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Evian lança embalagem assinada por estilista americana

A marca francesa Evian lançou no Brasil uma edição limitada com embalagens assinadas pela estilista americana Diane von Furstenberg. A garrafa traz em seu rótulo a frase "Water is life is love is life is water", na caligrafia da própria Diane, e o clássico coração vermelho.

Diane Von Furstenberg ficou famosa no mundo da moda por ter criado o wrap-dress (vestido-envelope). A edição Evian by DVF pode ser encontrada nos supermercados, restaurantes e hotéis de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Fonte: Administradores.com

Análise – Sustentabilidade empresarial depende da contabilidade transparente em ordem

Aqui no Brasil, a contabilidade ainda não é valorizada pelos empreendedores como deveria. Em muitas empresas, o setor contábil serve apenas como um instrumento para os órgãos de fiscalização, e muitos executivos não conhecem ou não têm interesse em conhecer as informações importantes que esta área produz. Nesse contexto, percebe-se que dentro da empresa são produzidas diversas informações paralelas não consistentes com os registros contábeis, quando o melhor seria aproveitar ou melhorar as informações já produzidas pela própria contabilidade.

Tomar decisões sem olhar com cuidado para os números contábeis é, no mínimo, temeroso. Um exemplo da falta de cuidado com as informações contábeis está relacionado à não implementação das normas internacionais estabelecidas na Lei 11.638/07 por uma parte relevante de empresas. Essa Lei, em vigor desde 2008 e que determinou a convergência das regras brasileiras às normas internacionais de contabilidade (IFRS), não é específica para contadores, mas, sim, para a empresa como um todo, pois, com as mudanças substanciais que ocorreram, a contabilidade precisa receber informações das demais áreas da empresa para processar as mais diversas transações, como é o caso do reconhecimento dos instrumentos financeiros, revisão da vida útil dos ativos imobilizado/intangível, benefícios a empregados, entre outros. Ou seja, não somente o contador precisa conhecer essa Lei, mas também outros profissionais da empresa, pois a ausência de interação com outros departamentos certamente influenciará o resultado e a situação patrimonial e financeira.

Soma-se à necessidade de atender as diversas legislações fiscais e societárias o fato de que, com a crise internacional, os bancos têm sido mais seletivos ao conceder crédito, analisando com maior detalhe as demonstrações contábeis das empresas, assim como muitos investidores ao optarem por investir parte de seus recursos em economias emergentes, demandam também a apresentação de demonstrações adequadas às legislações e transparentes.

Nos últimos anos, temos verificado um volume significativo de empresas brasileiras acessando e/ou tentando acessar o mercado de capitais em busca de novas alternativas de financiamento para crescer e conquistar novos mercados com recursos mais baratos. Também notamos diversos empreendedores vendendo total ou parcialmente suas empresas.

Embora o volume de negócios seja significativo, ainda está muito abaixo do que poderia ocorrer, pois muitos deles acabam não passando da primeira reunião entre os interessados. Entre os diversos problemas que impedem a finalização de uma negociação, um relevante está relacionado à falta de demonstrativos contábeis adequadas e transparentes já na primeira apresentação da empresa. Essa situação, muitas vezes, inviabiliza qualquer discussão, pois os investidores não dispõem de números precisos e consistentes, e não estão dispostos a esperar a contabilidade ser regularizada. Quando o investidor está disposto a analisar os números contábeis, e esses estão imprecisos, certamente haverá impactos negativos sobre o preço da empresa, já que o comprador/investidor tenderá a depreciar o patrimônio da empresa.

O mercado de capitais brasileiro tem um espaço significativo para crescer, uma vez que existe um número limitado de empresas listadas em Bolsa. Existem iniciativas para simplificar o acesso das empresas a esse mercado, pois, embora estejamos enfrentando alguma turbulência no mercado financeiro internacional, o cenário no Brasil demonstra que investir em ações já é uma realidade na vida de muitas pessoas; ainda que o País careça de uma tradição como a demonstrada pelos mercados norte-americanos e da Europa Ocidental.

Nesse contexto de oportunidades, além de atender às legislações fiscais e societárias, é essencial que as empresas implementem estruturas de governança corporativa, adequem os controles internos e a gestão de riscos e disponham de informações contábeis consistentes, tempestivas e com qualidade para estarem preparadas para receber novos investidores e acessar novos mercados, além de servir como um instrumento de tomada de decisão.

Cada empresa, portanto, deve cuidar adequadamente de sua contabilidade e das informações que produz. Os executivos devem tratar a contabilidade não como ou cumpridor de obrigações fiscais, mas, sim, como um provedor fiel da situação patrimonial e financeira da empresa para a tomada de decisões. Manter contato constante, direto e próximo com seus contadores e estabelecer uma comunicação eficiente, aliada a uma agenda de prestação de contas, são medidas que qualquer gestor ou empresário deve adotar como prática essencial para a sustentabilidade de seu empreendimento, o que sem dúvidas será um componente importante para o sucesso do seu negócio.

Fonte: Administradores.com

Maria Rita canta para Polenguinho em campanha

A Polenghi acaba de lançar campanha para o seu produto mais tradicional no Brasil, o Polenguinho. O destaque da comunicação fica por conta da trilha sonora do filme, que terá a cantora e produtora musical Maria Rita. A Taterka assina toda a comunicação da marca, reforçando a relação de identificação do brasileiro com o produto e faz um convite ao consumidor para responder a pergunta: qual é o seu jeito de comer Polenguinho? Afinal, o queijo quadradinho mais famoso do país pode ser consumido puro, no pão, com geleia, na torrada, com doce ou salgado.

