Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

Mais direitos ao e-consumidor

As novas regras para o comércio eletrônico já estão em vigor. Assim, as empresas de e-commerce terão que adaptar seus serviços, abrangendo os seguintes aspectos: informações claras, atendimento facilitado e respeito ao direito de arrependimento.

Atenção especial foi dada aos sites de compra coletiva, cuja popularidade cresceu muito nos últimos anos. A partir de agora, além de fornecer diversas outras informações (responsável pelo site, seu endereço físico e eletrônico, por exemplo), esses sites terão de descrever a quantidade mínima de consumidores necessária à efetivação do contrato, o prazo para utilização da oferta e a identificação do fornecedor responsável pelo site de compras coletivas, além do fornecedor do produto ou serviço.

Esse tipo de exigência, em nossa visão, parece bastante adequado à melhoria das condições de funcionamento desse importante canal de oferta e distribuição de produtos e serviços, dotando-o de maior clareza e segurança para os consumidores e, ademais, totalmente em linha com os princípios já presentes no próprio CDC, no tocante à informação, transparência e clareza das ofertas.

Chamam a atenção na nova disciplina do comércio eletrônico, ainda, dispositivos que envolvem novas obrigações para os titulares dos sites, que poderão implicar a necessidade de adequação de sistemas, revisão de layouts de suas páginas e, ainda, da adoção ou ampliação de estruturas de atendimento.

Tais estruturas incluem a confirmação imediata do recebimento dos pedidos do consumidor – no sentido da aceitação da oferta e do exercício de seu direito de arrependimento, pelo mesmo meio empregado pelo consumidor para contratar; a inserção de informações "claras e ostensivas" quanto aos meios disponíveis para o exercício do direito de arrependimento e a manutenção de estruturas de atendimento adequadas e eficazes, pelo meio eletrônico, para informações, dúvidas, reclamações, suspensões ou cancelamentos das contratações, com apresentação de resposta em até cinco dias.

Outra inovação importante trazida pelo Decreto – e de consequências práticas claramente impactantes para o mercado – está na fixação da rescisão de quaisquer contratos acessórios ao principal, de forma imediata, como decorrência direta da rescisão do contrato principal de consumo. Esse, na verdade, já era um dos pontos mais polêmicos apresentados no âmbito das propostas de atualização do CDC, em trâmite perante o Senado Federal.

Diante dessa nova diretriz, caberá ao fornecedor responsável pelo site de comércio eletrônico comunicar o exercício do direito de arrependimento de forma imediata ao agente financeiro ou administradora de cartão de crédito, para que não haja lançamento em fatura ou, se o caso, seja estornado o valor lançado, o que certamente impactará os modelos atuais de operação, bem como os riscos dos negócios firmados por essa via, envolvendo financiamentos.

Essas novas mudanças ainda irão alterar dois outros decretos onde estão listadas uma série de condutas que caracterizam infrações ao CDC, relativamente à qualidade (forma e conteúdo) das informações prestadas ao consumidor em ofertas de produtos e serviços, sujeitando seus autores às sanções nele fixadas.

Muitos administradores desses canais de venda podem ter considerado exíguo o prazo para entrada em vigência da norma, em função dos ajustes sistêmicos e estruturais que porventura tenham de desenvolver, em atendimento a seus comandos. No entanto, é certo que estas novas regras contribuem para que fiquem ainda mais claras as obrigações de consumidores e fornecedores, nesse segmento, fortalecendo a transparência nas relações de consumo.

André Luiz Lopes dos Santos é Consultor de Pires e Gonçalves Advogados Associados.

Fonte: ClienteSA

Loja oficial da Fifa é inaugurada em Recife

Depois de Salvador, Recife passa a contar com uma loja de produtos oficiais da Copa das Confederações da FIFA Brasil 2013TM e Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014TM, operada pela Dufry Sports, aberta hoje no Aeroporto Internacional de Guararapes.

