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Material promocional criativo faz a diferença no ponto de vendas

Trident Fresh faz parceria com o Concurso Comida di Buteco e investe em material promocional para sugerir o consumo da goma de mascar depois das refeições

Durante o período entre 12 de abril a 12 de maio deste ano, a 14ª edição do Concurso Comida di Buteco apresentou 400 petiscos para a disputa entre os estabelecimentos participantes. Pela primeira vez, o maior concurso de cozinha de raiz do Brasil foi realizado simultaneamente em 16 cidades. Antes de o concurso ir a público, os estabelecimentos foram selecionados pelo idealizador do evento e gastrônomo Eduardo Maya. Depois o público foi convidado para votar no melhor tira-gosto.

Este ano, a marca Trident Fresh decidiu fazer uma parceria com o Concurso Comida di Buteco. O objetivo da ação promocional da goma de mascar foi estimular o hábito de compra e consumo de Trident Fresh, na hora de pedir e de pagar a conta do bar. As peças criadas para comunicar a ação nos pontos de vendas merecem destaque, considerando que foram fundamentais para que a marca cumprisse o objetivo. Uma delas (em forma de mão) foi desenvolvida para pedir a conta de um jeito divertido e o porta-conta foi criado com textos sugestivos como ‘Sua conta e seu Refresh’ e ‘Leve um Trident Fresh por R$2,00 e dê um refresh na rotina”.
Felipe Pedrolli, gerente de marketing da marca declarou para a Promoview: “O apoio ao Comida di Buteco é mais uma oportunidade de mostrar que o produto pode ser consumido em qualquer hora do dia ou ocasião. Por que não pedir um Trident Fresh depois de beber e degustar petiscos deliciosos para continuar interagindo com os amigos com mais ânimo e segurança?” A marca também realizou uma ação de incentivo para os garçons, que foram recompensados por oferecerem o produto no fechamento da conta para os “clientes misteriosos”, que esporadicamente visitaram os estabelecimentos participantes do concurso.

Não é de hoje que a conquista pela preferência do consumidor pressupõe a criação de material promocional no ponto de venda como importante ferramenta estratégica para a consolidação das vendas. Quando se fala em PDV, geralmente, se faz referência às técnicas de merchandising, ação ou material promocional criados com o propósito de influenciar as decisões de compra dos consumidores. Na maioria das vezes, o material promocional é utilizado em ações que pretendem introduzir um novo produto, ampliar a demanda de um produto ou ainda fixar a imagem da marca.

O material promocional de Trident Fresh é um exemplo da importância que se deve atribuir à comunicação da ação promocional. A criatividade do material está restritamente relacionada ao Concurso Comida di Buteco, fazendo-se presente num contexto onde o público está aberto à diversão, participação e interatividade. Assim, a marca Trident Fresh soube aproveitar uma oportunidade que envolveu a participação de um público que desempenhou o papel de jurado e que se percebe como formador de opinião, além de estar aberto a participar de outras ações sugeridas no mesmo contexto. O criativo material de ponto de vendas fez toda diferença; refrescou a participação do público e marcou muitos pontos na opinião do consumidor.

Por Elisabeth Guimarães – Grupo Bríndice

Fonte:
Comida di Buteco – http://www.comidadibuteco.com.br
Promoview
Trident

Sorteio. A mecânica dos consumidores que sempre participam de promoção

Sorteio. Essa mecânica é para quem realmente participa de promoção. O Promológico detectou dois perfis: os que participam e são entusiastas da mecânica e os que não têm interesse em sorteios. Quem participa, participa sempre e tende a trocar de marcas e experimentar novos produtos por causa da promoção. Dentre aqueles que menos participam, a pesquisa revela que existe uma menor chance desse consumidor mudar de marca e experimentar novos produtos por causa da promoção. A pesquisa também revela que muitos consumidores deixam de participar de sorteios porque preferem mecânicas mais simples.

Outro dado importante revelado pelo Promológico contrapõe à forma como as marcas percebem o sorteio: a ideia de que a mecânica é basicamente dirigida para consumidores de baixa renda. Nesse aspecto, a pesquisa aponta para um empate técnico: das classes A e B, mais de 55% participam de sorteios e dos consumidores das classes B e C, mais de 49% participam de sorteios. Independente de classe social, a pesquisa também revelou que 82% dos entrevistados gostariam que as promoções com sorteios fossem mais rápidas; 83% participariam de sorteios se conhecessem alguém que já ganhou. Com esses dados, a pesquisa traz alguns insights para a criação de uma ação promocional que opte pelo sorteio como mecânica. A promoção precisa ser mais rápida, simples, menos burocrática, mais colaborativa e transparente.

