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As tendências no mercado de brindes

Eles estão presentes em eventos e em ações promocionais o ano inteiro, mas alguns produtos especificamente ganham fôlego especial nesta época do ano. Os brindes, quando pertinentes, são uma forma de fazer a lembrança de uma marca se prolongar na vida de um cliente ou público de interesse da empresa. Hoje, no Brasil, essa é uma área bastante pulverizada, que possui cerca de 4.000 empresas. Mas muitos dos brindes que são produzidos ou comercializados por aqui vêm de fora, especialmente da China. Estima-se que de 40% a 50% do volume venha do exterior e deste montante, entre 80% e 85% têm origem na China.

Em 2008, o setor faturou R$ 6 bilhões, e em 2011 a expectativa é de que o faturamento gire entre R$ 5,2 bilhões e R$ 5,3 bilhões. Houve queda de 22%, que vem sendo recuperada, mas segundo Luís Roberto Salvador, diretor do guia Bríndice, ainda não atingiu os níveis de 2008, quando foi afetado pela crise mundial. Naquele ano, o segmento empregava 115 mil pessoas e hoje tem em média 85 mil funcionários. Para ele, o setor crescerá 8% este ano e em 2012 deve variar entre 5% e 6%.

O executivo acredita que hoje esse mercado não seja tanto um termômetro da economia. As instabilidades que o mercado vive, diz ele, o setor também enfrenta. Para ele, outubro foi um mês bom, em novembro houve uma queda e no final do mês para início de dezembro, houve uma recuperação. Ele incentiva que as empresas não pensem somente no fator preço, na hora de encomendar um brinde. “Uma empresa jamais deve atrelar seu nome a algo que não seja de qualidade, para não estragar sua reputação. Pode até dar uma caneta de R$ 0,40, mas ela precisa escrever, porque a imagem da companhia também é dada no brinde. E claro que quanto mais caro, melhor a qualidade e a aparência, mas, caro ou barato, é importante que seja duradouro, porque garante maior tempo de circulação para a sua imagem”, alertou.

Salvador destaca que nesta época do ano as agendas e calendários continuam sendo os itens mais representativos (sendo que ao longo do ano lideram as canetas). “As agendas continuam sendo marcantes, ainda mais para quem tem mais idade e ainda tem o hábito do papel”, disse. Mas é uma tendência a aposta em produtos ecológicos e de tecnologia, como pendrives, aparelhos de mp3.
Nos brindes ecológicos, ele ressalta papéis reciclados, capas de alumínio, camisetas com fios produzidos em parte com garrafas pet, bolsas de tecidos de algodão. Já em relação aos maiores compradores de brindes, atualmente, destaca as empresas do setor financeiro, que incluem não apenas bancos, mas também administradoras de cartões de crédito.

Já Auli de Vitto, Forma Editora, compreende que quanto mais devagar esteja a situação da economia, mais aquecido fica o setor, por conta das ações promocionais com que as empresas buscam alavancar suas vendas e dar giro maior aos produtos no mercado. Suas previsões são bem mais otimistas para o mercado que as do diretor do Bríndice. Segundo Vitto, apesar dos buchichos, o mercado de brindes está aquecido e deve crescer em 2012 entre 10% e 12%. A demanda, defende, está mais equilibrada, por conta de ações promocionais de inverno, verão e datas de varejo. “Mesmo assim, os últimos três meses do ano são representativos; 70% das vendas são concentradas no segundo semestre”, avalia.

Nesta época do ano, há um aumento de 30% na contratação da mão-de-obra, com as vagas temporárias. No mercado nacional, especialmente para produções na área de confecção, como camisas, camisetas, bolas e sacolas.

O diretor da Forma diz que é extremamente importante os compradores entenderem o motivo do brinde. “Muitas vezes, ele é comprado aleatoriamente e existe até a expressão “dar um brindezinho”, mas o brinde tem papel importante porque prolonga o recall da marca para além de um evento ou ocasião”. Ele defende o produto como um gerador de retorno eficaz e uma das ferramentas de consolidação da marca.

