Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

Produtividade?

Trilhões de linhas já foram escritas para ressaltar um dos principais entraves para o crescimento da economia brasileira, desde sempre: produtividade. Claro, há ainda uma lista com pelo menos meia dúzia de fundamentos que precisamos atender para mudar a nossa posição comparativa. Infelizmente, algumas dessas réguas têm mais de meio século e estão fora da realidade intrínseca da economia contemporânea. Exemplo? PIB.

A medida da força econômica de um país, pela soma do que produz, consome e investe em 365 dias, é um despropósito, pois exclui setores e itens não selecionados no processo metodológico, por definição. Basta ver o Brasil: sexta economia, mas em dezenas de outros fatores cruciais estamos entre os últimos da fila. E a lista não é de supérfluos: saúde, saneamento, educação, homicídios, investimentos, qualidade, produtividade e por aí vai. Nesse contexto, estar na sexta posição como maior economia é uma piada ou uma injúria, conforme o caso.

Quando, nos anos 90, a ONU instituiu o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), foi para estabelecer um novo conjunto de réguas sociais, transversais às réguas econômicas mas que não prescindem destas. A contribuição tem sido enorme, especialmente para diminuir a prevalência ditatorial dos indicadores econômico-financeiros e, especialmente, obrigar governos e gestores públicos a considerar indicadores sociais e humanos nas decisões. Algumas estratégias e ações de órgãos internacionais e até nacionais, já consideram o IDH como fator relevante para definir suas políticas e a liberação de recursos. Mas ainda é pouco, muito pouco. O “fator humano” neste início de século 21, pela velocidade das mudanças e da imensa complexidade nas relações entre economia e sociedade, ganha dimensão galáctica, pois o capitalismo financeiro dominante já prova seus estertores.

A história é pródiga referência quando sobre ela deita-se o olhar em perspectiva e a avaliação é tridimensional. Do pré-capitalismo ao capitalismo financeiro do século 21, quase dez séculos de história fornecem munição farta para entender os mecanismos de dominação que vigem. E percebe-se que as linhas de forte esgarçamento do modelo apontam para mudanças que, mesmo sem bola de cristal, estarão apontadas até o final da década. Eu escrevi apontadas, o que não significa consolidadas. É fundamental considerar que as mudanças jamais ocorrem de forma repentina. O estudo mostra que existe uma engenharia própria nos processos, e uma mudança contém em seu DNA o gene da próxima geração, da outra mutação.

Quanto e como, mais com menos

E o que isso tudo tem a ver com produtividade? Tudo. A produtividade não é um enunciado econômico simples ou um fator de produção. Ela é a referência, ainda que simplificada, para medir “quanto e como” eu produzo e “quanto e como” eu gasto para produzir. As aspas são para salientar o reducionismo, que não é cabível na interpretação atual. Produtividade vai muito, muito além da simples quantidade física de recursos consumidos para produzir algo, e a sua relação quantitativa com o resultado obtido. Produtividade tem a ver com o complexo aparato humano para gerar resultados a partir de um conjunto de insumos. Mais: produtividade tem cada vez mais a ver com as habilidades e as competências humanas para gerar resultados a partir de cada vez menos insumos. Fazer mais com menos, certamente e não necessariamente numa equação meramente quantitativa.

As exigências humanas crescem na medida dos benefícios que podem ser obtidos, não das necessidades que precisam ser atendidas. Passar fome para perder peso é um exemplo clássico. Querer o último gadget não tem a ver com alguma necessidade específica, é uma manifestação do desejo – ou da vontade, como queira – para obter algum benefício emocional, social, econômico. E tudo isso tem a ver com acessos, ascensões e produtividade. Um agricultor chinês é atraído para o meio urbano pela oferta inicial de um ganho maior – para obter mais benefícios. Lá no campo, seu universo era normalmente pequeno e restrito, pela própria condição imanente. No novo universo urbano, carregado de informações, estímulos e escadas de acesso, os padrões de comportamento e consumo são modificados radicalmente. Claro, tudo é pensado e desenhado para gerar mais consumo, inclusive e especialmente no nível subliminar.