A exemplo de campanhas promocionais que utilizam o sorteio como mecânica destaca-se a promoção #jogapramim da Sadia. A ação envolveu diversos produtos da marca e desenvolveu o conceito convidando a Seleção Brasileira a jogar para as crianças que nasceram após o pentacampeonato de 2002 e, portanto, ainda não sentiram a emoção de ver o Brasil conquistar um Mundial.

A estratégia adotada pela Sadia é um exemplo de como envolver as crianças na decisão de compra por meio de uma ação promocional que utiliza a mecânica de sorteio – comprar, cadastrar e concorrer. Pode-se perceber que a promoção #jogapramim está dirigida para os entusiastas, ou melhor, àqueles consumidores que estão dispostos a experimentar novos produtos e também para os que não experimentam novos produtos, mas que podem ser influenciados pelas crianças.

Para participar, o consumidor preenchia um formulário de dados, cadastrava os produtos Sadia e ganhava números da sorte. Para ganhar números da sorte, bastava cadastrar a nota fiscal de compra de uma Qualy junto com qualquer outro produto Sadia. A combinação de uma Qualy com um produto Sadia gerava um cupom com três números da sorte. Com apenas um cupom o consumidor já estava concorrendo em três sorteios. Sempre que o consumidor cadastrava uma nota fiscal estava concorrendo a uma camisa oficial da seleção brasileira autografada. Assim, quanto mais notas fiscais o consumidor cadastrava, mais chances ele tinha de ganhar. No primeiro mês, o consumidor concorreu a quatro cozinhas completas e, no segundo mês, concorreu a 1 milhão de reais, geladeiras, fogões, sistemas de som, bicicletas, entre outros e mais quatro cozinhas completas. Muito simples: dependia apenas de um cadastro.

Para produzir o filme da promoção, foram recrutadas 60 crianças, com idade entre 6 e 12 anos, que ilustraram o sonho do Brasil sagrar-se vitorioso mais uma vez, com o gostinho especial de jogar a Copa 2014 em casa. Durante a filmagem, atitudes espontâneas foram gravadas e disseminadas na internet em quatro pequenos vídeos. “Os filmes foram disponibilizados no brand channel e na homepage da marca Sadia”, ressalta Andrea Napolitano, diretora de marketing da BRF. “São aperitivos da nossa nova campanha”, completa a executiva. A campanha inclui filme com veiculação nacional em TV aberta, anúncios de mídia impressa, ações digitais e materiais de ponto de venda. “Vestimos os nossos produtos de verde e amarelo. Todos ganharam novas embalagens”, revela Andrea. “Nas redes sociais, teremos o aplicativo ‘Eu Vi’, que ilustra de maneira divertida a quantidade de vezes que o torcedor viu a Seleção sagrar-se campeã”. Estão programadas também ações no Twitter e Youtube.

As declarações de Andrea apontavam para uma campanha integrada, que trabalhou um conjunto de produtos e investiu, principalmente, na marca Qualy, que durante o mês de março de 2014 também veiculou uma campanha da margarina: “Bom no pão, bom no fogão”. A mecânica de sorteio – comprar, cadastrar e concorrer – oferece mecanismos de forma rápida, simples, e sem burocracia. Os filmes disponibilizados no brand channel e na homepage da marca Sadia e o aplicativo ‘Eu Vi’ disponibilizado nas redes sociais revelaram um exemplo de campanha promocional colaborativa e transparente.

Prêmios pertinentes ao perfil do público, como as camisetas da seleção brasileira, agradaram as crianças de todas as idades e os eletrodomésticos acompanhados de prêmio em dinheiro agradaram a todos os torcedores brasileiros. Sinal de que fornecedores de brindes tradicionais como camisetas podem colaborar de forma diferenciada, oferecendo produtos de qualidade para empresas de todos os portes que investem em campanhas promocionais. É certo que sediar uma Copa do Mundo é um evento que pode levar anos para acontecer de novo. Mas, com certeza, independente de eventos tão grandiosos, brindes como uma simples camiseta podem fazer a diferença de quem compra e de quem vende brindes. Sorte de quem percebeu essa oportunidade e investiu na brasilidade, ou melhor, na simplicidade.

