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Promológico: a promoção na visão do consumidor brasileiro.

Uma pesquisa que aponta novos caminhos para o mercado de brindes promocionais

A agência NewStyle, do Grupo ABC, patrocinou uma das mais completas pesquisas dos último anos sobre promoções realizadas no Brasil. Com consultoria da The Listening Agency, o estudo foi realizado em duas etapas e foi a campo em cinco capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre e Belo Horizonte. Nesta matéria, o Guia Bríndice vais mostrar os principais aspectos da pesquisa e ao longo das outras matérias dos editorial vai comentar as mecânicas de promoções selecionadas, que podem exemplificar os motores das promoções. Assim, baseado na pesquisa que recebeu o nome de Promológico, o guia deste ano pretende apontar novos caminhos para o mercado de brindes promocionais.

A partir do ponto de vista dos consumidores, a NewStyle desenvolveu a pesquisa a fim de entender melhor as promoções e saber o que elas significam para os brasileiros. A pesquisa foi desenvolvida num campo de estudo onde o objeto é a promoção e a sociedade de consumo. A agência traçou objetivos para descobrir o que influencia o comportamento de consumo; como os diversos estímulos promocionais influenciam a decisão de compra e o que é promoção na opinião dos consumidores brasileiros.

A pesquisa foi realizada com mais de 1.000 consumidores em supermercados, centros de compras, lojas de ruas, além de acompanhar o dia a dia de 20 famílias. Para aproximar todo mundo utilizou o Facebook como canal comum para a interação entre os entrevistados. Assim, a pesquisa tornou-se mais colaborativa e pessoas espalhadas por todo País puderam trocar informações, formular perguntas, publicar respostas, enfim, abasteceram a pesquisa com informações valiosas.

Para começar, a pesquisa fez uma pergunta simples: os brasileiros gostam de promoção? Sim, os brasileiros gostam de promoção, mas para eles promoção está relacionada mais a descontos e ofertas. Os dados apontam que 46% dos entrevistados não conhecem as ações promocionais como promoção. Essa informação revelou um modelo de comportamento dos consumidores: os brasileiros gostam de sair no lucro, pagar menos ou ganhar algum tipo de benefício que faça a compra valer a pena. Os dados demonstram que 85% dos brasileiros querem obter alguma vantagem quando fazem compras nos supermercados. A partir dessa primeira pergunta, muitos outros aspectos foram surgindo e sendo discutidos. As respostas resultaram em informações que podem ser consideradas verdadeiras descobertas.

Assim, o Promológico divulgou as 10 descobertas Promológicas:

1. O nascimento da PromoRelacionamento
A promoção não deve ser encarada apenas como uma ferramenta de vendas. Mas, como o início de um relacionamento duradouro de envolvimento com a marca.
2. O argumento regional
Cada região do Brasil tem suas particularidades e as diferenças são grandes. No momento do consumo, todas essas peculiaridades são cruciais na tomada de decisão de compra.
3. Celebridade só se for de verdade
O consumidor entende que o uso da celebridade é feito para chamar a atenção dele. Mas está deixando de se identificar tanto com sorrisos pagos e preferindo os sorrisos de verdade.
4. O trial super poderoso
Hoje, o consumidor pode experimentar muitas coisas antes de decidir se quer comprar ou não. Mas ele quer fazer isso a todo momento; não somente nos lançamentos das marcas.
5. Atenção para os concursos culturais
O consumidor não quer ter sua inteligência subestimada com perguntas óbvias. Também desconfia do critério e da veracidade da comissão que vai avaliar a foto, o vídeo ou a frase que ele vai enviar para participar do concurso.
6. Esqueça o IBGE quando pensar em promoção
Muitas vezes, famílias com a mesma renda possuem comportamentos totalmente diferentes. São inúmeras as possibilidades e por isso não se pode considerar somente a renda, mas os interesses na hora de investir em produtos.
7. Saímos da frente da TV
Quando a pesquisa questionou os entrevistados sobre onde eles gostariam de ser impactados por mensagens de consumo, as mídias sociais e os pontos de vendas on-line e físicos assumiram o topo da lista a frente da TV e da revista.
8. Eu sou único e quero ser tratado como tal
É básico, mas complexo. Na relação com uma empresa, o consumidor quer ser tratado da mesma forma em qualquer ponto de contato. Tanto no PDV como no site ou no call center.
9. Aqui não tem trouxa
As promoções não podem gerar dúvidas ou enganar o consumidor. A divulgação de um ponto de vista ou uma crítica (construtiva ou destrutiva) é um comportamento cada vez mais comum em redes sociais. O consumidor está bem ligado e não está deixando passar mais nada.
10. Seja acessível, simples e esteja próximo 24 horas por dia.
É isso que o consumidor espera das empresas. Facilitar a vida deles. A promoção existe para fazer a diferença na vida das pessoas e não para complicar.

