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Pontos Fortes X Pontos Fracos: Como identificá-los e usá-los em benefício próprio?

Todas as pessoas sem exceção têm pontos fortes e fracos. Os pontos fortes convencionam os recursos – a habilidade de alguém para desempenhar com maestria determinadas atividades. A abordagem dos pontos fortes tornou-se um clichê. Seja em entrevistas de emprego ou em eventos sociais, temos como objetivo tentar ilustrar nossas melhores facetas no intuito de sermos legitimados pelas pessoas ao nosso entorno. Afinal, é o que nos torna mais atraentes e interessantes. Nem sempre a pergunta é direta – quais são seus pontos fortes? Mas, de um jeito ou de outro, todos procuram saber o que nos diferenciam das demais pessoas. Isso é fato.

Os pontos fracos caracterizam as dificuldades, pois fala da fragilidade que limita o desempenho do “melhor de si”. Culturalmente, desde que nascemos, somos levados a esconder nossos pontos fracos para nos tornarmos dignos das melhores avaliações. Tudo aquilo que compromete nossa “boa imagem”, acaba virando insumo de recalque. Furtamos-nos de reconhecer nossos pontos fracos e quanto mais investimos energia nesse processo, mais nos tornamos reféns desse padrão vicioso. É importante compreender que nossos pontos fracos, a despeito de não refletirem nossa melhor performance, podem indicar oportunidade de grande aprendizado e crescimento.

É preciso reconhecer que todos nós temos limitações e a perfeição não faz parte da condição humana. Somos por natureza seres imperfeitos em busca da excelência e quanto mais tentamos encobrir nossos pontos fracos mais os tornamos visíveis e, algumas pessoas, percebendo esse movimento, utilizam-se desse artifício como poder de manipulação para nos fazerem reféns. Por isso, reconhecer e aceitar que temos pontos a serem melhorados ajuda a nos posicionar melhor diante das situações.

A ideia é aprender a tirar o máximo de proveito dos pontos fortes e administrar as limitações para ter a percepção clara dos nossos talentos – aquilo que executamos com maestria e nos distancia de um lugar comum; o nosso diferencial. Como também, saber reconhecer nossos pontos fracos – aquilo que requer maior esforço e dedicação no plano de execução. Usar com maturidade o registro de nossas vivências aliado ao conhecimento de si mesmo para a partir daí construir estrategicamente as diretrizes que nos conduzirão ao pódio da realização pessoal.

Como potencializar nossos “pontos fortes”?

Os nossos pontos fortes demonstram nossa fortaleza – o fator único pelo qual somos diferenciados. Potencializá-los depende somente da determinação em aprimorá-los através de treino e sofisticação de técnicas relativas à habilidade ou atividade em questão. Como tudo é diretamente proporcional, quanto maior o esforço melhor será o resultado. No processo de autodesenvolvimento vale dizer que o investimento maior deve ser feito no sentido de implementar melhorias no que tange aos nossos pontos fortes, uma vez que desenvolver as aptidões para as quais já somos propensos é bem mais fácil e prazeroso. Assim, procure desenvolver hábitos dos quais possam mobilizar consistentemente seus talentos.

Como identificar “pontos fracos”, uma vez que é tão difícil reconhecer e aceitar nossas próprias limitações?

O processo de identificação requer uma percepção das nossas fragilidades e nos remete diretamente ao conceito do autoconhecimento. Essa é a premissa básica do reconhecimento legítimo de quem somos e de como devemos nos posicionar. A identificação dos pontos fracos não foge à regra. É essencial que cada um assuma a responsabilidade pessoal de fazer uma investigação honesta sobre si mesmo, registrando seus melhores recursos, como também suas limitações e resistências. Somente ao nos dedicarmos à descoberta das nossas características é que conseguimos perceber e compreender como de fato somos. Uma vez identificados os pontos fracos, é possível equilibrá-los e tirar proveito dos mesmos, utilizando-os estrategicamente a nosso favor.

Somente o alinhamento das facetas fortes e fracas nos permite construir uma direção.

