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Supermercado Mundial celebra 70 anos com Anitta

TAMANHO DA LETRA
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Para celebrar os 70 anos de sucesso do Mundial, tradicional rede de supermercados do Rio de Janeiro, a agência Unlike|3a, criou uma campanha poderosa, toda em preto e branco, que terá como estrela a cantora Anitta, fenômeno musical do momento. A campanha foi gravada em um teatro, na Barra da Tijuca, e faz uma alusão ao hit Show das Poderosas, com direito a coreografia e performance da cantora. Com o slogan Ofertas Poderosas, o Mundial vai oferecer preços irresistíveis e deixar os "clientes babando", como diz o hit. Para a Unlike|3a em um segmento tão competitivo como o varejo, até mesmo a utilização de uma linguagem preto e branco é considerado inovação. Com um público já fidelizado, a escolha pela cantora é fundamental para alcançar uma faixa etária que ainda não havia sido alvo da comunicação geral da marca. Prevista para ir ao ar no dia 12 de setembro, a campanha estará nas principais mídias do Rio de Janeiro – TVs, rádios, jornais e revistas.

Fonte: Cidade MArketing

Banca oferece jornal impresso na hora

A Meganews, banca de jornais e revistas instalada em Estocolmo, na Suécia, é a primeira do mundo que conta com um sistema de impressão instantânea, que ajuda a reduzir o desperdício de papel.

Parecido com as gráficas, o mecanismo digital permite que os clientes escolham suas publicações, paguem o preço estabelecido, e, em dois minutos, levem as impressões para casa.
A medida também dá um fim ao encalhe de jornais e revistas que sobram nas bancas e precisam ser devolvidos à editora, eliminando um sério prejuízo para o mercado editorial.

Outra vantagem é que o Meganews dispensa transporte, reduzindo também as emissões de carbono. “É necessário reduzir os gastos causados por apenas uma cópia. Boa parte dos custos para as editoras estão relacionados à distribuição destes materiais”, diz Stefan Melesko, especialista do Media Economics.

Depois de serem compiladas em formato digital pelas editoras, as publicações são enviadas ao Meganews, que reproduz os elementos gráficos com qualidade parecida à das impressoras digitais convencionais. O sistema também permite que o material seja atualizado ou alterado pela editora.

A banca foi recentemente inaugurada na capital sueca, seguindo o modeloon demand, em que cada cliente imprime somente a publicação que precisa ter em mãos. São oferecidas as principais publicações internacionais, e o pagamento é feito por meio de cartões de crédito ou débito.

Fonte: Promoview

O futuro já chegou!

Autor: Ariel Capone

Certamente, grande parte dos diretores ou gerentes de empresas possuem medidas de desempenho para vendas: quanto foi vendido na semana, no mês passado, no último trimestre. Mas poucos conseguem saber quanto não foi vendido no período por falta de melhores condições técnicas ou financeiras. Ou quais vendas poderiam ser fechadas caso o vendedor tivesse mais informações sobre o produto, cliente e seu histórico comercial. Se pudesse tomar decisões como oferecer desconto ou consultar um banco de dados sobre algum detalhe ou funcionalidade do produto diante do cliente potencial.

Pense o quanto seria desgastante dizer ao mesmo cliente que irá "enviar as informações assim que ele chegar ao escritório", ou "mandar o link do vídeo de um produto para ver depois" ou "deixe-me verificar o preço e amanhã eu respondo" quando poderia fazer tudo isso em tempo real.

Uma das formas para aumentar a produtividade dos negócios – que representa um grande desafio a todas as empresas – é fazer com que a força de vendas tenha maior eficácia e agilidade nos contatos com o cliente. Como agravante, o uso pessoal da tecnologia evolui mais rápido do que no mundo dos negócios. Consequentemente, é o usuário que exige imediatismo e novas soluções no acesso à informação, um fenômeno conhecido como "consumerização de TI".