A pesquisa também investiu bastante tempo e cuidado para buscar informações a respeito das mecânicas – os motores da promoção. A agência selecionou alguns estímulos promocionais específicos para conseguir identificar a relação de cada um deles com os consumidores. O resultado é surpreendente. A pesquisa revela alguns padrões de comportamento e algumas quebras de paradigmas, que apontam para oportunidades que o mercado promocional pode aproveitar para se renovar e ser mais eficaz. Para tanto, o Promológico revela dados a respeito das mecânicas mais utilizadas, como Achou, Ganhou; Concurso Cultural; Ativação; Sorteio; Compre e Ganhe e Sampling e Degustação. Ao longo desse editorial você vai encontrar uma matéria relacionada a cada uma dessas mecânicas promocionais, revelando e analisando os principais aspectos de acordo com os resultados do Promológico.

Retrato do consumidor brasileiro
Achou, Ganhou – Dentre os 54% dos consumidores que já experimentaram a mecânica 60% a escolheram como preferida.
Concurso Cultural – Mais de 66% dos brasileiros acham que falta transparência nestas campanhas promocionais.
Ativação – A pesquisa demonstrou que apenas 27% dos entrevistados já vivenciaram alguma experiência de marca e 52% deles têm interesse em participar.
Compre e Ganhe – Do universo da pesquisa, 78% dos entrevistados já participaram de campanhas que usam a mecânica Compre e Ganhe.
Sorteio – 82% dos entrevistados gostariam que as promoções de sorteios fossem mais rápidas; 83% participariam de sorteios se conhecessem alguém que já ganhou.
Sampling e Degustação – A degustação aparece como a mecânica de maior participação (55% dos entrevistados já participaram mais de uma vez).

Por Elisabeth Guimarães – Grupo Bríndice

Fonte: NewStyle – www.promologico.com.br

Lançamento de Novos Produtos

ESPAÇO DO BRINDE

Esta área foi criada com o objetivo de levar informações sobre o setor de brindes tanto para as empresas que atuam neste mercado como para as que se utilizam dele.

LANÇAMENTOS

Como a Internet tem se mostrado um excelente meio de geração de negócios,encurtando distâncias e globalizando os mercados,reservamos a você, empresário de brindes, este espaço, onde será possível divulgar o lançamento de novos produtos comercializados por sua empresa.

A cada lançamento de produtos, enviaremos um newsletter (propaganda em formato de e-mail)a todos os usuários cadastrados no Portal, informando, demostrando as novidades, convidando-os a conhecerem sua empresa. Ao acessarem o portal Brindice poderão, conseqüentemente, acessar o seu Site.

São mais de 20.000 e-mails de empresas cadastradas que atuam nos principais segmentos: Indústria, Comércio e Prestação de Serviços, em todo o território nacional.

Maiores informações sobre forma de cadastramento e prazos de divulgação de seus lançamentos poderão ser obtidas através do e-mail:

[email protected]

Site é para o Cliente e não para a Empresa

Quando for contratar a criação e definir os serviços a serem prestados pelo site da sua empresa na internet, ou quando for avaliar o que você já tem, lembre-se de fazer a seguinte pergunta: qual a importância em ter a minha empresa on-line?

