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Feira Noivas & Festas traz novidades para Jundiaí

A Feira Noivas & Festas, evento que reúne as melhores empresas do segmento de casamentos e festas em Jundiaí, começa no dia 22/08 e segue até o dia 25/08. Este ano o evento mais esperado do calendário da cidade foi mais uma vez audacioso e, promove um casamento real ao vivo, em plena passarela de desfiles.

Dois jovens espirituosos, Taciana e Rogério resolveram fazer de sua união um momento inesquecível. Juntando o tradicional ao inusitado, eles irão trocar alianças e dizer “SIM” diante do juiz, de um representante da igreja e de centenas de convidados no dia 23/08.
“Essa é a terceira vez que promovemos um casamento real, com tudo o que os noivos têm direito e o mais importante, oficializando a união com a assinatura do civil no evento”, explica a organizadora Mônica Lopes.

“É um momento de muita responsabilidade, por que vamos entrar na vida e na história do casal, por isso estamos planejando todos os detalhes para que o casamento seja realmente inesquecível”, detalha Mônica.
Pelo 11° ano consecutivo, a feira será realizada no Maxi Shopping Jundiaí, no piso G3 do estacionamento coberto. São cerca de 90 expositores apresentando ao público o que há de mais atual, moderno e profissional para casamento e os mais variados tipos de festas, reunidos num só local.

Os visitantes encontrarão desde agências de turismo, bufê, convites, vestidos de noiva, até empresas especializadas em som, iluminação, presentes entre outros.
Este ano, outra novidade será a realização simultânea da Beleza Estética Show Hair, com a presença de empresas de cosmético, salões de beleza e clínicas de estética, além de cursos, palestras e workshops voltados aos profissionais do setor. Um verdadeiro show de beleza, reunindo o que há de melhor em Jundiaí e região.

A Noivas & Festas é uma das mais tradicionais feiras do segmento do interior de São Paulo e deve gerar cerca de 5 milhões de reais em novos negócios na região. A expectativa de público é de dez mil pessoas. Acontecerão desfiles diários, com modelos para noivas e madrinhas, além de apresentações de cabelo e maquiagem. Informações e credenciamento pelo site.

Fonte: Promoview

A internet brasileira está com o copo meio cheio ou meio vazio?

O Brasil atingiu a marca histórica de 100 milhões de internautas! É um crescimento impressionante, principalmente quando comparamos com outros países de peso: Alemanha 68 milhões, Reino Unido 51 milhões e França 50 milhões.

Somos também líderes na utilização das redes sociais com as maiores taxas de utilização do Facebook, vídeo online (http://www.transformacaodigital.com.br/qual-e-o-canal-online-mais-quente-do-momento/), e internet nos dispositivos móveis. O comércio eletrônico cresce em média 20% ao ano, em volume de negócios e novos compradores.

Apesar de todas essas razões para celebração, existe um outro Brasil onde as estatísticas de uso da internet estão bastante comprometidas: 100 milhões de brasileiros conectados corresponde a uma taxa de penetração ainda baixa, menor que 50%. Países mais desenvolvidos apresentam valores entre 70% e 80%. A banda larga continua um grande problema. A qualidade da conexão é muito baixa tanto nos desktops quanto nos celulares. Mais surpreendente ainda é a enorme quantidade de empresas que não utilizam a internet no seu dia-a-dia. São 75% de pequenas e médias empresas que não possuem sequer um website.

A internet comercial como nós a conhecemos completou 20 anos, com o lançamento do primeiro browser comercial em 1993. Se a internet brasileira fosse representada por um estereótipo humano, ela teria exatamente o perfil de um jovem adulto de 20 anos: por um lado ela já cresceu bastante, atingindo a maturidade para ter vida própria. Por outro, ela ainda possui características do adolescente que que está aprendendo a se desenvolver. O futuro desse jovem adulto vai depender em última instância, dos caminhos que a nossa sociedade, composta pelo governo, empresários, investidores e os próprios internautas, escolher para crescer.

Fonte: Administradores

A utilização do marketplace como um canal de mídia

É notório nos dias de hoje que a publicidade online tem conquistado cada vez mais adeptos, e a tendência é só aumentar. De acordo com um estudo feito pela US Media Consulting, só na América Latina os internautas ultrapassaram 230 milhões no ano passado, o que prova que o potencial da internet já não pode ser esquecido ou deixado de lado pelos anunciantes e deve estar integrado às suas campanhas de divulgação.