Novas bagagens essenciais

Diante desse novo contexto, os acessos são chaves de estímulo para querer mais. O pequeno salário da indústria fornece algumas destas chaves, antes desconhecidas ou pouco entendidas pelo outrora agricultor. Tais chaves são fortemente embaladas e emocionalmente condicionadas para buscar canais de ascensão: sociais, econômicos, emocionais, sexuais, intelectuais, transcendentais. Tais canais são quase infinitos. É quase insano isso. Mas é o que nos move desde sempre, com as exceções de sempre.

Com os acessos e ascensões delineados nas novas bagagens essenciais (sociais, emocionais, intelectuais e econômicas), o agora trabalhador urbano chinês começa a dominar a lógica do sistema: precisa aumentar e/ou melhorar a sua produtividade, para ampliar e diversificar os canais de acessos e ascensões. Esta é, em essência, a espinha dorsal da mudança da economia chinesa. Grosso modo, trabalhar mais horas é o primeiro passo. O segundo, intensificar o trabalho físico em cada hora para aumentar o resultado; o terceiro, organizar melhor o trabalho físico; o quarto, alterar os processos de trabalho; o quinto, melhorar sua performance física e mental; o sexto, melhorar os processos de trabalho a partir da melhora das performances física e mental/intelectual; o sétimo, mudar de função, atividade, trabalho, a partir do desenvolvimento de novas habilidades e competências; o oitavo, otimizar e intensificar todas as interfaces e incrementar novas habilidades e competências para melhorar a produtividade. Daí em diante, isso não tem fim, literalmente, e segue o mantra: sempre há o que melhorar.

Idiota grandalhão e bobalhão

Este quadro demonstra o fato: aumentar e/ou melhorar a produtividade humana é resultado direto do incremento quantitativo e qualitativo do aparato intelectual (educacional, informacional, lógico), do equipamento emocional (valores, equilíbrio, sociabilidade, adaptabilidade), da melhor performance física multidimensional (força, resistência, velocidade, flexibilidade, acuidade). Eu pessoalmente incluo nesta lista a infraestrutura espiritual (valores, crenças e fluidez intelectual), que tem a ver com a capacidade para lidar com o que denomino de intangível transcendental e que, crescentemente, ainda que vagarosamente, tornou-se uma demanda humana contemporânea. Aos “radicais islâmicos” que acompanham estas linhas, não tem a ver com religião e sim com consciência de si.

No caso brasileiro, para que o aumento da produtividade humana seja um fato, as condições são extremamente hostis. Apesar de todas as nossas potencialidades, cantadas em prosa e verso pelos governos, mídias e outras fontes de perfídias, temos só tamanho. Somos muito mais parecidos com aquele idiota grandalhão, bobalhão e que faz todo mundo rir, mas dele todos se aproveitam. Duro? Cruel? Nada, gente. Realidade bruta. Somos enganados ou nos enganamos com nossas pequenas ilhotas de sucesso, eficiência, êxito que, diga-se de passagem, são exuberantes. Mas são apenas ilhas, raramente arquipélagos. Somos tragados e drogados pela mística do futebol, da música, das artes, do malabarismo social, da versatilidade emocional. Meia dúzia de ícones da economia, forjam nossa improvável autonomia. O domínio ditatorial e imperial dos bancos, transformou-nos (governo e povo) em portentosos pagadores de juros, daí os crescentes, exorbitantes e escandalosos lucros. Nada mudou e não vai mudar, nem por decreto da Imperatriz ou a imposição do seu partido meretriz.

Somos hand made

Está enganado quem imagina cenário diferente. A própria mídia faz notável esforço para mostrar e demonstrar nosso fictício gigantismo. Somos grandes sim, mas naquilo que não gera valor. Historicamente somos exportadores de commodities. Nada mais. Exceções à regra não cabem, como a Embraer, pois 80% de uma aeronave é feita de insumos importados. Somos muito bons montadores de aviões. Claro, temos engenharia, design, mas das turbinas aos componentes menos complexos, está lá o made in qualquer país, menos Brasil. Somos bons mesmo no hand made, enquanto o mundo caminha para o made in brain. Somos ainda pobres artesãos num mundo movido pela tecnologia e automação, que exige um perfil humano cada vez mais distante do modelo mão-de-obra e mais próximo do cérebro-de-obra.