No processo de adequação dos pontos fortes e fracos é essencial ter consciência de que o modo como julgamos os acontecimentos ao nosso entorno influencia nosso humor e interfere na nossa qualidade de vida. Sem limitar-se à discriminação do que é “bom” ou “ruim” é crucial manter uma postura positiva e enfrentar as situações com leveza. O que às vezes nos parece um grande obstáculo pode, de fato, ser uma excelente oportunidade de aprendizado. Respirar e refletir sem ansiedade permite que o improvável nos brinde com boas soluções.

Se você é muito bom em determinada situação, usufrua dessa condição e procure, também, usar esse recurso em benefício de outras pessoas. Seus valores e qualidades expressam sua missão. Dessa forma, quando seus pontos fracos forem um impeditivo, você certamente poderá contar com apoio das pessoas a quem ajudou. A vida é uma via de mão dupla, seus pontos fortes, quando bem utilizados, valerão crédito quando seus pontos fracos ameaçarem suas conquistas. O sucesso da sua trajetória profissional é proporcional ao comprometimento das pessoas em fazerem coro aos seus propósitos.

Waleska Farias

Coaching, Gestão de Carreira e Imagem.

Fonte: hsm.com.br

Cinco erros a evitar em apresentações

Coach especializado em apresentações corporativas e a grandes públicos, Carmine Gallo, autor do livro “The Presentation Secrets of Steve Jobs”, explica que grande parte dos erros acontece devido à falta de prática dos apresentadores e dá algumas dicas para que eles consigam captar e manter a atenção do público de modo a garantir que todos compreendam a mensagem transmitida.

Seguem as cinco gafes mais constantes nas apresentações e as maneiras de evitá-las:

1. Falar muito: segundo estudos neurológicos, as pessoas tendem a se concentrar em um determinado assunto durante, aproximadamente, dez minutos. Com isso em mente, os executivos precisam criar apresentações curtas, de no máximo, vinte minutos.

Dica: Gallo aconselha que, se o assunto abordado exigir mais tempo de discussão, o apresentador deve dividir o conteúdo em partes separadas e intercalá-las com atividades que relaxem a mente do público, como vídeos e piadas.

2. Dividir o conteúdo em itens: a segmentação do assunto apresentado é importante, mas a técnica de mostrar todos os slides a partir de tópicos deixa o público entediado. É a partir daí, então, que se começa a ver grande parte da audiência checando e-mails e enviando mensagens via telefone celular.

Dica: não utilize o mesmo padrão estético em todos os slides e tente utilizar mais imagens do que palavras, uma vez que os dados ali dispostos são apenas para apoiar o apresentador.

3. Não ensaiar: de nada adianta fazer cursos para falar em público e mostrar um ótimo conteúdo se não tiver ensaiado o modo como irá se comportar no momento da apresentação. Pela prática é possível identificar quais informações devem cortadas ou aprofundadas, por exemplo.

Dica: ensaiar o discurso e filmá-lo ou mostrá-lo a outras pessoas antes da apresentação oficial trará segurança ao executivo e melhorará muito sua performance.

4. Ler dos slides: quando o apresentador começa a ler as informações dispostas, perde completamente o vínculo com seu espectador.

Dica: além de estar preparado e ter pleno conhecimento do conteúdo que será exposto, o executivo deve levá-lo ao público de modo informal, como se estivesse contando uma história.

5. Ignorar a linguagem corporal: cerca de 93% da impressão que a audiência leva do apresentar é efeito de sua habilidade de expressão, do modo como está vestido, da maneira como conduz o tempo. Isso significa que o conteúdo, em si, é responsável por apenas 7% da imagem que o executivo passará enquanto expõe o material.
Dica: Simular uma apresentação, gravá-la e assisti-la é uma ótima opção. Nesse momento, o apresentador deve prestar atenção a três quesitos: contato visual (olhar nos olhos das pessoas na plateia é essencial), postura (é importante manter-se confortável e não colocar as mãos nos bolsos) e entonação vocal (nunca se deve manter um único tom de voz o tempo todo).