Nesse cenário, podemos ainda dizer que a internet é o setor em que a publicidade mais cresce; superando em duas vezes o crescimento de qualquer outro segmento, como televisão e mídia impressa. Em números, só no Brasil os investimentos em publicidade online subiram 32% em 2012, com previsão de ultrapassar R$ 6 bilhões em 2013, de acordo com dados do Interactive Advertising Bureau (IAB).

Ou seja, podemos notar que os consumidores, passam cada vez mais tempo conectados e estão atentos às marcas presentes no universo online. Isso gera melhoria nos serviços oferecidos na rede. Ninguém quer estar fora dessa parcela de mercado. Por isso, uma das estratégias que está sendo adotada tanto por grandes como por pequenos varejistas é a de anunciar dentro dos marketplaces. Hoje, eles são quatro dos 10 maiores e mais visitados sites do mundo. Esses agregadores de ofertas de produtos, serviços e conteúdos contam com um modelo de negócios diferenciado, afinal ele traz tráfego para o vendedor e uma gama de produtos diferenciados para os compradores. Fica claro que essas plataformas são uma tendência em ascensão.

E por que o marketplace é tão eficaz e atrativo? Obviamente, a primeira grande vantagem a ser levada em consideração é a audiência. É possível segmentar os anúncios de acordo com a categoria desejada, direcionando para o público interessado em seu produto ou serviço. Em seguida, ao analisarmos o baixo custo de produção e veiculação desses anúncios quando comparamos com as mídias tradicionais, o retorno do investimento (ROI, da sigla em inglês) é muito mais expressivo.

O MercadoLivre, por exemplo, é o 1º e-commerce em audiência no Brasil, ou seja, representa a maior demanda online no país. No ranking mundial, a plataforma está em 10º lugar, isto significa 86 milhões de usuários registrados. Com uma plataforma baseada em tecnologia e em geração de demanda, nela se concentra basicamente uma audiência ávida por consumo, e por isso é possível garantir um fluxo qualificado de usuários, que estão ali com a intenção de comprar, ou de pesquisar produtos. E para otimizar esses diferenciais na área de publicidade, o MercadoLivre conta com uma área exclusiva para esse tipo de negócio: o MercadoLivre Advertising.

Para quem decide investir em publicidade online, a garantia é atingir um público-alvo economicamente ativo, com a informação que ele deseja receber, no momento em que ele procura. Geralmente, o que se vê são consumidores que trafegam à procura dos melhores preços, marcas, produtos desejados, e que gostam de trocar informações, questionar o fabricante ou o vendedor, tornando o marketplace um fórum participativo. Desta forma, a compra pode ser considerada mais consciente e o marketplace é o canal online que melhor oferece esse suporte.

Em 2013, prevê-se que as vendas de e-commerce na América Latina cheguem a R$ 140 milhões. Já no Brasil, o eMarketer estima que dois em cada cinco usuários de internet farão compras pela internet até 2016. Portanto, saber se comunicar de forma correta e de maneira específica nessa verdadeira mídia de massa é o desafio.

Artigo encaminhado por Helisson Lemos, Diretor Geral do MercadoLivre.

Fonte: Adnews

Coca-Cola Zero coloca música em latas e garrafas

A Coca-Cola Zero vai tocar e cantar – literalmente. Depois do sucesso das campanhas com nomes e destinos, a marca traz música e tecnologia para as suas embalagens: a partir de agosto, as latas de 350 ml e garrafas de 600 ml terão um aplicativo inédito, disponível para Android e iOS, com playlists exclusivas contemplando sete estilos musicais diferentes (Metal, MPB, Rock, Pop, Clássicos, Eletrônico e Hip Hop), tendo como ponto de partida o maior festival de música e entretenimento do mundo, o Rock in Rio.

Todas as playlists terão músicas de bandas que já tocaram em edições anteriores do festival ou que irão se apresentar na edição deste ano, programada para os dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22/09, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro.
Para ouvir, basta baixar o aplicativo Coca-Cola Zero Música, escanear a sound wave das embalagens de Coca-Cola Zero e colocar para tocar no celular ou tablet. Além de ouvir as músicas, também é possível criar playlists personalizadas de acordo com cada estilo musical e compartilhar nas redes sociais. Para acessá-las pela internet, basta inserir o código promocional presente nas embalagens diretamente no site da marca.