Citando pesquisa da Associação de Marketing Promocional (Ampro), Auli de Vitto destaca a grande preocupação de muitas empresas em alguns vetores, como o ecológico. Elas querem, segundo ele, atender as expectativas socioambientais e oferecer produtos compatíveis com o novo contexto social. E a escolha dos brindes vai a reboque dessas ações. Alguns mesclam ecologia e tecnologia, como sementes com o nome da empresa gravado a laser (em que a primeira folha que nasce, garante ele, também aparece a marca), esponjas vegetais com formatos de animais, papel semente (material com mensagem que, depois de lida, se jogada na terra faz brotar um planta). Já na área de tecnologia, estão em alta produtos que têm algum tipo de serviço agregado, como cofres com contadores que vão somando a quantia economizada e porta-comprimidos com timer para avisar o dono sobre o horário de tomar o medicamento ou, ainda, um relógio movido a água (outro exemplo “eco-tecno”).

Players

Uma das principais empresas do mercado nacional de brindes, a The Marketing Store, que reivindica também a liderança global, produz mais de um bilhão de brindes anualmente. “A razão é muito simples: tratamos esta ferramenta com os mesmos cuidados que os nossos clientes tratam suas marcas e produtos”, define Genival Britto, vice-presidente de negócios.

Os brindes representam 63,4% do negócio total da empresa e os de Natal e Ano Novo especificamente, 8%. Os maiores clientes nesta época do ano são os shopping centers e redes de varejo. Para a empresa, o faturamento vem crescendo de 12% a 15% ao ano e a explicação do executivo são as demandas cada vez mais planejadas. “Os projetos de brinde mais relevantes estão sendo solicitados em média com seis meses de antecedência para viabilizar a produção e importação da China, onde conseguimos obter melhor custo-benefício”, diz.

Para o executivo, um brinde tem a responsabilidade de ser “um pedacinho do DNA da marca”, um construtor de valor em sua relação com os diferentes públicos. “A nossa recomendação é que o brinde seja avaliado com os mesmos cuidados de um filme, de um anúncio, pois ele só é bacana quando tem valor estratégico”, defende. No caso dos clientes da The Marketing Store, os brindes mais demandados são os que aliam design e funcionalidade. Ele destaca também o licenciamento como uma forma de agregar valor a um custo viável, se a escala de produção for grande: “As licenças associadas a designers, estilistas e celebridades estão ganhando muito espaço no mercado, pois trazem para o mercado promocional o aspiracional do varejo”.

Britto entende que nunca antes o custo-benefício foi tão bem avaliado. As empresas têm dinheiro para investir nessa ferramenta, mas para que ela se transforme em orçamento exigem da agência um trabalho mais minucioso de planejamento, consistência, inovação e proatividade. “Para a The Marketing Store, o brinde pode fazer a diferença no resultado de vendas de qualquer produto ou serviço, agregar valor na relação com formadores de opinião e tangibilizar diferenciais competitivos de produtos e serviços e posicionamento da marca”, conclui.

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Miolo tem privilegiado opções de personalização dos kits com bebidas da marca servidos como brindes Crédito: Divulgação

Representando o segmento de bebidas, que nesta época do ano também fortalece as vendas com kits especiais para o Natal e Ano Novo, a Miolo começa no mês de agosto a desenvolver os produtos destinados ao mercado promocional. “O ideal para esse foco é que tenha insumos para no máximo início de setembro, já a formatação de preço e outros detalhes, devem estar disponíveis em agosto”, explica Janaina Selau, supervisora de televendas e e-commerce do Miolo Wine Group.