Por Elisabeth Guimarães – Grupo Bríndice

Fontes: NewStyle – www.promologico.com.br
Sadia

Bandeiras Revelam Status e Inspiram Credibilidade

Desde a antiguidade, as bandeiras têm simbolizado soberania e comando. Com o passar dos séculos, elas também conquistaram o mercado publicitário.

Bandeiras são símbolos muito antigos. Surgidas na Idade Média, elas tiveram origem nas insígnias militares e religiosas, gravadas em diversos tipos de materiais como madeira, cobre, etc. O uso oficial, representando Países, Estados ou instituições, é o segmento onde as bandeiras são mais utilizadas. Mas, no século XX, as grandes corporações européias e norte-americanas passaram a recorrer a este símbolo como forma de mostrar força de mercado e solidez administrativa. Assim, não só as bandeiras, mas também estandartes e banners se transformaram em eficientes meios de divulgação institucional em todo o mundo.

No Brasil, a cultura de utilização de bandeiras como veículo de mídia extensiva também vem crescendo. Tudo começou com as companhias de cerveja, primeiras empresas a detectar a eficiência deste meio de comunicação como um poderoso aliado para fixação de imagem junto aos consumidores. A partir de então, diversos tipos de empresas, como bancos, postos de gasolina e até empresas de menor porte, como imobiliárias, passaram a adotar a bandeira como símbolo da sua marca.

Além das bandeiras em tamanho padrão (70cm por 1 metro), outro mercado que vem se destacando é o das bandeirinhas de mesa, os chamados “mimos”, que geralmente são ofertadas como brindes. Estas bandeirinhas podem ser feitas de tecido ou material plástico. Os banners, por sua vez, também têm espaço no setor de mídia extensiva, entretanto são mais adequados para promoção ou decoração em áreas internas, já que se tratam de um produto estático que deve chamar a atenção, sobretudo, pelo conteúdo nele inserido.

Mensagem em movimento
Um ponto óptico que se mexe no espaço. Esta é a razão pela qual as bandeiras têm sido requisitadas pelas empresas como símbolos de suas logomarcas. Em qualquer ponto onde estiver tremulando uma bandeira da Microsoft ou da Petrobrás, por exemplo, as pessoas vão associar aquela imagem aos produtos feitos por estas companhias. A vantagem de ficar livre ao vento faz com que a bandeira, além de prender a atenção das pessoas, seja sempre vista com seriedade, pois passa a idéia de força e tradição no mercado.
Por isso, é aconselhável às empresas que optam por este tipo de mídia que coloquem apenas sua marca (nome) ou logomarca (símbolo), já que por estar tremulando, dificilmente alguém terá condições de ler mensagens extensas como endereço, slogans, etc.

A popularização começou a partir dos anos 60, com a produção em massa das bandeiras de times de futebol. As técnicas então utilizadas para a produção das bandeiras era o corte e o bordado. Cada detalhe que formava a bandeira, sobretudo, se havia mais de uma cor, era recortado, costurado e, depois, sobre esta base era bordado o símbolo ou emblema.

Com a introdução das máquinas importadas de estamparia a quadros, rotativas e, mais recentemente, de impressão a laser, aliada ao desenvolvimento de tecidos mais resistentes, a produção de bandeiras ganhou dinamismo e escala.
O poliéster é, hoje, o tecido mais adequado para a produção de bandeiras já que são fibras que não absorvem água e permitem cores mais vivas. Com exceção das oficiais, como a Bandeira Nacional, que obedecem certos requisitos para sua produção, as demais, em grande parte, eram produzidas com tecidos menos resistentes como lã, algodão e náilon.

Porém, quem utiliza bandeiras como parte integrante da programação visual das empresas deve estar atento à sua conservação. Além disso, é aconselhável que se adquira pelo menos 1 par de bandeiras, já que a ação do tempo tende a desgastá-las mais facilmente do que qualquer outro tipo de material. Lavá-las com sabão neutro e evitar o hasteamento em dias de chuva e ventos muito fortes também ajuda a manter a bandeira, que tem em média uma vida útil de 90 dias.

Fonte: Alexandrus Calimanis, diretor comercial da Bandeirart®.

Márcia Mariano
Jornalista – MTB 16.770 -RJ

A Definição de Brinde

Qualquer artigo pode se tornar um brinde, depende da mensagem que a empresa pretende transmitir.