Fonte: uol.com.br

FNQ e ESPM promovem grupo de estudo sobre marketing

A Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) e a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) criaram um grupo de estudos a fim de debater a qualidade da gestão do marketing realizado pelas organizações brasileiras, nos cenários atual e futuro, assim como compartilhar práticas de sucesso que possam auxiliar líderes de organizações brasileiras a ampliarem o conhecimento e implantarem estratégias mais estruturadas e eficazes.

O Núcleo de Estudos Temáticos sobre o Marketing na Nova Era, terá a participação de 13 empresas e instituições parceiras da FNQ, dentre as quais CEMIG, Correios, CPFL, Embraer, Food Design, Portal F, Promon Engenharia, Santa Casa de Misericórdia – Porto Alegre, SEBRAE, UNIP.

Os profissionais serão coordenados pelo Líder da área de Marketing na ESPM, Prof. Dr. Marcelo Pontes, que pretende debater com o grupo desde a desconstrução de conceitos de marketing, qualidade da produção do marketing no Brasil e o que deveria ser feito para gerar mais resultado em um cenário em constante mutação.

O time de profissionais deve se reunir uma vez por mês para desenvolver projetos, publicações, pesquisas e artigos que possam contribuir para a melhoria de práticas de marketing realizadas no País, numa visão evolutiva. A primeira etapa do projeto visa definir os objetivos dos participantes com a iniciativa e apresentar caminhos com base em estratégias comprovadas e que geram resultado para as organizações. Em uma segunda etapa, serão realizadas apresentações de boas práticas. Para finalizar, será produzida uma pesquisa que pretende investigar quais são as práticas adotadas pelas empresas e quais os gaps.

De acordo com o superintendente-geral da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), Jairo Martins, a FNQ pretende, com a criação do Núcleo de Estudo, propiciar um espaço para que os participantes possam ampliar o seu conhecimento na área, bem como fornecer subsídios que auxiliem líderes e gestores a buscarem formas e ferramentas que permitam melhorar a gestão de suas empresas e negócios, em face à volatilidade do ambiente atual. “É importante que as organizações mantenham-se abertas ao conhecimento e às novas tendências do mercado, além de aplicá-las em seu negócio, contribuindo para o desenvolvimento das organizações e, consequentemente, da sociedade, principalmente à luz dos limites impostos pelos princípios da sustentabilidade”, acredita Martins.

Os Núcleos de Estudos Temáticos da FNQ têm como missão possibilitar o maior aprofundamento no estudo de práticas de gestão das organizações brasileiras, buscando alimentar a evolução contínua do Modelo de Excelência da Gestão (MEG), disseminado pela FNQ. Formados por profissionais do meio empresarial e acadêmico que realizam estudos aprofundados sobre os temas diversos da gestão organizacional, os grupos visam ainda a disseminação da informação por meio de publicações, palestras, artigos, encontros e eventos.

Fonte: Administradores.com

Duplo promove o Karaokê Ford no Atlântida Festival

Quem passou pelo Atlântida Festival, festa promovida pela rádio do Grupo RBS no último dia 15/06, em Porto Alegre, viu, entre as milhares de pessoas, uma presença ilustre: o New Fiesta Hatch.

E claro que ele não estava lá só pra bonito. Estava lá, de portas abertas, para que os presentes pudessem conhecer de perto o lançamento da Ford bem no clima do festival. Como? Com o Karaokê Ford, ação planejada e materializada pela agência Duplo.
Conectado com a estratégia global da marca, que vê no público jovem muito mais do que um influenciador da decisão de compra da família, a ação de marketing promocional convidou o público a fazer do New Fiesta Hatch o seu próprio palco, soltando a voz diante das câmeras e aparecendo no telão do festival.
Coincidentemente, a ação promocional estava em sintonia com o aniversário da Ford na Duplo. No último dia 16/06, foram comemorados os três anos da premiadíssima campanha “16 dias dentro de um Ford”

Para convencer a marca de que era a melhor opção entre os concorrentes da conta da Ford do Rio Grande do Sul, os colaboradores passaram 16 dias em frente às câmeras e dentro de um carro da marca, mostrando uma das principais características da Duplo: envolvimento.

Você está preparado para a economia da ampulheta?