Com cerca de 50 m2, a loja apresenta um variado mix de produtos oficiais, como bolas, camisas e camisetas masculinas, femininas e infantis, brinquedos, canecas, chaveiros e souvenires, além do mascote Fuleco, o tatu bola mais famoso do mundo. Fica aberta das 7h às 23h.

José Carlos Rosa, Diretor Geral da Dufry, adianta que "estamos confiantes no sucesso dessa operação com uma equipe motivada para prestar serviços de excelência aos nossos clientes, como também para servir para divulgação do evento".
E acrescenta: "a Dufry se orgulha de ser depositária da confiança da FIFA e da Globo Marcas para operar essas lojas de produtos oficiais".

Fonte: Cidade Marketing

Lojas Renner lança aplicativo para o Facebook

A Lojas Renner acaba de lançar uma extensão para navegador que se integra ao Facebook, o Push Store, desenvolvido pela 3YZ. A ferramenta conecta o e-commerce à rede social, introduzindo uma maneira diferente de venda online.

O Push Store pode ser baixado pelo Google Chrome ou pelo Firefox. Para tanto, basta escrever o nome do plug-in e instalá-lo. Quando o usuário fizer login no Facebook, a barra de navegação ganhará um ícone de uma sacola com o logo da Renner. Cada lançamento da rede aparecerá como um alerta de nova mensagem, que, ao ser clicada, levará o usuário diretamente ao produto escolhido no e-commerce da Renner.

Diariamente, novos produtos são disponibilizados no site da marca e automaticamente identificados pela extensão no Facebook, que avisa o internauta sobre os lançamentos da loja virtual. O próximo passo será implementar o plug-in no aplicativo mobile da Renner. Disponível para o sistema IOS, Androide e Windows 8, o app da Renner reúne, em um só lugar, os conteúdos exclusivos de moda disponíveis nos outros canais de relacionamento da rede e conta com um provador virtual.

Fonte: ClienteSA

A inovação vem da necessidade

Akio Morita conta como era o conturbado Japão do pós-guerra. Um Japão destruído, sem emprego, sem dinheiro, sem matéria-prima. No trem para Tóquio, onde tentaria trabalhar como professor, ele se perguntava: “Como sobreviver? Quem sabe posso fazer alguma coisa? O que os japoneses precisam agora?”. “Tudo” era a resposta mais óbvia. Mas ao comer um bolinho de arroz que trazia para a viagem, veio a idéia: Arroz. “Quem sabe eu não poderia fazer algo para ajudar a cozinhar arroz?”. Só que no Japão destroçado não havia metal em parte alguma, mas, por ter servido como oficial técnico durante a guerra, ele teve fácil acesso aos então inúteis compartimentos de bombas dos aviões. Ele então pegou os tanques e os reformou para fabricar as primeiras máquinas de cozinhar arroz.

Seu segundo produto foi a fita magnética. Morita relata suas dificuldades em encontrar material adequado para servir como fita e como improvisaram papel usado para este fim. Depois extraíram o material magnético, o óxido de ferro, a partir de ferrite oxálico aquecido em frigideiras e pintaram nas fitas com a mão. As primeiras gravações eram horríveis, mas eles foram aperfeiçoando o produto que acabou culminando com um excelente contrato de fornecimento de fitas para a IBM em 1965.

Esta e outras histórias que Akio Morita conta em seu livro, “Made in Japan”, sobre sua vida e sua empresa, a Sony, lhe dão toda a autoridade para afirmar que “Todos podemos ser inovadores quando nossa vida depende daquilo”.

Infelizmente, a maioria das empresas não cultiva a inovação em seus negócios. Aliás, muito pelo contrário. Vemos muitas iniciativas para impedir o processo criativo nas empresas. Larry Farrell, um dos grandes estudiosos do empreendedorismo corporativo, explicou as sete formas de se matar a inovação na empresa:

1) Eu estou OK, você está OK. Se estamos todos em situação confortável, por que mudar? Por que inovar? Por que querer fazer algo diferente?;

2) Alta direção desconectada, que acaba por não estimular um ambiente propício à inovação;

3) Falta de contato. As boas idéias não vêm da sua cabeça. Geralmente vêm do cliente, ou do concorrente. Se você não estiver em contato com eles perderá boas fontes de idéias;

