Brindes Personalizados e Corporativos — Compare Fornecedores Verificados e Peça Cotação Grátis

Grêmio realiza viagem para aproximar torcedores

O Departamento Consular do Grêmio realizará uma viagem pelo Brasil para aproximar o clube dos torcedores que residem fora de Porto Alegre. O roteiro prevê visitas a cidades das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste.

Ao todo, a comitiva passará por 16 cidades de nove Estados brasileiros, entre elas Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Goiânia(GO) e Palmas(TO). A viagem durará 20 dias.
Para promover o clube, além de viajar em um ônibus envelopado com as cores gremistas, serão levados produtos da GrêmioMania, loja oficial do clube gaúcho, para que os torcedores possam comprar. Além disso, os ídolos da equipe Jardel e Mazzaropi estarão presentes em alguns momentos da viagem.

“O objetivo nosso é fazer a aproximação com o torcedor que vive fora do Rio Grande do Sul. Para isso é importante a nossa presença. Realizamos outra viagem nos mesmos moldes no primeiro semestre e os resultados foram muito positivos”, comentou o diretor consular adjunto, Roger Foresta.

Fonte: Promoview

Até onde vai a minha competência?

No mundo corporativo alguns exemplos já são comuns, como daquele ótimo vendedor que depois de ser promovido a supervisor acabou sendo demitido por incompetência. Quem já não ouviu história semelhante? Os casos chegam a ser corriqueiros. Vivemos na era da competência onde temos que provar ao mundo e a nós mesmos que somos capazes de resolver tudo. Nessa busca incessante pelos resultados “cutucamos” o limite de nossa competência e deixamos à mostra o fato de que podemos errar.

A incompetência pode ser demonstrada na dificuldade de adaptação a novas situações. Mudanças de cargo, de setor, ou mesmo de empresa são alguns exemplos. Por falta de percepção, tentamos manter antigos hábitos e posturas que podem não ser condizentes com o novo momento e, às vezes, demoramos tanto para perceber isso, que a oportunidade, que o momento para reverter a situação, já se foi.

Quando desenvolvemos determinadas competências nos habilitamos a atuar sobre determinadas dificuldades, mas, é preciso estar atento. Não podemos cometer o equívoco de utilizar a mesma fórmula para tudo. É como o ditado popular do carpinteiro que, “para resolver o problema, basta colocar mais pregos”. Simplificar os problemas a ponto de utilizar as mesmas práticas para solucioná-los pode demonstrar uma grande incompetência, a de análise. Um experiente executivo da área comercial que é contratado por uma empresa concorrente pode estar diante de dificuldades parecidas, mas dificilmente iguais. O ambiente é outro, a cultura é outra, são outras pessoas, outros produtos, outros serviços, outros clientes, outras necessidades.

Competência é a capacidade de começar e terminar algo. Podemos ter várias competências, ou apenas uma específica. Competência também não é um dom. É um misto de experiência, conhecimento, percepção, habilidade, estudo e análise dentro de um processo contínuo de autodesenvolvimento. Tudo isso contribui para a formação de pessoas competentes.

Ninguém é capaz de solucionar tudo sozinho e nem tão pouco posar de salvador irá mudar este quadro. Compreender o que está acontecendo e a conjuntura dos fatos é uma boa forma de se posicionar diante da situação para preparar o terreno. Pode parecer estranho, mas é nesse momento que conseguimos avaliar adequadamente o tamanho do problema a ser enfrentado e, às vezes, podem ser necessários outros elementos para obter a solução. Quando isso ocorre não demonstramos apenas competência, mas também maturidade.

Fonte: Administradores

Empreendedores apostam em marketing retrô para conquistar consumidor

A onda retrô definitivamente chegou ao Brasil. A cada dia mais empresas apostam na nostalgia para conquistar clientes, seja com produtos novos que mantenham características antigas, seja com produtos antigos em perfeito estado de conservação. O estrategista em marketing Gabriel Rossi aprova a iniciativa e ressalta que ela sempre surge com força em momentos difíceis – políticos, econômicos ou culturais.

“Nessas circunstâncias as pessoas tornam-se nostálgicas. São produtos que representam integridade, estabilidade e felicidade. Nesses casos, as marcas tentam ajudar os consumidores a se sentir bem em relação ao mundo. Consumidores tendem a acreditar que dias do passado são dias melhores. As pessoas sentem carinho por lugares e produtos que evocam e remetem tempos mais felizes e saudosos. Geralmente o propósito dessas marcas é apoiar a ideia da lenda, nostalgia, permanência e longevidade”, afirma Rossi.