Embora planejamento seja uma das palavras mais utilizadas no meio empresarial atualmente, seja pela busca de eficiência ou por economia – ou pelos dois motivos concomitantemente – na prática essa etapa nem sempre recebe a atenção devida. Quando uma empresa resolve apresentar-se através de um site na rede mundial de computadores é porque visa algum tipo de resposta do internauta que tiver acesso aos seus dados, seja ele um curioso ou um cliente. É exatamente aí que mora a diferença na hora do planejamento: uma página pessoal, em certos casos, até pode ser feita por curiosos da programação e voltadas para os curiosos da navegação on-line, mas um site empresarial, não.

Excluindo os seus familiares e amigos e os dos seus funcionários, as pessoas que visitam a sua empresa na Internet certamente estarão à procura dos serviços que ela oferece, se não para utiliza-los no momento, ao menos como uma forma de pesquisa. Excesso de banners, pop-ups, animações e apresentações enjoativas atraem curiosos e afastam clientes, ou seja, sua empresa passa a ser comentada, mas não pelo público devido.

Além de funcionar como apresentação do seu negócio, o site é uma forma de manter ativo um elo de ligação à distância com os seus clientes e fornecedores. O objetivo é que eles se sintam próximos e com acesso ao trabalho ou ao serviço que você presta. Abrir um canal de comunicação com os visitantes do site é uma boa receita para estreitar esses laços.

Alon Sochaczewski, sócio-diretor da Euro RSCG Interaction Brasil, lembra que os empresários estão cada vez mais apreensivos com a concorrência, a constante redução das margens de lucro e a incessante busca da perfeição no quesito "como vender mais" que, segundo ele, “as empresas brasileiras se preocupam tanto em produzir, gerar negócios e vender que acabam se esquecendo do preceito básico para o sucesso: o bom relacionamento com seu consumidor final”. Podemos incluir também os fornecedores neste pensamento, quanto maior e mais ostensivo for o acesso deles à sua empresa, melhor e mais produtiva será a relação entre vocês. Ainda de acordo com Alon, o serviço de atendimento aos consumidores – e a quem mais queira se manifestar – é um caminho relativamente barato e que pode ser implantado rapidamente. Para tanto, basta criar um e-mail exclusivo para o recebimento das mensagens e disponibilizar uma pessoa com a exclusiva função de ler e responder a todas (neste caso, você estará usando a Internet independente de ter um site). Essa mesma pessoa deverá fazer relatórios quantitativos e qualitativos periódicos para que você tenha controle do serviço e deverá também construir um banco de dados consistente para analisar em tempo real todos os dados do contato. Se a demanda for grande demais, a abertura de um site com uma seção que responda às questões mais freqüentes sobre a empresa pode diminuir o volume de mensagens eletrônicas e ainda sanar as dúvidas de imediato.

Uma ferramenta de chat on-line também pode reduzir o custo do atendimento, aumentar a qualidade do contato e ainda gerar uma boa impressão. Para completar, Alon atenta para uma atitude que não passa de boa educação e cuidado com a imagem: envie um e-mail agradecendo o contato do seu cliente e explicando as providências que foram tomadas.

Aí está um passo a passo de como utilizar a tecnologia a favor da sua empresa, de uma forma simpática, menos onerosa e, com certeza, mais eficiente que contratando o primo do amigo do seu vizinho que acabou de começar um curso de programação visual. Ele provavelmente encherá a home page da sua empresa com animações e efeitos, mas até que as informações interessantes baixem, o usuário já partiu para outro site.

Como Evitar a Redução de Vendas !

Não restam dúvidas de que, a cada dia, vai ficando mais difícil vender produtos e serviços. Muitas empresas fazem investimentos e, mesmo assim, não conseguem alavancar as vendas. Outras, estão ganhando menos na tentativa de sobreviver. Muitas empresas boas, na esperança de se manterem no mercado, começam a trabalhar como se prestassem serviço escravo: fornecem tudo (maior prazo, menor preço, etc), enfim, pagam o que não podem para vender.

As empresas que trabalham sem planejamento estratégico, sem acompanhamento, independentemente do seu tamanho ou participação no mercado, estarão sujeitas a desaparecer. Não importa se é uma loja, uma prestadora de serviço ou uma indústria. Deve-se observar que a organização é que fará a grande diferença. Claro que para se aplicar qualquer planejamento, quem está à frente como gerente ou diretor tem uma fatia muito importante, já que o sucesso depende da responsabilidade e da garantia da aplicação do que foi planejado.