O grupo ofereceu novidades este ano: duas opções de kits e uma de cartucho que podem ser personalizados com a logomarca do cliente. O cartucho é para uma garrafa e além dele, há kits de uma garrafa de vinho e duas taças e uma garrafa de espumante e duas taças. Pelo sistema de televendas a empresa atende pessoas e empresas que compram para presentear seus públicos diretos de interesse (e não para revender, como as redes de varejo).

Com a agência Zorzo, de Porto Alegre, o Miolo Wine Group tem dado atenção especial à personalização das embalagens, que têm arte mais clean, com hotstamping e deixam espaço destacado para a marca da empresa que oferece o brinde. Em fase piloto, um próximo passo para esse tipo de kits é disponibilizar versões com garrafas de vinhos e espumantes nos tamanhos respectivos de 375 ml e 250 ml.

Fonte: Meio e Mensagem

Concurso Cultural: Pia do Dia | Finish

Para participar do Concurso Cultural: Pia do Dia | Finish, os interessados deverão escrever uma resposta referente a pergunta feita através do aplicativo da promoção.

Prêmios da promoção:

30 (trinta) – máquinas Lava-Louças Brastemp + Kit Finish.

Promoção válida até: 25/12/2011

Participe no site do Concurso Cultural: Pia do Dia | Finish

Fonte: Guia de Premios

Concurso Cultural: Natal Fashion | Papo Feminino

Para participar do Concurso Cultural: Natal Fashion | Papo Feminino, complete a frase: Ser fashion no Natal é …, e aceitar os termos do regulamento apresentado.

Prêmios da promoção:

1º lugar – um banho de loja no valor de R$ 1 mil reais + um kit de cadernos Credeal;
2º ao 9º lugares – um kit de cadernos Credeal.

Promoção válida até: 04/01/2012

Fonte: Guia de Premios

Danone, Google e Tecnisa realizam mudanças proativas no mercado

Pesquisa apresenta cases de marcas que utilizaram a estratégia de antecipação de ações e conseguiram maior sucesso e lucratividade por meio da iniciativa

Toda empresa pode ser proativa? Sim. Mas nem todas conseguem, pois para ter este posicionamento é necessário que as equipes de gestão possuam capacidades estratégicas de desenvolvimento. Danone, Google, Tecnisa, Fiat, Brahma, Apple, Buscapé e Hering são alguns exemplos de empresas que construíram novas tendências, se antecipando às mudanças do mercado, e obtiveram lucro e sucesso.

Após cinco anos de pesquisa, os professores Leonardo Araújo e Rogério Gava, da Fundação Dom Cabral, definiram oito capacidades com as quais os gestores devem saber lidar para tornar uma empresa proativa. O estudo foi realizado por meio de questionários com 350 executivos, em 2008, e entrevistas com 47 CEOs de companhias nacionais e internacionais atuantes no Brasil, em 2010. A partir deste levantamento é possível afirmar que a capacidade de lidar com riscos, erros e pressão a curto prazo, de visualizar realidades futuras, gerenciar de forma flexível, inovar e liderar proativamente, além de identificar e desenvolver pessoas proativas são o caminho para uma gestão segura e lucrativa.

É necessário, no entanto, manter um equilíbrio entre proatividade e reatividade. Nenhuma empresa mudará a sua cultura e o comportamento coletivo dos colaboradores da noite para o dia. “Não é sempre que todas as estratégias proativas vão levar ao sucesso, mas a ausência de uma reação é muito pior. A proatividade não salvará os problemas de Marketing das empresas, mas auxiliará na estratégia de planejamento”, destaca Leonardo Araújo, pequisador e autor do livro “Empresas Proativas: como antecipar mudanças no mercado”, da editora Campus Elsevier, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Empresas Proativas
O resultado da pesquisa apontou que 95% das companhias eram mais reativas, as equipes de gestão apenas realizavam ações para acompanhar as mudanças no cenário nacional. O número reflete uma acomodação do mercado brasileiro, em que a maioria das empresas ajusta seus negócios de acordo com tendências, enquanto outras atendem apenas aos pedidos dos clientes. O desenvolvimento do comércio online é um exemplo de tendência que aos poucos foi sendo inserida pelas companhias como uma medida para não ficar atrás na disputa pelo cliente. Mesmo assim, há ainda companhias que não estão presentes no e-commerce.