Além da marcas Havaianas, que vem apresentando propaganda em televisão rememorando estrelas de campanhas publicitárias, a Brastemp, por exemplo, tem uma linha de produtos vintage. São geladeiras, fogões e frigobares com design antiquado.

“Já tivemos, e ainda temos, mas em menor escala, uma onda de valorização dos anos 1980. A cidade de São Paulo ganhou festas e danceterias temáticas. Cabeleireiros e barbeiros com elementos dos anos 1950 surgiram com força. Até aparelhos ukebox voltaram a vender. O poder dos ‘bons velhos tempos’ para vender é bastante evidente quando as marcas evocam noções de herança, tradição e originalidade, tudo isso ligado à identidade central da marca”, ressalta Rossi.

Os exemplos são muitos. A fábrica de brinquedos Estrela relançou produtos que fizeram sucesso nos anos 1980, como o Genius, primeiro jogo eletrônico vendido no Brasil. “Consumidores tornam-se nostálgicos para as coisas simples e genuínas, coisas que eles percebem como clássicos. Coisas autênticas que causam uma sensação de déjà vu. Nada evasivo. Nostalgia sempre foi um mecanismo de encantamento para os consumidores. Quando os mercados, governos e outras instituições importantes deixam de entregar de alguma forma bem-estar, o consumidor recorre a outras fontes para não perder a esperança. Eles vão se dirigir para marcas que buscam os bons e velhos tempos, com a promessa de experiências seguras e familiares”, finaliza o especialista em marketing.

Fonte: Administradores

Brechó EcoSolidário incentiva reciclar a moda

Em 2010, Jill Fehrenbacher, a fundadora de um dos sites mais famosos de inovação e ecodesign, o Inhabitat, defendeu os brechós como uma das cinco áreas tendência no mercado sustentável.

Esta visão ecológica e empreendedora faz parte da vida de alguns baianos desde 2006, quando estudantes elaboraram o Brechó EcoSolidário, encontro que em 2010 se tornou a expressão brasileira da iniciativa Dialogues en Humanité, realizada em Lyon na França, a partir de 2002.
A ideia dos organizadores franceses é buscar parcerias com eventos afins em outras cidades do mundo. Além de Salvador, Berlim (Alemanha), Bangalore (India) e Riad (Marrocos) também são parceiros da ação europeia.

Depois de sete anos de realização, o evento cresceu tanto que ganhou mais de 200 voluntários e, para ser uma realidade em 2013, pede a colaboração de internautas para a organização do brechó pelo endereço Catarse.me.

Segundos os organizadores, a quantia arrecadada será destinada para a compra de lonas para cobrir as barracas e contratação de pessoas qualificadas para garantir a segurança dos participantes na ação sustentável.

Ainda de acordo com os responsáveis, os principais objetivos do brechó são: a conscientização sobre os efeitos do consumo para as mudanças climáticas atuais, e o incentivo para que os participantes repensem e transformem seu consumo, buscando evitar desperdícios, priorizando produtos mais saudáveis e cuja produção seja sustentável, social e ambientalmente correta.

O evento, que está previsto para os dias 26 e 27/10, no Parque da Cidade, em Salvador (BA), é anual e possui um mercado de produtos oriundos de cooperativas, atividades de caráter cultural (apresentações de música e dança), ações formativas (oficinas de educação ambiental e permacultura) e de saúde integral (aulas de ioga, biodança, massagens, reiki).

Fonte: Promoview

Taco terá espaço conceito no Rock in Rio

A Taco volta ao Rock in Rio como jeans oficial do festival e com um novo espaço conceito de 260m2 com atrações interativas e loja.

Haverá uma grande parede de guitarras em jeans, a produção de filmes de animação (stop motion) apresentando uma nova banda de rock e uma atração “surpresa”. Esta última vai proporcionar um momento “pop star” ao público presente, envolvendo as redes sociais.
A concepção é da agência carioca Script e 25 profissionais estão envolvidos no projeto. Para o sócio-diretor geral de criação da agência, Ricardo Real, o espaço conceito da Taco no RIR deste ano vem agregar ainda mais valor à marca.

“O espaço é o mesmo e seguimos a linha de levar mais entretenimento às pessoas, promovendo boas experiências. No entanto, a loja dobrou de tamanho justamente para atender ao público do evento que prestigiou a Taco durante todos os dias do festival passado em busca de produtos licenciados e novidades”, completa.

Fonte: Promoview