A natureza do trabalho está mudando. Trabalhos complexos que dependem de pessoas especializadas vão pagar cada vez mais. Trabalhadores do conhecimento, executivos de alto escalão, médicos altamente treinados, programadores e outras pessoas que usam sua inteligência no mercado, podem esperar ser cada vez melhor remunerados.

Por outro lado, trabalhadores da linha de frente, aqueles no balcão de atendimento dos restaurantes, e outra tarefas que não exigem tanto estudo, podem esperar ficar cada vez mais distantes dos requisitos necessários para chegar ao primeiro time. Sem habilidades diferenciadas, essas pessoas estão fadadas a ganhar a vida executando tarefas simples, com poucas perspectivas de crescimento.

E o pessoal do meio? Os gerentes médios, profissionais sem especialização, aqueles fáceis de substituir ou até automatizar com um bom sistema de informação? Esses vão se tornar cada vez mais raros (e pobres).

Não estou falando, caro leitor, de um futuro distante que vi em algum sonho ou nas borras de chá. Estamos falando da “economia da ampulheta”, tema que está se tornando realidade em países como Estados Unidos e Inglaterra, e que em breve podemos esperar chegar por aqui.

O raciocínio é mais ou menos o seguinte: antigamente as empresas precisavam de grandes contingentes de pessoas de “nível médio”. Fossem os gerentes e supervisores em grandes empresas, ou aqueles funcionários responsáveis por um ou outro processo. Essas pessoas possuíam algum nível educacional, mas nada de destaque, e um salário que os colocavam na classe média para o resto da vida.

Então vieram os avanços da reengenharia. Diferentes técnicas e tecnologias de gestão achataram cada vez mais as empresas, melhorando os resultados e de quebra tornando irrelevante o trabalho de muita gente. Ao mesmo tempo, a tecnologia da informação crescia, sistemas automatizados avançavam em todas as carreiras profissionais, melhorando muita coisa ao mesmo tempo que tornavam os profissionais responsáveis em reunir, processar e buscar dados cada vez mais irrelevantes. Outras tecnologias, como a robótica, reduziram imensamente a necessidade de pessoal enquanto aumentavam a produtividade. Tarefas que precisavam de centenas de trabalhadores agora são feitas com poucas pessoas qualificadas.

Com isso tudo, alguns países já estão tendo que lidar com um fenômeno novo: De um lado, uma elite profissional altamente qualificada, com salários e perspectivas fantásticos. De outro, uma grande massa de pessoas fazendo trabalhos braçais, necessários mas que não dependem de nenhuma qualificação. A classe média, cada vez mais espremida, começa a sumir. Daí o nome: Ao invés da tradicional pirâmide de classes, com uma maioria na classe baixa, seguida de classe média e os ricos no topo, as sociedade modernas estão começando a parecer mais com ampulhetas: Um maior número de ricos, um maior número de pobres, e menos gente entre eles.

Antes que alguém venha jogar pedras e dizer que a solução é o comunismo, lembro que os fatores que estão levando a isso dependem mais da natureza do conhecimento e do trabalho no século XXI do que algum plano malvado. O trabalho ficou mais complexo, e quem sabe lidar com isso é bem remunerado. Quem ficou para trás ficará ainda mais para trás.

No Brasil, apesar de termos nossas peculiaridades, podemos prever que ocorrerá algo parecido. Afinal, é um fenômeno do tempo em que vivemos. Em todo caso, é sempre melhor se preparar para uma mudança, mesmo se o impacto aqui não for o mesmo, do que não fazer nada e ser pego desprevenido.

A boa notícia é que o caminho para o topo da ampulheta é bastante claro: Carreiras de alto valor agregado. Se o conhecimento que você possui, as habilidade que você tem e o trabalho que você desenvolve são sofisticados e diferenciados, o mundo nunca pareceu tão bom para você. A notícia é ruim para aqueles acomodados, felizes no conforto da mediocridade. Se seu trabalho é “mais ou menos”, e hoje você se sente seguro, isso pode mudar rapidamente.

E então, você está preparado para viver na ampulheta?

Fonte: Administradores.com