4) Centralizando tudo. A visão taylorista de administração: “Eu faço tudo, você não precisa pensar, só obedecer.”;

5) Laboratório distante de tudo. Estar longe do seu mercado significa alto risco de inventar o que ninguém quer;

6) Controle total ao Marketing. Quando eles só pensam em melhorar o que já existe e se prendem a paradigmas que impedem o desenvolvimento do espírito inovador;

7) Um único jeito de fazer as coisas. Quando os processos estão cristalizados, os seus executores não conseguem vislumbrar formas diferentes de se fazer as mesmas coisas.

Quem conhece uma animação da Pixar/Disney intitulada “Vida de Inseto”, vai se lembrar de um excelente exemplo deste último item. No início do filme, Flick uma formiguinha “inovadora” procura demonstrar as vantagens de um equipamento que ele inventou para facilitar a colheita de grãos. “Flick, não temos tempo para isso”, diz uma das formigas. “Mas é justamente isso! Com a minha ceifadora poderemos ampliar a produção e ganhar mais tempo!”, argumenta Flick. “Ora, esqueça isso, largue este troço, volte para a fila e colha os grãos como uma formiga”, todos dizem. E ele se vai, frustrado (mas não resignado como se verá ao longo do filme). “Ceifadora, hunf! Fazemos a colheita assim desde que eu era uma larvinha!”, diz o mais velho da colônia. Alguma semelhança com situações que conhecemos?

Mas o maior estimulador da inovação é mesmo a necessidade, como Morita já demonstrou. Outro empreendedor, Larry Hillblom, da DHL, também tem histórias para contar. Ao tentar transformar seu trabalho de entregador free-lance em uma companhia, Larry esbarrou nos bancos para obter crédito. Eles simplesmente não acreditavam numa empresa de entregas que não tivesse uma rede formada. Nada mais óbvio, não? Pois Larry passou então a viajar aos principais países para recrutar voluntários. No limite da necessidade, perguntou a um motorista de táxi em Sidney se ele não gostaria de se tornar o presidente da DHL na Austrália, e ele aceitou. Depois de um ano, com sua ‘rede’ mundial formada, ele voltou e conquistou a confiança do Bank of América para iniciar o negócio. Hillblom ensina: “Podemos fazer muito mais em uma hora de crise do que em um mês de tranquilidade.”.

Fonte: Administradores.com

A importância do planejamento nas empresas

O Planejamento hoje é moda nas empresas, mas a sensação que algumas instituições passam é que ainda não sabem o quão essencial é para eficácia de uma boa administração. Planejar significa traçar caminhos em metas, objetivos e valores de onde se quer chegar enquanto instituição. Com isto, o administrador cria uma força crescente e oposta à força imposta pelo movimento natural da entropia organizacional, de modo a se anularem e, consequentemente, alongar ao máximo o tempo de vida desta empresa nos negócios.

Porém, o planejamento não deve ser algo que sirva para estampar uma prateleira com uma bela capa e com um número de páginas imponente. Muito menos para formá-lo sobre um pensamento engessado. Partir do princípio que planejamento é um só e não necessita atualizações e nem mudanças, é um erro leviano e rude. É como possuir uma Ferrari com motor de um Fiat 147.

O planejamento útil deve ser aquele que presta atenção no macro ambiente, mas não se vira as costas para as atividades rotineiras mais básicas que mantém a empresa viva e respirando. Portanto, o conhecimento sobre o tema é indispensável, pois passamos a definir de maneira mais apropriada os processos de tomada de decisão, métodos de alcance de objetivos, quais profissionais estão dentro do perfil organizacional, em quais tecnologias investir e muitos outros pontos.
Importante ter em mente que o planejamento não é uma carteira de identidade: uma só para a vida inteira. Precisa ser revisado, precisa ser fênix. Faça nascer de novo, se necessário. Planejamento está mais para sensibilidade a mudanças. E hoje empresa que não muda, vira lápide.

Fonte: adminsitadores.com