A agência desenvolveu uma campanha multiplataforma que reforça a tradição e praticidade do produto e traz o conceito "Polenguinho, o jeito quadradinho de comer queijo desde 1900 e bolinha".

Fonte: Promoview

Perdigão apresenta promoção para apaixonados por futebol

Na cidade que é sinônimo de futebol e reduto de uma das maiores torcidas do mundo, a Perdigão, patrocinadora oficial da Copa do Brasil até 2015, quer estar no coração desses apaixonados pelo esporte símbolo nacional e, para isso, lança a campanha "Torça com o coração" que irá distribuir kits especiais da marca em bares e restaurantes até 30 de junho.

Como patrocinadora oficial de um dos torneios mais democráticos do país, a Perdigão não poderia deixar de estar presente nos momentos de celebração e festa entre os torcedores. A ação contempla 20 bares e restaurantes situados em pontos tradicionais do Rio de Janeiro.

"Selecionamos os melhores estabelecimentos da cidade e criamos uma rota gastronômica", ressalta Christiane Dorigon, diretora de marketing do Food Services da BRF. "Veloso, Garota de Ipanema e Belmonte estão entre as opções que endossam o roteiro", completa a executiva. Guias com a localização dos 20 participantes serão distribuídos pela cidade e em algumas frotas de táxi.

E para ganhar os brindes exclusivos da Perdigão, os torcedores deverão pedir as receitas especiais elaboradas com produtos da marca. Outros 150 bares e restaurantes espalhados pela cidade participam da ação entregando apenas um brinde da promoção.

Fonte: Cidade Marketing

Buscar afinidade, elogiar e colaborar

Encontrar um ponto de afinidade com a pessoa com quem estamos negociando, elogiá-la e colaborar com ela são maneiras eficazes na construção de rapport, segundo o psicólogo social Robert Cialdini. Ele revela, em seu livro Influence: science and practice (ed. Pearson), que, de tanto dizer “sim” a pedidos de donativos, decidiu estudar por quê certos fatores favorecem o “sim”.

Dessa maneira, ele observou que os princípios da influência, os quais serão abordados em sua apresentação no Fórum HSM Negociação 2013, que será realizado em São Paulo nos dias 24 e 25 de setembro. Um deles é a capacidade de fazer com que a outra parte goste de nós, o que gera confiança e torna a relação mais fácil.

Em vista disso, Cialdini recomenda que, antes de mais nada, encontremos algo em comum com nosso interlocutor, algo que estabeleça uma conexão entre as partes. Pode ser uma prática esportiva de ambos ou a cidade-natal, por exemplo.

Em geral, é possível pesquisar na internet sobre os interesses dessa pessoa antes do primeiro encontro. Se isso não for possível, a conversa inicial terá de ser direcionada para essa descoberta. Nesse sentido, Cialdini explica, em entrevista concedida à revista Forbes, que é preciso oferecer informações sobre si antes, pois isso gerará um senso de reciprocidade no outro. Ele desejará, então, falar de si também.

Quando, nessa interação, existe ponto em comum, o rapport se instala. “Rapport” é um termo francês que significa “relação” e, no âmbito da negociação, diz respeito à comunicação de mão dupla, equilibrada, receptiva, em que se ouve e se fala para criar uma conexão entre as partes.

Em O poder da persuasão (ed. Campus/Elsevier), Cialdini chama a atenção para o ritmo da vida moderna que, não raro, leva as pessoas a pularem etapas e a tomarem desvios que, por vezes, levam a resultados indesejados. Apesar da pressa habitual, é preciso dar atenção aos detalhes, bem como ao tempo necessário para socializar com as pessoas. “As pessoas preferem fechar negócios com aqueles de quem gostam e que são parecidos com eles”, afirma o autor.

Gostar de quem gosta de nós

Elogiar a pessoa com quem se está negociando é também uma maneira de construir rapport, já que tendemos a gostar de quem gosta de nós. Cialdini recomenda que o elogio seja sincero. Isso pode ser difícil, mas, quando se é objetivo na avaliação, podem-se encontrar motivos para os cumprimentos – até para quem não goste de nós. O elogio funcionará, então, como uma quebra de barreira.

Entretanto, pesquisas relatadas em O poder da persuasão mostram que o elogio não tem de ser preciso – isto é, pode ser falso – para funcionar bem. E funciona até mesmo quando a pessoa que os recebe sabe que não são sinceros. “Aparentemente, temos uma reação positiva tão automática aos elogios que caímos vítimas de alguém que os usa em óbvia tentativa de ganhar nossa boa vontade”, comenta o autor.

Nós também tendemos a gostar daqueles que trabalham juntos para alcançar um objetivo. A cooperação, portanto, constitui outra tática para o desenvolvimento do rapport e podemos observar e demonstrar colaboração por meio de sinais verbais e não verbais. Por exemplo, o uso do pronome “nós”, em vez de “eu” ou “você”, além da escuta ativa, com perguntas abertas e declarações que denotam empatia e compreensão.

No campo da linguagem não verbal, a colaboração pode ser demonstrada em hábitos cultiváveis, como sentar-se lado a lado com a pessoa com quem negociamos ou, até mesmo nos encaminharmos, com ela, até uma sala ou a porta de saída.

Fonte: www.hsm.com.br