar. Para tanto, pagamos tributos com o propósito de o Estado viabilizar o interesse público por meio da regulação das atividades sob o seu território e pela justiça distributiva (provimento equitativo de educação, saúde, segurança, etc.).

Para facilitar o entendimento dos conceitos tratados até aqui, consideremos um caso concreto na Administração Pública.

O estado do Rio de Janeiro é considerado um dos estados brasileiros mais desenvolvidos economicamente. Porém, quando analisamos a distribuição dessa riqueza de maneira mais pormenorizada, notamos discrepâncias entre regiões do estado, entre municípios limítrofes e, até mesmo, entre regiões de um determinado município, tal como ocorre na capital fluminense entre Barra da Tijuca e Zona Sul e o subúrbio carioca.

A questão se agrava quando levamos em conta a elevada carga tributária do estado, aliada à má prestação de diversos serviços públicos essenciais, como transporte público, fornecimento de água e energia elétrica, embora esses serviços estejam sob a execução de concessionários. Em vista disso, a indústria local vê a sua capacidade de investimento comprometida pela carga tributária imposta, que também reduz o poder de compra e a capacidade de poupança da população.

Para completar, a educação no estado do Rio de Janeiro, fator de desenvolvimento sustentável, encontra-se desvalorizada em face de setores que apresentam gastos crescentes e resultados decrescentes, como a segurança pública.

Atualmente, os professores da rede estadual e da rede municipal daquela que será a cidade que sediará a final da próxima Copa do Mundo e as próximas Olimpíadas ganham menos que um policial civil. Além disso, faltam recursos para que professores possam cumprir com a sua nobre missão de formar cidadãos e profissionais qualificados para conduzirem o estado e, por conseguinte, o país ao tão almejado espetáculo do crescimento. Enquanto isso, as polícias civil e militar dispõem de recursos avançados. No entanto, o que vemos é agentes públicos da área de segurança agirem com truculência em relação a cidadãos que exercem o seu direito de se manifestar de forma pacífica, ao passo que demonstram certa apatia no combate ao tráfico de drogas, sobretudo o crack, a ponto de existirem cracolândias em localidades sob intenso policiamento, como a estação de trens Central do Brasil, Madureira e trechos da Avenida Brasil.

À luz do exposto, conclui-se que o ente estatal em questão carece de eficiência, eficácia e efetividade: falta eficiência, pois se gasta muito com segurança pública e se produz pouco. Quanto à eficácia, a sensação de insegurança só aumenta, assim como a especulação imobiliária, devido à euforia trazida pelas Unidades de Polícia Pacificadora para compradores e vendedores de imóveis nas regiões “pacificadas”. Tal fato fica evidente na evolução do preço do metro quadrado de um imóvel nos últimos três anos em áreas como Botafogo, Centro e Grande Tijuca. Por sua vez, a falta de valorização das carreiras ligadas à educação, consubstanciada com a escassez de profissionais e recursos em muitas escolas públicas, afetam a efetividade estatal em prover as bases de um desenvolvimento econômico sustentável, capaz de perdurar após o exaurimento das reservas de petróleo, que é uma das principais indústrias locais e a que mais investe no estado.

Portanto, que os conceitos discutidos e o caso prático sirvam como subsídio para a aprendizagem de nossos futuros administradores e para o aperfeiçoamento dos profissionais ligados à gestão de negócios, além de proporcionarem um exercício de reflexão para sociedade, empresas e governos sobre a eficiência, eficácia e efetividade de políticas públicas vigentes. Afinal de contas, o que nos diferencia dos demais seres vivos é a nossa capacidade de pensar acerca de nossa existência e intervir sobre ela, individualmente ou socialmente, valendo-se da razão ao invés da violência, que é instintiva aos demais animais.

Um forte abraço a todos e fiquem com Deus!

Fonte: Administradores