O conceito de brinde é muito amplo. Na verdade, essa palavra foi um nome genérico criado pelos próprios profissionais do setor. Mas a idéia de brinde é muito extensa. Atualmente, quando pensamos em brinde, pensamos logo nos artigos tradicionais como canetas, camisetas, bolsas, chaveiros, enfim, produtos que se tornaram uma marca registrada do tema.

“Mas tudo pode se tornar um brinde, depende da ação da marca e do perfil do público-alvo”, define o expert em promoções e eventos e proprietário da De Simoni Associados, De Simoni.

Para o profissional, o mercado brasileiro ainda mantém uma definição errada de brinde. O conceito é muito amplo, porque o brinde tem que corresponder à ação promocional desenvolvida pela empresa, sendo assim qualquer artigo ou até um alimento pode se transformar num brinde.

“Você imagina um executivo ganhando um binóculo como brinde junto com uma mensagem do tipo: “para profissionais que como você que enxergam longe”. Então, quando você pensaria num binóculo como um brinde, mas pode ser, por isso depende muito da mensagem que você pretende transmitir”, aponta De Simoni.

O brinde é aquele artigo usado para conquistar a simpatia, a fidelização e até eliminar resistências. Mas para alcançar algum desses objetivos, o artigo precisa corresponder à ação promocional. Por isso, o profissional defende a idéia de que o brinde deve ser definido pelo departamento de Marketing de uma empresa, justamente porque é a área responsável por todas as ações promocionais que serão desenvolvidas ao longo do ano.

“O grande problema é a falta de planejamento. Além disso, ainda em muitas empresas o brinde é definido pelo departamento de compras, porque aí entra o fator custo. Mas isso está errado, o brinde tem que ser definido pelo marketing”, aponta De Simoni.

De acordo com o profissional, o segmento promocional é muito amplo, mas muitas vezes as pessoas não se dão conta das inúmeras formas de utilização de um brinde, porque ele não é apenas aquele determinado presentinho que você ganha em datas comemorativas ou na saída de uma festa. Um dos exemplos é o Premium, um brinde que vem acoplado a determinado produto, geralmente os alimentícios que, em certa época do ano, fazem promoções com brinquedos e miniaturas de plásticos de algum personagem famoso. São aquelas ações promocionais que mais chamam a atenção das crianças.

“Promoções como as que a Coca Cola realiza também dão brindes. São aquelas em que o consumidor tem que comprar o produto da empresa e, ao acrescentar mais um determinado valor em dinheiro, acaba levando algum brinde”, explica De Simoni.

Outra forma de brinde, também bastante explorada pelas empresas do segmento alimentício, é aquela desenvolvida nas embalagens de certos produtos, que trazem no verso do pacote um jogo ou em outro modelo, a própria embalagem transforma-se num brinde.

Há também os Gifts, aqueles brindes de custo mais baixo geralmente utilizados em feiras e eventos para atrair a atenção do visitante para o estande de determinada marca. Eles são mais baratos, porém não devem ser menos criativos.

Segundo De Simoni, o profissional também precisa ficar atento a outro importante “detalhe”: a sua marca. Não adianta gravar seu logotipo bem grande no brinde, porque dessa maneira a pessoa que ganhou terá vergonha de usá-lo. Hoje em dia quanto mais discreta estiver sua marca, mais seu brinde terá chance de agradar e atingir em cheio o seu público-alvo.

As pessoas utilizam-no porque não têm vergonha de expor determinada marca, muito pelo contrário, elas têm orgulho de usar um artigo de marcas já consagradas.

De acordo com De Simoni, características como planejamento, logística e o conhecimento do público-alvo são fundamentais no momento da definição de um brinde. “O brinde não é só uma promoção, ele é uma atividade de marketing, de relações públicas. Sua importância é total para a eficácia de uma ação promocional”, finaliza De Simoni.

Por: Priscilla Merlino

Mtb: 28.933

Sua Empresa não vende ?

Parte 1

São muitos os conceitos que mostram os caminhos mais fáceis para a venda, mas
a prática, muitas vezes, nos mostra o contrário.

Há algumas empresas que colocam no seu quadro pessoal vendedores ou atendentes que ficam totalmente empacotados: paletó, gravata, enfim, são vestimentas que muitas vezes deixam as pessoas incomodadas. Porém, é penoso e freqüente observar-se vendedor todo suado, porque tem que estar de gravatas (imposição da empresa) em um clima de aproximadamente 40 graus.