Estamos fadados ao eterno fracasso até pelo cansaço. Deitados eternamente em berço esplêndido, somos condicionados a ver só as maravilhas, a maioria fantasias. Nossa economia sofre os estertores da agonia, da falta de sintonia com um mundo em crescente distonia. Nossa engenharia social é um desastre nacional. Temos braços, pernas, espermas, mas não temos cérebros, mentes e empreendedores mais valentes. Estes são raros, num país que pune o sucesso, a riqueza, a prosperidade, a destreza. Aliás, destreza só é apreciada quando sinônimo de esperteza. E tudo isso vai bater em nossa produtividade e manter nossa passividade. As manifestações das ruas mostram isso, pelo atual domínio político dos quarteirões pelos valentões pagos a peso de ouro, por partidos, grupos organizados, encrenqueiros sintonizados. Compare isso com o que ocorre no exterior, ainda que por naturezas distintas.

O que eu descrevo aqui em linhas tortas é amparado por artilharia pesadíssima de dados e fatos enfáticos, muitos deles restritos a especialistas da economia, gestores da burocracia ou cérebros da academia. Eu me considero um pregador no deserto, mas não sou um inseto. Eu insisto, persisto. Sou agressivo e não sou permissivo. Nosso país está assolado pela permissividade sádica meticulosamente implantada na sociedade. Tudo é consumido como normal, preparando o terreno para a aceitação do desastre consensual. Não aceito. Sou um guerrilheiro social que atua intensivamente nas trincheiras digitais. Mas prefiro a posição de franco-atirador, um sniper altamente treinado que aprendeu a viver isolado, e fazer o meu trabalho gerar alta produtividade. Pra mim, pra você, pra sociedade, pra gerar prosperidade.

Este escrito é parte do meu esforço quase insano, sem causar dano. Quero provocar você e ao fazê-lo provoco a mim. É parte do meu exercício intelectual, da minha guerrilha digital. Quero sim transgredir, mas não agredir. Quero sim mudar, mas sem machucar. Preciso agir para não submergir. Vem comigo?

Fonte: Administradores

Analisando as estratégias

•A comercialização e a inovação constituem as áreas básicas para a fixação dos objetivos;

•É nelas que a empresa colhe seus resultados;

•É pelo desempenho nessas áreas e pelas contribuições que nelas presta que seus clientes lhes pagam;

•Todos os objetivos das empresas devem estar ligados as realizações, visando ao fazer e não às boas intenções.

Objetivos – I

•O Marketing e a Inovação;

•A decisão de concentrar-se e a decisão referente à posição da empresa no mercado;

•Necessidade de objetivos relativos a todos recursos: recursos de pessoal, recursos de capital, recursos de instalações e recursos físicos básicos – ,sua obtenção, utilização e produtividade;

•São necessários objetivos relativos à dimensão social da empresa, às suas responsabilidades sociais e às repercussões sociais de sua atividade.

•Em todas essas áreas, a pequena empresa precisa tanto de objetivos claros como a grande empresa.

Objetivos – II

•O Lucro e a Lucratividade aparecem ao final do processo;

•Constituem necessidades relativas à sobrevivência da empresa, exigindo portanto objetivos próprios;

•Mas a lucratividade necessária impões também limites sobre todos os outros objetivos;

•É necessário submeter os objetivos a comparações – compará-los uns com os outros, em termos dos diversos requisitos do curto e longo prazo, e compará-los com os recursos disponíveis.

Fixação de Prioridades

•Os dois orçamentos relacionados com o futuro – o das despesas de capital e o das despesas administrativas – expressam também as prioridades fixadas pela direção.

•O mecanismo chave é o ORÇAMENTO das despesas de capital e das despesas administrativas.

•Detalhe sabe-se que:

•Nenhuma empresa pode fazer tudo;

•A pior coisa é tentar fazer um pouco de tudo, pois acaba-se não fazendo nada;

•Fixar prioridades é arriscado, mas é necessário;

•Não existem fórmulas mágicas e é necessário que alguém tome a decisão.