Empresas como a Tecnisa, por outro lado, anteciparam a importância do meio virtual. A construtora está presente na web desde 2001 e 35% das suas vendas já são realizadas pelo canal online. Um dos principais passos das organizações proativas é captar sinais de mudanças e acreditar em uma ideia. Em 2004, a Danone conseguiu transformar os hábitos dos consumidores ao introduzir no mercado o iogurte funcional Activia, marcando o lançamento de um novo conceito. Hoje, a linha é uma das principais no portfólio da empresa.

A inovação de uma categoria é uma arma poderosa. A partir da ação, as marcas podem ditar as regras de procedência e dirigir as tendências do mercado. O maior exemplo de proatividade na indústria é o da Apple, antes da companhia lançar o iPhone ou o iPad, nenhum consumidor tinha pensado que precisava dos aparelhos. Hoje, no entanto, pessoas de todo mundo aguardam ansiosas por lançamentos da empresa, enquanto há marcas que brigam para colocar no mercado produtos substitutos aos de Steve Jobs.

“As empresas têm que aplicar outro tipo de pesquisa, como estudo observacional e monitoramento, que consiga entender as necessidades latentes dos consumidores, ou seja, as que eles mesmos não conhecem. Marcas com a Apple passam a modelar comportamentos, necessidades e preferências”, declara Rogério Gava, pesquisador e autor do livro “Empresas Proativas: como antecipar mudanças no mercado”, junto com Araújo, em entrevista ao portal.

Pioneirismo x Proatividade
As empresas proativas, entretanto, nem sempre são aquelas que desbravam novos mercados. Grandes ações de impacto para os consumidores não vieram de companhias pioneiras, o Google é o maior exemplo desta afirmativa. “Ele não foi o primeiro portal de busca e nem o segundo a surgir na internet, mas conseguiu passar o Yahoo!, o Alta Vista, o Achei e o Cadê, além de outros sites que ninguém fala mais. Mesmo chegando depois, o Google trouxe uma proposta diferente, uma página totalmente limpa e focada no mecanismo de pesquisa, que era exatamente que os internautas estavam precisando”, comenta Gava.

O mais importante para a estratégia de Marketing não é pensar a frente dos outros, mas ter um olhar diferenciado e analítico do mercado. A Amazon também não foi a primeira marca a vender e-book, mas soube uma maneira de fazê-lo que ultrapassou as pioneiras. Além de uma boa ideia, é preciso saber desenvolvê-la e mantê-la. Atualmente, empresas do ramo de informática e eletrônicos travam uma batalha pela preferência dos consumidores, já que o principal não é mais ter um produto inovador, que em um mês as demais concorrentes copiarão. Para fidelizar clientes, as companhias buscam criar conceitos que envolvam a categoria do produto com a marca.

A Fiat Automóveis, por exemplo, conseguiu se apropriar do conceito “Adventure”, trazendo para o mercado brasileiro a categoria off road-light. “O nome ‘Adventure’ foi algo que outras empresas tentaram imitar, com outras denominações, mas a liderança continua sendo da Fiat, por causa da força que a montadora conseguiu manter durante os anos”, ressalta Gava.

Sinais de tendências
Algumas inovações do mercado são captadas por meio de sinais de consumo de outros setores. As organizações devem estar ligadas no que acontece tanto no seu meio quanto em outras praças. O conceito “Adventure” da Fiat não surgiu pelo pedido de um consumidor, mas pela visão da empresa em perceber o crescimento do turismo rural e o hábito do público em usar os seus veículos para passeios fora da cidade.

