Brindes Personalizados e Corporativos — Compare Fornecedores Verificados e Peça Cotação Grátis

Administração Legal

Atualmente no mundo jurídico o ato de administrar ainda é tratado como algo secundário.

É difícil compreender que apesar de nos primórdios a profissão ter tido fins elevados, atualmente a exigência do mercado por profissionais multidisciplinares leva a constituição de sociedades com estruturas empresarias que são mantidas através do lucro.

É nesse âmbito que entra a necessidade de Administrar e o real interesse e empenho dos sócios em profissionalizar seus escritórios.

Enquanto o comércio e a indústria evoluem sua gestão para acompanhar as megatendências que farão a Administração mudar de sociedade Industrial para sociedade da Informação, tecnologia simples para sofisticada, economia nacional para mundial, democracia representativa para participativa, centralização para descentralização.

O mundo jurídico têm dificuldades em implantar o planejamento, execução e controle.

As sociedades que quiserem sobreviver ao “Mundo Novo” precisam se adaptar e aceitar que a Administração é imprescindível para seu negocio.

Dito tudo isso, fica clara a necessidade de nomeação de um Comitê Gestor e um Administrador Legal que com o apoio dos sócios estruturará departamentos, implantará normas e procedimentos, fará o Planejamento Orçamentário, entre outros, além de gerir o maior capital de uma organização que vende o intelecto de seus profissionais, o “Capital Humano”.

Fonte: Administradores

Terceirizar vendas, por quê não?

Autor: José Teofilo Neto

As empresas já terceirizaram serviços de limpeza, segurança, restaurantes, RH, TI, e os exemplos não param por aqui. No começo sempre se assiste aquela enxurrada de lamentações e previsões pessimistas. E hoje, quais áreas voltaram atrás naquelas decisões? Podem ter trocado de fornecedores. Mas fazendo as contas, somando prós e contras, todas ganharam com a terceirização. Empresas especializadas tendem a aprimorar suas habilidades, procurando as melhores práticas, não podendo ser fracas na única coisa que oferecem ao mercado.

O mesmo já está acontecendo com a área comercial, a última a aceitar que em certas situações alguém pode fazer melhor. As recusas em terceirizar incluíam questões estratégicas, pois, afinal, alguém de fora conheceria nossas fraquezas, nossas margens, enfim, nosso maior bem que é a carteira de clientes. Mas por que remar contra a maré?

Gestores comerciais certamente convivem com uma considerável carteira de clientes inativos e também com clientes que por mais que se faça, sempre acabam ficando na parte C da curva ABC de faturamento. A cada avaliação no desempenho de vendas, sempre há a promessa de sua equipe de vendas de eliminar ou minimizar esta situação.

Porém como deixar de vender para os clientes Top porque sua equipe estava atrás daqueles que compram pouco, quando compram? E mais, correndo riscos de afetar o faturamento e perder bônus por não alcançar as metas?

A resposta está clara: terceirizar esta parte da carteira de clientes (inativos e curva C) que pouco compra ou que deixou de comprar, lembrando que os custos de relacionamento são altos e não justificamos mesmos esforços dispendidos aos demais clientes.

Contando com um parceiro que se dedicará exclusivamente aos clientes destas carteiras, procurando recuperá-los, alavancando mais vendas em valores, em quantidade, em qualidade e com foco em trabalhar visando obter o máximo de resultados, os gestores de vendas serão liberados para cuidar de questões maiores, mais estratégicas e investirão seu precioso tempo àqueles clientes que são o essencial do faturamento.

Como acertar na terceirização

Terceirizar não pode ser um ato de esperteza. Só pode terceirizar quem conhece bem o seu negócio, sabe que resultados esperar e principalmente esteja disposto a colaborar para o sucesso da terceirização.

A empresa escolhida saberá de antemão os desafios que terá de enfrentar. A melhor forma é agrupar os clientes numa espécie de "regional de vendas", que seguirá todas suas políticas comerciais e empresariais.Com funcionários treinados nos seus produtos, fará contatos de vendas em nome de sua empresa e será remunerada com o mesmo % que você aplica aos demais canais de vendas.

Agindo assim você afastará a concorrência… blindando toda sua carteira arduamente conquistada no decorrer de vários anos. Simples assim.

José Teofilo Neto é especialista em vendas e prestador de serviços focados em televendas para carteiras de baixo desempenho ( [email protected]).

Fonte: ClienteSA

Faber-Castell Internacional lança aplicativo para iPad ´Creative Kids´

Hoje as crianças têm acesso cada vez mais cedo a novas tecnologias, investir em ações lúdicas como desenhar e pintar são fundamentais para o desenvolvimento da criatividade dos pequenos. Sabendo disso, a Faber-Castell Internacional mesclou essas atividades que contribuem com a aprendizagem e conhecimento das crianças com aplicativo para iPad, lançando o "Creative Kids". O aplicativo gratuito oferece diversas opções para os pequenos artistas se aventurarem no universo da pintura. Com ele, as crianças a partir de seis anos podem soltar a imaginação, usando EcoLápis de Cor, papel e o iPad! E é muito fácil de brincar: o conteúdo é autoexplicativo e crianças de todas as culturas e partes do mundo podem usar o aplicativo, que atualmente está disponível em língua inglesa. Com o passo a passo, a criança (e também seus pais) consegue criar suas próprias animações e imagens em movimento. De forma lúdica, ela desenvolve a coordenação motora e autoexpressão ao mesmo tempo em que se diverte brincando.

Fonte: Cidade Marketing

Os ‘minions’ conquistam o céu americano

Os Estúdios Universal levaram a “cultura Minion” até o espaço sobrenatural, pois durante os meses que antecederam a estreia do filme Meu Malvado Favorito 2, voou com um dirigível desenhado como um minion gigante, que cruzou a União Americana de Costa a Costa.