O conceito no qual se baseiam as novas embalagens é o de “internet das coisas” (Internet of Things), tendência que conecta objetos comuns do dia a dia à internet.

“Pense em um mundo integrado, onde cada objeto, até mesmo uma latinha de refrigerante, se conecta, interage com o usuário e fornece inúmeras informações. Para Coca-Cola Zero, uma marca comprometida com a inovação, isso é uma realidade”, afirma Gian Martinez, diretor de Excelência Criativa da Coca-Cola Brasil.

Fonte: Promoview

Qual é a dificuldade do marketing de precisão na rede social?

"Se você criar um caso de amor com seus clientes, eles próprios farão sua publicidade." (KOTLER, 2010)

Os fatores que implicam na melhor apreciação e desejável do cliente para um produto, é certificar que ele esteja sendo valorizado dentro dessa relação produto-valor. De nada adianta fazer um branding que reúna apenas os membros da produção, é preciso tornar o público-alvo o convidado de honra da festa.

Dentro da rede social este desafio torna-se maior do que se imagina. As empresas estão inseridas num contexto onde a informação pode ser partilhada, comunicada, reproduzida, modificada, banalizada ou ovacionada em questões mínimas de tempo alcançando o maior número de pessoas.

A margem de erro torna-se um fator preocupante. Ainda mais são criados recursos que tornam a voz do cliente (sites de apoio ao consumidor, comunidades pró-direitos, grupos de organização para manifestações e etc), numa voz poderosa. Torna o trabalho do social media exageradamente exaustivo e árduo.

Faço enumerar alguma soluções adotadas por várias empresas dentro da rede social para contornar ou minimizar nos resultados sobre suas publicações.

Soluções:
•As empresas criam um canal de diálogo entre o cliente e seus assuntos favoritos (Kinoplex, Cinemark e Shopping Tijuca,);
•Criação de um espaço exclusivo de produção-cliente (app que permite criar efeitos de areia – Citroën na promoção do AirCross Atacama);
•Criação de um espaço exclusivo de trabalho-cliente (disponibilizar álbuns para expor trabalhos – Comunidade Ufológica Brasileira (CUB) ao reunir fotos dos leitores sobre os fenômenos astronômicos);
•Criação de um espaço específico para cada setor necessário (entretenimento, curiosidades, diversão e etc) e oferecer liberdade ao público;
•Puxar assunto com novidades e seguir as tendências do público;
•Dialogar usando arquétipos linguísticos (jovem, adulto e terceira idade);
•Pitadas do uso do humor e nostalgia.

Crises.

•O social media não está preparado para lidar com problemas em andamento na empresa que o contratou, quando a mesma é física, portanto suas respostas são padrões e iguais quando um cliente exige alguma ação imediata;
•Algumas empresas tornam a rede social um canal alternativo do SAC (Serviço de Apoio ao Consumidor), a fama destes setores não é bem vista e acabam por se tornar desertas ou um alvo para reclamações;
•Em casos de clientes baderneiros, é orientado o social media ignorar. Algumas empresas cometem o erro em deletar a mensagem, atiçando mais ainda o problema;
•Quando o problema tem ordem maior que a rede, o cliente obteve uma experiência negativa, o mesmo utiliza o canal como uma ouvidoria – cabe a empresa dar-lhe atenção exclusiva, porém pública e abster de usar canal privativo para lidar com a situação;
•O tempo de resposta é um fator ainda muito negligenciado, em diversos casos a empresa leva 2-3 dias após o incidente para tomar nota e informar o cliente o controle da situação.

Conclui-se que as empresas ainda estão engatinhando neste mundo novo. E a razão principal não tem haver com a adequação do profissional de marketing tradicional á uma realidade digital, a prática de reter público aplica-se as duas épocas, apenas que o cultivo da relação-cliente-empresa precisa ser o maior e único foco da organização.

Segundo Michael Porter – "A globalização geralmente favorece o crescimento consistente com a estratégia, ao abrir maiores mercados para uma estratégia de enfoque."

Fonte: Administradores