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Como conquistar mais

Nos atuais de tempos de transformação, o que mais se ouve falar é em qualidade e nesse meio, “tempo” é um ativo mal administrado pela maioria das pessoas.

Todos nós queremos mais qualidade de vida, mais tempo para diversão, mais dinheiro, mais reconhecimento… Mais, mais e mais… E cada vez menos tempo, menos dinheiro, menos, menos… Como alinhar isso?

E se eu te disser que você pode conquistar TUDO – ou o mais próximo desse seu "tudo"-?

Vamos lá, esse rápido artigo tem o intuito de empoderar você nas suas tomadas de decisão diárias, alertando para o fato de que você deve fazer o que muito já sabe: focar!

Sabe qual segredo que pessoas de sucesso como um dos apresentadores mais famosos do país, Marcelo Tas, a atriz Paola Oliveira e do presidente da Google Larry Page têm em comum? Olha bem, são pessoas de áreas distintas, mas todas com sucesso.

Deixe eu te contar: eles têm um coach.

E para você que não sabe o que é Coaching é só clicar na aba “O que é coaching?”.

Se pessoas que querem sucesso tem um coach, você deve ver que passar por um processo de Coaching deve ter resultado.

Diante disso, eu como seu coach, quero te dar algumas dicas para conquistar mais de maneira rápida e objetiva.

1. Valorize seu tempo!

Priorize o mais importante. Pergunte-se "o que preciso realizar de maneira mais rápida?"; "Estou agindo como uma pessoa que quer alcançar tal objetivo?"; "Alguém focado, faria o que estou fazendo?".

2. Esquematize sua rotina!

Papel e caneta fazem milagres. Agende compromissos. Escreva seus projetos. Delimite datas. Temos muitos aplicativos que podem ser úteis para você gerenciar seu tempo.

3. Mensure resultados!

Como você deve saber o que não se pode medir não se pode administrar. Sendo assim, estipule prazos, resultados. Cobre-se!

4. Faça diferente!

Crie identidade própria. Desenhe uma visão de si mesmo estabelecendo sua missão de vida.

5. Congruência!

Comportamento (ações), pensamentos, desejos, sonhos e projetos devem estar alinhados. Quantos de nós não chegamos aos nossos objetivos por causa da desordem interna? Pense a respeito e responda: eu estou compromissado a conquistar, mesmo sacrificando certos prazeres diários?

Fonte: Administradores

Como o governo pode facilitar a inovação nas empresas

Está claro que o setor produtivo brasileiro precisa investir em pesquisa e desenvolvimento e aumentar a produtividade. O país corre o risco de ficar para trás, como aponta o Índice Global de Inovação 2013, que traz o Brasil em uma preocupante 64ª colocação geral. Divulgado no início de julho, o estudo produzido pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (Ompi), Insead e Universidade Cornell faz uma radiografia das condições para a inovação nos países e leva em conta fatores como as políticas de incentivo do governo, uma legislação específica, a porcentagem do PIB gasta em pesquisa, o número de patentes concedidas e a produção científica nas universidades, entre vários outros. Em muitos desses quesitos, as empresas do Brasil encontram dificuldades, na avaliação dos pesquisadores do índice, inclusive em relação aos vizinhos: o país é apenas o oitavo entre os países de América Latina.

Um dos quesitos mais mal avaliados no relatório foi “crédito, investimento e competitividade”, em que o Brasil ficou em 75º lugar. Para melhorar essa posição, a ajuda do governo nessa área é fundamental: segundo pesquisa de Eduardo Viotti, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), entre 1998 e 2000, apenas 11% das empresas com atividades inovadoras no Brasil receberam financiamento público para pesquisa. Em países europeus, essa proporção atinge em média 35%.

Felizmente, a situação está mudando e, no relatório do próximo ano, o país pode galgar algumas posições no ranking nesse quesito. Este ano, o governo federal anunciou programas como o Inova Empresa, que distribuirá, via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), 32,9 bilhões de reais em editais da Agência Brasileira da Inovação (Finep). As linhas de crédito para inovação anunciadas este ano abarcam todos os setores produtivos, e centenas de empresas serão beneficiadas por meio de programas temáticos, como o Inova Agro, Profarma e Inova Energia.