Se trata de um Zeppelin de 165 metros de largura e 55 de altura que pode alcançar uma altitude de dez mil metros. Sua cabine permite acomodar até oito passageiros, e, durante sua viagem promocional, percorreu 32 mil quilômetros em seis meses por todo os Estados Unidos conforme relatado pelo cinemarketing.com.ar, local.
O dirigível chamado de “Derspicablimp” causou alguns transtornos nas estradas, pois muitos motoristas (com crianças a bordo), tentaram seguir o balão durante as suas viagens.

A marca cinematográfica também criou um site de onde se pode seguir a trajetória do Zeppelin desde Nova York até a Califórnia, e sua volta atravessando por vários Estados do Sul dos Estados Unidos. Na página também tem vídeos e fotos desta ação de marketing promocional.

Fonte: Promoview

10 hábitos comuns a empresas de sucesso

São Paulo – Elaborar uma receita universal que garanta o sucesso de qualquer empresa é uma tarefa impossível. Isso porque a diversidade de segmentos do mercado, de personalidade de gestores e colaboradores, de quantidade de recursos e de situações possíveis nos negócios é enorme. Porém, especialistas consultados por EXAME.com apontam hábitos e características que são comuns às empresas bem-sucedidas e que podem ser seguidos. Veja alguns deles:

1 Resiliência do empreendedor

Empresa alguma sai do lugar se o seu gestor não tiver a habilidade de persistir nos seus objetivos e contornar as situações que não saem como previsto, segundo o coordenador do Centro de Empreendedorismo do Ibmec, Marco Aurélio de Sá Ribeiro. “Num primeiro momento, sempre vão tentar dissuadi-lo. Ele precisa ter a capacidade de perseguir suas ideias”.

2 Vínculo firme com o cliente

Se uma companhia conhece bem quem compra seus produtos ou serviços, está no caminho certo para alcançar a eficiência. “Muitos fracassam porque imaginam um produto e acham que a sua tarefa é convencer as pessoas a comprar. Não é isso. A tarefa é identificar necessidades do cliente e, a partir daí, desenvolver um produto”, diz Ribeiro. “É o princípio daquela famosa frase ‘foco no foco do cliente’”, endossa a diretora de ação executiva da ESPM, Célia Marcondes Ferraz.

3 Pensamento a longo prazo

Entender que lucro e resultados não aparecem da noite para o dia também é fundamental para que uma empresa se destaque no mercado. Mas a rotina dos executivos às vezes pode ser um empecilho para cultivar o pensamento a longo prazo, diz o professor de estratégia e marketing da unidade de negócios (Programa da Empresa em Desenvolvimento – Proced) da FIA, Alexssandro Mello. “Eles (os executivos) tem que entregar resultados dentro do ano, mas às vezes é preciso abrir mão do lucro momentâneo, ou as demandas do dia a dia acabam comprometendo o futuro”, diz. “O imediatismo mata qualquer negócio. Há um tempo de maturação que precisa ser respeitado”, completa Ribeiro.

4 Modelo de negócios estabelecido a partir da necessidade e não do tamanho dos recursos
Segundo Ribeiro, definir o capital que será investido em uma determinada companhia e depois adequá-la aos recursos disponíveis não é a maneira mais eficiente de começar um negócio. Ele defende a lógica inversa. “Uma empresa que começa precisa estabelecer o modelo de negócios no sonho e depois buscar recursos para realizá-lo. É preciso que ela seja criada do tamanho necessário e que busque investidores. Assim, ela oferece o produto na medida certa que o mercado precisa.”

5 Investimento em gestão de pessoas

“Montar um time eficiente é mais interessante do que contratar gente nova a toda hora”, defende Mello. Segundo ele, quando um gestor conhece a sua equipe e consegue combinar o seu estilo com o dos colaboradores, deixando claro o que é valorizado na empresa, os resultados vêm com maior facilidade. Célia compartilha a opinião: “basta ver os rankings. Muitas das maiores e melhores empresas são também as melhores para trabalhar. As pessoas são parte integrante da estratégia”, diz.

6 Reinvestimento dos resultados

Destinar uma parte dos lucros para investir na renovação e melhoria das empresas também é chave para a excelência, segundo especialistas. “Uma adaptação do portfólio de produtos e serviços é necessária. É preciso entender que o produto que você tem hoje, não garante o seu sucesso daqui a 5 anos”, defende Mello.

7 Visão de retorno sobre o investimento e não de lucros e prejuízos
Uma companhia que só pensa no que ganha e no que perde no presente e não olha para o que pode vir à frente, cria uma armadilha, de acordo com Célia. “O certo é pensar ‘o que eu tenho que fazer para continuar a ter lucros no futuro?”, diz.

8 Investimento na construção da marca

“As empresas de sucesso têm marcas sólidas e respeitadas. Tanto a corporativa, quanto a do produto”, afirma Célia.

9 Inovação

Nenhuma companhia sobrevive e dá resultados durante anos oferecendo exatamente o mesmo produto, o mesmo serviço e trabalhando da mesma forma. “É preciso entender a demanda que existe e propor soluções rápidas, inovadoras e práticas o tempo todo”, destaca Célia.

10 Responsabilidade social e civil

Empresas que pagam os impostos em dia e se preocupam em contribuir para a sustentabilidade — ou se esforçam para causar o menor impacto possível ao meio ambiente — são bem-vistas no mercado, segundo Célia. “As companhias de sucesso sabem a contribuição que podem dar para a sociedade e agem de maneira ética e responsável”.

Fonte: Exame