Objetivos e Ação

•Transformar objetivos em ação, como? eis a questão:

•Qual é o nosso ramo, qual será ele e qual deve ser?, raciocinar-se através de objetivos é a ação, não o conhecimento teórico;

•O que se pretende é concentrar as energias e os recursos da organização nos resultados corretos;

•O produto final de análise da empresa é constituído, portanto, de programas de trabalho e de atribuições de serviços específicos e concretos;

•Metas definidas e responsabilidades claras;
É necessário transformar em ações, caso contrário serão só sonhos.

As analises acima, são fundamentadas no que o pai da administração dizia, sua base é sólida seu argumento é comprobatório, portanto, assim presto o mínimo do que aprendi a ele.

Peter Ferdinand Drucker

O titulo do que aqui expus, pode na sua sequência não falar tanto de estratégias, mas deixo bem claro que os fundamentos: comercializar e inovar, com objetivos, metas e planejamento, são as estratégias chave para o pequeno ou grande resultará somente em sonhos e não em realizações, se não forem seguidos não importando o grau de dificuldades que se venha a enfrentar em uma organização grande,média ou pequena,o trabalho é o mesmo.

Fonte: Administradores

A importância da Contabilidade para a Administração

Por que algumas empresas insistem em deixar de lado a Contabilidade? Estive observando um artigo falando sobre a importância da Contabilidade para micro e pequenas empresas, o que pude perceber é que essa técnica ou ferramenta é demasiadamente importante para o funcionamento de uma empresa. Entretanto, os dados puderam nos mostrar que a realidade é que as pequenas empresas apresentam um índice de mortalidade precoce, ou seja, antes mesmo de dois anos as portas se fecham.

Trabalhar com números não é fácil, para muita gente é um bicho de sete cabeças, de fato, exige uma maior responsabilidade e atenção especial para que não possam ocorrer erros eventuais e consequentes danos para a organização.

Não é ao acaso que a Contabilidade está presente em nossas vidas desde a antiguidade clássica com as primeiras civilizações, nos dias atuais, podemos observar uma roupagem bem mais moderna e com diversas funcionalidades.

A contabilidade é um dos conhecimentos mais antigos e seu surgimento se deu pela necessidade prática do próprio gestor do patrimônio, preocupado em elaborar um instrumento ou ferramenta, que lhe permitisse benefícios para que pudesse evoluir seu patrimônio.
Se você pensa em abrir o seu negócio precisa entender que a Contabilidade é tão importante quanto às funções básicas as quais deverá executar dentro da empresa. Esta, sem dúvidas, é uma ferramenta importantíssima para a tomada de decisões. É através dela que podemos observar a situação atual de uma empresa.

A cada dia estou ficando mais ciente de que as informações contábeis são relevantes e um fator crucial no processo decisório das organizações, seja no mercadinho da esquina, seja na Mc’Donalds, a contabilidade será sem dúvidas uma grande aliada.

Fonte: Administradores

Os cinco estágios da trajetória de crescimento de uma empresa

Podemos fazer uma analogia das etapas que uma empresa necessita para crescer e se firmar no mercado ao processo de lançamento de um foguete espacial. O foguete é projetado e construído de forma a passar por vários estágios, dependendo da distância que pretende atingir. Na empresa não é diferente.

Concepção – O foguete nasce para cumprir um objetivo. Do mesmo modo, existe uma razão para uma empresa nascer, um objetivo a cumprir. Uma empresa geralmente não nasce de um planejamento estratégico, mas do sonho de seu fundador. O plano de vôo de uma empresa inicial está na mente do empreendedor, na sua idéia e na sua vontade de fazer atingir o objetivo: levantar, cair, levantar, cair, levantar, continuar, continuar… Esse é o DNA do empreendedor.

Lançamento – Para tirar o foguete do chão, muito pesado devido ao combustível que carrega, é necessário fugir da força da gravidade que o puxa para baixo, o que exige muita potência nos motores. O empreendedor é o executor das tarefas operacionais nessa fase. É o motor principal para impulsionar a empresa para o alto. Necessita fazer muita força para fazer a empresa sair do chão.