As empresas devem permanecer mais vivas no mercado e de olho não só no futuro, mas também no presente. Não devemos falar em crise, pois o dinheiro continua circulando, só que talvez em outras mãos e não na nossa empresa… Independente da crise, muita gente continua vendendo, e você? Alguns fatores essenciais devem ser considerados:

Visão – Deve-se ter uma visão clara do que se deseja para a sua empresa. Não basta ter apenas um plano para o futuro, tem que colocá-lo em prática. Esse plano deve ser bem absorvido e entendido por todos. Dificuldades e conquistas devem ser compartilhadas por toda a equipe. Contudo, é importante que exista uma consciência da responsabilidade de todos. A sobrevivência depende de cada um.

Rapidez – Toda ação de vendas deverá ser desenvolvida com rapidez. Promoções e lançamentos deverão ser passados com muito entusiasmo para a equipe de vendas. Um dos cuidados é com as datas promocionais, muitas passam desapercebidas. Existem produtos que a venda aumenta em certas épocas e, neste caso, anteceder é fundamental.

Relatórios – Devem ser simplificados. Claro que relatórios são importantes, mas o seu pessoal de vendas deverá se preocupar é com a venda. Portanto, quanto menos relatórios e mais simples, melhor.

Acompanhamento -Aí está o segredo. A empresa deve saber motivar sua equipe de vendas. Algumas ações simples poderão surtir um grande efeito, principalmente quando o objetivo é aumentar as vendas. Você já imaginou premiar uma determinada equipe que trabalha ao telefone, se ela conseguir alcançar alguns números em vendas? E a pessoa que digita os pedidos, alguma vez ela já passou por algum processo de motivação? É importante que o gerente saiba que estas ações não devem sair da diretoria da empresa mas, sim, da gerência. Ela deve levar as idéias à direção e, enfim, colocá-las em prática.

Mas toda motivação deve vir acompanhada de alguns fatores. Ninguém deve ganhar nada se não faz por onde. Tudo na vida depende de resultados. As metas devem sempre ser traçadas pela capacidade e, principalmente, pela necessidade de faturamento da empresa.

Enfim, nunca deixe de mostrar que sua equipe é importante para você. Saber reconhecer e orientar são características de um bom líder e de uma boa empresa.

Sucesso é vender o que ninguém oferece, ensina Philip Kotler

O que é marketing, afinal? Será um vendedor de enciclopédia com o pé enfiado na porta? O design de um pacote de flocos de milho? O cartão de fidelidade que você usa quando vai às compras?

Segundo Philip Kotler, o mais famoso estudioso acadêmico de marketing, "A definição mais curta de marketing é descobrir necessidades não atendidas e atendê-las", declara. "É todo um estado de espírito em que você vence não por fazer o que todo mundo faz, mas descobrir algo que pode vender que as pessoas querem e outros não oferecem”.

Segundo ele, o grande problema de hoje para as empresas é que a maioria das indústrias mundiais pode produzir mais bens do que os consumidores podem comprar. A superprodução provoca a hipercompetição e esta leva a uma guerra de preços. É o marketing que permite que as companhias possam competir em algo mais do que o preço.

"Com muita freqüência, porém, o marketing é confundido com a venda". Isso deveria ser refutado pela famosa observação do (guru de administração) Peter Drucker, de que “a meta do marketing é tomar a venda supérflua” – com o que ele queria dizer que, quando realmente se encontra uma necessidade não atendida e se faz um bom trabalho oferecendo uma solução, não se precisa fazer muita venda".

Em outras palavras, a finalidade do marketing não é desovar os produtos fabricados, como pode ter sido há 50 ou 100 anos. A fabricação existe para sustentar o marketing. A terceirização é um fato, mas são suas idéias e ofertas de marketing que a fazem prosperar. Qualquer outra função da empresa, como pesquisa e desenvolvimento, existe para sustentar o trabalho da empresa no mercado.

Sendo fatores relevantes, independentemente do tamanho da empresa, da quantidade de funcionários e da atividade exercida, um bom planejamento estratégico e uma checagem constante das necessidades do mercado.