Além de acesso mais fácil ao financiamento, outro mecanismo que o governo tem para melhorar o ambiente de inovação é aprimorar a legislação. Há avanços claros desde a criação da Lei de Inovação do governo federal, de 2004, que facilitou o investimento estatal e a encomenda de tecnologias por parte do governo para empresas. Outro passo agora está sendo dado pelos governos estaduais e municipais. Em 16 estados brasileiros, já existem leis de apoio à inovação, o que é um rápido avanço, se considerarmos que, em 2005, havia apenas uma lei do tipo, no Amazonas. Outros três estados já elaboraram uma minuta de lei, e o Distrito Federal possui um projeto em tramitação. De maneira geral, as leis estaduais no Brasil, assim como a lei federal, autorizam, por exemplo, o compartilhamento dos laboratórios de instituições científicas e tecnológicas por empresas incubadas e por empresas nacionais.

Além de ganhar posições em rankings internacionais, um ambiente mais propício à inovação fará com que as empresas brasileiras tenham um papel mais destacado na economia global. De acordo com estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), as empresas inovadoras têm 16% mais chances de se tornar exportadoras.

Fonte: Exame

Melhores práticas entre agências e mercado

Com o intuito de valorizar as melhores práticas exercidas entre agências e clientes no mercado, o 1º Congresso Brasileiro de Live Marketing promoveu hoje (30/07), uma reflexão sobre os efeitos das concorrências de diferentes pontos de vista, com o intuito de gerar uma relação mais duradoura e estratégica.

A discussão foi liderada pelo Comitê de Relação Sustentável entre Cliente e Agência, liderado por Célio Ashcar Júnior, da Mix Brand Experience.
O comitê discutiu as várias maneiras de evoluir na parceria, e, principalmente, de alcançar uma relação sustentável entre a agência e cliente. O painel contou com a presença de Roberto Abdenur, presidente do Grupo Etco que falou sobre a ética, transparência e economia sustentável, em uma visão mais ampla de conscientizar a sociedade sobre os malefícios sociais de práticas não éticas e seus reflexos negativos para o País.

O painel trouxe ainda um debate com representantes de grandes empresas como Andrea Bó, diretora de marketing da Johnson & Johnson; Fernando Chacon, CMO do Banco Itaú; Marcelo Miranda, diretor de marketing da SKY; e Rachel Denstone, do departamento de suprimentos da BRF.

Do lado das agências, participaram Fernando Figueiredo, da Bullet; José Boralli, da b!erraz; Marcelo Heindrich, da Ponto de Criação; e Rodrigo Rivellino, da Aktuell. Eles debateram pontos importantes focados em concorrência, contratos, agenciamento, ética e economia sustentável.

Fonte: Promoview

Twitter Hotel abre para os viciados em mídia social

Para os visitantes que procuram o conforto da vida numa ilha, ficar sem smartphones e todas as outras tecnologias seria algo muito bem-vindo. Mas, por outro lado, se sua ideia de paraíso se mistura com outros viciados em redes sociais, então o Twitter Hotel é pra você.

Localizado na ilha espanhola de Majorca, o Sol Wave House usa das redes sociais como um meio de melhorar sua experiência dentro do hotel. Aberto há um ano, o local possui quartos tematizados, bebidas, e uma comunidade virtual chamada #SocialWave, que pode ser utilizada pelos hóspedes para interagirem e flertarem entre si.
O login é feito por um aplicativo de rede especial, somente por meio do Wi-Fi do hotel. Uma vez que esteja logado, o participante pode compartilhar fotos, enviar mensagens em particular, conferir quem está on-line e onde estão dentro do estabelecimento, podendo mandar beijos virtuais.

Marco Fantón, director de Mídia Social do empreendimento, disse que: “vê a ideia como uma extensão divertida e interativa do que os hóspedes estão, realmente, fazendo nas férias – divulgando sua viagem usando redes sociais, como o Facebook, Twitter ou Instagram”.

No hotel, tudo é inspirado no microblog, inclusive a #TwitterPoolParty, às sextas-feiras, onde se pode degustar bebidas temáticas e “quebrar o gelo” na Twitter Party Suite. Esses quartos particulares podem receber até quatro pessoas, decorados com bolhas, balões azuis, alcaçuz em formato de hashtag e um espelho que desperta uma vontade grande de tuitar.