Entre as alternativas já existentes para aumentar vendas destaca-se a nova ferramenta, denominada Sales Navigation Tiles, que tira partido das tecnologias móveis, computação em nuvem e redes sociais, desenvolvida para rodar os principais sistemas operacionais móveis (iOS, Android) ou HTML5. Permite, portanto, o uso de qualquer dispositivo – celulares e tablets móvel -, compatível com os modelos mais utilizados e tecnologias atuais, sem que a empresa precise investir em novos softwares e hardwares. Consegue, assim, colocar nas mãos da força de vendas uma arma mais poderosa para melhorar a experiência de compra do usuário e fornecer a flexibilidade essencial para a negociação em um contextos de informação dinâmica.

Utiliza os materiais armazenados nos sistemas de gerenciamento de conteúdo, para acessar manuais, vídeos de produtos, atualizações de informações do cliente e as informações fornecidas pelo CRM, para gerar o histórico do cliente, detalhes do produto, créditos, etc.A ferramenta integra as soluções de programaçao, compliance e capacitação. Permite que o dispositivo móvel funcione como uma ferramenta de treinamento e de controle sobre o conteúdo visualizado e os resultados das avaliações feitas pelo usuário.

Mais: considera a interação entre os usuários (vendedores), painel de instrumentos, e comunicações unificadas, de forma a poder integrar comunicação IP, serviços de mensagens instantâneas, intranet ou rede social colaborativa interna que a empresa usa normalmente, acessível diretamente a partir do dispositivo móvel, para alavancar as capacidades de voz, vídeo e mensagens específicas para esses dispositivos.

A funcionalidade de geolocalização, em áreas da saúde (LifeSciences/ Healthcare), por exemplo, é empregada para rastrear as pessoas, insumos ou equipes críticas envolvidas em uma cirurgia (como o instrumental que acompanha uma prótese em ortopedia). Isto permite a atualização em tempo real dos dispositivos móveis pessoais dos profissionais diante de um possível reagendamento da cirurgia devido à falta de algum insumo crítico. Os cancelamentos ou adiamentos de cirurgias – em decorrência da falta de algum recurso crítico – são normais neste segmento. Desta forma, é possível antecipar, evitar o traslado de profissionais e reduzir a incerteza do paciente.

O uso da câmera serve para a leitura de códigos de barra do produto. Isto é muito útil para o controle e monitoramento de mercadorias em consignação. Por exemplo, no caso de um produto farmacêutico com data de validade próxima de expiração, o vendedor pode decidir quais retirar da prateleira ou estimular a venda para uso imediato. Também é útil para informar o vendedor sobre quais produtos estão com estoques elevados ou reduzidos e, assim, determinar a melhor política de preços. A câmara pode também ser utilizada para aplicações de realidade aumentada para mostrar, por exemplo, a utilização de um produto visualmente mais atraente ao consumidor.

A ferramenta pode funcionar como um canal de comunicação com os clientes e comunidades. Por exemplo, os médicos oncologistas podem discutir, consultar e falar sobre sua experiência com o produto.

Acostumem-se, é só o futuro que chegou às empresas.

Ariel Capone é vice-presidente do Grupo ASSA

Fonte: ClienteSA

Líder: você tem focado apenas o ponto fraco do seu colaborador?

Um ponto comum ao gestor atual é focar apenas no ponto fraco de seu colaborador. Desta forma desperdiçamos talentos e provocamos desgastes desnecessários à equipe.

Mudar radicalmente de postura e começar a explorar o que seu colaborador já tem pronto e de melhor para oferecer é a estratégia inicial. Se não tem nada a oferecer, não deveria estar na equipe. Se esta na equipe, é porque tem alguma habilidade.

Muitos gestores têm dificuldade, de observar as qualidades que precisam ser trabalhadas. Ele traça uma linha, um padrão de conduta e quer que todos sigam esse padrão. Começa a comparar os profissionais que têm em mãos e gostaria que todos fossem iguais. Mas não são todos iguais em uma equipe. Cada um tem suas qualidades particulares. Tais qualidades, se bem aproveitadas, podem trazer melhores resultados do que aquelas estabelecidas como padrão, mas que podem não estar presentes.