Alguns especialistas em vendas, acham que seria fundamental no aniversário do cliente enviar um telegrama para homenageá-lo. Será? Dependendo do grau de relacionamento entre cliente e fornecedor isso poderá ser uma tremenda bobagem, embora o relacionamento seja extremamente profissional, mas muitas vezes este profissionalismo marca uma certa distância; porém como todo caso é um caso, pode até haver a necessidade. Mas – isso pode ser uma faca de dois gumes – pois receber um telegrama frio vai apenas mostrar que a relação continuará fria.

Muita gente que conhece a realidade do trabalho externo, a labuta de portas-em-porta, visitas mais visitas, procura mostrar excepcionalmente de que alguns conceitos não nos levam a destino algum na relação comercial. Mas é bom lembrar que: O cliente (lojista) está ali para ganhar dinheiro.

Entretanto, munidos de bons conceitos comerciais, alguns vendedores, apesar de serem extremamente querido por todos, não conseguem vender o necessário para se manter no emprego. No entanto, não basta só ser querido, agradar aos dispensáveis; tem é que ser profissional, competente, cuidadoso para não deixar passar em branco os problemas, solicitações, e desejos dos clientes; então veja alguns casos que não comungam com esses profissionais do comércio:

a) Telefone – Há vendedor que vive dependurado no telefone dos clientes, e muitas vezes ainda diz que pediu licença para usar (abusivamente) o telefone;

b) Intrometido – É aquele que se mete em tudo, até tenta vender na loja do cliente, e muitas vezes faz é atrapalhar o negócio tentando vender suas mercadorias, em vez de ajudar o consumidor a comprar o que deseja ou o que precisa; Portanto isso, às vezes, implica em ajudar a vender os produtos dos concorrentes;

c) Coloca a mão em tudo. Remexe as revistas, os jornais, enfim os objetos de cunho pessoal da mesa dos clientes. Na verdade, o negócio dele é desarrumar a mesa dos outros… Continua…no próximo artigo…

Parte 2
Sua Empresa não vende

Em vista dos conceitos que também são passíveis de caírem no desuso, devemos lembrar de alguns cuidados que o vendedor deverá ter:

a) Competência – Está preparado para orientar seus clientes, dizer sim ou não no momento certo. Ter todo material necessário para que possa treinar os vendedores de lojas em relação a atendimento, preparação da linha de trabalho, conhecimento de produtos e serviços que fornece.

b) Honestidade – Ser criteriosamente, singularmente honesto. Não se tem meio termo neste caso. A honestidade é o princípio de tudo. Nunca mande para o cliente o que ele não pediu e muito menos o que ele não precise. Mais importante do que encher seus clientes com seus produtos é você saber a capacidade de giro-médio de seus produtos no estabelecimento de seus clientes. Hoje, dependendo da situação, fazer estoque, pode significar fechar as portas mais cedo;

c) Promessas – Existe vendedor que deveria ser santificado. É impressionante como há aqueles que gostam de prometer e na maioria das vezes não honram o compromisso (É irritante quando você promete algo e não cumpre). E pode ter certeza, o cliente geralmente sabe que você está mentindo para ele;

d) Burocracia – Chega daqueles formulários que atrasam e impedem agilidade nos processos. É muito perigoso e isso muitas vezes acontece quando algum empregado querendo mostrar serviço começa a tentar complicar o que é fácil. Muitas coisas nas empresas poderiam ser resolvidas com um simples telefonema. Muito mais importante do que muitos relatórios é uma simples conversa. Cuidado para o papel não distanciar você de seus clientes ou comandados;

e) Justiça – Seja justo acima de tudo, cuidado para não proteger os que não merecem. Cuidado com os puxa-sacos, porque amanhã poderão está do lado de quem sempre tentou ficar no seu lugar;

f) Respeito – É fundamental em qualquer relação. Já trabalhei em algumas empresas, e por onde passei sou extremamente respeitado pela minha reciprocidade: atenção e respeito, além de lealdade aos outros. É respeito mesmo, você deve respeitar seus concorrentes pelo reconhecimento das suas qualidades. Admirá-los quando necessário, copiá-los se preciso (exemplos bons são para ser copiados e aprimorados), ser amigo e, dependendo da situação, até ajudar seus concorrentes. Não tem segredo para você homenagear seus clientes, basta que você os trate como gostaria de ser tratado se fosse um deles.

Boa Vendas !