Especialização – Uma fase muito difícil e crítica antes de atingir a maioridade empresarial. Da mesma forma que o foguete que abandona os motores e os tanques de combustíveis porque não são mais necessários, o empreendedor precisa abandonar as tarefas operacionais e delegar tarefas. Isso exige uma mudança de postura interior. Trabalhar com mais pessoas, direcionar as pessoas para o mesmo objetivo. Novos departamentos, novas funções, o que leva a ter que compartilhar tarefas, delegar poderes. É a transformação de empreendedor para administrador.

Maioridade – Já não é necessário empregar sua força fisica, mas buscar sabedoria. Ser mais estrategista do que empreendedor, aprender a lidar com os novos termos como planejamento estratégico, plano de negócios, etc. O obstáculo a superar neste estágio é muitas vezes mais difícil de transpor do que as dificuldades enfrentadas nos estágios anteriores. Para o foguete é aquela fase onde fica estacionado, em órbita por vários anos e chega o momento de decidir se continua sua missão ou não. Se quiser continuar necessita acionar novos motores.

Continuidade ou queda – Pode ser o último estágio, ou não. Muito provavelmente a empresa já não depende das decisões do empreendedor inicial. Pode ser o fim da linha com queda ou pode ficar vagando perdido pelo espaço por algum tempo pela força inercial ou continuar avançando… Parar ou seguir em frente depende unica e exclusivamente dos objetivos que se pretende atingir.

Precisamos entender que o empresário, assim como o foguete, precisa de um plano de vôo. O foguete é construído para agir de forma adequada a cada estágio: no lançamento com muita força e da especialização em diante com forças direcionais específicas. Um dos erros que vejo é que as pessoas em geral não percebem as novas habilidades que são exigidas de acordo com cada estágio de crescimento. Isto vale para os proprietários e para os funcionários.

As pessoas são os componentes principais de uma empresa e elas precisam crescer individualmente para poder continuar sendo parte do negócio. Vejo com tristeza que as pessoas que iniciaram a empresa comigo, e que hoje deveriam estar juntos colhendo os frutos do crescimento, não estão mais aqui porque não se prepararam para exercer novas funções que surgiram com o decorrer do tempo.

O crescimento individual das pessoas é o que faz a empresa crescer. Os empreendedores e os seus funcionários precisam caminhar um passo a frente do estágio atual da empresa para poder eleva-lá sempre um degrau acima. O aumento do capital intelectual e do conhecimento são os investimentos fundamentais para o crescimento empresarial. Só assim é possível cumprir sua missão, assim como um foguete.

Fonte: Administradores

18 dicas poderosas para falar bem em público

A comunicação é uma das principais qualidades que uma pessoa pode escolher para desenvolver, haja vista, que somos obrigados a transmitir mensagens o tempo todo para o nosso semelhante. Sem contar, que todo profissional tem obrigação de saber se comunicar e falar em público, para que assim, ele possa transmitir seus conhecimentos e informações de forma eficiente para as pessoas.

É notável as dificuldades que as pessoas possuem para enfrentar um amontoado de pessoas. Fenômenos emocionais como tremedeiras, palpitações e suor excessivo são acontecimentos naturais para todas as pessoas que sofrem com a timidez e o medo excessivo de apresentar-se para outras pessoas.

Sabendo das dificuldades que as pessoas possuem na execução dessa função, elaborei 18 dicas para ajudá-las nessa tarefa, confira:

1 – Invista em cursos: primeiramente, é importante que você faça um curso de oratória, para que possa aprender algumas técnicas da arte de falar em público, principalmente, se você sofre de Glossofobia.

2 – Trabalhe sua autoconfiança: em algumas ocasiões, você enfrentará problemas no decorrer de sua apresentação, como por exemplo, a presença de pessoas ríspidas no local. Sendo assim, tente trabalhar sua autoconfiança para que você possa passar por cima desses problemas, demonstrando entusiasmo e bom humor.

3 – Use sua respiração: técnicas de respiração irão ajudá-lo a controlar sua ansiedade, tornando-o mais relaxado e descontraído.