Por que é comum essa dificuldade nos gestores em olhar o colaborador com outros olhos? É que eles comumente chegam ao cargo com formação técnica elevada para a parte operacional e pouca formação para tratar de questões comportamentais. Poucos são aqueles que foram preparados para esse olhar sistêmico, de desenvolvimento corporativo. Quando alcança o posto de liderança, chega com a ideia de que precisa alcançar os resultados a todo custo, seguindo regras que já seguia quando estava na condição de operador, como simples colaborador, onde se destacou do conjunto a ponto de ser convidado para o novo posto. Sendo assim, acaba tendo muita dificuldade para fazer diagnóstico aprofundado do contexto, analisar as potencialidades do conjunto e traçar a melhor maneira de desenvolver seus colaboradores.

Há uma série de perguntas nesse sentido que colocamos nas reuniões de treinamento, que, por incrível que pareça se torna de difícil resposta para os líderes em ação. Qual o tipo de profissional e com quais características eu preciso contar para o bom desempenho da minha empresa, para que ela se mantenha no mercado? Habilidades de liderança é um assunto que muito se escreve e o que menos se conclui. Porque não há, de fato, uma lista com padrão de habilidades comportamentais de uma equipe e a resposta à pergunta acima vai depender sobremaneira do segmento em que a empresa atua. Mas, inevitavelmente, o líder autêntico terá que estar apto para dar essa resposta.

Aproveite o que está mais avançado no profissional, e trabalhe para melhorá-lo ainda mais.

Fonte: Administradores

Somar inteligências individuais nem sempre resulta em inteligência coletiva

Qualquer candidato que se diga bem preparado para uma entrevista de trabalho precisa estar afiado para perguntas sobre suas habilidades sociais e, especialmente, sobre sua capacidade para trabalhar em grupo. E quando o assunto é a qualificação individual a pressão nesse caso é ainda maior. Ou seja: exige-se o "melhor entre os melhores", tanto no específico como no coletivo. É como se o sucesso da empresa dependesse exclusivamente de captar os melhores talentos e colocá-los para trabalhar em grupos. Mas será que é isso mesmo? Qual deve ser o papel das políticas empresariais para extrair o melhor de seu capital humano e qual a vantagem do trabalho em grupo, acima de tudo?

Ora, muitos advogam que o pensamento coletivo é mais eficaz que o individual. Um defensor desse princípio foi Sir Francis Galton, um antropólogo britânico obcecado por números. Galton ficou famoso com uma experiência feita por ele durante a feira inglesa do boi gordo de 1906. A experiência ocorreu durante um concurso onde oitocentas pessoas tentavam estimar o peso de um boi em exposição. Cada pessoa colocou sua estimativa numa urna e aquele que conseguisse acertar o peso do bovino ganharia um prêmio. Ninguém acertou, mas Sir Galton, astuto, usou as estimativas dos oitocentos participantes e, sob um tratamento matemático, chegou ao valor exato: 544kg.

Recentemente, a mesma experiência foi realizada na internet por um grupo de matemáticos britânicos que recriou a ideia de Galton trocando o boi por uma foto de um pote com balas de goma. Neste caso, os internautas deram muitos palpites, mas, como em 1906, ninguém se aproximou tanto do número exato quanto os matemáticos que fizeram uma estimativa baseada nos dados “incorretos” de cada indivíduo dentro da multidão. Ou seja, estimativas imprecisas colocadas num contexto coletivo podem nos ajuda a calibrar nossas previsões. É como se o coletivo possuísse, na soma de suas partes incorretas, uma inteligência inata … A "sabedoria das multidões“.

Outro exemplo da tal "sabedoria das multidões“ ganhou notoriedade com o programa televisivo "Quem quer ser milionário“. Observações demonstram que mais de 90% das respostas dadas pelo auditório são corretas, contra apenas 65% das respostas dadas pelos especialistas chamados pelo telefone pelo candidato. Em outras palavras, se dependêssemos apenas dos HIPPOs (highest paid person’s opinion), os Beatles estariam sem um contrato, Harry Potter e Star Wars não haveriam chegado ao cinema (que, aliás, ainda seria mudo) e apenas cinco computadores haveriam sido vendido em todo o mundo.