Fonte: Promoview

O Combate começa na mente

É comum vermos numa competição mundial o pódio com atletas estrangeiros e quase sempre um brasileiro em lágrimas, geralmente inconsolável. Isso quando o nervosismo não o tira da competição, quando ele era o favorito. Não é difícil lembrar-se de um esportista brasileiro nestas condições. Agora mesmo você acabou de lembrar-se de um. E o choro seria apenas a emoção eclodindo ou a surpresa de ter ganhado quando nem ele mesmo acreditava que seria possível?

Para os apreciadores do MMA e fãs do UFC, quero aqui resgatar a última luta do Anderson Silva contra Cris Weidman no UFC 162. O programa UFC Inside exibido no canal Combate, trouxe uma entrevista muito curiosa com o Cris Weidman. Seguem alguns trechos da entrevista:

Pode soar como arrogante mão não é. Eu mentalizei diversas vezes a imagem onde estou ganhando do Anderson. Eu me vi várias vezes levantando o cinturão. O Anderson atua diretamente no campo psicológico, minando a confiança dos adversários.

Detalhe: essa entrevista foi concedida antes da luta. Weidman é bacharel em psicologia e fez uma preparação mental intensa treinando além da parte física a sua inteligência emocional.

Segundo o psicólogo e escritor Daniel Goleman, a inteligência emocional é a capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nós e nos nossos relacionamentos.De uma forma mais direta, é a capacidade de administrar emoções para alcançar objetivos.

O padrão mental é trazido à existência por meio de nossas atitudes. Infelizmente nós brasileiros temos sido muito negligentes quando o assunto é a inteligência emocional. Quantos profissionais você conhece com elevado nível de competência, excelente formação acadêmica e que não são bem sucedidos? Quando vamos para o meio desportivo isso é potencializado.

Nós fazemos tudo certo. Somos um povo guerreiro, nos preparamos e treinamos pesado, mas quando chega na hora muitas vezes acontece tudo diferente de como imaginávamos. Talvez você tenha se lembrado da nossa seleção brasileira de futebol sendo diversas vezes desestabilizada psicologicamente por seus rivais e perdendo uma partida em que eram os favoritos. Os exemplos sobram. Somos conhecidos por sermos um povo irreverente e que costuma quebrar “protocolos”, mas a verdade é que temos dificuldade de cumprir os protocolos por causa do nervosismo. A quebra do protocolo funciona como calmante psicológico. Mas é preciso aprender a controlar a variável psicológica. Já está na hora de unirmos o preparo técnico com a inteligência emocional.

Em outra entrevista, também um lutador de MMA, após perder uma luta em que ele era o favorito, revelou ao entrevistador:

“Não quero aqui dar desculpas, mas quando estava no chão tentando finalizar a luta, alguém da platéia gritou o nome de minha filha, foi neste momento que eu perdi a luta. Ela está internada fazendo tratamento contra um câncer.”

Quando o campeão dos pesos pesados do UFC Júnior Cigano perdeu o cinturão para Cain Velasquez. Cigano estava no auge do processo de divórcio e o seu mestre Yuri Carlton informou que isso foi decisivo para a derrota do campeão. O nocaute de Cris Weidman sobre Anderson Silva aconteceu antes da luta. Foi tudo planejado e visualizado na mente de Weidman. Foi nesse terreno que ele derrotou o grande campeão Anderson Silva.

E você? Consegue imaginar-se alcançando aquele sonho? Será que você está realmente preparado para alcançá-lo? O que é que te desestabiliza? O que é que bloqueia suas habilidades? Quantas vezes você já foi prejudicado por não estar preparado mentalmente para uma situação em que poderia ter se preparado?

O coaching é um processo profissional amplamente consolidado na Europa e nos EUA e eles já entenderam a algum tempo que atitude é tudo. O trabalho do coaching passa pelo observador externo que tem uma capacidade privilegiada de observar e orientar o seu coachee com ferramentas eficazes para atingir os seus objetivos, potencializando as suas habilidades e talentos, aumentando o seu desempenho consideravelmente. Num processo de coaching há oportunidades de se trabalhar de forma intensa o desenvolvimento da inteligência emocional orientada para objetivos específicos, preparando-o para os riscos reais e ameaças que habitam no percurso para o êxito.

Tem muita gente que continua apanhando dos medos, dos traumas, da vida, da falta de preparo e treino da inteligência emocional.

Segundo Louis Paster, a sorte favorece a mente bem preparada. Conhecer a si mesmo é premissa fundamental para aqueles que querem vencer a grande batalha mental, onde a mente preparada nocauteia até os grandes campeões.

Fonte: Administardores