4 – Trabalhe sua linguagem não verbal: 90% de toda a comunicação humana é não verbal. Portanto, é importante manter um contato visual com a plateia, ter cuidado com a respiração, manter uma postura firme, gesticular de forma inteligente com as mãos, usar o sorriso de forma estratégica e principalmente, possuir uma voz que tenha uma entonação eficiente.

5 – Conheça bem o público: o tipo de sua apresentação depende das características do público em questão, sendo assim, busque conhecê-lo e montar sua apresentação em cima do mesmo, pois assim, você conseguirá atingir as expectativas do público e ao mesmo tempo, as suas.

6 – Estique o seu vocabulário: busque ler e escrever constantemente, para que assim, a sua mente seja recheada de novas informações, fazendo com que sua explanação seja enriquecida.

7 – Cuidado com os erros de português: essa questão vale tanto para sua apresentação oral, quanto para o conteúdo que será demonstrado através dos recursos audiovisuais. Além dos cuidados com os erros de português, é importante estar sempre atualizado, treinar antes das apresentações e revisar o material, de modo a diminuir as probabilidades de equívocos.

8 – Treine incessantemente: a prática leva a perfeição. Não há nada mais prudente do que se preparar antes de sua apresentação. Busque apresentar-se sozinho, ou, para um grupo pequeno (pode ser a sua família, seus amigos, etc.), de modo que você possa manter (os pontos positivos) e eliminar/corrigir (os pontos negativos), buscando atingir a perfeição.

9 – Use sempre um roteiro: não sou a favor de improvisos. Defendo que o orador deve ter em mãos um roteiro com os principais assuntos a serem abordados na apresentação, bem como as ideias a serem explanadas, pois assim, ele estará evitando situações constrangedoras.

10 – Trabalhe sua concentração e memória: a concentração irá ajudá-lo a manter-se atento nos assuntos escolhidos, e também a limpar sua mente de todas as outras coisas e focar apenas na palestra. Já a memória irá ajudá-lo a relembrar a organizar suas ideias na hora da explanação.

11 – Cuide da voz: a eloquência é característica marcante de qualquer apresentador. A voz é o principal instrumento do palestrante, por isso, é fundamental otimizar a dicção, ritmo, volume e expressividade.

12 – Seja organizado: sua explanação deve ter início, meio e fim. Sendo assim, o importante é ser objetivo, sintético e tomar cuidado com o tempo.

13 – Use a irreverência: seja bem humorado, buscando interagir de forma descontraída com o público, fazendo com que o mesmo se sinta confortável com o ambiente.

14 – Seja criativo: infelizmente, já participei de inúmeras palestras em que fui obrigado a dormir, haja vista, que fiquei entediado com a monotonia da apresentação. Sendo assim, é fundamental que o palestrante use a criatividade para que sua apresentação seja contagiante e atrativa.

15 – Conquiste as pessoas: seu objetivo é entreter o público, dar emoção e motivá-lo, ou seja, você deve se envolver de forma entusiasmante com a plateia, demonstrando para a mesma que o assunto é importante também para você. Além disso, haja com naturalidade e evite termos muito técnicos, pois, o que as pessoas buscam é simplicidade.

16 – Evite explanar sobre muitos assuntos: é importante organizar a apresentação para que você não utilize uma multiplicidade de assuntos que, certamente, tornarão a apresentação longa, enfadonha e antididática.

17 – Seja honesto: ninguém sabe todas as coisas, sendo assim, se houver alguma pergunta que você desconhece a resposta, seja sincero e diga que irá pesquisar sobre o assunto e posteriormente responder (por e-mail, por exemplo), o mais brevemente possível.

18 – Seja elegante: agradeça ao público no início e no fim da apresentação.

Um profissional que não consegue falar em público de forma plausível, sofrerá duras consequências no decorrer de sua carreira profissional, haja vista, que essa é uma limitação que terá o poder de colocar inúmeras barreiras à frente do sucesso do mesmo. Sendo assim, é fundamental que as pessoas desenvolvam essa habilidade para que possam alcançar seus objetivos.

Fonte: Administradores