Pelo visto, enquanto especialistas erram pênaltis, a multidão está marcando gols, como no caso da Wikipédia, o Firefox e o sistema operacional Linux, produtos e serviços criados sob plataformas participativas, onde milhares de aportações individuais criaram uma espécie de organismo dinâmico e inteligente.

A tudo se aplica?

Mas será que há linearidade nesse raciocínio? Será que um bando de macacos colocados numa sala com lap-tops seria capaz de compor um best-seller? Será que os 200 passageiros de um avião dariam conta do recado na falta do piloto? Não, infelizmente não é bem assim, como demonstram os resultados de muitas eleições democráticas.

Para James Surowiecki, autor do livro "A sabedoria das multidões“, além das qualificações individuais, existem certas condições primordiais para dar certo. São elas:

A diversidade de opinião – Os diferentes indivíduos do grupo devem dispor dos fatos para analisá-los livremente sobre sua própria ótica. Um grupo saudável necessita de opiniões diferentes, vindas de pessoas diferentes.

Independência – Membros do grupo devem analisar os problemas e gerar opiniões sem fontes externas de pressão que possam influenciar negativamente suas decisões. Para isso, as metodologias e idiossincrasias dos participantes devem ser respeitadas.

Descentralização – Manifestações de concentração de poder e estilos ditatoriais bloqueiam as vantagens adquiridas pela independência e diversidade do grupo. E, além de bloquearem a evolução da inteligência, reduzem a motivação diante de novos desafios.

O cientista social Thomas W. Malone, diretor do Centro de Inteligência Coletiva do MIT (Massachusetts Institute of Technology), defende outros dois fatores para se cultivar a inteligência corporativa: as mulheres e os supercomputadores! Sim, segundo ele, a presença feminina é fundamental para contrabalancear o domínio masculino e aumentar a diversidade de opiniões do grupo. Já os supercomputadores, por outro lado, constituem uma peça-chave para gerenciar as experiências e o gigante volume de informações adquiridas pelo grupo.

De acordo com Malone, simulações contextuais baseadas nas informações disponíveis nas próprias empresas e nos 5 milhões de terabytes disponíveis na internet ajudaram a melhorar nossas previsões da mesma forma que Sir Galton fez em 1906.

Um bom exemplo desse conceito foi apresentado por Ginni Rometty, CEO da IBM no evento "Cidades Inteligentes", que ocorreu no Rio de Janeiro, em 2011. Segundo ela, a drástica redução da violência em Nova Iorque se deve, em parte, ao fato de a polícia nova iorquina dispor de um algoritmo que trabalha com 33 bilhões de dados (dados pessoais, endereços, pistas etc.) e os detalhes de mais de 120 milhões de ocorrências em seu supercomputador. Segundo ela, todos esses dados têm ajudado a polícia a desvendar crimes e a prever ações criminosas antes de elas acontecerem.

Um outro exemplo vem da Espanha. A Zara, a empresa do setor da moda, tem usado sua inteligência coletiva em prol da competitividade. Neste caso, suas 1670 lojas estão conectadas diretamente com seu estúdio de criação e os dados fornecidos de forma online ajudam os estilistas a interpretar quais tendências devem (ou não) ser descontinuadas.

Pelo visto, no futuro, a balança de poder para as empresas já não usará a produtividade, mas uma espécie de “coeficiente de inteligência corporativa” para definir quem é o melhor.

E, em tempo de redes sociais, os talentos individuais aparentam perder força para centenas de participantes desconhecidos, mas muito eficientes. Enquanto isso, o conceito clássico de trabalho em grupo fica sem valor se o grupo não souber abstrair, aprender, calcular e, sobretudo, se não tiver a capacidade de prever e resolver problemas de forma rápida e eficiente.

Quem sabe um dia chegaremos a ter um ranking de QI para empresas. Governos e times de futebol já estão convidados.

Fonte: Administradores