Em 2006, a Pepsico passou por um processo semelhante ao lançar no mercado o H2OH!, popularizando o conceito de bebida entre refrigerante e suco: a água com sabor. A empresa observava o crescimento pela procura de produtos naturais e a preocupação com a saúde e obesidade da população, além do aumento dos frequentadores de academia, quando trouxe o produto para a América Latina.

“As mulheres não olhavam para um sabonete como um produto de cuidado com a pele até a Dove falar para elas que o sabonete da marca podia prover hidratação para o corpo. As empresas proativas dirigem, falam com o mercado e não apenas atendem o que os consumidores querem. O cliente é uma fonte limitada do ponto de vista da inovação, pois ele não consegue expressar tudo que realmente deseja”, comenta Araújo.

O preço da reatividade
No sentido oposto, a reatividade pode ser prejudicial quando a empresa não sabe dosar o momento de agir. A Estrela, por exemplo, viu seu faturamento despencar ao longo dos anos sem mudar de postura para competir com as fabricantes de brinquedos estrangeiras que chegaram ao país com preços 60% abaixo do mercado. Em 1986, a marca faturava R$ 2,8 bilhões. Nos anos seguintes, o valor diminui e, em 2010, chegou a R$ 140 milhões.

“A Estrela era o ícone na década de 1980, hoje ela tem muito menos participação de mercado no setor de brinquedos e menos lucratividades. A fabricante caiu durante um tempo na categoria de empresas ‘Aflitas’, aquelas companhias que não conseguem reagir às mudanças do mercado”, ressalta Rogério Gava. Para explicar o comportamento das empresas, os pesquisadores denominaram quatro estágios de atuação em relação ao Marketing: Proativas, Atentas, Ajustadas e Aflitas.

As empresas Aflitas normalmente não conseguem se adaptar às mudanças e acabam, assim como aconteceu com marcas como Hermes Macedo, Arapuã e Mesbla. São aquelas que focaram no presente e não perceberam as tendências de uma realidade que estava em transformação. A IBM e a Kodak, em certos momentos da sua trajetória, também caíram na reatividade. A IBM conseguiu se recuperar dando uma volta por cima em seus negócios e se transformou em provedora de soluções em tecnologia de informações, mas a Kodak continua ainda em uma situação difícil e está ameaçada de sair da cotação da Bolsa de Valores.

A empresa que durante muito tempo foi sinônimo de fotografia teve como erro básico não perceber que o seu principal produto estava saindo do mercado e perdeu terreno para a Sony. Em contrapartida, a brasileira Hering soube lidar com a chegada da indústria têxtil chinesa ao país e criou uma rede de franquias, percebendo que o mais importante para os negócios era a força de sua marca entre os consumidores. Outra boa saída para permanecer no mercado foi a da Brahma, que internacionalizou a marca, se uniu à arquirrival Antarctica e agora, como Ambev, é líder do mercado de cervejas no Brasil.

Acreditar nas próprias ideias
Os gestores de Marketing não promovem mudanças sozinhos. Para ser uma empresa proativa todos os colaboradores devem acreditar no trabalho que realizam e apostar em novos projetos sem medo de riscos ou de erros. Algumas ideias simplesmente surgem e a empresa precisa ter coragem e audácia para torná-las realidade. Foi assim que Romero Rodrigues criou o Buscapé, vendido em 2009 por US$ 342 milhões.

“Romero começou a se questionar porque não existia uma ferramenta na web que relacionava todos os preços dos produtos disponíveis para compra em uma mesma página. Ele não fez uma pesquisa para descobrir isso, foi uma sacada em que ele acreditou”, reflete Rogério.

Uma definição que traduz o lema das empresas proativas é “Ao contrário do ditado popular, proatividade no mercado é crer para ver”, frase cunhada pelo Presidente Executivo da Editora Abril, Fábio Barbosa, durante as entrevistas para a elaboração da pesquisa.

Fonte: Mundo do Marketing | Por Letícia Alasse